terça-feira, 31 de julho de 2012

Imagens de RPG - Ranger nível 20

Ranger nível 20


Isso sim é que é confiar na pontaria!

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Regras da Casa - O Fim dos Magos Acrobatas no 3D&T


Dividindo a Habilidade

Por muito tempo a Habilidade (H) foi usada como característica chave, composta por Destreza, Inteligência e Carisma em uma só coisa. Essa junção era benéfica para a evolução do aprendizado, facilitando a assimilação para os iniciantes. Só que com isso tínhamos um problema, magos eram verdadeiros políticos, bardos verdadeiros acrobatas e os ladrões todos gênios. Claro que na teoria não funcionava assim, mas na pratica era tudo a mesma coisa, afinal, tudo se mensurava com Habilidade.

 Hoje busco algo mais profundo, e a separação em atributos acontece aqui em prol de uma maior realidade e talvez até uma maior variedade nas mesas de jogo.

Destreza, Inteligência e Carisma
A idéia é separar a característica Habilidade em três Atributos, dando um toque real no 3d&t, mas no entanto, continuar utilizando a característica para a contagem dos pontos de personagem.

Na criação do personagem, o jogador comprará a característica Habilidade normalmente, e a partir do valor escolhido, deverá selecionar os atributos onde seu personagem possui ênfase.

A idéia é fazer com que o personagem tenha foco maior em um dos atributos, sendo ele seu Atributo Principal; tenha um Atributo Intermediário com um valor mediano, e um valor menos expressivo ou um Atributo Menor. Se estivéssemos criando um mago, seria propicio com Habilidade 3, um valor 3  no atributo Inteligência, um valor 2 no atributo Carisma e um 1 no atributo Destreza.

A tabela abaixo exemplifica o raciocínio.

Habilidade
Atributo Principal
Atributo Intermediário
Atributo Menor
1
1
1
0
2
2
1
1
3
3
2
1
4
4
3
2
5
5
4
3

Exemplo: 
Sendo assim, com H 1 o personagem escolhe dois atributos (dentre destreza, inteligência e carisma) para receber um valor 1, e escolhe um terceiro para deixar sem valor. Com H 2, O atributo principal vai a 2, o mediano continua com um valor 1, e o menor que estava zerado vai a 1.
Com H 3 o foco fica explicito, o personagem fica com um valor 3 no atributo principal, 2 no atributo mediano e 1 no atributo menor, como citado no mago.

Escolhendo o Foco
Nada impede que um dos jogadores decida abdicar dos pontos em seu Atributo Menor e decida ter foco nos outros dois atributos, ou mesmo deixar o foco de lado e equilibrar as coisas. O esquema apresentado acima é só um parâmetro que pode ou não ser seguido.

Real x Diversão
É claro que seguindo por este caminho, os personagens serão prejudicados (no sentido apelão de se ver) em prol da uma maior realidade, visto que a característica Habilidade em si, concede valores maiores do que os fornecidos pela divisão de valores estabelecida por mim. Cabe ao grupo decidir que caminho seguir e aproveitar a mesa de jogo, com ou sem as regras novas.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Capa do nono livro-jogo da Jambô

Capa da nona edição

Os livros-jogos redescobertos pela editora Jambô são um sucesso confirmado. Desde seu primeiro lançamento no Brasil no início dos anos noventa eles foram a melhor forma de introdução de toda uma geração no mundo do RPG. Nesses últimos anos a editora Jambô adquiriu seus direitos e vem lançado paulatinamente com uma ótima qualidade. E agora estão prestes a lançar seu nono livro. Com o título de "As CAvernas da Bruxa de Neve" a editora confirma sua posição neste segmento. Abaixo veja a capa desta nova edição disponibilidzada pela editora que logo logo estará à venda. O livro já está em pré-venda por R$ 23,30 no site da editora.

http://www.jamboeditora.com.br/comunidade/downloads/ff-cbn_capa.jpg

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Imagens modernas da Caverna do Dragão

Novo visual, aventuras antigas


Caverna do Dragão foi um dos desenhos mais adorados dos rpgístas desde os anos oitenta. Mostrando um grupo de verdadeiros jogadores em meio à uma incrivel aventura num cenário fantasioso com todos os elementos de uma campanha de RPG. O grupo era composto com as principais classes de personagens e cativou crianças, adolescentes e adultos por gerações. Mas como eles seriam em sua aparência se as aventuras fossem hoje e se as histórias fossem mais realistas? Veja abaixo algumas imagens que pesquei na internet (clique nas imagens para aumentar).


 

 


Games na Confraria: gameplay de Crysis 3

Games na Confraria
Crysis 3 ganha vídeo de demo


Com gráficos impressionantes Crysis 3 ganhou um vídeo de quase vinte minutos mostrando uma gameplay de luxo. O ponto alto foi a demonstração de dois modos para você escolher quando for jogar – o modo Stealth (silencioso) ou o modo Armor (pancadaria geral). O game já está em pré-venda.

Dicas para narradores do Velho Oeste por Piertezoon


Dicas para narradores do
Velho Oeste
por Jan Piertezoon
 
 
Nota da Confraria: Mais um ótimo artigo para Dust Devils do Jan Piertezoon, do blog Filhos da Gehenna, que ele pediu para divulgar.
 
Continuando a nossa série de post’s relacionados ao mais novo jogo da RedBox Editora – Dust Devils, fui questionado (novamente) o porque de estar utilizando a nomenclatura Western ao invés de “Velho Oeste”, bem essa nomenclatura Western esta diretamente ligado ao gênero de cinema e literatura norte-americana que ficou bastante popular no Brasil com as exibições de “filmes de faroeste” e de  “filmes de cowboy” e nas expressões mais juvenis é conhecido como “filmes de Bang-Bang”. Neste post repasso algumas dicas de narração que venho utilizando em minhas narrativas de Dust Devils.

O gênero de Western tem algumas características bem marcantes que devem se exploradas por narradores durante as suas crônicas de Dust Devils, características essas que são o charme do cenário.

O cenário Western é em sua essência o Oeste dos Estados Unidos, tendo a sua demarcação a partir do Rio Mississippi, onde podemos datar o seu período histórico alguns anos antes da Guerra Civil Americana até ao virado do século XX. O Narrador pode e deve aproveitar bastante como background a Guerra Civil Americana, pois era comum na época muitos soldados fugirem da linha de combate por não suportarem o terror da guerra. É possível também trabalhar temas que envolvam a ocupação de terras; a construção de ferrovias que sempre acabavam criando vários embates com os índios; estabelecimento de grandes propriedades dedicadas à criação de gado; lutas com os índios e a sua segregação; corridas ao ouro na Califórnia; da demanda das terras prometidas (como o estabelecimento do Estado do Utah, pelos mórmons) e da guerra no Texas.

De início, por falta de referências para alguns jogadores, teremos muitos personagens ao estilo do Cowboy solitário, que por sinal é o estereótipos mais apresentados em filmes do gênero Western, mais podemos enriquecer esse personagem ao acrescentar alguns conceitos como: criadores de gado, pistoleiros, desbravadores de terras, jogador de pôquer profissional, xerifes, garimpeiros ou, simplesmente, vadios que vagueiam de cidade para cidade, possuindo apenas a roupa que traz no corpo, um revólver e um cavalo, deve-se salientar que quanto mais refinado o histórico do personagem maior será o poder de ação do “The Devil” um fator importantíssimo para a realização de cenas memoráveis onde o personagem confronta a sua contraparte.

As cidades em sua grande maioria são compostas, de apenas uma avenida principal onde se destacam o Saloon (local de jogatina, álcool e, eventualmente, prostituição) onde boa parte das narrativas terá o seu inicio, um armazém de venda de alimentos e rações animais, um Barbeiro (geralmente também é o dentista) e a cadeia, onde reside o xerife. A tecnologia da época se resume ao telégrafo (constantemente tem seus postes vandalizado por grupos de bandidos ou pelos índios), a locomotiva, e a imprensa, que deveriam aparecer como elementos que prenunciam a chegada da civilização e da ordem, e simbolizando a transitoriedade do estilo de vida quase selvagem da fronteira ocidental.

O Narrador pode desenvolver aos poucos a noção de perigo constante do “Oeste Selvagem”, ao utilizar perseguições e confrontos físicos dramáticos – um grupo de forasteiros invade e assalta o banco local, o xerife procurando por valorosos homens que possam proteger uma diligência entre duas cidades, a cidade esta assustada com o ataque de canibais e não devemos esquecer o famoso duelo, são as técnicas mais utilizadas para ressaltar o ingrediente básico da ideia de perigo iminente, numa sociedade onde os riscos se sucedem diariamente e onde a violência parece ser a única forma de garantir a segurança.

Em minhas sessões de Dust Devils a violência sempre esta presente, pois o gênero Western é impiedoso, o desenvolvimento do background é de extrema importância, pois o narrador deve aproveitar cada brecha disponível no histórico do personagem. Por mais que o personagem tente apagar o seu passado tempestuoso ele sempre estará presente em todas as suas futuras ações, esse detalhe trará memoráveis momentos de interpretação. Imaginem um valoroso homem que assume o lugar do xerife na cidade, mais tem em seu passado um momento impiedoso durante a corrida do ouro, onde exterminou muitos por uma simples pepita, uma prostituta que carrega em seu ventre o filho de um grande fazendeiro e tem que fugir da região para evitar que seja morta por seu antigo amante.


A movimentação entre as cidades será constante os vaqueiros atravessam longas extensões de território com o gado; as diligências cortam as estradas ermas, parando em algumas parcas estalagens; as caravanas percorrem as planícies inóspitas e, às vezes, há um forte a marcar a presença militar dos colonizadores, as viagens estão entre as ações mais perigosas em Dust Devils, pois atravessar áreas indígenas, regiões de desfiladeiros onde bandos esperam para assaltar, animais selvagens espreitando em cada planície podem render momentos tensos, que deixará qualquer jogador como receio de sair da cidade.

Outro elemento frequente abordado é o conflito entre os colonizadores brancos e os povos indígenas. Os povos indígenas seguindo suas tradições protegem sua terra com fervorosos valores, e essa atitude fora responsável por alguns massacres, quando indígenas armados de arco e flecha combatiam exércitos armados de rifles e metralhadoras. A presença da Igreja fora responsável por ajudar na “transformação” dos povos indígenas selvagens em servos valorosos de mão de obra barata e a diminuição dos embates durantes as viagens. É valido o narrador utilizar em sua crônica algumas lendas indígenas, pois alguns animais como o corvo ou o urso tinham significados tão importantes que até os colonizadores passavam a respeitar tais crenças.

Recentemente a pedido de um dos meus jogadores inclui nas minhas sessões de Dust Devils a imigração chinesa. Muitos fazendeiros e o próprio Governo Norte Americano passaram a utilizar a mão de obra chinesa por dois motivos básicos – por ter um baixo custo e os chineses não negarem trabalho, realizavam trabalhos pesados e logo foram colocados para trabalhar nas ferrovias. Esse plot é fantástico para o Narrador trabalhar, imagine o motivo que faz um personagem de origem chinesa sair do seu país para trabalhar do outro lado do mundo com atividades pesadas, o choque de cultura que o personagem esta passando, tudo isso pode e deve ser explorado enriquecendo as sessões de Dust Devils.  

E por último e não menos importante a utilização de músicas durante as sessões de Dust Devils, geralmente tenho utilizado a música nos momentos em que estamos nos reunindo e conversando sobre os acontecimentos da sessão passada, ou seja, a música tem o objetivo de trazer os jogadores para o universo de Dust Devils, Narradores experimentem e se surpreendam como os seus jogadores logo entram no clima do jogo e ficam bem mais centrados. Pra quem não conhece alguns cantores country eu recomendo utilizar as músicas do grupo Spaghetti Western Orchestra, uma mistura de trilhas sonoras de filmes Western famosos com a interpretação de cenas memoráveis.

Espero que possam tirar proveito destas dicas e aproveitem muito Dust Devils: Histórias do Velho Oeste...confiram a capa brasileira que recebeu alguns toques do Dan Ramos (imagem um pouco acima).

Cinema na Confraria: filmagens de 24 Horas e o trailer do pós-apocaliptico The Day


Cinema na Confraria

Filme do seriado 24 Horas em 2014
O filme do famoso agente Jack Bauer terá suas filmagens iniciadas em 2013. O ator Kiefer Sutherland interpretará novamente o protagonista de uma das séries de maior sucesso da televisão mundial. As gravações já foram proteladas mais de uma vez, mas desta vez parece que será definitivo. Por enquanto o elenco só teve a confirmação, além de Kiefer, de Mary Lynn Rajskud como Chloe.

The Day ganha pôster e trailer
O novo suspense pós-apocaliptico The Day ganhou seu primeiro pôster e trailer. Com estréia marcada para 29 de agosto o filme mostra um mundo cheio de violência onde cinco amigos e sobreviventes devem enfrentar todo o tipo de perigo para manterem suas vidas.

 

Fantasia e Realidade - Bardos



Bardos: Fantasia & realidade


A História
Nosso primeiro alvo nesta seção foram os druidas. E para minha surpresa, como deve ter sido para vocês também, a origem histórica de druidas e bardos estava intimamente ligada. Para sermos mais exatos eles eram variações da mesma pessoa. Mas estudando mais profundamente vamos tendo novamente mais dúvidas do que certezas.

Pesquisas históricas e etimológicas mostram não só que há divergências entre a origem dos bardos como sobre qual ‘bardo’ era o que estava ligado aos druidas. Além disso, o termo e a função social dos bardos mudaram com o passar do tempo.

A ligação de Bardos e Druidas vem do termo irlandês Fili que designava um tipo de druida. Eles eram ligados à disseminação da cultura druídica celta através de suas habilidades artísticas em poesia, música e dança. A tradição oral de toda a comunidade, e seus antepassados, deveria chegar à toda a população em todos os cantos. Por isso os Filis saiam em peregrinação transmitindo seus conhecimentos por meio da arte.


Com a disseminação da religião católica e a aculturação dessas comunidades celtas o papel místico, e mesmo a posição e status dos druidas, foi sumindo ou tomando outras formas nas sociedades. Com isso o papel social dos Fili (bardos) também mudou. O termo bardo passou a assumir o significado genérico de autor de épicos, cantor e narrador. Ao perder sua importância social (transmitindo o conhecimento e a cultura nativa) e sua posição de status (druidas/filis eram posições de comando dentro da sociedade) ele passou a ser um artista profissional.

A palavra ‘Bardo’ tem uma origem proto-indo-européia que significa “levantar a voz” ou “louvor”. Não sabe-se ao certo quando os termos fili e bardo acabaram se casando, mas temos certo que em algum momento histórico o trabalho realizado pelos fili ganharam o nome de bardo. Eles começaram a percorrer regiões e reinos inteiros cantando épicos que lhes agradassem ou sendo contratados por senhores e nobres para criarem músicas e cânticos sobre seus feitos.

Ao mesmo tempo que assumiu o termo ‘bardo’ sua atividade começou a ser vista de outra forma pela população e pelos governantes. Não mais como um itinerante sábio que percorria as regiões disseminando histórias passadas e ensinando sobre a cultura do povo celta. Agora ele era visto de forma ambígua. Um pouco como um conhecedor profundo da literatura e um homem de letras, um conhecedor da política e um crítico sagaz. Por outro lado era visto como um boêmio sem paradeiro fixo que vivia viajando e satirizando à todos por onde quer que passassem.


Mas os estudiosos da história da poesia medieval deram uma certa luz para essa dualidade. Eles explicam que o bardo era contratado como um poeta profissional para criar odes sobre os ‘feitos’ de um senhor de uma determinada região. Para este serviço ele seria pago como qualquer empregado. Mas se o pagamento não fosse feito ou se fosse insuficiente na visão do bardo, ou ainda se o bardo considerasse o senhor indigno de sua obra, ele então comporia uma sátira desqualificando o seu senhor. Aos poucos eles foram se diferenciando dos ‘poetas’ propriamente ditos, e acabaram como renegados (ou boêmios) na visão da comunidade.

A história dos bardos não parou aí, como muito podemos nos enganar. Eles se organizaram e formaram escolas, principalmente na Irlanda, que passavam os ensinamentos e conhecimentos em poesia e música para poucos e selecionados discípulos. Mesmo no século XVII, quando as últimas escolas foram extintas, a cultura barda se encerrou definitivamente.

Mas hoje ainda temos alguns exemplares de bardos pelo mundo. Na Indonésia e na África Central pessoas assumem o papel desses menestréis passando de forma oral a história dos antepassados dessas comunidades ensinando sob forma de cantos e fantoches.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores - A grande vilã ... Rita

Arquivo de Fichas
Rita


Nível de Poder: +5

FOR 10 (0) DES 12 (+1) CON 10 (0) INT 16 (+3) SAB 14 (+2) CAR 18 (+4) 

Resistência +0; Fortitude +3; Reflexo +2; Vontade +6.

Ataque +3; Dano +0; Defesa +3; Esquiva +1; Iniciativa +1.

Perícias: Arte da fuga +3, Conhecimento [manhã] +5, Conhecimento [Atualidades] +5, Diplomacia +6, Disfarce +9, Furtividade +4, Idiomas 3, Investigar +5, Obter informação +7, Profissão [cozinheira] +5.

Feitos: Ataque furtivo, Atraente, Avaliação, Bem-relacionado, Benefício [Riqueza], Equipamento, Esforço Supremo [Salvamento supremo/Vontade], Inspirar, Memória eidética, Plano genial.

Poderes: Nenhum

Equipamento: Máquina fotográfica, celular.

Pontos: 46
20 (habilidades) + 8 (salvamento) + 6 (combate) + 6 (perícias) + 6 (feitos) + 0 (poderes)

Eu não poderia perder a oportunidade de adaptar a ficha da "grande" vilã - Rita. Divirtam-se com a brincadeira que é está ficha.

domingo, 22 de julho de 2012

Cinema na Confraria: teaser do novo filme do Superman

Cinema na Confraria
Primeiro teaser do novo Superman


Finalmente um teaser sobre o novo filme do Superman. Com estréia marcada para 14 de junho de 2013 o elenco contará com Henry Cavill, como Superman; Diane Lane como Martha Kent; Amy Adams como Louis Lane e Michael Shannon como o General Zor; entre outros. Embora não tenhamos muitas imagens significativas do filme já é um começo.


Seriados na Confraria: a nova invasão alienígena da SyFy e o cavaleiro sem cabeça


Seriados na Confraria

Nova série com invasão de alienígenas

O canal SyFy está produzindo uma nova série sobre alienígenas ancorado no sucesso de Falling Skies - Defiance. Criação de Rockne O’Bannon o seriado mostrará uma Terra pós-guerra entre humanos e alienígenas num futuro próximo. Neste período de reconstrução a relação entre as duas espécies é muito complicada e a antiga cidade de St. Louis, agora batizada de Defiance, é o palco perfeito para muita violência e crime. Jeb Nolan, um humano, assume o papel da xerife do local com o auxílio de Irisa, uma alienígena. A estréia está marcada para abril de 2013. Junto com a estréia do seriado haverá o lançamento de um game que será uma continuação do programa. Ele será lançado para PC, PS3 e Xbox.


Séries sobre o Cavaleiro sem cabeça estão em curso
Dois projetos sobre o mesmo tema estão em andamento. O canal CW está produzindo um deles. A responsabilidade é de Patrick Macmanus e Grant Scharbo (ambos do seriado “Missing”). Nesta versão o protagonista Ichabod Crane será um agente do FBI. Não temos datas ainda. O outro projeto está sendo produzido Alex Kurtzmann e Roberto Orci (ambos roteiristas de “Star Trek” e “Transformers”) junto com a Twenty Century Fox e o destino do episódio-piloto deverá ser um dos canais de peso americanos ABC, NBC, Fox ou CBS. Nesta produção o protagonista terá o perfil original.

Resenha de Dust Devils por Piertezoon


Dust Devils está chegando

A RedBox se prepara para lançar “Dust Devils – stories in the old West”, RPG em um cenário do Velho Oeste. Então um colega rpgista, o Jan Piertezoon, me informou via Facebook que tinha preparado uma resenha para o lançamento que foi preparada por ele para o blog Filhos da Gehenna, solicitando divulgação. Pois aqui está a ótima resenha:


Depois de jogar muito Red Dead Redemption fiquei com aquela vontade de narrar algum RPG na temática Western, tentei utilizar o Werewolf Wild West e Dead Lands mais ambos tem o fator sobrenatural muito presente o que não estava me agradando, dessa forma, peguei a aquele pequeno livreto de 70 páginas perdido em minha estante e era justamente o que seu estava procurando, o clima Western sem muitas firulas e com um sistema de jogo único e todos de minha mesa não tinham dúvidas do que jogar... Dust Devils. E a notícia que a Editora RedBox irá lançar Dust Devils em agosto /12 me deixou ainda mais entusiasmado com o que eles poderão produzir.

Bem, mais o que poderemos esperar de Dust Devils?
Dust Devils – Stories in the Old West foi desenvolvido por Matt Snyder, um dos inúmeros membros ativos do Fórum The Forge (onde encontramos diversas teorias de desenvolvimentos de jogos as quais muitos autores utilizam em seus jogos). È nítida a influência dos filmes de Western da década de 50~60, onde podemos encontrar um autêntico e inovador RPG Western, sem está envolvido com fatores sobrenaturais.
Com um tema onde os personagens devem trabalhar as dificuldades que serão impostas por seus próprios “Demônios Interiores” (Devils), ou seja, o passado de seu personagem terá uma grande importância em suas futuras ações. Imagine um soldado sulista tendo que conviver com as várias atrocidades que cometera durante a guerra civil americana, um bandoleiro que tenta redimir seus atos grosseiros no passado se aliando ao xerife local, um caçador de tesouros que ajuda uma família decadente, uma prostituta que muda de cidade em busca de uma nova identidade, um fazendeiro que busca vingança contra um grupo de criminosos que mataram sua família... essas são algumas das ideias trabalhadas com o meu grupo da última vez que jogamos Dust Devils.
A primeira versão de Dust Devils foi lançada em 2002 e continha apenas 25 páginas, já em 2006 temos uma atualização do sistema com muitas novidades e passa a ser nomeado Dust Devils – Stories in the Old West, contendo 70 páginas. Essa é a versão que possuo e a que será lançada pela RedBox Editora.

Criação de Personagem...
Para manter o clima Western o jogo aplica uma mecânica diferenciada nas resoluções de conflito, ou seja, abandonamos os dados e utilização baralhos em rodadas de pôquer. Temos quatro Atributos Básicos (Scores) e cada um está diretamente relacionado a um naipe do baralho. Hand (Mão) [Naipe Espadas]: diretamente relacionado às ações físicas, Eye (Olho) [Naipe Ouros]: diretamente relacionado à percepção e ao raciocínio do personagem, Guts (Coragem/Fibra) [Naipe Paus]: diretamente relacionado a resistência física, a saúde e personalidade do personagem e Heart (Coração) [Naipe Copas]: diretamente relacionado ao carisma e interação social.

Os personagens possuem duas características (Traits) que devem ser descritivas, uma citação curta que descreva alguma característica forte do personagem, logo em seguida os jogadores devem escolher o Passado e Presente (Past and Present) de seus personagens, descrevendo em uma frase simples cada um dos seus aspectos (essas características do sistema lembra um pouco o Sistema Acepção do RPG Terra Devastada do autor John Bogéa, claro que devemos manter a temática Western).

Concluindo a criação do personagem temos a característica marcante do jogo à criação da personalidade “O Demônio” (The Devil), o lado desagradável do personagem onde iremos encontrar o seu segredo obscuro, Dust Devils fornece alguns exemplos (assassino, manipulador, vingativo, cruel, covarde, mentiroso, solitário e outros).

Deve-se salientar que este aspecto da personalidade vem à tona em momentos críticos que podem resolver verdadeiros conflitos de vida ou morte.

Resolvendo conflitos...
O sistema de resolução é por conflito, e não por ação... ou seja, o sistema preza por estimular a dinâmica e a descrição. Será comum na mesa de jogo os personagens decidirem quem conseguirá vencer um duelo no pôr do sol de uma forma descritiva e não quem consegue acertar uma rajada de tiros por rodada.

Os sucessos são baseados na jogatina de pôquer, entre o Narrador, denominado como Carteador (Dealer), e os jogadores. O número de cartas de cada participante envolvido no conflito será determinado pelos Atributos Básicos (Scores), Características (Traits), Passado e Presente (Past and Present) e “O Demônio” (The Devil) utilizados na cena. A melhor mão vence e determina, inclusive, o dano que o lado perdedor levará. Em um único teste é determinado todo o resultado do conflito e depois terá seu desenrolar descrito. O charme do sistema está na utilização das fichas de pôquer para o jogador melhorar a sua mão de pôquer, diminuir o dano, fugir do conflito ou até tornar-se o Narrador da cena (apesar desta ideia utilizada ser semelhante a algumas características de Dead Lands).

Outro fator que chama atenção é a possibilidade do jogador narrar a “Cena de Morte” do personagem quando a mesma for inevitável, dessa forma, o jogador pode idealizar e narrar uma verdadeira Cena Épica para o seu personagem.

Cenário...
A descrição do cenário é bem curta, mais objetiva e cumpre perfeitamente o seu papel, além disso, cabe aos jogadores utilizarem toda a sua bagagem proveniente de filmes, jogos, livros, HQ’s (Tex), Séries (hell and wheels) e outros. Vale muito a pena realizar uma pequena pesquisa na internet assistir a alguns filmes e/ou séries, recomendo fortemente a série Hell and Wheels (AMC/2011) que passa perfeitamente a temática de Dust Devils.

Deve-se salientar que o capítulo dedicado ao Cenário, também é apresentado alguns cenários alternativos que podem utilizar as regras de Dust Devils mesmos em outros gêneros da ficção, com pequenas alterações:

Deathwish uma cenário que apresenta personagens espiões.
Ronin, de Jason Blair (autor de Little Fears), apresenta um Japão Feudal onde os personagens serão ronins (samurais).
Concrete Angels, de Jared Sorensen (autor de inSpectres), um cenário urbano e caóticas no estilo Sin City.

Lançamento de Dust Devils em Agosto/12 pela RedBox Editora!
Dust Devils é um excelente jogo e merece uma atenção especial e o anúncio da RedBox (Confira aqui o Trailer na FanPage da RedBox) em lançar o RPG em Agosto/12 me deixou muito entusiasmado espero que façam o mesmo trabalho que fizeram com Shotgun Diaries ao lançarem com um acabamento impecável, tive um gasto amais ao comprar um baralho e as fichas de pôquer para jogar Dust Devils, não que seja realmente necessário pode se utilizar qualquer baralho e as fichas de pôquer podem ser substituídas por qualquer marcado, ou seja, quem sabe teremos uma edição de luxo com fichas de pôquer e baralho personalizado em uma caixa de acrílico (viajei legal).

Estou ancioso por mais esse lançamento da Editora RedBox e recomendo a todos, pois é um RPG de fato que todo rpgista deve jogar e ter em sua estante.