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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Campanha - Exílio - Ficha de Personagem

Personagens 

Seguimos com mais um personagem, uma mescla de Ranger com Ladino, também conhecido como Scout. Seu jogador será o Lucas.

Lenord


Lenord cresceu entre soldados, mas sempre preferiu um método diferente. Usava sua esperteza e malandragem para alcançar seus objetivos, o que o fazia odiado por muitos, fato que nunca chegou a ser um problema. Um dos melhores atiradores de seu pelotão, apesar de não se destacar por preferir o anonimato. Resolveu se alistar para a Patrulha Safira por seguir o ícone que é seu capitão.

Falante e engraçado, se mostra totalmente eficiente em todas as situações e tem como principal característica observar a todos sem ser notado. Adotando essa conduta mesmo em combate.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Campanha - Exílio - Ficha de Personagem

Personagens 

O segundo personagem da Campanha Exílio, personagem do jogador Felipe.

Olarf


Filho de um dos principais Generais do Clã, Olarf sofreu imensamente com a queda de seu pai. Treinado desde cedo na arte do combate, sempre compensou sua falta de força física com imensa agilidade. Um dos principais cadetes do exercito  resolveu se alistar na equipe de patrulha por não aguentar as comparações e facilidades proporcionadas pelo imenso renome familiar. 

Sofreu com um grande trauma na infância que o deixou fisicamente debilitado, mas que em nada se compara a seu grande orgulho.


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Campanha - Exílio - Ficha de Personagem

Personagens

Seguindo os Posts que antecederão nossa campanha, ai está o Personagem do jogador "Renato".


Drarkhir


Criado como mineiro Drarkhir honrava sua classe, sendo um trabalhador incansável. Mas com o começo das crescentes perdas resultantes das inúmeras batalhas contra exércitos ferais, viu-se obrigado a se unir as fileiras das tropas de seu clã. Com a vitória da raça sobre seu mais cruel inimigo esperava que pudesse voltar a sua rotina antiga. Infelizmente, ainda havia o conflito contra os Filhos da Montanha. Combateu a desgosto contra os membros de sua própria raça, mas a honra de sua família falava mais alto. Hoje faz parte da Patrulha Safira, e busca ajudar os refugiados a encontrarem um lar onde ele mesmo possa retomar sua vida pacata e tudo que abandonou.

É um anão jovem e muito vigoroso, mas que sofre muito preconceito entre os mesmos por ser um "trabalhador entre os guerreiros", porém sua personalidade calma e ponderada ajuda a superar os desafios.




domingo, 25 de agosto de 2013

Rpg na Confraria - Campanha "Exílio"

Cap 1 - O Vale do Rancor


Esse é o primeiro post da nossa nova campanha, utilizarei o 3d&t pela facilidade das regras e pela minha familiaridade com o sistema. Contaremos com quatro ou cinco jogadores, sendo que o único que possui experiência é o meu bom João Brasil.

Nas próximas postagens apresentarei os personagens e suas respectivas fichas, além de curiosidades e diferenças do cenário.


Introdução

A campanha narra os desafios de um clã anão, exilado de suas terras que busca se estabelecer em uma nova região como punição. Os Pjs fazem parte de suas tropas e são denominados como a Patrulha Rubi, uma das três equipes de batedores. A história se passa no subterrâneo, em uma região conhecida como a Grande Câmara, uma caverna colossal com centenas de quilômetros.


O Fim da Guerra das Minas

Em 1338, o Reino Anão de Zharthenr vivia seu apogeu. As tribos ferais expulsas de todo território, empurradas para o extremo sul pelos exércitos reunidos dos dezenove clãs, culminando no fim da Guerra das Minas, que perdurava por pelo menos trinta anos.

Ao Rei Rhaghor Coroa Prateada, coube a tarefa de dividir as regiões recém conquistadas entre os seus aliados, buscando aliviar as imensas perdas submetidas aos clãs. Mas, além de terras o Rei daria o mais estimado presente perante seus súditos. Em meio as intermináveis batalhas, seus filhos mais jovens acabaram por perecer, restando apenas o seu primogênito e sua caçula. O futuro Rei já havia se casado com uma de suas primas, mas a mão da filha mais nova da família real, era um trunfo mór a ser disputado.

Só que esse favor estava dividido entre os dois maiores seguidores do Rei, os dois clãs que não pouparam esforços na guerra, e que sem duvida haviam sentido as maiores perdas. Os Forja Fogo e os Filhos da Montanha. A um destes caberia a mão da princesa, e assim a honra do sangue real. E essa honra foi concedida, mas devido a uma manobra dos Filhos da Montanha, ao entregar uma suposta carta escrita pelo patriarca dos Forja Fogo. Antes de sua morte em batalha pouco antes do fim da guerra, onde o mesmo reconhecia o maior renome do clã irmão, reconhecendo sua superioridade na disputa pela mão da princesa. Os Filhos da Montanha então receberam essa imensa honra, tornando-se o segundo clã mais influente entre  os dezenove.


A Batalha dos Irmãos

Bhaltazar, líder dos Forja Fogo, ao saber de tal carta, revoltou-se e acusou a o clã dos Filhos da Montanha  de traição. Ao seu ver seu pai nunca faria isso, entregar tamanha honra mesmo que a um clã irmão. O mesmo foi a frente do Rei representando toda sua família e fez a acusação, Rhaghor convocou o conselho, e durante sete ciclos eles debateram. No fim, os Filhos da Montanha foram considerados livres, pois a carta parecia verdadeira demais, e o clã havia obtido renome demais para uma tramoia tão baixa..

O representante dos Forja Fogo convocou seu conclave, e exigiu que toda sua família se unisse a ele para punir os traidores do sangue, os antigos amigos que tornaram-se seus inimigos. A casa se armou, e mesmo contra as ordens do Rei marchou contra um de seus mais antigos aliados. Os Filhos da Montanha já esperavam essa atitude, e um enorme combate ocorreu, não houve retirada, não houve retrocesso, a honra das duas casas estava em jogo e somente uma poderia sair vencedora.

Sangue jorrou manchando o chão de pedra, o clangor do metal parou. Os Forja Fogo triunfaram, os traidores a seu ver haviam sido punidos. E ai começara sua desgraça.


As Lagrimas de Bhaltazar

Bhaltazar foi convocado ao Conselho, havia ignorado as ordens do rei, e atacado um clã irmão por motivos pessoais em uma vingança infundada. Centenas de guerreiros do clã atacado foram mortos, e este reduzido a uma sombra do que um dia fora. O Conselho fora unanime.

Bhaltazar seria condenado a morte, mas não só ele seria punido. Toda sua casa participara do ato, mesmo que por obediência a seu líder, esses também mereciam o castigo. Aos Forja Fogo caberia uma escolha, a morte como a de seu líder, ou o exílio. Bhaltazar argumentou seus motivos, mas a decisão ja havia sido tomada. Sobre seus joelhos chorou, não por si mesmo, mas por seu clã e pela vergonha. O extremo sul era um território hostil, onde outras dois clãs ja haviam sido completamente aniquilados após receberem o mesmo castigo.

Em uma cerimonia fechada aos patriarcas, Bhaltazar Forja Fogo, o nono a liderar seu clã, fora executado.


O Exílio

Aos remanescentes não houve piedade, mulher ou criança. Toda o clã fora condenado ao mesmo destino. Os Forja Fogo tiveram pouco tempo pra reunir tudo que conseguissem carregar. Sua história resumida em carroças, no extremo sul não haveria lugar para luxo, arte ou fraqueza. Endurecidos com a punição e humilhados perante os outros, viajaram com todo o renome reunido em centenas de anos reduzido a zero. Párias e nada mais que isso.


Os Forja Negra


Durante quatro meses viajaram em terreno inóspito, sofrendo inúmeras baixas mas resistindo. Com a morte de Bhaltazhar o clã teve pouco tempo para escolher seu sucessor. O peso dos atos do ultimo líder recairia sobre o próximo. Arzhan, Irmão mais novo de Bhaltazhar, filho de Bharthan. Jovem porem destemido, foi eleito por seus irmãos. Em suas mãos estava a viagem e os inúmeros conflitos que se seguiram. Seu primeiro ato na liderança foi em uma atitude ousada mudar o nome do antigo clã. Os Forja Fogo pereceram junto com seu antigo líder, Nascia os Forja Negra. Indignados pela injustiça que foram acometidos, mas decididos a vencerem seu castigo e demonstrarem o poder de seu povo.