quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Theros, nova coleção de Magic: os artefatos e terrenos






















Campanha - Exílio - Ficha de Personagem

Personagens 

Seguimos com mais um personagem, uma mescla de Ranger com Ladino, também conhecido como Scout. Seu jogador será o Lucas.

Lenord


Lenord cresceu entre soldados, mas sempre preferiu um método diferente. Usava sua esperteza e malandragem para alcançar seus objetivos, o que o fazia odiado por muitos, fato que nunca chegou a ser um problema. Um dos melhores atiradores de seu pelotão, apesar de não se destacar por preferir o anonimato. Resolveu se alistar para a Patrulha Safira por seguir o ícone que é seu capitão.

Falante e engraçado, se mostra totalmente eficiente em todas as situações e tem como principal característica observar a todos sem ser notado. Adotando essa conduta mesmo em combate.


quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Websérie oficial de The Walking Dead é lançada


Lançada websérie oficial de The Walking Dead

Foi lançada novamente uma websérie como preparação da estréia da nova temporada de The Walking Dead. Contendo três episódios e se chamando "The Walking Dead: Oath" ela mostra um casal de sobreviventes, Paul e Karina, que procuram desesperadamente por suprimentos médicos. É bom lembrar que a websérie não tem ligação direta com o seriado regular, além de ser no mesmo cenário. Além disso, ele esta, ainda, sem legendas. Mas vale pela curiosidade!





Jocker Blogs é uma grande websérie do Coringa


Jocker Blogs é uma
websérie de respeito

Conheci por intermédio da minha filha algo muito interessante. Ela é fanática pelo Coringa, e ainda mais pela Arlequina. Sempre suspeitei que ela tivesse algo de louquinha (heheheheh), mas de qualquer forma, ela me apresentou uma websérie sensacional – “Jocker Blogs”.

O seriado estreou em outubro de 2008 é composto pelo que seriam as gravações das entrevistas da Dra Harleen Quinzel (que viria a ser posteriormente Arlequina/Harley Quinn) com o Coringa no Asilo Arkhan entre os filmes “Batman: The Dark Knight” e “Batman: The Dark Knight Rises”. Ela está fazendo, com essas entrevistas, uma avaliação do paciente 4779 (o Coringa) para decidir se ele é realmente louco ou um criminoso extremamente violento e lúcido.

Cada episódio conta com cerca de cinco à seis minutos onde toda a atenção está centrada na entrevista entre a doutora e o coringa. Muitos outros personagens do universo presos no asilo aparecem também e interagem com ele e com a doutora. O elenco é composto por desconhecidos. O Coringa é interpretado magnificamente por Scott McClure, a doutora Harleen Quinzel é interpretada por Kira Westberg e o Doutor Jeremias Arkhan é interpretado por Steve Molony.

O seriado é um exercício entre a lucidez e a loucura levado à cabo de forma muito interessante e competente por Scott em uma interpretação convincente e sólida. Toda a primeira temporada pode ser encontrada legendada e a segunda não tardará em receber suas legendas também.

O seriado teve uma primeira temporada de muito sucesso lançada entre 2008 e 2010 e teve a estréia da segunda temporada em maio de 2013, já contando com quatro episódios.

Abaixo acompanhe o primeiro episódio... depois é só procurar no youtube:

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Romance - "Contra a Academia" - capítulo 1



Capítulo 1

Os dias da Academia de cadetes da Brigada Ligeira Estelar mantinham a típica rotina militar. Cronograma diário de tarefas, treinamentos e aulas. Era uma forma de vida que nem todos estavam preparados para seguir e manter. Principalmente quando o corpo de cadetes era formado por membros dos mais diferentes lugares. Como muito comumente se dizia, “não basta ser um cadete, não basta ser um piloto, tem de ser um hussardo.”

A academia era uma verdadeira cidade de porte médio com estruturas sob e sobre a superfície. Com o desenvolvimento tecnológico e o advento dos robôs e naves de porte grande a questão do espaço foi um elemento que influenciou e muito as construções desde muitas centenas de anos para cá. Com isso a estrutura da academia era tão grande para baixo da superfície quanto era para cima. Acima víamos alojamentos, prédios administrativos, áreas comunais, quadras esportivas etc. Para baixo estavam os hangares, oficinas e salas de treinamento entre tantas outras.

Em meio à tudo isso haviam um enorme contingente de pessoas. Cadetes novos e veteranos se confundiam com pilotos já graduados. Professores e alunos perambulavam em grupos. Mecânicos e técnicos levavam equipamentos e peças de todos os tamanhos para todos os lados. E muitos, muitos robôs dividindo espaço com essa massa.

Neste emaranhado de afazeres em constante movimento havia um jovem em passo cadenciado. Ele poderia ser confundido com qualquer outro dos cadetes. Não tinha nada de especial ou que o destacasse dos outros. Vestia sua jaqueta de lã sete oitavos nas cores típicas dos aspirantes à piloto. No cinturão uma espada simples e sem ornamentos lhe denunciava uma origem aparentemente humilde, mas fora isso, nada mais era diferente dos outros.

Hasmuss passava rapidamente por entre os outros em direção ao alojamento. As aulas de tática de combate em solo eram as que ele mais gostava e esta última, em especial, fora importante, quando sua última missão de treinamento foi usada como um exemplo pelo professor de como agir corretamente. Ele nem percebia que estava carregando tantos livros de grossa espessura nos braços à ponto de fazer sua espada balançar desengonçadamente conforme desviava das pessoas à sua frente. Ele se sentiria ridículo, não fosse a sua satisfação.

Mas mesmo assim ele estava cansado. A última missão havia sido à apenas dois dias e o corpo ainda doía em alguns pontos, além do sono que ainda não havia sido recuperado por completo após as mais de 30 horas acordado e em atividade. Essas missões de preparação eram muito boas para treinar os cadetes na prática, mas ao mesmo tempo eram exaustivas. Fora os simuladores, que não eram mais do que grandes videogames, as missões os colocavam de frente aos perigos da atividade. Lógico que algumas tarefas eram apenas patrulhas de reconhecimento, mas nenhum deles estava livre de se deparar com piratas, salteadores ou mesmo algum filhote de gargantus perdido e esfomeado. Eles nunca sabiam o que os esperava.

Hasmuss jogou os pés sobre a cabeceira da cama do alojamento. O calor não chegava a incomodar, mas desde que voltaram da última missão as tardes se arrastavam. Ele não havia visto Ronden, seu colega de quarto e amigo, desde cedo então pensou em tirar um cochilo quando seu comunicador começou aquele barulho insuportável.

“Diacho... Não entendo como que eu sou capaz de pilotar várias toneladas de metal, mas não sei desconfigurar esse toque!?” – ele pensava com a testa franzida. A música havia sido escolha de uma outra colega, Liana, muito mais para incomodá-lo do que para ajudá-lo.

O jovem piloto passou os dedos agilmente pelo visor do comunicador para descobrir qual o motivo da mensagem enviada pela colega. Ela só enviava alguma notícia para lembrá-lo de algo que não adiantava mais lembrar ou para avisar sobre aquilo que eles sempre estavam aguardando – uma nova missão.

No visor de cristal apareceu em um azul escuro sobre um fundo cinza claro: “Novidades no mural da Academia C... nos vemos por lá!”.

Seus olhos arregalaram instintivamente e o coração disparou. Só poderia ser mais uma missão, o que era incrível por duas razões. Primeiro, era raro os pilotos serem chamados tão rapidamente depois de uma missão, mesmo tão bem sucedida quanto fora a anterior. Segundo, eles ainda estavam no começo de sua jornada por uma subida de posto e era mais natural que grupos de pilotagem mais experientes tivessem preferência.

Ele respirou fundo, tentou limpar a mente pensando no cardápio que a cantina estava reservando para eles para aquela noite, e começou a vestir a casaca novamente. Deu uma breve olhada no espelho e abriu a porta do alojamento. Quando saiu do quarto começou a correr despreocupadamente, mas quando se deu conta cruzava por todos mais rápido do que seu hussardo no campo de batalha.

Ele chegou rápido ao painel de avisos de missões e recados em geral. Um grupo considerável de cadetes, muitos deles seus colegas de alojamento, se aglomerava em um ponto específico do painel. Era uma algazarra que mais lembrava uma festa do que uma ordem de serviço. Muitos rostos saiam dali com um ar de decepcionados. Apenas um rapaz mais distante tinha um sorriso de satisfação própria. Era Erik, um cadete como ele, mas com grande potencial, todos reconheciam isso.

Ele se aproximou vagarosamente. Estava ansioso ao mesmo tempo que resignado com uma não indicação para a próxima missão. Como ele bem já havia dito para si mais de mil vezes no caminho do dormitório até ali, era quase impossível cadetes serem indicados para missões seguidas.

De qualquer forma não custava nada verificar. A emoção, mesmo que não desse em nada, era interessante para ele. Hasmuss chegou perto à ponto de conseguir distinguir o que estava impresso. Era uma lista curta, pouco mais de dez nomes, o que significava que era uma missão básica. Ele foi lendo de cima para baixo calmamente.

“- Eu não acredito!” – ele pensou em uma voz sussurrada. O nome, não só dele, mas o nome dos outros dois amigos também estavam lá. Era impressionante. Eles estavam em uma nova missão logo depois de terem saído de uma. Tudo bem que eles foram muito bem sucedidos e que eles serviram de exemplo a semana toda em suas respectivas turmas, mas mesmo assim era um fato que o deixava quase chocado.

Mas a emoção foi interrompida por um enorme solavanco no exato momento em que ele se virava para sair do aglomerado de rostos desiludidos. Ele sentiu seu corpo sendo atingido com força e acaba indo ao chão com um peso sobre ele.

Mas não era um ataque.

“- Eu não disse que iríamos abafar!” – gritava Liana se levantando de cima dele, mas ainda grudada em seu pescoço com o um forte abraço que quase o sufocava. Logo atrás estava Ronden com um sorrido malandro por detrás de seus óculos escuros de lente arredondada. Eram conhecidos como o trio de fracassados, como muitos os chamavam.

“- Parece que termos mais ação” – disse o evo Ronden enquanto tirava os óculos para limpar as lentes – “acho que gostaram de nós!”

“- Isso é incrível cara! Eu não imaginava que isso seria possível! Quantos pontos será que serão disponibilizados com essa missão?” – Hasmuss se esforçava para falar, já de pé, mas com Liana pendendo em seu pescoço.

Os pontos eram um detalhe importante para os cadetes. Além das aulas e treinamentos diários os cadetes eram agraciados com pontos conforme seu desempenho em missões. Só assim eles conseguiam subir de postos.

“- Não sei grandão, mas o certo é que estamos na frente dos outros!” – ela solta do pescoço do amigo e começa a sussurrar apenas para os três escutarem – “e acho que agora eles gostam menos ainda de nós!”

Era nítida a situação. Mesmo em uma academia daquele tamanho todos os cadetes se conheciam, nem que fosse pelos nomes e uma situação ímpar como essa se espalhava mais rápido do que uma praga de lavouras de Villaverde. Os olhares de censura e reprovação eram evidentes e até mesmo constrangedores.

O trio não tinha a fama de ser o grupo dos mais badalados da academia. A Academia de cadetes da Brigada Ligeira Estelar é reconhecida por querer os melhores dos melhores, sem fazer qualquer tipo de distinção de qualquer espécie. Mas isso não significa que a vida dos que estão lá dentro seja mais fácil ou que lá, entre eles, não haja distinções cruéis. E os três eram um prato cheio para isso.

Logo que chegaram à academia os três se aproximaram sem nenhum motivo aparente. Algo que poderia ser chamado de destino, se isso existisse. Eles separados poderiam não chamar a atenção, mas juntos...
Juntos eles representavam as três coisas que mais incomodavam o status quo vigente. Naquele trio tínhamos um representante dos evos, alguém que não era considerado como um humano normal, já quer eram criados por engenharia genética. Tínhamos uma mulher, que mesmo em uma sociedade tão ‘avançada’ ainda era desconsiderada frente os homens para algumas atividades e pilotar um hussardo era uma dessas atividades. E tínhamos um humano fora das castas mais altas da sociedade. Desta forma, neste trio, a academia teve o seu quadro dos excluídos e, por assim dizer, eles tiveram um alvo plantado em suas testas para os comentários maldosos e as brincadeiras desnecessárias.

Mas mesmo assim, com todos os olhares de desaprovação, a satisfação ainda era muito maior. Talvez por isso os três se entreolharam e começaram a rir. O sorriso do vencedor. Aquele que mais incomoda os outros.

“- Próxima para, Cantina!” – declarou Liana de forma exageradamente formal, seguida de uma reverência forçada e cômica – “temos que comemorar!”. Logo depois ela novamente se joga sobre Hasmuss sem aviso aparente derrubando mais uma vez. Era sua marca registrada.



Cinema na Confraria: novo trailer de The Hobbit: a desolação de Smaug


Cinema na Confraria
Novo trailer de
The Hobbit: a desolação de Smaug

Chegou mais um trailer da esperada segunda parte de “The Hobbit: a desolação de Smaug”, adaptação da obra de JRR Tolkien. A estréia será em 13 de dezembro!


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Theros, nova coleção de Magic - todos os cards dourados



























Dragão da semana: ... e morto-vivo!?

Dragão da Semana


 Se já não bastasse ser um dragão, ainda por cima tinha de ser morto vivo!?