domingo, 27 de janeiro de 2013

Assista Senhor dos Anéis na versão Lego



Senhor dos Anéis na sua versão Lego


Uma das coisas mais legais que já vi. As miniaturas do Lego são famosas por criarem cenários e games baseados em filmes e seriados. Mas já imaginou um filme todo de Lego? Pois eles criaram um filme todo adaptando a mega-produção Senhor dos Anéis. Pena que não achei ainda legendado. Confiram aí!!

Magic the Gathering: todas as cartas verdes de Portões Violados

Portões Violados e suas cartas verdes
 
 
Apresentada todos os cards da nova coleção de Magic, the Gathering – Portões Violados. Ela conta com 249 cards contendo inclusive cards multicoloridos e híbridos. Vamos apresenta em primeiro lugar os cards verdes.
“As tensões aumentam no mundo urbano de Ravnica, onde cada guilda segue sua própria agenda para superar a perspicácia e as manobras das demais. Descubra as cinco guildas restantes com a coleção Portões Violados para que sua guilda seja a primeira a desvendar os profundos segredos de Ravnica.”





























Dicas do Mestre: O estranho preconceito dos adeptos do RPG



O estranho preconceito dos
adeptos do RPG
 

Uma noção que sempre tive era de que os adeptos do RPG eram, em sua maioria, pessoas bem resolvidas, de mente aberta e sempre prontos para as novidades. Por muito tempo tivemos, principalmente em nossos primeiros anos de caminhada deste hobby pelo Brasil e pelo mundo, que enfrentar os rótulos de ‘estranhos’, o estereótipo de nerds recalcados e a alcunha de adoradores das forças ocultas. Não foram poucas as vezes que notamos as caras de espanto ou de desprezo de parentes, pais e amigos quando contávamos de nosso gosto pelo RPG. Toda a geração inicial do RPG no Brasil se lembra disso.

Como jogador de RPG, não que isso me faça (ou nos faça) melhor do que os outros, mas sempre dei importância para as novidades, para o inovador, para o ímpar. O mesmo sentido de inovação foi o que possibilitou que o RPG evoluísse e desenvolve-se numa prática agora sem barreiras e com tatos adeptos.

Por tudo isso acho muito estranho que dentro do próprio segmentos dos rpgístas exista tanto preconceito enrustido. Tenho percebido isso nos últimos tempos não em vários segmentos do imaginário e dos gostos que dividimos.

De uns tempos para cá a escolha de certos sistemas têm sido quase que um dogma religioso. Existem grupo que não podem nem ouvir falar deste ou daquele sistema que se armam até os dentes e partem para o combate dos ‘infiéis’. Essa atitude existia nos primórdios dos anos noventa, mas pelo menos os debates eram mais maduros e embasados em questões conceituais. O tripé GURPS-AD&D-VAMPIRO rendia bons e divertidos debates sobre o porquê de este ser melhor do que aquele e pior do que aquele outro.

Mas as redes sociais, fóruns e sites nos mostram uma atitude muito diferente de tempos para cá. Ou você curte tal sistema ou é inimigo. Ou compartilha tal opinião ou não serve para ser do ‘nosso’ grupo.

Ok, sei que isso é um reflexo da sociedade atual, mas, repetindo o que disse no início, achei que os adeptos do RPG não passariam por esse fenômeno. Não que sejamos superiores, mas por toda a nossa história.

Outra coisa que me chamou a atenção foram as reações exacerbadas de muitos ‘nerds’ de plantão e neófitos com certos conceitos de que se adonaram. Um grande exemplo disso foram as reações desse grupo sobre os zumbis.

Foi impressionante a reação deste ‘seleto’ grupo de ‘entendedores e formadores de opinião’ quando foi lançado o trailer do filme “Meu namorado é um zumbi”, dirigido por Jonathan Levine e que estreia este ano. Para quem não sabe nada sobre o filme ele é baseado na obra literária “Warn Bodies”, de Issac Marion e lançado pela editora Leya no Brasil, onde ele mostra o mundo pelos olhos de um zumbi que acaba se apaixonando por uma garota. Na minha época isso se chamava sátira. Mas para esse grupo de ‘entendedores’ é uma afronta ao conceito tão adorado e venerado por eles.

Nas redes sociais tivemos todo o tipo de comentário pejorativo mesmo sem o filme ter sido lançado. Muitos nem devem ter lido o livro. As justificativas pela desaprovação eram das mais hilárias, para não dizer deprimentes. Diziam que isso iria acabar com a visão séria sobre o assunto, que isso era uma afronta e uma gozação com aquilo que adoravam, que todos deviam boicotar o filme. Se dependesse desses entendedores revistas como “Mad” e os filmes teatralizados do grupo Monty Python nunca teriam saído do chão. Ou será que nerd não pode rir?

Outro exemplo foi com a Saga Crepúsculo e seu conceito de Vampiro. Nunca vi tantos comentários que iam do maldoso ao impublicável simplesmente por que uma autora teve a ‘audácia’ de ter uma ideia diferente do conceito ‘comum’ sobre o tema. Esquecem que, não importando a forma de usar o conceito, autoras como Stephen Meyer ou J.K. Rowling foram as responsáveis por um enorme incentivo à leitura e à criação de uma grande massa de novos leitores. Ou será que isso não importa se não for Tolkien ou George Martin?

Esses grupos de novos nerds (se é que posso chamar assim) simplesmente se adonaram de conceitos e acham que possuem sua patente. Não quero parecer defensor deste ou daquele conceito. Quero é repudiar a atitude que, se me lembro bem, foi um problema que tanto rpgístas quanto nerds sofreram muito. Eles agem como se tudo o que é publicado de literatura fantástica ou novos sistemas de RPG fossem uma das sete maravilhas do mundo. Agem como se fossem a palavra final da qualidade de qualquer tipo de produção artística. Agem como se fossem os visionários que acham que são.

De onde veio tudo isso? Muito foi de uma noção equivocada de que os ‘nerds’, e dentro deste grupo os rpgístas, fossem eruditos ou sofisticados. Sempre percebemos das vantagens e qualidades do RPG, meu tema principal, e assuntos afins para: se aprender uma nova língua (quando traduzíamos livros e mais livros importados); para incentivar leituras e pesquisa que temas que nos agradava ou que desejamos usar em nossas campanhas; para liberar a imaginação de formas que nem imaginávamos. Por isso e por muito mais nos víamos, e passamos a ser vistos pelos outros, como intelectualizados, eruditos, sofisticados e tantas outras alcunhas.

Em resumo... esses conceitos subiram à cabeça de muitos, principalmente a geração mais nova que já chegou com nosso espaço conquistado e não passou por muito do que nós tivemos de passar.

A inovação, o diferente, o novo, essas noções foram justamente as maiores e mais importantes alavancas que transformaram o que o RPG é hoje.

Essa postura equivocada deve ser repudiada e abolida. Essas errôneas concepções foram os alvos de nossa luta por muito tempo. E justamente esta luta foi o que possibilitou que desenvolvêssemos tanto o RPG, a literatura fantástica e tantos outros segmentos afins. Não podemos confundir nossa preferência com uma ditadura maniqueísta do certo e errado. Incentivar o novo sempre foi a melhor forma de chegarmos ao desenvolvimento.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores - "The Kindred Most Wanted - Genina" de Vampiro: a Máscara



Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores
The Kindred Most Wanted II

GENINA
10ª Mais Procurada


"Hey mister, can you take me home? I am so hungry...”

Nível de Poder: 10

FOR 12 (+1) DES 22 (+6) CON 22 (+6) INT 18 (+4) SAB 20 (+5) CAR 18 (+4) 

Resistência +6; Fortitude +10; Reflexo +7; Vontade +8.

Capacidade de Carga: 266 kg (leve), 532 kg (médio), 800 kg (pesado), 1600 kg (máxima), 4t (empurrar/arrastar).

Ataque +6; Dano +7 [desarmada]; Defesa +14; Esquiva +7; Desprevenido +5; Iniciativa +10.

PERÍCIAS: Arte da fuga +10, Blefar +10, Conhecimento [Ocultismo] +6, Conhecimento [Psicologia] +6, Conhecimento [Teologia] +2, Conhecimento [Manha] +6, Intimidar +8, Diplomacia +7, Disfarce +5, Furtividade +9, Idioma +6 [principais idiomas], Intuir intenção +6, Obter informação +12, Performance [atuação] +10, Performance [canto] +5, Performance [dança] +5.

FEITOS: Ação em movimento, Agarrar preciso, Alvo esquivo, Assustar, Ataque atordoante, Ataque furtivo, Atraente, Avaliação, Crítico aprimorado, Derrubar aprimorado 2, Distrair, Esconder-se à plena vista, Esquiva fabulosa, Evasão, Foco em esquiva 2, Iniciativa aprimorada, Liderança, Presença aterradora, Ritualista, Sem medo, Tolerância, Zombar.

PODERES: Super-sentidos 8 [Visão exata; Audição exata; Olfato aguçado; Percepção/vampiro; Visão no escuro] (8 pontos); Telepatia 5 [PAD: Escudo mental 5] (12 pontos); Super-velocidade 3 (15 pontos); Ilusão 10 [Feito: Seletivo; Extra: Duração 2, Alcance – PAD: Controle emocional 8; PAD: Controle mental 8] (75 pontos); Super-força 3 (6 pontos); Obscurecer 6 [todos os sentidos – Feito: seletivo, sutil] (26 pontos); Golpe 6 [Feito: Pujante]; Metamorfose 6 [Falha: Limitado/apenas crianças] (48 pontos); Drenar [Constituição] 10 [Feito: Seletivo, Incurável; Falha: Limitado/membro tocado – PA: Doença 3 [Feito: Incurável, Reversível] (15 pontos); Forma alternativa 4 [Intangibilidade/forma de pó] (8 pontos).

Desvantagem: Perda de Poder/necessidade de sangue (3 pts)

Pontos: 353
52 (habilidades) + 9 (salvamentos) + 40 (combate) + 13 (perícias) + 23 (feito) + 219 (poderes) – 3 (desvantagem)

Clã: Samedi
Geração: Sexta
Idade aparente: 9 anos


Genina

Sua Vida

Nascida na metade do século XVII e na cultura ashanti do oeste da África, Genina viveu em liberdade apenas até os 5 anos de idade. Mercadores de escravos portugueses a raptaram junto com sua família, eventualmente os vendendo na Jamaica. Ali, junto com as pessoas trazidas a força dos reinos de Benin, Luba, Hausa e Dahomey, o grupo francês que a comprou marcou-a com ferro quente, e ela começou sua vida de servidão.

Eventualmente transportada para o Haiti ela começou a trabalhar nos campos de cana de açúcar na planície de Cul-de-sac. Em um ano ela já conseguia falar e entender o idioma seus captores franceses bem como a outros que cultivavam a cana e murmuravam o nome do Barão Samedi. Eles dizia que o lorde do cemitério fora trazido uma caixa pelos franceses. Chegando no Haiti ele matou seus captores e escapou para a cadeia de montanhas ao norte, ficando próximo ao rio Artibonite. Estas histórias apavoravam a criança. Conforme se acostumou com o ambiente em que estava, acabou se tornando cética de que alguém de sua terra pudesse ter o poder que os escravos alegavam.

Por fim, as lendas sobre vodoo a interessavam como nada mais, e com a persistência que acompanha a adversidade, Genina começou a comparecer em segredo a cerimônias de vodoo realizadas debaixo dos narizes dos soldados colonos franceses. Logo depois do seu nono aniversário, ela apareceu numa cerimônia quando um ritual começava ao redor de um altar. O altar era o túmulo do primeiro homem enterrado naquele lugar. Enquanto ela observava de um lugar escondido, uma mulher saiu das árvores próximas. Ela era uma criatura horrenda, uma coisa cuja pele rasgada ficava pendurada como farrapos de seus ombros descascados. Seu fedor era muito intenso. Quando ela apareceu, os aduladores caíram em euforia, dançando e chorando em adoração.

Para seu horror Genina viu a mulher pegar uma das crianças e abrir sua garganta, rasgando-a com longas presas de marfim. O monstro fez barulhos de sucção ao drenar um garoto que se debatia de modo frenético. Os adoradores se curvaram no solo do cemitério conforme o vampiro drenava o garoto. Durante todo o tempo a mulher olhava para Genina com um sorriso de inocente zombaria. Quando a mulher terminou, lambeu o pescoço do garoto, selando-o com um poder estranho e retornou para o mesmo lugar de onde saiu.

Sacudindo-se para despertar do transe da criatura detestável, Genina se virou e correu para o campo de açúcar, tentando gritar mas incapaz de forçar o som para fora de sua garganta. Das trevas algo duro como uma pedra a atingiu na cabeça, deixando-a tonta. Genina caiu, e estava sem fôlego.

Acima dela, tampando a visão da lua, estava um homem curvado tão negro e repulsivo quanto a mulher. Ele levantou genina, olhando em seu olhos negros assustados. Ele sussurrou que era o Barão Samedi e que ela agora seria sua criança. Genina desmaiou.

Ao acorda, Genina estava tonta e se viu num belo quarto. Genina sentiu grande temor quando percebeu que estava num navio. Era um navio bem diferente do navio de escravos que a havia trazido até ali, pois ela estava deitada numa cama macia, cercada por incontáveis tesouros americanos – estatuetas de bronze e marfim, penas de pássaros exóticos e lanças obsidianas.

Ela se levantou, sentindo-se estranhamente saudável e forte. De ambos os lados de onde Genina dormia estavam o barão e a mulher, adormecidos em camas de estilo europeu. Ainda havia sangue nos lábios da mulher. Genina se moveu silenciosamente pelo quarto até que a superfície polida de um espelho capturasse seu reflexo. Ao olhar para ele, Genina ficou paralisada de terror. A cor de seu corpo parecia ter sumido, ele parecia estar apodrecendo. Conforme ela se abraçava em terror, líquidos escorriam de sua pele como um suor amarelo. Seu corpo que já era magro agora tinha aparência esquelética e enrugada. Ela podia ver seus olhos afundados emoldurados pelo crânio proeminente. Ela gritou muito, mas os monstros adormecidos no quarto não acordaram.

Sua não vida

Nem o barão nem a mulher, que Genina depois descobrir ser a irmã dele Brigete, jamais explicaram porque transformaram genina. A menina rapidamente aprendeu a não fazer muitas perguntas. Ela recebeu a inimizade imediata de Brigete. A mulher constantemente aterrorizava a neófita quando seu senhor estava longe, encurralando e ameaçando a menina com grotescas situações de dor. Ela deixava Genina em inanição quase ao ponto de entrar em frenesi, a amarrava no mastro trazendo-na para dentro apenas alguns segundos antes dos raios de sol estarem quase surgindo e queimando sua pele.

Quando o navio estava atracado, Genina era mantida em oculto. Ela nunca viu ninguém a não ser as crianças que sua “tia” trazia para aterrorizar e devorar. A fascinação de Brigite pela dor dos mortais se enraizou em Genina, e entre estes momentos de pesadelos, a menina aprendeu sobre a Camarilla e do temor que o grupo sentia pela força e aparência da linhagem Samedi.

Genina aprendeu as disciplinas dos Samedi, Ofuscação, Necromancia e finalmente Tanatosis a manipulação da aparência horrível da morte. Brigete a espancava, deixando um mapa trançado de marcas de espancamento, para forçá-la a aprender mais rápido seus poderes. Mantida em inanição a maioria do tempo, genina teve que comer a pele que caía do corpo de sua espancadora em estado de decomposição. Quando seu senhor a visitou, ele mencionou sobre outros vampiros e ensinou-a a disciplina conhecida como Quimerismo. Ele revelou em segredo que havia aprendido este poder como pagamento dos serviços que prestou como guarda costas de outros cainitas.. Ele explicou que embora os outros vampiros odiassem a linhagem Samedi, também os contratavam como guarda costas e os temiam. Medo, ele dizia misteriosamente, deveria ser sempre a capa que Genina deveria vestir quando andasse pelo mundo.

No século seguinte os Seguidores de Set se aproveitaram da discórdia causada pela guerra civil haitiana que eclodiu como resultado da revolução francesa. O senhor de Genina e sua irmã maligna foram capturados pelas serpentes do deserto. Genina ficou solitária.

Abandonando seu refúgio flutuante ela fugiu para o interior do Haiti e para uma mina de bauxita. Num período de uma semana, ela teve visitantes – um grupo de revolucionários e seu líder, Toussaint L´overture – que mencionou a revolução na frança. Motivada pelo seu ódio aos franceses e ao legado de sua captura, Raquel usou sua ofuscação para seguir L´overture. Secretamente ela começou a ajudá-lo contra os franceses, usando sem remorso seus poderes para matar.

Em grande parte, ela teve sucesso porque era desconhecida. Os setitas perceberam sua intervenção e a procuraram. Os revolucionários venceram a abolição da escravatura e em 1801 L´overture veio a ser o líder de um governo autônomo. Genina se manteve fora de vista enquanto seu “pai” adotivo expelia as forças estrangeiras, usando o tempo para dominar a disciplina Quimerismo para recriar a forma que ela tinha antes do abraço. Pouco antes dos franceses capturarem Lóverture, ela havia começado a aparecer para ela como uma ilusão de uma criança inocente, a quem ele adotou como sendo sua própria, trazendo um breve momento de felicidade para Genina. Loverture tinha um dom de temperar suia crescente predileção pela crueldade. Entretanto, apenas um mês depois disso, seu pai adotivo se foi para sempre.

A captura de Loverture e seu aprisionamento na França motivou Genina a continuar a luta pelos seus ideais. Entretanto, seus anos com Brigette perturbaram sua mente, e ela passou a ter prazer em matar e deixar suas vítimas como esculturas vívidas macabras.

No século seguinte, ela predou sobre os inimigos do Haiti, mesmo depois do país ter conquistado a independência. Os setitas a evitavam, pois a consideravam um pequeno demônio insano. Alguns setitas alegam tê-la visto e estão ansiosos por alertar seus mestres para que não a provoquem contra eles. Além disso eles chegaram a conclusão de que o caos que ela causa cria um ambiente confortável para os setitas. Eles julgam poder lidar com ela depois a qualquer momento, quando tiverem mais recursos.

Ela reinou como princesa da destruição até 1957 quando o mortal Francois “papa doc” Duvallier assumi u o poder. Com seus carniçais da policia secreta tonton macoute, o déspota e seus patronos setitas estabeleceram uma mão de ferro sobre a ilha. Com seu controle firmemente estabelecido, os setitas não mais tolerariam sua presença. Finalmente Genina teve que fugir por sua não-vida.

Seus propósitos

A guerra civil haitiana e os conflitos políticos subsequentes deram a Genina a oportunidade de exercer o estilo de chacina dos Samedi que seu senhor e irmã a haviam ensinado. Nos EUA ela subitamente se viu sem um propósito. Depois de uma década de ajustamento ao novo território de caça, seu ódio profundo a todos os membros e a todos os seres sobrenaturais cresceu dentro dela.

Motivada pela retratação hollywoodiana de monstros, Genina ficou fascinada com a ideia de terror infantil. Em sua cabeça, o monstro que a criança teme debaixo da cama não deixa de existir quando ela se torna um adulto. O monstro simplesmente muda para algo que o adulto possa temer. Genina via neste medo, tanto em mortais como em vampiros, algo a ser explorado. Ela estava determinada a destruir os mortos vivos, pelas mãos dos mortais.

Sua natureza

Genina tem perturbações o bastante para ser considerada uma Malkaviana honorária. Ela está tão acostumada a ser uma rebelde que nada mais a serviria. Ela poderia ter se tornado uma anarquista, caso não odiasse todos os vampiros de forma equivalente. Ela atua bem o papel de criança, mas há um demônio oculto debaixo da superfície. Ela usa Ofuscação e Quimerismo para disfarçar sua verdadeira aparência. Alguns vampiros a quem conheceu chegaram a ficar com pena da aparente pobre criança amaldiçoada. Mas vieram a se arrepender de sua empatia depois de ensinarem para ela disciplinas (para a sobrevivência da menina) e serem traídos. Genina usa seus aliados mortais (sempre crianças) para levar a destruição até os vampiros que não lhe são mais úteis.

Ela tem sido estranhamente bem sucedida na Diablerie e reduziu sua geração consideravelmente. Ela é muito mais poderosa do que o seu senhor jamais foi. Na verdade ela se preocupa com os mortais e entende os seus atos como se os estivesse forçando a sacrificar alguns poucos para salvar a muitos. Ela protege as crianças, e ferir uma criança em sua presença é o modo mais garantido de levá-la ao frenesi. Muitas vezes ela se faz de amigo imaginário das crianças, para recrutá-las a cumprir suas próprias necessidades. Ela gosta deste jogo em particular com uma satisfação que se aproxima muito da obsessão.

Seu Modus Operandi

genina mata para criar uma quadro de horror que irá chocar os mortais e instigá-los a procurar pelo pintor responsável, levando-os a descobrir o mundo dos vampiros. No fim dos anos 70 ela começou a compor versos que agora deixa escritos próximo a suas vítimas. Estes versos sempre fazem alusão a existência de vampiros, seus hábitos, filosofias e até mesmo pistas sobre diferentes clãs como os Nosferatu e Giovanni. Genina culpa estes dois clãs pela criação de sua linhagem, principalmente porque nenhum deles irá assumir a culpa. Ela ainda teme a outros membros, e subestima seu próprio poder.

Suas vítimas são sempre mortais, geralmente aqueles que abusam de crianças de maneira física ou sexual. Ela usa suas habilidades de sedução em pessoas depravadas para que esses a levem até suas residências. E assim ela os engana para que a protejam, realizando suas fantasias utilizando suas ilusões para em seguida dormir na casa durante o dia. Na noite seguinte ela leva seus “pais” para fora, os aterroriza quase a ponto de terem um ataque cardíaco então brutalmente os mata e começa a fazer uma nova obra de escultura de carne.

Ultimamente Genina passou a se fascinar com TV ao vivo e suas câmeras e shows policiais em tempo real. Ela usa seu Quimerismo para manipular a cena do crime e controlar as testemunhas. Isso a dá excitação de poder e não passou despercebido dos Ventrue e Giovanni. Enigmas a fascinam e a intensidade com que expõem os membros se tornou em um jogo para ela. Deve ser necessário (na opinião dela) uma mente brilhante para decifrar suas pistas. Quando não está procurando por vítimas, genina assim como a maioria de sua linhagem, adora dormir em mausoléus abandonados.

Seus Crimes

A Camarila só agora se deu conta o quão perigosa esta pequena abominação realmente é. Embora tenha ficado anonima no Haiti por muito tempo, ela agora vem fazendo uma verdadeira bagunça no mundo civilizado. Ela viaja para divulgar sua arte ,e cometeu assassinatos terríveis em quase todas as principais cidades. A Camarila ainda não sabe que Genina é uma Samedi. Entretanto ela levou a seita a desconfiar desta linhagem. Ela vê os Samedi como os primeiros a serem destruídos e vem obtendo sucesso em aumentar o medo que outros clãs já alimentavam a respeito dos Samedi.

Os Justicares provavelmente a elevarão de posição na lista vermelha quando esta for reorganizada por causa da morte de algum outro anátema. Até lá eles estão forçando os Giovanni a ajudá-los a disfarçar as reportagens da mídia sobre seus atos. De forma similar começaram uma campanha colocando slogans e pistas nas cenas dos crimes botando a culpa pelos assassinatos em desde grupo satanistas até em Lovecraftianos. O que eles ainda não perceberam é que as poesias deixadas por genina são escritas com seu próprio sangue.

Clã que a caça

Os Ventrue se voluntariaram para mostrar sua liderança em reforçar a máscara. Eles deram aos Giovanni a tarefa de cuidar da mídia. Eles sabem através dos Giovanni que Genina fez alguns contatos com um grupo do submundo chamado de “Oni”, possivelmente a máfia japonesa. Na verdade os Oni não são nem de longe seres comuns mortais.

Clan: Samedi
Pseudônimo: A poeta carmesim
Senhor: O barão
Natureza: rebelde
Comportamento: Criança
Geração: 
Idade Aparente: 9

Físicos: Força 2, destreza 7, Vigor 4
Social: carisma 3, Manipulação 6, Aparência 0
Mental: Percepção 5, Inteligência 6, raciocínio 7

Virtudes: Consciência 0, autocontrole 5, coragem 4
Talentos: atuar 5, prontidão 2, Expressão artística 3, briga 4, esquiva 4, empatia 4 , intimidação 4, liderança 2, poesia 3, sedução 4, manha 2.
Habilidades: empatia com animais 1 , dançar 2, disfarce 2, escapologia 5, falar rapidamente 6, performance 5, furtividade 5, tortura 3.
Conhecimentos: linguistica 3, literatura infantil 5, ocultismo 2, psicologia 3, conhecimento espiritual 2, teologia 1.

Disciplinas: auspícios 4, rapidez 4, quimerismo 7, dominação 3, fortitude 3, necromancia 2, Ofuscação 4, Potencia 3, Presença 1, metamorfose 3, tahantosis 6.

Antecedentes: rebanho 3, lacaios 5
Humanidade: 1
Força de Vontade: 8

Imagem: a forma verdadeira de Genina é horrenda de se observar, o cadáver de uma criança em decomposição, ela pode usar deus poderes de ofuscação , quimerismo ou dominação para parecer uma menina adorável de qualquer raça. Ela é tão encantadora e perfeita em sua manipulação que quase ninguém percebe o vago cheiro de podridão que fica no ar quando ela está próximo.

Citação: “Por favor senhora, me leve pra casa, eu estou com tanta fome....”

Dicas de interpretação: Sorria muito. Seu lábio inferioo está sempre franzido e sua voz é melancólica. Quando as pessoas menos esperarem, grite para assustá-los e em seguida ria histericamente
Refúgio: qualquer cemitério numa vizinhança onde muitas crianças vivam.
Influência: seus lacaios são crianças dominadas ou com laço de sangue

Notas: os 2 leveis extra de quimerismo a permitem criar ilusões que podem ferir varias pessoas, e criar ilusões que não importa quão absurdas sejam, serão consideradas como reais

Rumores: você é um toreador antitribu ou malkaviano (F), Você gosta de dormir na terra (V), você é uma ladra de tumbas (V, mas não tem feito isso recentemente). As vezes você come a carne de suas vítimas (V)

Genina foi capturada por Lucinde, a Justicar e Alastor Ventrue.