quinta-feira, 26 de maio de 2011

Colaboração d'O Bardo - União da equipe

Se você já mestrou uma única partida de RPG já se deparou com o seguinte problema: como unir um bando de gente estranha em um grupo?

Imagem: Dan Ramos (@danramos)

Um grupo de aventureiros unidos é capaz das façanhas mais impressionantes, desde enfrentar grupos de kobolds a poderosos dragões, desde salvar a vila dos bandidos até derrubar o tirano que oprime o reino. Mas há uma coisa que pode derrubar grupos com os heróis mais poderosos, a falta de união.

Quando se começa uma aventura, independente do sistema, a primeira coisa que se faz é se juntar os jogadores. Isto não é obrigatório, mas é a abordagem mais usada. Mas para a efetividade do grupo, é bom unir os heróis para, depois, prosseguir com a aventura. Para conseguir isso podem ser adotadas algumas abordagens diferenciadas.

Velhos amigos

Por mais incrível que pareça, a integridade dos mestres iniciantes, ou seja, cem por cento deles, começam a aventura dizendo algo como “vocês já se conhecem há algum tempo, então já são amigos”. Isso acontece mesmo que os personagens nunca tenham sido usados e nada tenham a ver uns com os outros. Embora não seja a mais adequada, essa solução até pode colar, entretanto, alguns toques podem torná-la bem mais aceitável.
Aqui, é imprescindível que os personagens tenham um background. Conhecendo o de todos os personagens, é possível cruzar os caminhos deles em um momento anterior à aventura. Se todos falarem um pouco sobre o passado de seus heróis, naturalmente surgirá um modo de juntá-los.

Quem?

Outra possibilidade é usar a abordagem inversa da anterior, em vez dos personagens já se conhecerem desde outros tempos, é eles nunca terem se visto antes. Este método traz algumas dificuldades a mais, centradas pela pergunta: “como vou juntar um bando de desconhecidos e formar colegas de batalha?”. A resposta pode ser posta em duas palavras, motivo e circunstância. A circunstância é a situação que fez com que os heróis se juntassem, o que aconteceu que fez eles se conhecerem. O motivo é o porque de o grupo continuar junto, a razão pela qual os colegas de equipe não se tornaram apenas pessoas que se encontraram uma vez. Isso tudo pode ser facilmente arranjado pelo mestre com um pouco de planejamento. Um exemplo clássico é prender os aventureiros por um motivo qualquer e oferecer a soltura caso eles aceitem realizar uma missão

Motivos diferentes, objetivo comum

Um grupo ainda pode estar junto por motivos diferentes. Esta forma funciona para aventuras curtas ou como solução provisória. Por exemplo, um Guerreiro, que busca vingança por sua vila destruída, se alia ao Mercenário, que caça o mesmo vilão para conseguir uma recompensa, e ambos se juntam com o Ranger, que viajava na mesma direção.

Enfim, existem diversas maneiras de juntar um grupo, basta que você escolha uma delas e planeje para executá-la. Nunca esqueça que uma aventura sem pontas soltas pode fazer toda a diferença entre começar um grupo longevo e terminar com um.

Não esqueçam de acessar As Crônicas do Bardo Acorde!

Bena

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Trailer legendado do remake de Conan

Trailer legendado do verdadeiro bárbaro

O remake de Conan teve uma versão de seu trailer com legendas lançado na rede. O lançamento será em 19 de agosto nos estados Unidos e em 16 de setembro aqui no Brasil. No elenco  Jason Momoa como Conan; Rachel Nichols como Tamara; Stephen Lang como o vilão Khalar Singh; Bob Sapp como Ukafa; Ron Perlman como o pai de Conan; Said Taghmaoui como um ladrão aliado de Conan; e Rose McGowan como uma feiticeira.

Quatro lançamentos de mangás pela Panini

Novos Mangás

O universo de publicações de mangás estará engrossado com quatro lançamentos da Panini para o segmento. As publicações terão 200 páginas e custarão R$ 9,90 cada. Confira abaixo:

Maid-sama!: mangá direcionado mais para as meninas (shoujo) foi criado por Hiro Fujiwara e conta as peripécias de Misaki que divide sua vida entre o colégio Seika, onde protege as meninas dos garotos mal educados, e de sua vida secreta trabalhando num café.

Darker Than Black: adaptação do anime de mesmo nome que em dois volumes mostrará o encontro de Hei, com poderes extraordinários, com Kana, que nunca se conformou com a morte do pai. Criação de Tensai Okamura.


07-Ghost: criação da dupla Yuki Amemiya e Yukino Ichihara mostram a vida de Teito Klein, manipuladar de forças chamadas de zaiphon que mesmo sendo prisioneiro de guerra estuda na academia militar de Barsburg. Certo dia ele reconhece o assassino de seu pai.

Basilisk: um poderoso shogun resolve promover uma disputa entre duas famílias de ninjas onde o prêmio será o posto sucessório.

Novo teaser de Cowboys and Aliens

Peguem suas pistolas

Estes meses de junho e julho prometem grandes emoções nos inúmeros lançamentos no cinema. Hoje foi disponibilizado um novo teaser de "Cowboys and Aliens". O filme mostra o estranho encontro de uma comunidade no velho oeste americano com alienígenas. A produção foi baseada em uma grafic Novel de sucesso com o mesmo nome. O grande destaque do elenco é Harrison "Indiana Jones" Ford. O cast é completado com  Daniel Craig, Fred Van Lente e Andrew Foley. No elenco estão também Keith Carradine, Adam Beach, Clancy Brown, Olivia Wilde e Sam Rockwell. A estréia por aqui é apenas em 9 de outubro, em bora nos Estados unidos seja agora em 29 de julho.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Tirinha: Zhari Meia Noite

Ep 3 - A Isca!


Um gesto vale mais que mil palavras...











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World of The Dead: The Zombie Diares 2 chega em junho

Zumbis ingleses

Mais um filme sobre zumbis que está apra ser lançado. "World of the Dead: Zombies Diares 2" é uma produção inglesa que será lançada diretamente em dvd, pulado os cinemas. O filme mostra um grupo de militares que tentam sobreviver no interior da Inglaterra. A produção é simples e sem grandes efeitos, se valendo muito mais dos sustos e dos jogos de luzes, do que de efeitos de computador. A direção é dea dupla Michael Bartlett e Kevin Gates. A data de lançamento é dia 27 de junho. Confira o trailer:

Diário de um Escudeiro 40

Décimo dia de Lunaluz de 1392.

O que aconteceu durante este dia não importa. Trabalhamos apenas na preparação do funeral. Eu não tinha idéia de como ele seria. Falávamos pouco. Comemos pouco. Ao cair da noite todos foram se reunindo na praça central de Vallahim.

Fomos saindo em marcha da cidade quando a noite finalmente se ergueu.

Tochas as centenas se estendiam por todo um percurso que se delimitava apenas pela escuridão da noite. Cavaleiros eram enterrados à noite pois acreditavam que assim seria mais facilmente encontrados pelos deuses que seguissem as tochas. Uma das tantas crenças daquele povo. O silêncio foi enorme. Na frente Platek colocou-nos seguidos de nossos mestres. Atrás de nós as seis carroças ornadas com ramos de oliveiras e flores colhidas especialmente para aquela ocasião. O filho de cada um trouxe, pelos arreios, os cavalos que puxavam seus pais. Logo atrás todos os outros cadetes dos Cavaleiros da Luz galoparam suave e lentamente trazendo os estandartes de nossa ordem. Foram seguidos por todos os cavaleiros que estavam na cidade para o torneio. Haviam cavaleiros de Keenn, de Tana-Toh, de Thyatis e de Marah, uns à cavalo outros à pé. Todos com tochas nas mãos. Ao redor das carroças sacerdotes de Lena, deusa da vida, com suas vestes brancas, caminhavam realizando suas orações quase inaudíveis.

Logo atrás veio um grupo de quase uma centena de homens. Enormes, barbudos e carrancudos como quase todos os homens daquele povo rude, mas valoroso. O silêncio deles era ainda mais intenso. Sem levar tochas apenas caminhavam de queixo erguido e olhares fortes. Atrás de todos estes vinha o povo. Todo o povo. Todos com tochas que davam àquela marcha a impressão de uma imensurável cobra de fogo andando pela noite.

O caminho ia direto dos portões da cidade e ingressavam pela mata de árvores frondosas e gigantescas, características de Tollon. Após algum tempo, como vindo da floresta, uma triste melodia surgiu na noite. A entoada começara baixa e foi crescendo em volume. Eram os cem homens que andavam atrás das carroças que faziam o papel de coral. A música devia ter sido composta pelo maior dos bardos, pois trazia à todos as sensações das mais diversas, mas todas elas fortes, intensas, tristes, valorosas. Não era cantada em palavras, mas solfejada com extrema harmonia. Todo o povo, atrás, antes em silêncio, acompanhava a música numa ladainha sussurrada e fúnebre. Por toda a enorme extensão em que o povo e suas tochas criavam na forma de gigantesca fila, vários homens, mulheres e crianças, velhos e novos, tocavam um instrumento de sopro incrivelmente melancólico e triste. Algo que eles chamavam de gaita. De alguma forma tudo aquilo se unia num amálgama perfeito que parecia ter sido enviado pelos deuses.

As lágrimas vinham aos olhos de forma incontrolável. E não só em mim, pois vi muitos outros, mesmos os de aspecto mais forte, terem de enxugar as vistas embaçadas.

Depois de um determinado percurso chegamos à uma gigantesca clareira. As copas da gigantescas árvores abriam-se em perfeito círculo que nos brindava com um perfeito firmamento extremamente escuro e com uma enorme lua em escudo. Era a presença da deusa Tenebra que brindou-nos homenageando aqueles mortos. Ao centro da clareira seis piras feitas de madeira aguardavam os homenageados.

Quando as carroças pararam ao lado das piras, nós seis retiramos os corpos de cima e os colocamos um sobre cada pira, com a ajuda de seus filhos e de outros. Enquanto íamos arrumando os cadáveres, o coral se postou próximo da pira central e todos os músicos se colocaram em círculo, rodeando-nos. O povo e suas tochas foram se postando por toda a extensão da clareira ocupando cada espaço, inclusive adentrando pela floresta.

Numa espécie de púlpito improvisado sobre uma rocha Platek e o sacerdote de Khalmyr esperavam em tom respeitos para que tudo fosse arrumado. Quando demos por encerrada a arrumação todo o som cessou de uma só vez.

“- Meus amigos!!” – gritou Platek pedindo a atenção de todos.

Uma figura surgiu atrás dele. Um homem enorme de mãos dadas com um mulher igualmente alta, mas de beleza exuberante. Era Solast Arantur, regente de Tollon e sua esposa. Vestidos de forma comum, sem aqueles adornos que estamos acostumados nos salões nobre do centro do Reinado, eles traziam uma simplicidade bucólica que os deixava ainda mais parecidos com todo aquele povo.

“- A morte não é motivo para tristeza!” - começou a dizer o regente – “Isso é o que eles nos diriam se aqui estivessem. É motivo de glória, de felicidade, de festa. Se chegamos ao fim de nossa existência aqui é porque os deuses consideraram que fizemos tudo o que nos propomos antes de pisarmos estas terras. E como merecido reconhecimento, somos convidados a voltar para sua presença, entre seus filhos, no plano superior em que vivem. E estes seis homens morreram da melhor forma possível. Morreram lutando, morreram por seus familiares, morreram protegendo suas terras. Eles serão recebidos pelos deuses e beberão e comerão, esta noite, na mesa dos imortais.”

Ao terminar de falar o regente se afastou um pouco e tochas aproximaram-se das piras, três de cada lado. Conforme foram se aproximando, todas as milhares de tochas que estavam ao redor, nas mãos do povo, foram sendo apagadas até que apenas as tochas ao redor das piras iluminavam a noite. Três sacerdotes de Lena aproximaram-se das piras. Uma centuaro, a líder dos sacerdotes, disse em voz alta – “que esta vida seja lembrada por gerações e que seu sacrifício seja honrado por seus filhos”. De um outro ponto da clareira outros três sacerdotes, estes de Thyatis, respondem– “que suas vidas sejam eternas como as memórias que deixarão no coração dos seus!”. Depois disso os seis sacerdotes ascendem aspiras.

As três piras arderam iluminando a noite. Eu senti uma sensação estranha. Uma mescla de alegria, dever cumprido e respeito. Todos pareciam assim. Ninguém se moveu até as chamas começarem a se extinguir. Só então os primeiros começaram seu caminho de volta à cidade de Vallahim.

O silêncio imperou por aquela noite. Não um silêncio de tristeza, mas um silêncio de respeito profundo.

Notícias rapidas do cinema - Rec 3, Oblivion e G.I. Joe 2

Notícias

Rec 3: o terceiro filme da série teve suas gravações encerradas esta semana. Com a história se passando antes dos dois primeiros filmes ele mostrará as origens de tudo. No elenco estão Letícia Dolera e Diego Martin. A estréia será apenas em 2012.

Oblivion: foi confirmada a participação de Tom Cruise. O filme é uma adaptação dos quadrinhos de Arvid Nelson e contará com roteiro de William Monahan e Karl Gajdusek e direção de Joseph Kosinski. A produção mostra uma civilização humana morando nas nuves em um mundo pós-apocaliptico. Não há datas para seu lançamento.

G.I. Joe 2: um segundo filme da série foi confirmado e já tem até data para estréia - 10 de agosto de 2012. O primeiro filme foi muito esperado mas decepcionou em seu resultado final. O nome ocifial é, por enquanto, "G.I.Joe 2: Cobra Strike".

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Drizzt em quadrinhos

RPG em quadrinhos

Um dos personagens mais famosos dos cenários de D&D ganhará uma série em quadrinhos para contar suas origens. Isto aocntecerá em agosto pela editora IDW Publishing. A revista se chamará "Dungeon & Dragons: The Legend of Drizzt". O roteiro será de R.A. & Geno Salvatore e a arte será de Agustin Padilla. Para o brasil ainda não nenhuma informação.

Viuva Negra terá seu filme

Viuva Negra na telona


Começaram fortes especulações de que um filme sobre a heroína da Marvel sairá do papel. Para falar a verdade são muito mais do que simples especulações quando o co-chefe da Marvel Films Kevin Feige confidencia isso em uma entrevista: “Já começamos a conversar com a Scarlett sobre a idéia de um filme solo e começamos a bolar conceitos, mas ‘Os Vingadores’ vem primeiro.” Isso não deixa ninguém surpreso depois das aparições da personagem no filme do Homem de Ferro e Vingadores. Para quem não sabe ela é um agente russa que acaba por se transformar em uma heroína.

Dead Island mostra primeiro vídeo de jogabilidade

Andando pela ilha

Depois de muito suspense foi divulgado o primeiro vídeo que realmente mostra a jogabilidade de Dead Island, a grande sensação do ano. O vídeo é longo e cheio de comentários que infelizmente são em inglês, mas que com alguma calma podem ser bem entendido. O visual é muito bom, embora saibamos que no jogo ainda será melhor. O que mais me chamou a atenção é a completa interatividade que teremos com tudo na ilha. Tudo pode virar uma arma alavanacando o desenvolvimento de nosso personagem para um lado ou para outro.

Aproveitem o visual e reservem já o seu.

Novíssimo e eletrizante teaser para televisão de X-Men First Class

Eletrizante!!

Eu achei a chamada deste vídeo em vários sites, mas nenhum deles conseguiu vincular o vídeo diretamente aos seus sitese blogs... nem eu!!! Então clique na imagem abaixo e assista no Youtube... Vale à pena!!!!