domingo, 26 de janeiro de 2014

Cinema na Confraria: Ben Affleck pode não ser mais Batman!? Nossa opinião

Cinema na Confraria
Affleck não será Batman?! Nossa opinião


Realmente isso a notícia caiu como uma bomba. No início da noite de sábado, 25 de janeiro de 2014, ou seja, ontem, a jornalista Ana Maria Bahiana postou em seu twitter e logo depois em seu blog, sobre entretenimento no site da UOL, a notícia de que uma fonte segura lhe havia informado que Bem Affleck não interpretaria mais Batman no cinema, no filme “Supermen VS Batman”. A notícia levou algum tempo para começar a circular até por que no mesmo dia tivemos a informação de que aconteceria a Comic Con no Brasil. Mas no domingo pela manhã a notícia começou a circular com força.

Segunda a jornalista a notícia de adiamento da estréia do filme para 2016 seria parte do processo de desligamento da imagem de Affleck da produção. Todos sabem que a informação de que o ator interpretaria Bruce Wayne/Batman no cinema não agradou em nada uma grande parcela dos fãs. Foi uma onde mundial de debate sobre o caso, trazendo inclusive parte dos atores, diretores e produtores para o debate. Mas com esse adiamento, além dos produtores terem mais tempo para procurar um novo ator, eles poderão se valer da desculpa de que haverá algum problema para que Affleck faça parte da produção, como um conflito de agendas, por exemplo. Segundo a própria jornalista A Warner produz para os fãs, então seguirão a linha dos fãs. Não teremos certeza até os fatos começarem a se desenrolar.

Eu tenho uma opinião muito firme com relação à isso. Acho uma pena que Affleck se desligue (se isso se confirmar) da produção. Não se pode compreender que a comoção de fãs façam com que toda uma produção seja alterada ou que a capacidade de um ator em representar ou ser desafiado em representar uma figura como o personagem de quadrinhos seja desconsiderada. Mais uma vez vemos como o dinheiro rege as escolhas de coisas simples como o elenco de um filme. Para não se perder dinheiro provavelmente nunca mais seremos surpreendidos com uma atuação que nos prove que estávamos errados. A surpresa está apagada definitivamente da sétima arte.

Estamos entrando em uma fase de mesmices e senso comum onde o dinheiro escalará o elenco das produções. Lógico que não sou infantil ou inocente à ponto de achar que grandes empresas rasgam dinheiro ou não estão interessadas em lucro. Mas até agora o que regrava era a opinião de especialistas da indústria do cinema e muitas vezes fomos surpreendidos. Como não lembrar do próprio Christian Bale, que agora todos o colocam em um pedestal, para interpretar o próprio Batman. Quando escalado para viver o herói foi duramente criticado. Ou mesmo Heath Ledger que até a estréia do filme onde interpretaria o Coringa recebia chacotas intermináveis... Esses são apenas dois casos que não teremos mais o prazer de vivenciar.


Lamento pelo cinema. Sei que muitos pseudo-críticos, na grande maioria jovens e adolescentes, estão felizes. O que dizer? São só pseudo-críticos mesmo.

Estamos de luto.

Material de Apoio - Pole Weapons - Partisans, história e técnicas


POLEARMAS VII

Partisans

Voltando ao nosso material de apoio sobre as pole weapons hoje veremos o Partisan. Sua origem é muito antiga segundo alguns historiadores que colocam-na como sendo no século I, na Roma Antiga, onde muitas representações artísticas de baixo relevo o apontavam como já sendo utilizado. Os partisan seriam um tipo de arma de haste cuja sua ponta metálica derivaria dos cutelos. Sua forma mais conhecida e, digamos, definitiva, começou a ser vista no século XII, tendo seu auge entre os séculos XV e XVII.


Estrutura
Os partisans têm sua haste medindo aproximadamente entre 1,80 e 2 metros e sua versão mais clássica e usual poderia ser considerada como a junção de um ‘espeto’ (tipo de lança) e da própria lança em si. A ponta tem a forma típico de uma lança/espeto, mas com uma lâmina proeminente, acrescido de lâminas com dentes ou ganchos de formatos variados transversalmente postados. Por essa configuração ele é muitas vezes confundido com os espetos e com os ranseurs. Mas a diferença é fácil de perceber. Um espeto seria uma lança com duas pontas em forma de faca saindo da base da porção metálica, já o ranseurs (derivado do Espeto) teria também uma ponta de lança, mas suas hastes laterais seriam pontas usadas para prender as armas adversárias ou bloquear seus ataques.

As lâminas frontais do partisan podem medir de 10 à 20 centímetros e suas hastes laterais em torno de 15 centímetros. Em quase todas as versões de Partisans uma peça metálica era colocada na parte oposta da haste para facilitar o manuseio no que diz ao ponto de equilíbrio da arma como um todo.

Uso
O Partisan é considerada uma arma de multiuso. A lâmina longitudinal pode ser utilizada tanto para perfuração quanto para corte em movimentos de estocada ou de giro. As lâminas laterais podem facilmente completar um trabalho de dano iniciado pela lâmina da ponta. Ao mesmo tempo as verões com dentes/ganchos podem prender ou perfurar o adversário.


Toda a movimentação do Partisan perpassa pelo equilíbrio da peça. Mesmo para ataques de estocar como os de girar (balanço) eles são funcionalizados devido ao equilíbrio. A postura de quem manuseia o Partisan é deixar uma das mãos segurando no meio dele, levando em consideração o comprimento total da arma (desde a ponta metálica até a porção oposta) enquanto a outra mão posta-se próximo a ponta oposta à lâmina. A mão que esta postada no centro é colocada na altura do coração, enquanto a outra fica postada na altura da cintura. A arma fica em uma posição diagonal.

Toda a movimentação de ataque é impulsionada pela mão que está  postada em oposição à lâmina, que lhe dá o grau de força aplicado, enquanto que a mão do centro é a que direciona o movimento em si, para baixo ou para cima.


Tendo isso claro podemos dividir os ataques em três tipos – próximo, meia distância e afastado. Pode parecer que não, mas a distância faz toda a diferença para este tipo de armamento onde o detalhe está apenas na posição das mãos. Eles sempre ficarão posicionadas inicialmente próximo ao peito e à cintura. Mas no momento do ataque há variações.

O ataque em meia distância é o que foi apresentado na sequência anterior. Com as mãos firmes na haste o combatente aplica o golpe ou na cabeça, ou no ventre ou mesmo de forma cruzada/invertida.

Já no ataque de longa distância há uma pequena modificação na movimentação do atacante. A mão que fica próximo da porção oposta da haste mantêm-se firme. A diferença está que mão próxima do centro deixa a haste livre para que ela corra por ela, avançando, e permitindo que a distância se amplie em direção ao adversário.

Os ataques à curta distância possuem uma modificação no posicionamento das mãos. Na verdade a diferença está em onde as mãos seguram a haste. Com a curta distância é necessário que as mãos fiquem mais em direção à lâmina do Partisan. Isso facilita a movimentação de ataque.

Tudo isto que foi explicado poderá ser verificado no vídeo abaixo. Ele mostra a movimentação básica de um arma de haste, mas que se encaixa adequadamente com o Partisan.


Regras
Em questão de regras ponderei que não seria necessária uma regra específica para esta arma de haste. As regras anteriores podem suprir perfeitamente a sua utilização em todos os sistemas - GURPS, Mutantes & Malfeitores, 3d&T ou Tormenta RPG. Vejas a matéria anterior e teste.

Anime + Música: Amv com Wordless


Anime + Música
AMV com Wordless

Adoro esses vídeos que juntam cenas de um ou mais animes ambalados por uma ótima música, os conhecidos AMVs (sigla para Anime Movie Video). Hoje trago um ótimo amv que junta vários fragmentos de animes com a banda Will Never be the Same, tocando "Worldless". Os animes que aparecem no vídeo são: The Ambition of Oda Nobuna, Attack on Titans, Black Rock Shooter, Btooom!, Casshern Sins, Code Geass, Gatchaman Crowds, Guilty Crown, Kyoudai no Kanata, Mardock Scramble, Mardock Scramble: the third exhaust, Tengen Toppa Gurren Lagann.