terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Dragão da Semana: mais uma bela e sua fera

Dragão da Semana


Mais uma belíssima imagem de um dragão e sua dona!


Holy Avenger 2? Cassaro que disse!!!


Holy Avenger 2???

Prevejo fãs enlouquecidos com a declaração de Marcelo Cassaro em seu perfil no Facebock:




É uma grande notícia e acho que ninguém discutirá isso! Embora não tenhamos confirmação oficial, e torcendo para que não seja uma pegadinha, eu torço muito para isso seja real!

Card Wars é o cardgame de Adventure Time


Card Wars de A Hora da Aventura

Eu já não fico mais surpreso com nada, principalmente com a capacidade de unir seriados e cardgames. E este é o caso de A Hora da Aventura (Adventure Time) que ganhará seu cardgame baseado em um jogo de cardgame que os protagonistas Finn e Jake jogam no seriado - Card Wars. O jogo foi adaptado pela Cryptozoic Games e será lançado em 21 de fevereiro próximo.


Card War é um jogo de cardgame com decks pré-definidos onde que cada jogador disputará contra um adversário, que usará um deck diferente (não tenho certeza se isso é uma regra), o destino de seu reino. Existirão quatro decks temáticos conforme os personagens – Finn, Jake, Lady Rainicorn e BMO. Eles virão em caixas com dois decks, (Finn-Jake e Lady Rainicorn-BMO), 20 tokens e um tabuleiro dividido em 8 partes (representando os dois reinos em disputa). Não descobri ainda, mas em princípio não foram divulgadas se existirão ou não mais decks ou expansões, o que deixa os decks fixos, embora eles possam ser misturados ente si. Todas as imagens foram retiradas do desenho, o que é um charme especial para os fãs.





A mecânica em si é muito simples. Cada jogador possui 2 pontos de ação por turno para jogar suas cartas na mesa. As cartas possuem pontuação entre zero e dois, conforme sua importância no jogo. As cartas jogadas podem ter ou não habilidades que são utilizados conforme a escolha do jogador. A intenção é eliminar os 25 pontos de vida do adversário.



O jogo em si parece, numa primeira olhada, extremamente simplista, mas ainda devo atestar isso! Mas de qualquer forma, sempre vale à pena jogar TUDO!!!! O valor indicado pela editora é de US$ 20 dólares.



Assista neste link o episódio devidamente legendado - AQUI

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Mansão dos X-Men em Lego!

Mansão dos X-Men em LEGO!!


O que acham de ter a sua mansão dos X-Men totalmente de Lego para brincar!? Pois então babem!!! Este é um projeto não oficial mas que está tentando ser oficializado. Eles precisam de 10000 assinaturas em um tipo de abaixo-assinado virtual para que a Lego aceite verificar as possibilidades de produzi-lo. Eles ainda pedem que os fãs da Marvel e dos X-Men entrem em contato com a editora nos Estados Unidos pedindo apoio! Você pode ver os detalhes do projeto AQUI! Apoie e troça para que isso vire realidade!!!







Dicas do Mestre: Viagem no tempo, paradoxo e aventuras de RPG


Viagens no Tempo e RPG

Viagens no tempo são quase um tabu em RPG, mas quero volta à este assunto pois ele é um excelente elemento para ser utilizado em nossas aventuras e campanhas. Muitos sistemas e mestres não recomendam tal prática e quando aceitam são capazes de lançar suplementos inteiros para ele, tal como no caso de GURPS.

Mas por que de tamanho receio com o tema? Qualquer um que tenha, participado ou lido algum debate de física ou assistido alguns dos inúmeros filmes sobre o tema, já percebeu que mexer com jornadas pelo tempo são um grande perigo. Termos como ‘paradoxo’ ou ‘continuun’ ganham a roupagem de mortais.

Vamos das uma olhada nisso mais de perto, mas não tão profundamente.


Perigos & Problemas
Em questões de física, uma jornada pelo tempo, para o futuro ou para o passado, era impossível para Stephen Hawking, renomado físico britânico, até alguns anos atrás quando mudou de ideia, indo contra o senso comum da comunidade científica, sustentada inclusive por Einstein.

Até o momento o grande empecilho para as viagens no tempo era o nosso velho conhecido – o paradoxo. Paradoxo seria uma declaração aparentemente verdadeira que leva a uma contradição lógica. Em termos mais simples realizar jornadas pelo tempo levariam invariavelmente para situações paradoxais onde uma ação negaria outra. E para jornadas no tempo o que não faltam são possibilidades de paradoxos.

Vamos começar pensando que o tempo, embora não seja linear (mas isso é uma conversa para outra hora), é totalmente interligado. Um efeito sendo causado por algo imediatamente anterior infinitamente. Bom, a viagem no tempo seria uma forma de burlar essa aparente linearidade. Ou seja, retornaríamos antes que uma ‘causa’ gerasse um ‘efeito’. Tendo isso claro será mais fácil de entendermos os vários paradoxos ao qual somos aparentemente submetidos quando viajamos no tempo. Pelas pesquisas que fiz existe quase uma dezena de paradoxos possíveis, mas tratarei aqui dos mais significativos para uma mesa de RPG.

O principal deles, e mais famoso, é o “Paradoxo do Avô”. Imagine que um viajante do tempo, por qualquer motivo que seja, volte ao passado e mate seu avô ainda criança. Com esse ato, o pai do viajante nunca teria nascido e, por conseqüência, o próprio viajante nunca teria nascido também. Isso acontecendo resultaria que a viagem ao passado para matar o avô nunca teria acontecido. O paradoxo se forma na proporção que o ato de viajar ao passado e matar o avô impossibilitaria que a viagem acontecesse. Ou seja, uma declaração verdadeira (viajar ao passado e matar o avô) que gera uma contradição (não haveria a viagem ao passado).

Outro paradoxo é o conhecido como “Paradoxo da Causa e Efeito”. Digamos que uma pessoa vai viajar ao passado para realizar uma tarefa qualquer por um motivo, um estímulo. No momento que ele realizar tal tarefa com sua viagem ao passado o tal motivo/estimulo não existirá mais e ele não teria mais este motivo inicial para realizar a jornada. Ou seja, ele nunca teria realizado a viagem.

Mais um paradoxo é o chamado de “Paradoxo dos Loops de Informação”. Ele acontece quando uma informação é enviada do futuro para o passado de modo a se tornar a fonte inicial da mesma informação tal como ela existe no futuro. Imaginem que alguém do presente pega a informação de como criar um produto específico e leva para o passado para seu criador. Ora, a informação se torna a forma como o próprio criador desenvolve a própria ideia que será trazida para ele mesmo do futuro.

O “Paradoxo da idade dos objeto” é ainda mais complexo. Imagine que um viajante do tempo que está em 2014 leva para o passado, no ano de 1980, um objeto que ele quer que seja entregue para ele mesmo nas vésperas de sua viagem no tempo em 2014. Em uma primeira análise isso criaria um loop. Mas mais do que isso. Se pensarmos na conservação da matéria o tal objeto estaria sempre envelhecendo, sem parar, até o ponto que não existisse mais.

Todos esses paradoxos ainda são debatidos à exaustão no Instituto de Tecnologia da California e no de Massachusets. Mas apenas para dar uma outra informação. No início desta parte eu disse que Hawking havia mudado de idéia. Segundo ele corpos que tenham íntima ligação tempo-espaço se repeliriam instintivamente como imãs opostos impossibilitando alguns dos paradoxos. A explicação eu confesso que é por demais complexa e não vou nem tentar explicar, mas, ainda assim é uma informação importante. Outra teoria ainda em debate é que viagens no tempo não gerariam paradoxos, pois no momento em que houvesse alguma modificação na linha temporal, como o caso do “paradoxo do avô”, seria criada uma linha temporal paralela, ou seja, o futuro seria alterado, mas isso não influenciaria na vinda ao passado representando que o paradoxo do avô estaria sendo ignorado ou mesmo que não existisse. Esses seriam os infinitos multiversos.


Em RPG
Se viagens no tempo são tão controversas, complexas e complicadas, por devemos usá-las em nossas aventuras de RPG? A resposta é simples... por que é legal! Ora, sabendo como lidar com este elemento qualquer aventura de qualquer sistema ficará muito mais enriquecida e divertida.

A forma como introduzir a viagem no tempo em si é irrelevante. Quando estamos com uma campanha de fantasia, por exemplo, o elemento de viagem no tempo pode ser facilmente introduzido por meio de magia, maldição, ação dos deuses ou qualquer outra forma caseira que o mestre escolha. Se for uma campanha futurista será ainda mais fácil.

O importante é que em casos de viagem no tempo temos uma mudança de foco do andamento da prática do RPG. Normalmente o foco central do RPG são os jogadores e suas decisões. Mas com a utilização da viagem no tempo a importância do mestre cresce muito. Por que?

Temos que jogar o enredo de nossa aventura ou campanha dentro da lógica de viagens no tempo, ou seja, não podemos nos esquecer dos paradoxos. Não que os jogadores tenham que ter isso claro ou mesmo saber, mas o mestre tem a obrigação de saber disso. Depois disso o mestre tem dois caminhos determinados por se ele seguirá os paradoxos básicos ou não. Se não seguir significa que por definição qualquer ação dos jogadores que venha a ferir um paradoxo levará para uma realidade alternativa, não criando uma descontinuidade ou acabando com o universo. Esse é o caminho mais fácil, pois permite que as decisões e caminhos do jogo ainda sejam determinados pelo grupo de jogadores e suas ações.

O segundo caminho é que é cabeludo e será trilhado se o mestre decidir que os paradoxos são inquestionáveis e que devem ser respeitados, mesmo que o grupo os desconheça. O que isso significa? Se o grupo de aventureiros voltar ao passado o mestre deve estar atento para suas ações. Ele terá de decidir e direcionar (palavra que é um tabu em RPG) ou não os jogadores mesmo que eles não percebam.

Como fazer isso? Quando se toma esta decisão já devemos, como mestres, ter em mente o que pretendemos. Caso as ações dos jogadores firam o futuro temos três opções no jogo.

A primeira delas é que a ação que o grupo pretendia fazer na verdade era um engano do grupo. Por exemplo, um grupo volta ao passado para tentar impedir o mago negro de tal cidade que lance um feitiço que matará o rei. O grupo volta, encontra o mago e o impede de lançar o feitiço. Mas, mesmo assim o rei morre com o feitiço, que na verdade foi lançado por outra pessoa que o grupo desconhecia. Na verdade, o grupo tinha uma informação errada e seguiu um caminho que não mudou ‘diretamente’ seu futuro e nem feriu o paradoxo que mudaria suas intenções. Este recurso é muito interessante de usar e causa espasmos nos jogadores com a reviravolta, ao mesmo tempo que facilita para o mestre.

A segunda delas e o simples direcionamento do grupo. Nada que eles façam irá impedir que o ato que serviu de estímulo para a viagem no tempo seja impedido. Isso fere um pouco os conceitos do RPG em si, mas se pensarmos que a viagem no tempo é um loop a aventura em si aconteceu antes da viagem e continua depois, e aquele espaço ocupado pela jornada ao passado não existe. Deixe-os jogar á vontade quando voltarem no tempo, mas sempre dê um jeito de que eles não consigam concretizar sua intenção (seja criativo para isso). Em último caso, se o mestre tiver paciência, cuidado e talento, ele pode fazer que aquilo que os impeça já seja algo que na primeira linha temporal já tenha acontecido. Para isso o filme dos “12 Macacos” é perfeito.

A terceira e última opção é a loucura completa e o mestre tem de estar preparado para isso. Se o grupo voltar no tempo e conseguir modificar o passado a história simplesmente volta para o momento exato em que eles interferiram no futuro. Será um novo jogo, uma nova campanha, e você terá um grupo entre irado e estupefato nas mãos. Mas para essa opção ser válida seja atento e cuidadoso. Cada passo do grupo de jogadores pode mudar o futuro e eles vão te questionar se você deixar qualquer coisa passar. Uma pequena alteração no passado, criada pelo próprio grupo, e nada mais será como antes. A viagem ao passado até pode ter acontecido, mas por outros motivos e o grupo será jogado nesse vórtice e terá de atuar daí em diante, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

É ou não é legal??? O sentido do RPG é apura diversão. Nada melhor do que uma viagenzinha no tempo para isso. Dá muito mais trabalho para o mestre, mas será garantia de diversão, sustos, surpresas e alegrias para o grupo. Você como mestre, pense nisso. Crie. Elabore. Faça a alegria do seu grupo.


Referências

Filmes
“Em algum lugar do passado”
“Superman”
“Meia-noite e um”
“Um século em 43 minutos”
“A Máquina do tempo”
“Jornada nas Estrelas IV”
“Time Cop – o guardião do tempo”
“Os 12 Macacos”
“Feitiço do Tempo”
“Alta Frequência”
“Crimes Temporais”
“A Casa do Lago”
Franquia “De Volta para o Futuro”
Franquia “Exterminador do Futuro”
Franquia “Efeito Borboleta”
“O Som do Trovão”
“Contra o Tempo”
“Déjà vu”
“Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban”
“Looper”

Seriados
“Doctor Who”
“Túnel do Tempo”
“Perdidos no Espaço”
“Heroes”
“Terra Nova”


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Confirmado: George R R Martin no Brasil em 2015


George R. R. Martin no Brasil em 2015

A editora Leya anunciou hoje, em grande estilo, que um dos principais autores do momento, George R. R. Martin, viram ao Brasil em 2015. Autores de uma das maiores sagas literárias de todos os tempos, “As Crônicas do Gelo e do Fogo”. Ainda não foi anunciado qual evento ele participará, mas foi afirmado que não será na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Eu não vou perder essa oportunidade.

Cinema na Confraria: um debate da Confraria sobre as críticas ao elenco de Batman vs Superman


Cinema na Confraria
Uma visão da Confraria sobre as
escolhas de elenco em
Batman vs Superman

Aproveitando a deixa e novamente externando o que eu já disse aqui e nas redes sociais um milhão de vezes, acho uma burrice fãs e pseudo-críticos ficarem reclamando desta ou daquela escolha para o elenco de determinadas produções. E sim, essa crítica vai para os “coitadinhos” dos fãs da Batman VS Superman. Depois de malharem Ben Affleck, quando escolhido como Bruce Wayne (mas parece que ele continua na produção sim), agora reclamam da recente escolha de Jesse Eisenberg para interpretar Lex Luthor.

Bom, só quero lembrar um caso semelhante anos atrás. Quando da produção do segundo filme de Batman houve um enorme burburinho quando da escolha de Heath Ledger para viver o papel de Coringa. Diziam que ele seria mais um rostinho bonito em um papel “tão” importante, diziam que ele não tinha um currículo à altura de tal personagem, e muito mais.


Veja abaixo uma cópia de apenas uma ínfima parte dos comentários feitos quando da escolha do ator:

Retirado do site Geek Tyrant

Pois eis que o cinema nos ensinou que o melhor da festa é a surpresa. Depois do filme ninguém imagina um coringa interpretado por outro ator.


Sabemos que a profissão dos atores, como em qualquer atividade profissional, conta com profissionais dos mais diferentes tipos, ideologias, escolas, visões e que levam muito à sério (ou pelo menos a maioria) sua atividade. Qualquer um que receba a honra de interpretar um personagem tão adorado levará com seriedade a oportunidade e nós, espectadores, poderemos ter o privilégio de sermos mais uma vez impressionados e surpreendidos com o resultado. Deixem de achar que sabem muito sobre cinema pois “verdadeiramente conhecem a alma do seu amado personagem” e torçam para que o trabalho saia da melhor forma possível.


Seriados na Confraria: o apocalíptico The After ganha sneak peek


Seriados na Confraria
Novo sneak peek do
apocalíptico The After

Mais um sneak peek da apocalíptica “The After” foi lançado hoje. Como uma sequência de meio minuto podemos ver algumas imagens perturbadoras do que parece ser um sonho de uma das protagonistas.  Como já dissemos a série está sendo produzida pela Amazon e é criação de Chris Carter (“Arquivo X”). No elenco teremos Jamie Kennedy (“Pânico”), Adrian Pasdar (“Heroes”) e Aldis Hodge (“Leverage”), Sharon Lawrence (“NYPD Blue”), Arielle Kebbel (“The Vampire Diaires”), Jaina Lee Ortiz, Louise Monot e Sam Littlefield.

Aproveite e reveja o primeiro clipe, primeiro, e logo depois veja o novo sneak peek. Assim, na sequência, fica muito melhor. (Observação: os vídeos não estão legendados ainda)


Miniaturas: Vamos montar um Gundan?


Vamos montar um Gundan?

Que tal passar o tempo montando um belo mecha da série Gundan?! O resultado final fica muito bonito e se bem executado poderá ficar muito bem em sua prateleira. Não esqueça de usar papel de gramatura alta para uma melhor resistência. O arquivo tem apenas 5Mb e junto já está o manual de instruções (em inglês).

Eu ainda não o montei, mas é um de meus próximos projetos!!!





Seriados na Confraria: dois livros de Neil Gaiman serão adaptados para a TV

Seriados na Confraria
Livros de Neil Gaiman na TV

Não é mais novidade que duas obras de Neil Gaiman, autor de Sandaman entre outras coisas, poderá ter mais dois de seus livros adaptados. O primeiro livro a ser adaptado é “Deuses Americanos”, da editora Conrad, que teve seus direitos adquiridos por Freemantle Media. O segundo deles é “Os Filhos de Anansi”, lançado no Brasil pela editora Conrad. Seus direitos foram adquiridos pela BBC que prometeu uma adaptação fiel. Não há qualquer data estipulada para estreias.

Veja as sinopses abaixo retirados do site da editora.


Deuses Americanos”, o melhor e mais ambicioso romance de Neil Gaiman, é uma viagem assustadora, estranha e alucinógena que envolve um profundo exame do espírito americano. Gaiman ataca desde a violenta investida da era da informação até o significado da morte, mantendo seu estilo picante de enredo e a narrativa perspicaz adotados desde Sandman. Neil Gaiman oferece uma perspectiva de fora para dentro - e, ao mesmo tempo, de dentro para fora - da alma e espiritualidade dos Estados Unidos e do povo americano: suas obsessões por dinheiro e poder, a miscigenada herança religiosa e suas conseqüências sociais, e as decisões milenares que eles enfrentam sobre o que é real e o que não é.



Em “Os Filhos de Anansi”, Neil Gaiman retorna ao território explorado em Deuses Americanos - o dos mitos e deuses pagãos. E com um tema bastante mundano: a tumultuada relação familiar do esperto e bem-humorado deus africano Anansi e seus dois filhos, Charles e Spider. Charles nunca teve uma relação agradável com o pai, que ele considerava simplesmente constrangedor, nem sabia que ele era Anansi, o trapaceiro deus-aranha. Sequer fazia ideia de que tinha um irmão, Spider, ou imaginava no que sua vida se transformaria após tomar conhecimento disso. E, principalmente, jamais poderia prever que, para colocar tudo de volta nos eixos, teria que mergulhar de cabeça no sombrio e enigmático mundo dos deuses. Com um senso de humor afiado e marcante, Gaiman cria um novo capítulo para sua mitologia contemporânea. 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Resenha: Cosa Nostra


Cosa Nostra
- participe da máfia e se divirta -

Você é um daqueles rpgístas chatos que procuram perfeccionismo nas informações e na criação do cenário? Pois então Cosa Nostra é o seu sistema narrativo. Quando coloquei as mãos em Cosa Nostra, da editora Estúdio V, para o avaliar para a premiação do Prêmio Dragão de Papel me fiz uma pergunta que já havia feito logo que soube de seu lançamento – o que se pode esperar de um sistema baseado na clássica máfia italiana? Minha olhada inicial foi superficial na época. Depois assisti de forma rápida dois jogos e eu mesmo joguei uma vez para testá-lo, tendo uma ótima impressão, embora não o tivesse lido ainda.

Com a chegada do prêmio peguei o sistema e o esmiucei ao máximo e a minha impressão foi de puro êxtase. Como historiador que sou tinha muita curiosidade sobre o grau de profundidade que João Paulo Francisconi, autor do sistema, havia empregado e tive uma grata surpresa. Todo o sistema é uma pura obra de história. Escorre história de boa qualidade de cada uma de suas páginas. Existe visivelmente até mais interesse na história do que no próprio sistema de RPG. E isso não é uma falha, muito pelo contrário, isso é fácil de ser explicado.

Como um RPG narrativo, embora com uma mecânica própria, há menos necessidade de se perder capítulos e capítulos com tabelas e descrição de regras. O ponto central, que no final diferenciará a qualidade da seção, está nas informações sobre o cenário que ajudarão os participantes a se sentirem dentro da família.


Em um sistema narrativo, e com o Cosa Nostra não poderia ser diferente, para o jogo transcorrer de forma fluida cada participante têm a necessidade de vivenciar ser membro da máfia. Deve haver fluidez no entendimento e respeito (ou não) das regras da máfia e da família. E par isso tudo, deve haver uma compreensão do que foi e do que representou a máfia tanto para os imigrantes italianos quanto para os americanos da época.

Quanto ao sistema ele requer uma cuidadosa lida para quem ainda não está ambientado como o sistema narrativo e suas diferenças do RPG de mesa usual. Achei bárbara a escolha da construção do personagem baseado nas três formas de resoluções de problemas/conflitos. E por isso mesmo, por essas formas de resolução de problemas, que é tão importante conhecer à fundo o funcionamento da máfia e de toda a construção histórica do livro.

Outro elemento muito bem abordado é a pré-determinação da estrutura narrativa. Ela se baseia em elementos históricos e facilita muito o entendimento e desenvolvimento do jogo. Com esse entendimento fica muito mais fácil de compreender a importância e dificuldade que as cartas de apostas têm ou terão no transcorrer das etapas. As apostas, por sinal, são um elemento aleatório que enriquecem muito as disputas e a narração e fazem com que cada etapa seja repleta de emoção e façam muito ‘mafiosos’ rezarem como loucos.


Gosta de um desafio? Gosta de história? Quer se diverti? Quer testar um sistema inovador e cuidadosamente criado? Então corra e teste. 

Seriados na Confraria: o apocalíptico The After ganha trailer

Seriados na Confraria
O apocalíptico The After ganha trailer

Mais uma grande novidade para quem curte seriados apocalípticos. “The After”, do criador de “Arquivo X”, Chris Carter, ganha seu primeiro trailer. A série está sendo produzida para a Amazon TV e ainda não tem data para ser lançado. Segundo informações o clima de suspense total. O seriado começará no momento de um evento apocalíptico que ninguém sabe ao certo o que é e mostrará a visão de pessoas comuns – um palhaço, um executivo e um preso fugitivo. No elenco teremos Jamie Kennedy (“Pânico”), Adrian Pasdar (“Heroes”) e Aldis Hodge (“Leverage”), Sharon Lawrence (“NYPD Blue”), Arielle Kebbel (“The Vampire Diaires”), Jaina Lee Ortiz, Louise Monot e Sam Littlefield.


Eu curti o clima ... e vocês?!