sábado, 29 de junho de 2019

Bayt al Azif - revista dedicada aos cenários lovecraftianos de RPG

Bayt al Azif
Revista dedicada aos cenários
lovecraftianos de RPG


Lovecraft é uma figura icônica do terror. Lido e copiado á exaustão, fonte de inspiração para tantos autores e obras, ele ainda é combustível para muitos RPG e tantas outras publicações que se dedicam aos mitos de Cthulhu. É o caso de Bayt al Azif, uma revista independente, mas com muito conteúdo interessante que foi lançada no final do ano passado e tem feito bonito.

Bayt AL Azif é um revista para fãs de jogos de RPG de terror ‘cósmico’ baseados nos mitos de Cthulhu sendo focada no Call of Cthulhu (da Chaosium), mas que se pretende ser mais abrangente, possuindo estatísticas para Trail of Cthulhu, lançado pela Pelgrande Press.

Pensando no que será útil para os fãs de RPG desse assustador segmento, ela apresenta diferentes cenários em épocas diferentes, muitos box com conselhos e dicas, reviews de produtos variados ligados ao tema e entrevistas. A primeira edição, com suas 80 páginas, tem um layout simples com um foco e preocupação nas imagens e conteúdo. Sem dúvida será um prato cheio para os fãs desse tipo de cenário, com muitas dicas úteis para mestres e jogadores.



Nessa primeira edição temos 4 aventuras prontas. Três delas estão adaptadas para as regras de Call of Cthulhu 7ªed e Gumshoe (Trail of Cthulhu): um grupo de adolescentes deve sobreviver a noite em uma escola abandonada (era moderna); uma equipe de investigadores deve determinar a verdade por trás do massacre de civis vietnamitas por soldados americanos (Guerra EUA-Vietnã); e um bando de agentes secretos deve descobrir o que foi contrabandeado para Damasco (Idade média). Essa primeira edição também conta com uma aterrorizante e desafiadora aventura solo que se passa na biblioteca da Universidade Miskatonic.


Nos artigos temos uma tabela aleatória para construção de casos e vários releases e reviews de RPGs e artigos dedicados ao tema. Há também duas entrevistas muito interessantes. A primeiras delas é com o Rogue Cthulhu, uma organização que hospeda jogos de Call of Cthulhu na Oigins Games Fair há mais de vinte anos com dicas de que como melhorar cenas de perseguição. A outra entrevista é com Christopher ‘Chris’ Spivey, game design, fundador da Darker Hue Studios, que já trabalhou em títulos como Cthulhu Confidential, 7 Sea, out of the Woods e Harlem Unbound e que mais recentemente tem trabalhado em Haunted West para a Chaosium.

Se você tem curiosidade ou interesse, a revista pode ser facilmente adquirida pela Amazon (AQUI) com valor em torno de quarenta reais.




sexta-feira, 28 de junho de 2019

Pathfinder Segunda Edição - Contos dos Presságios Perdidos: Vingança do Mar


Pathfinder Segunda Edição
Contos Perdidos de Omens: Vingança do Mar

“Nos trouxe entre o inferno e água alta novamente, capitão!” Gigante se agachou e lançou um olhar para o capitão. Ela não precisava se abaixar muito. Mesmo em pé em uma caixa, o halfling mal era alto o suficiente para ver por cima da roda do navio.

Devrin Arlos apenas riu e olhou os seis navios de guerra Chelish aproximando-se deles. Eles perseguiram Onda Noturna todo o caminho desde o Arco de Aroden, ao longo da costa de Rahadoum e através do traiçoeiro Jagged Reach. Eles não estavam propensos a desistir agora. Adiante apareceu o Olho do Abendego.

“Não teria outro jeito. Não se preocupe! O Onda Noturna pode aguentar!”

Ela lutou com a roda. “Talvez seja hora de encurtar as velas de estai?”

“Passou muito tempo, mas eu estava esperando...” Um estalo mais alto do que um tiro de balista perfurou o uivo do vento, chamando sua atenção de volta para o perseguidor mais próximo. “Esperando por isso.”

O cordame de fixação da primeira vela frontal da fragata corentina quebrou, caindo com metros de tela rasgada e uma milha de cordas emaranhadas. Os marinheiros se apressaram em afastar os destroços, mas o navio desviou do rumo e sacudiu o mastro da popa, rasgando ainda mais a lona.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Resenha - Starfinder Trilha de Aventuras Sóis Mortos: Mundos Despedaçados

Resenha
Starfinder Trilha de Aventuras
Sóis Mortos – Mundos Despedaçados


A editora New Order liberou o terceiro volume da Starfinder Trilha de Aventuras Sóis Mortos – Mundos Despedaçados - para os apoiadores do financiamento coletivo, e nós não nos demoramos em trazer uma resenha para que vocês saibam o que têm em mãos. Mas não se preocupem pois não darei spoilers sobre a aventura em si, analisando-a apenas superficialmente.

Vou repetir, pois nunca é demais. Para quem não sabe do que se tratam as Trilhas de Aventuras (ou Adventure Paths na versão original em inglês) eu recomendo uma lida cuidadosa no artigo em que os dissecamos (Starfinder Adventure Path: o que foi lançado eas novidades). De uma forma rápida, as trilhas de aventuras são grandes aventuras divididas em partes (três ou seis) e lançadas mensalmente pela Paizo formando uma grande campanha. Mas não só isso, essas trilhas de aventuras são uma estratégia inteligente da Paizo de manter lançamentos regulares de material oficial e canônico, sempre enriquecendo o cenário com informações e debates importantes em artigos especiais que complementam essas aventuras.


O terceiro volume (de um total de seis) da Trilha de Aventuras Sóis Mortos recebe o sugestivo nome Mundos Despedaçados. O Culto do Devorador está à procura do Portal dos Doze Sóis para chegar à Degeneradora Estelar. Isso é um problema mais que complicado e preocupante para o grupo de aventureiros. Os encontros no final da última edição não frustraram o culto e os aventureiros terão de lidar com isso. É uma corrida contra o tempo? Sim, e o grande prêmio é uma arma devastadora. Nesta edição os personagens seguirão para a Diáspora – o cinturão de asteróides no meio do sistema. Essa jornada os colocará frente a frente com piratas e principalmente com o mundo morto de Eox.

Teens in Space em agosto

Teens in Space em agosto


Um novo RPG baseado no sistema de Kids on Bike está chegando em agosto pela Renegade Games Studio. Trata-se de Teens in Space.

“O som da bateria de fótons ativada ecoa em sua nave. Seu piloto Sollemnean informa que as portas têm 83,4% de chance de quebrar com o próximo ataque. O cão ciborgue à sua direita está verificando novamente seus aprimoramentos. Sua mão repousa sobre o blaster em seu quadril quando você ouve a bateria se ligando novamente. À medida que acerta, o som de metal rangindo é enviado ao resto da tripulação para um alerta máximo. Mas você sorri. Isto vai ser divertido.”

Em Teens in Space, você vai se aventurar no cosmos em busca de aventura e lucro. Ao longo do caminho, os laços de sua tripulação serão testados, sua nave falhará e você provavelmente será atingido algumas vezes. Mas isso é tudo em um dia de trabalho para você em Teens in Space! Aqui você pode construir seu personagem entre uma variedade de tipos e raças espaciais, além de personalizar sua espaçonave.


Para quem não conhece o sistema de Kids on Bike, prometo fazer uma resenha em breve. De forma resumida, ele pressupõe personagens ‘normais’ que precisam participar de aventuras surpreendentes. Personagens são criados de forma livre (literalmente livre) pelos jogadores baseado em arquétipos norteadores. Já a mecânica se baseia em atributos com dados diferenciados alterando a dinâmica e margem de sucesso por tipo atributo.

Link da pré-venda AQUI

terça-feira, 25 de junho de 2019

Pathfinder Lost Omens World Guide - Altos Mares


Pathfinder Lost Omens World Guide
- Altos Mares -

Hoje temos a quinta postagem sobre as dez meta-regiões que estão em Lost Omens World Guide, que será lançado em agosto para Pathfinder segunda edição. Depois de Absalon, Terras Partidas, Olho do Pavor e a Rota Dourada, hoje temos Altos Mares. Fique atento, acompanhe com a mapa em português (AQUI) da edição brasileira que será lançada também em 1º de agosto e que recebemos com exclusividade e aguarde que quinta-feira postaremos o conto oficial para esta região.

Sente-se e eu contarei uma história, uma história de uma viagem assustadora que começou em um porto tropical e envolveu um navio fatídico. Aperte seus dispositivos de flutuação, respire fundo e vamos mergulhar em nossa turnê pela meta-região Altos Mares [High Seas] do cenário de campanha Age of Lost Omens!


De longe a maior das meta-regiões Lost Omens World Guide, os Altos Mares consistem, bem, em todos os mares e oceanos que cobrem a superfície de Golarion. E embora a forma desses grandes corpos de água permaneça amplamente constante, o mar está sempre mudando, com ameaças e recompensas novas e inesperadas esperando por todos os horizontes ou se arrastando até a costa a cada onda. Dito isso, não mudou muita coisa entre a primeira e a segunda edição da Pathfinder nesta região, deixando mais espaço para explorarmos todos os novos locais e aprofundarmos o conhecimento de localidades e organizações estabelecidas, mas apenas levemente detalhadas.

Curso de Heráldica - Honrarias de Primeira Ordem II - Pala


Honrarias de Primeira Ordem II
- Pala -

Recapitulando um pouco o que vimos nas postagens anteriores, uma Honraria é uma carga representada por uma forma geométrica simples colocada sobre o campo do escudo, representando valores, honras concedidas ou feitos. As oito Honrarias de Primeira Ordem (ou Ordinárias) são Aspa, Asna, Banda, Barra, Chefe, Cruz, Faixa e Pala e possuem um peso hierárquico superior às outras ordens. Anteriormente vimos o Chefe e a Banda. Hoje veremos a Pala.

Pala

Pala (Pale em inglês, Pal em francês) pode ser definido de forma rápida como uma forma geométrica retangular com espessura de um terço da largura do escudo (podendo chegar à um quinto) e que posiciona-se centralizado (perpendicular) em sentido vertical, indo do chefe (parte superior) à base (parte inferior) do escudo. De acordo com A New Dictionary of Heraldry (1739) o termo Pale originou-se nas paliçadas (estacas tal qual lanças) de proteção dos castelos e que anteriormente eram usadas nos campos de batalha. Alguns soldados eram obrigados a carregar sempre uma dessas estacas às costas, sempre prontos para consertar alguma falha na linha de defesa da paliçada. A Encyclopaedia of Heraldry (John Burke, 1851) afirma que essa prática teria sido originada de soldados franceses. Alguns autores ainda dizem que a Pala poderia representar a lança do cavaleiro, embora esse entendimento seja menos aceito.
  


Novidades e mais novidades para Pathfinder segunda edição, primeira edição e Starfinder

Novidades e mais novidades para Pathfinder segunda edição, primeira edição e Starfinder

Prontos para mais uma enxurrada de anúncios da Paizo? Então segure-se, pois a Paizo está encerrando com chave de ouro a primeira edição de Pathfinder e preparando grandes coisas para a segunda edição que chega em 1º de agosto. E nunca é demais lembrar que a New Order lançará a segunda edição de Pathfinder em português simultaneamente com a edição americana em 1º de agosto!


Para começar temos a chegada o clímax do último Adventure Path para a primeira edição. Pathfinder Adventure Path Tyrant’s Grasp: Midwives to Death, o volume #144, fechando o último bloco de aventuras da edição, com uma aventura para 16º nível, autoria de John Compton. Os heróis estão chegando ao clímax da aventura e finalmente eles têm em mãos o que precisam para enfrentar o Tirano Sussurrante. Enquanto isso o malévolo lich concentra sua atenção à uma fortaleza fronteiriça e isolada e os personagens devem investigar. Para isso os heróis percorreram uma floresta estranha, masmorras assustadoras anteriores ainda à Cruzada Brilhante, vilões rancorosos e antigos inimigos. Os heróis precisam passar por tudo para tentarem frear o Tirano Sussurrante. Além disso, teremos como sempre vários artigos complementares com novos monstros, conselhos para mestres, novos deuses, uma nova classe de prestígio, um novo arquétipo e mais. Lançamento em 1º de agosto.


Dando um salto para Starfinder, temos o Starfinder Adventure Path Dawn of Flame: Assault on the Crucible, o décimo oitavo volume. O grupo de aventureiros que se recupera na cidade de Kahlannal, libertam uma cidade literalmente dentro de uma estrela. Mas uma invasão extraplanar ainda está em marcha. Seus heróis têm vantagem em conhecer o terreno, tecnologia, conhecimento e novos aliados – os anassanois – para tentarem se aproximar furtivamente da base efreeti Crisol. Eles precisam frustrar os planos de invasão e isso não será fácil. Esta aventura para 11º nível foi escrita por Jason Tondro e possui vários artigos. Temos dicas de como continuar a aventura após seu encerramento (escrito por Tracy Barnett), um artigo especial sobre o Plano de Fogo com seus habitantes, reinos e enredos (escrito por Thurston Hillman), um Arquivo Alienígena como elementares de gênios da água à enxame de roedores fadas (escrito por Tracy Barnett, Violet Hargrave, Owen KC Stephens e Jason Tondro), os planos estruturais do convés do cruzador efreeti (por Thurston Hillman) e uma visita ao mundo ‘oco’ contendo um sol em miniatura. Lançamento em 28 de agosto.


Agora vamos dar uma olhada nas grandes novidades do segundo semestre, a segunda edição de Pathfinder. A Paizo anunciou e apresentou oficialmente o primeiro volume da primeira edição da sua linha de Adventure Paths para a segunda edição. O Pathfinder Adventure Path Age of Ashes: Hellkignt Hill é o 145º adventure path (eles seguirão a contagem desde os AP da primeira edição) é uma aventura para 1-4 nível. Uma cidade arruinada está em chamas em Hellkignt Hill. Dentro dela estranhos invasores de uma terra distante e perigosas ruínas perdidas antecedem algo terrível. As maquinações de uma organização sombria se destacam e os personagens devem investigar os segredos desse mistério e, se possível, impedir um apocalipse. O lançamento será em 1º de agosto.


Se isso não fosse o suficiente, temos mais um lançamento anunciado para a segunda edição. Pathfinder Adventure: The Fall of Plaguestone já havia sido tratado pela Confraria anteriormente, mas agora temos a capa final e oficial. Um grupo de novos aventureiros, viajando pela pequena comunidade de Plaguestone, deve se unir para resolver o assassinato de um amigo. O que começa como simples investigação rapidamente se torna sinistra com a descoberta de alquimia proibida, animais mutantes e uma floresta próxima apodrecendo devido a uma misteriosa praga. Fica claro que se esses jovens heróis não chegarem ao coração da trama, então a queda de Plaguestone é quase certa! A Queda de Plaguestone é a primeira aventura de RPG para Pathfinder segunda edição, escrita pelo diretor de game design da Paizo Jason Bulmahn, tendo os novos jogadores e mestres em uma aventura ousada cheia de exploração, encontros em masmorra, e muito mais! Esta aventura de capa mole de 64 páginas foi projetada para personagens de 1º nível, criados usando as regras do Pathfinder segunda edição e enfrentando monstros encontrados no Pathfinder Bestiary. O lançamento será em 1º de agosto.

Links:
Pathfinder Adventure Path Tyrant’s Grasp: Midwives to Death
Starfinder Adventure Path Dawn of Flame: Assault on the Crucible

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Primeira Impressão sobre Pathfinder Segunda Edição


Primeira Impressão sobre
Pathfinder Segunda Edição

E temos uma primeira impressão sobre Pathfinder Segunda edição. Essa postagem foi feita por Samantha Nelson no site Escapist Magazine. Ela narra partes de uma aventura de 1º nível jogada com outras cinco pessoas, entre elas John Compton (autor e colaborador de Pathfinder e Starfinder). Achei importante traduzir esse material para que todos percebam que nossa expectativa é válida e será muito bem recompensada... aproveitando, entrem na postagem original (LINK) e dêem um joinha na produção da Samantha.

Lemrbrem-se, 1º de agosto está chegando e a New Order lançará Pathfinder Segunda Edição em português simultaneamente com o mercado americano!

o  O  o

A paladina Seelah correu para encarar o recém-surgido esqueleto da serpente. Já havia derrotado Merisiel, que estava sangrando no chão em frente a ele. Navegando pelos estreitos limites do topo da pirâmide onde o esqueleto tinha sido enterrado, Seelah passou pelo guerreiro Valeros e foi recebida com uma surpresa desagradável. O esqueleto também era um lutador treinado, capaz de atacar Seelah quando ela se movia ao alcance dele.

“Qual é o seu AC?”, Perguntou-me o colaborador principal da Paizo, John Compton. “18”, eu disse. “Você não tem o seu escudo?” Eu suspirei. “Não, eu estava esperando para atacar e depois curar Merisiel.” “Bem, isso vai ser um sucesso crítico”, disse ele. Quando os dados foram rolados, Seelah estava em tão má forma quanto Merisiel. Por sorte estava prestes a ser a vez da clériga Kyra. Permanecendo no lugar, ela foi capaz de dedicar todo o seu foco para curar todos na luta e nos colocar de volta na ação enquanto também causava algum dano sagrado ao monstro.

domingo, 23 de junho de 2019

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores 2ªed e 3ªed - Thor (Jane Foster)

Arquivo de Fichas – Mutantes e Malfeitores 3ªed
Thor [Jane Foster]
Ficha 3ªed 063


“Deve haver sempre um Thor!”

NP: 15

HABILIDADES
Força 0/15   Vitalidade    0/14  Agilidade 0/4 Destreza 0/4
Luta    2/10   Inteligência   3      Prontidão   2    Presença   3

PERÍCIAS
Acrobacia 4 (+8), Atletismo 2 (+17), Combate à distância 6 (+10), Combate corpo a corpo (Mjolnir) 3 (+13), Especialidade (Medicina) 9 (+12), Intimidação 4 (+7), Intuição 7 (+9), Percepção 4 (+6), Tratamento 8 (+11)

VANTAGEM
Ação em movimento, Ataque acurado, Ataque poderoso, Avaliação, Duro de matar, Interpor-se, Quebrar aprimorado, Sem medo, Tomar a iniciativa

PODER
Mjolnir (Falha: Facilmente Removível 49) • 196 pontos
Fisiologia asgardiana: Força Ampliada 15; Vitalidade Ampliada 14; Luta 8; Agilidade 4; Destreza 4
Imunidade 44 (Envelhecimento, doenças, veneno, frio, calor, pressão, vácuo, radiação, efeitos de fadiga, descritor de poder/eletricidade, Efeitos resistidos por fortitude, sufocamento/atmosfera alienígena)
Poder de Carga 6 (Força +6)
Característica 1 (só pode ser erguido por alguém verdadeiramente honrado)
Vôo 10
Movimento 2 (Movimento dimensional 2 – mundos asgardianos)
Ambiente 10 (Calor e Frio; Extra: Seletivo – EA: Ambiente 10 (Vento – reduz movimento em 2 graus); EA: Ambiente 10 (Chuva; Extra: Seletivo)
Relâmpago: Dano 12 (descritor elétrico; Extra: Distância aumentada/à distância, Multiataque; Falha: Ativação (movimento))
Arremesso: Dano 10 (Extra: Distância aumentada/à distância, Teleguiado, Característica/Retorno)
Dano 2 (baseado em força)
Deflexão 10

OFENSIVO
Iniciativa + 4
Desarmado +10 – Corpo a corpo, Dano 15
Golpe/Mjolnir +13 – Corpo a Corpo, Dano 17
Arremesso/Mjolnir +10 – À distância, Dano 10
Relâmpago +10 – À distância, Dano 12

DEFENSIVO
Esquiva       +3/+7     Fortitude      +0/+14
Aparar        +4/+12   Resistência   +0/+14
Vontade      +8          

TOTAIS
Habilidades 20 + Perícias 22 (44 graduações) + Vantagens 9 + Poderes 196 + Defensivo 11 = 258

COMPLICAÇÕES
Deficiência: Jane Foster luta contra o câncer. Ao usar o Mjolnir ela freia os efeitos da doença, mas ao usá-lo também faz a doença avançar mais rápido.
Inimigo: Loki, Surtur, Hela, Serpente Midgard e qualquer inimigo que Thor tivesse, além de Odin.
Perda de Poder: Ao deixar Mjolnir por longo tempo ela perde todos os poderes. Ela pode voltar ao normal quando desejar.
Responsabilidade: Protetor de Asgard e Midgard
Relacionamento: Sam Wilson (Falcão)
Identidade secreta: poucos sabem que ela é Jane Foster.


Ficha em PDF (2 versões)


    


Arquivo de Fichas – Mutantes e Malfeitores 2ªed
Thor [Jane Foster]
Ficha 2ªed 234


“Por Asgard!”

NP: 15

HABILIDADES
For 10/36 (0/+13) Des 10/16 (0/+4) Con 10/38 (0/+14) Int 16 (+3) Sab 14 (+2) Car 16 (+3)

SALVAMENTO
Resistência +0/+14; Fortitude +1/15; Reflexo +0/+5; Vontade +8

COMBATE
Ataque +15; Dano 13 (desarmado), 15 (Mjolnir), 10 (Mjolnir arremessado), 12 (Relâmpago); Defesa +13, Esquiva +6, Iniciativa +4

PERÍCIAS
Acrobacia 4 (+8), Escalar 2 (+15), Conhecimento (Física) 3 (+12), Medicina 10 (+13), Intimidação 4 (+7), Intuir intenção 7 (+9), Notar 4 (+6),

VANTAGEM
Ação em movimento, Ataque acurado, Ataque poderoso, Avaliação, Duro de matar, Interpor-se, Quebrar aprimorado, Sem medo, Tomar a iniciativa

PODER
Dispositivo: Mjolnir 48 (Fácil de perder – Feito: Restrito/Ser digno; Desvantagem: Identidade Normal (-4))
Força Ampliada 26
Destreza Ampliada 6
Constituição Ampliada 28
Imunidade 43 (Envelhecimento, doenças, veneno, frio, calor, pressão, vácuo, radiação, efeitos de fadiga, descritor de poder/eletricidade, todo dano físico letal, sufocamento/atmosfera alienígena
Super-força 6
Vôo 10
Super-movimento 2 (Movimento dimensional 2 – mundos asgardianos)
Controle Ambiental 10 (Calor – Extra: Área, Ataque Seletivo – PA: Distração 10; PA: Obstruir movimento 10; PA: Visibilidade 10)
Raio 12 (Relâmpago - Descritor elétrico – Extra: Automático; Falha: Ação/Movimento)
Golpe 10 (Feito: Arremessado, Teleguiado) – PA: Golpe 2 (Feito: Pujante)
Deflexão 10 (projéteis lentos e rápidos)

TOTAIS

Habilidades 16 + Salvamento 8 + Combate 56 + Perícias 10 (40 graduações) + Vantagens 9 + Poder 140 = 239

Ficha em pdf







Criaturas para Starfinder [série Terminator]: T-1 Ground AAV e T-2 Aerial AAV

Criaturas para Starfinder
T-1 Ground Assault Autonomous Vehicle


Combatente - CR 3 - XP 800
Constructo grande - neutro
Inic +3; Sentidos: visão no escuro 18m, visão na penumbra 18m; Percepção +8

Defesa                                                    HP 60
CAE: 14; CAC: 16
Fort: +4; Ref: +4; Vontade: +1
Imunidades: constructo, não vivo

Ofensivo
Velocidade: 9m
À distância: 2 Miniguns +11 (1d6+3 Pf)
Espaço: 3m, Alcance: 3m
Habilidades Ofensivas: Atropelar 1d6+7

Estatisticas
For + 4; Des +3; Con -; Int +0; Sab +0 ; Car +0
Perícias: Atletismo +13
Outras habilidades: Batedor
Idiomas: nenhum

Ecologia
Ambiente: Qualquer
Organização: Solitários, Patrulha (1d4+1), Esquadrão (1d6+3)

Habilidades especiais
Batedor (Ex): O T-1 GAAV desloca-se em caminhos complicados, permitindo ignorar totalmente o terreno difícil.

Atropelar (Ex): Como uma ação de rodada completa, a unidade pode mover até o dobro de sua velocidade e, literalmente, atropelar qualquer oponente, pelo menos, uma categoria de tamanho menor do que ele mesmo. O T-1 GAAV apenas tem que se mover sobre os adversários em seu caminho. A criatura não precisa fazer um teste de ataque; cada criatura cujo espaço ela atravessa recebe dano. Um alvo de um atropelar pode fazer um salvamento de Ref (CD 12) por metade do dano. Se tentar o salvamento, ele não poderá fazer um ataque de oportunidade contra o atropelamento T-1 GAAV devido ao movimento da criatura. O T-1 GAAV pode causar dano de atropelar a um determinado alvo apenas uma vez por rodada.


O protótipo original para os vários tanques Hunter Killer, este foi originalmente criado e vendido para o exército dos EUA para ser usado como uma unidade semi-autônoma. Ele foi projetado para ser enviado à frente de unidades de infantaria em território hostil, pois também poderia entrar na maioria dos edifícios regulares.

Depois que a Skynet iniciou sua guerra para exterminar a humanidade, ela usou o modelo básico da T-1 para criar facilmente mais da unidade, incorporando uma IA primitiva totalmente autônoma, que permitia que ela fosse implementada com instruções simples, o que faria seu melhor para realizar - ou até que a unidade seja destruída.

Fisicamente, a unidade tem aproximadamente 1,8m de altura e quase 2,5m de comprimento. Ele pesa mais de 220 kg. Ele se move sobre esteiras, dando-lhe excelente mobilidade em terrenos acidentados, e está armado com um par de miniguns Gatling com vários canos. A unidade carrega 5000 cartuchos de munição, que são armazenados dentro de seu torso em latas especiais, que são endurecidas contra danos, a fim de evitar um aquecimento que destruiria a unidade.

Como afirmado, a unidade tem uma IA primitiva, dando-lhe a capacidade de tomar decisões no campo de batalha sem precisar entrar em contato com a Skynet. Contanto que tenha um parâmetro básico de missão, ele irá trabalhar diligentemente e com o melhor de sua capacidade.

Graças à facilidade com que a Skynet constrói essas unidades, elas ainda são construídas e enviadas ao campo de batalha. Os mesmos recursos necessários para criar um único tanque, ou mesmo um punhado de Terminadores, podem construir múltiplos GAAVs T-1.


Criaturas para Starfinder
T-2 Aerial Autonomous Assault Vehicle


Combatente - CR 1 - XP 400
Constructo médio - neutro
Inic +5; Sentidos: visão no escuro 18m, visão na penumbra 18m; Percepção +5

Defesa                                                    HP 20
CAE: 13; CAC: 15
Fort: +1; Ref: +1; Vontade: +0
Imunidades: constructo, não vivo

Ofensivo
Velocidade: 18m (voando)
À distância: Canhão automático +8 (1d6+1 Pf)
Espaço: 1,5m, Alcance: 1,5m
Habilidades Ofensivas: Mísseis, Fogo sustentado

Estatisticas
For + 1; Des +5; Con -; Int +0; Sab +0 ; Car +0
Perícias: Acrobacia +10
Talento: Tiro em Movimento
Outras habilidades: Pairar
Idiomas: nenhum

Ecologia
Ambiente: Qualquer
Organização: Solitários, Patrulha (1d4+1), Esquadrão (1d6+3), Formação (2d8+6)

Habilidades especiais
Pairar (Ex): Embora a unidade esteja totalmente no ar, ela é capaz de mover tanto ou tão pouco quanto desejar, e pode até pairar sem se mover e ainda usar sua torre ou mísseis.

Mísseis (Ex): O T-2 AAAV vem equipado com uma série de 6 mísseis pequenos. Estas armas não são inteligentes e têm um alcance máximo de 300m. O T-2 AAAV simplesmente escolhe um alvo e dispara o míssil. Ao alvo é permitido um salvamento de Ref (CD 10) e, se for bem-sucedida, o alvo recebe metade do dano. O míssil causa 1d8+1 Fg de dano e tem um raio de 6m. Cada unidade vem equipada com 6 desses mísseis nas asas.

Fogo Sustentado (Ex): Toda vez que a unidade ataca o mesmo alvo em várias rodadas, ela ganha +1 para atingir à cada rodada, até um máximo de +3 para acertar depois de quatro rodadas contínuas. Se a unidade não disparar no mesmo alvo, ou mudar de alvo, quaisquer bônus serão perdidos.


Baseado na série de drones 'Predator' dos militares, o T-2 é o pai do Dragon e de outras unidades Hunter Killer semelhantes. Ao contrário dos projetos originais, esses novos drones AAAV são equipados com jet pods, dando a eles excelente velocidade e suprema manobrabilidade no campo de batalha, e diferentemente dos drones de primeira geração, essas unidades são capazes de pairar e se mover em qualquer direção que desejar. .

Equipada com um pequeno canhão automático, a unidade pode facilmente derrubar numerosos combatentes inimigos, e cada um vem equipado com foguetes “atire e esqueça”, que podem ser usados ​​contra exércitos e fortificações inimigas, embora as unidades sejam equipadas apenas com seis deles por vez.

Estas unidades foram construídas para serem usadas como fogo primário e cobertura de unidades terrestres, e para poder atacar e eliminar forças inimigas escondidas.

A única grande desvantagem quando se trata dessas unidades é que elas não são duráveis, o fogo inimigo contínuo pode derrubar as unidades com bastante facilidade, de modo que as unidades precisam confiar em táticas básicas quando empregadas no campo de batalha.

O T-2 AAAV é controlado por uma unidade de inteligência artificial primitiva, que pode ser programada com instruções simples e regras de combate no campo de batalha, embora também possa ser controlada remotamente por um manipulador ou piloto.

[Criação de Chris Van Deelen. Autorizada tradução e postagem]