sábado, 19 de setembro de 2026

Shadows over Port Royal nos traz Cthulhu à pirataria

 Shadows over Port Royal
nos traz Cthulhu à pirataria

 

Shadows over Port Royal é um cenário sombrio de RPG investigativo ambientado no Caribe durante a Era de Ouro da Pirataria. Inspirada no horror cósmico de H.P. Lovecraft, a aventura mescla eventos históricos com o horror dos Mitos de Cthulhu. A história culmina em uma catástrofe histórica real: a destruição de Port Royal em 7 de junho de 1692, quando um terremoto e um tsunami apagaram a cidade do mapa.

Uma campanha de financiamento coletivo no Kickstart (LINK) iniciou recentemente tendo rapidamente atingido sua meta inicial. Esse financiamento vai até 8 de outubro próximo e a aventura está prometida para dezembro deste ano.

A Two Starving Gnolls lançou Shadows over Port Royal, uma aventura de terror investigativa independente de sistema, ambientada em Port Royal, Jamaica, em 1692. Para isso temos o retorno do veterano artista de RPG Earl Geier, conhecido por seu trabalho em títulos clássicos de Call of Cthulhu, incluindo Masks of Nyarlathotep e Horror on the Orient Express, criando novas ilustrações em preto e branco para o livro.


A aventura que se passa nos últimos dias da infame cidade caribenha, pouco antes do terremoto e tsunami de 7 de junho de 1692, dá aos jogadores liberdade para explorar Port Royal, seguir diferentes pistas, interagir com facções rivais e decidir por si mesmos em quem confiar à medida que a investigação se desenrola. O projeto começou como um jogo de tabuleiro, que a Two Starving Gnolls apresentou na SPIEL em Essen antes de eventualmente o deixar de lado. Anos mais tarde, a equipe retornou ao cenário e reconstruiu a ideia do zero como uma aventura de RPG de mesa.

Shadows over Port Royal é também o terceiro volume de uma trilogia informal de aventuras lovecraftianas, derivada das aventuras lovecraftianas anteriores da editora: Pax Cthuliana, ambientada em Londres em 1927, e Svalbard, ambientada no Ártico norueguês em 1993.



O design se inspira nos cenários de terror investigativo com os quais os criadores brincavam na década de 1990, mas utiliza uma estrutura muito mais aberta. Dependendo das pistas que os jogadores seguem, das facções com as quais interagem e das decisões que tomam, a aventura pode se desenvolver em direções muito diferentes.

É esperado que a aventura proporcione de cinco a sete sessões de jogo, dependendo das escolhas do grupo e da profundidade com que explorarem Port Royal.



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