Shadows over Port
Royal
nos traz Cthulhu à
pirataria
Shadows
over Port Royal é um cenário sombrio de RPG investigativo ambientado no Caribe
durante a Era de Ouro da Pirataria. Inspirada no horror cósmico de H.P.
Lovecraft, a aventura mescla eventos históricos com o horror dos Mitos de
Cthulhu. A história culmina em uma catástrofe histórica real: a destruição de
Port Royal em 7 de junho de 1692, quando um terremoto e um tsunami apagaram a
cidade do mapa.
Uma
campanha de financiamento coletivo no Kickstart (LINK) iniciou recentemente tendo
rapidamente atingido sua meta inicial. Esse financiamento vai até 8 de outubro
próximo e a aventura está prometida para dezembro deste ano.
A
Two Starving Gnolls lançou Shadows over Port Royal, uma aventura de terror
investigativa independente de sistema, ambientada em Port Royal, Jamaica, em
1692. Para isso temos o retorno do veterano artista de RPG Earl Geier,
conhecido por seu trabalho em títulos clássicos de Call of Cthulhu, incluindo
Masks of Nyarlathotep e Horror on the Orient Express, criando novas ilustrações
em preto e branco para o livro.
A
aventura que se passa nos últimos dias da infame cidade caribenha, pouco antes
do terremoto e tsunami de 7 de junho de 1692, dá aos jogadores liberdade para
explorar Port Royal, seguir diferentes pistas, interagir com facções rivais e
decidir por si mesmos em quem confiar à medida que a investigação se desenrola.
O projeto começou como um jogo de tabuleiro, que a Two Starving Gnolls
apresentou na SPIEL em Essen antes de eventualmente o deixar de lado. Anos mais
tarde, a equipe retornou ao cenário e reconstruiu a ideia do zero como uma
aventura de RPG de mesa.
Shadows
over Port Royal é também o terceiro volume de uma trilogia informal de
aventuras lovecraftianas, derivada das aventuras lovecraftianas anteriores da
editora: Pax Cthuliana, ambientada em Londres em 1927, e Svalbard, ambientada
no Ártico norueguês em 1993.
O
design se inspira nos cenários de terror investigativo com os quais os
criadores brincavam na década de 1990, mas utiliza uma estrutura muito mais
aberta. Dependendo das pistas que os jogadores seguem, das facções com as quais
interagem e das decisões que tomam, a aventura pode se desenvolver em direções
muito diferentes.
É
esperado que a aventura proporcione de cinco a sete sessões de jogo, dependendo
das escolhas do grupo e da profundidade com que explorarem Port Royal.
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