sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Cinema na Confraria: spin-off do Homem-Aranha no cinema?


Cinema na Confraria
Spin-offs de Homem-Aranha no cinema?

Este é mais um daqueles rumores que eu aposto que se concretizarão. Surgio o comentário nos sites Prazo e The Wrap que a Sony Pictures Entertainment estaria interessada em realizar filmes spin-off de Amazing Spider-Man.

NOTA: Spin-off seria quando uma produção é feita com personagens de uma franquia que não são os protagonistas.

O que disse o presidente Amy Pascal: “Nós vamos para acessar um mundo cheio de personagens da Marvel do mundo do Homem-Aranha , que assim seja à procura de novos heróis e vilões.” O comentário foi concluída por Michael Lynton dizendo “Nós temos muita ambição de criar um universo maior em torno de Spider-Man . Há uma série de scripts em estudo.”

Podemos lembrar que existem muitos personagens interessantes que dariam bons filmes como Venon e Carnage. Vamos torcer?




Entrevista com o criador de Pulse



Entrevista com o criador de Pulse

Pulse é um interessante sistema de RPG de narração compartilhada nacional. Já falamos dele por aqui. Agora trazemos uma entrevista que foi disponibilizada no Youtube com seu criador – Encho. Conheça um pouco mais do sistema e de seus atrativos. Vale à pena!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Dragão da Semana: frente a frente

Dragão da semana


Uma conversa íntima com um dragão mão é uma boa ideia.


Cinema na Confraria: Noé é o Mad Max da Antiguidade

Cinema na Confraria
Noé é o Mad Max da Antiguidade


Mais uma super-produção devastando a Terra estará chegando ao cinema com ares de blockbuster . Trata-se de “Noé”. Mas não se enganem....está muito longe de ser um filme religioso. Na verdade a produção de Darren Aronofsky (“Cisne Negro”) é baseada em uma graphic novel de mesmo nome roteirizada pelo próprio Aronofsky juntamente com Ari Handel e desenhada por Niko Henricho. Pode-se dizer que essa HQ é uma versão de Mad Max na Antiguidade com um visual de mundo quase apocalíptico e onde o protagonista, Noé, que será interpretado por Russell Crowe (“Robin Hood” e “Gladiador”) luta contra tudo e contra todos. No elenco ainda temos Jennifer Connely, como Naameh; Emma Watson, como Ila; Anthony Hopkins, como Matusalém; Logan Lerman, como Cam; Douglas Booth, como Sem; Kevin Durant, como o gigante; e outros. A estréia será em 28 de março de 2014.

Veja aqui o trailer dublado:


Veja aqui a Graphic Novel (clique na imagem para fazer o download):


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Réplica perfeitas de Man at Arms: o tridente de Finnick


Réplicas Perfeitas de Man at Arms
o tridente de Finnick

Vamos agitar essa semana adiantando uma postagem que faço normalmente na terça ou quarta-feira – as réplicas de Man at Arms. Com a onda da estréia de “Jogos Vorazes: Em Chamas” temos uma belíssima réplica do tridente de Finnick. É impressionante o trabalho que esses fãs conseguem realizar.

Lançado um guia para ladrões em Old Dragon

Um guia para ladrões em Old Dragon

Que tal juntar o gosto pela classe dos ladrões e o sistema Old Dragon? Pois está disponibilizado pela RedBox o suplemento “Sombras e Segredos” de Rafael Beltrame, um guia para se usar ladrões nas aventuras do sistema Old Dragon. O valor do pdf é de R$ 6,90. Veja abaixo a chamada no site:


“Sombras e Segredos – Um guia Old Dragon para Ladrões” é um livro que busca abranger e esclarecer diversos pontos sobre esta classe, assim como auxiliar Mestres e jogadores na tarefa de criar personagens únicos, independente de seus atributos ou habilidades. 
Robin Hood, Al Capone e Lampião são exemplos muito distintos entre si de famosos “ladrões”, personagens que andaram do lado oposto da lei em detrimento de suas próprias crenças. Esta peculiaridade não era o que lhes caracterizava como “bons” ou “maus”, mas o que faziam com suas habilidades. Da mesma forma, o jogador pode criar um personagem interessantíssimo, introspectivo ou expansivo, altruísta ou egoísta, mas acima de tudo, único.
Confira em quase 40 páginas repletas de ilustrações novos equipamentos, especializações, dicas de interpretação e avaliação de habilidades, além de uma aventura exclusiva para um personagem solo em um livro que não pode faltar na sua coleção!”

sábado, 16 de novembro de 2013

Laboratório de Cenários: rio de lava sensacional!!!


Um rio de lava sensacional

Trago desta vez uma bela estrutura para vocês deixarem a dungeon do jogo desta semana “quente”! É um estrutura que pode ser agregada à qualquer dungeon desde que sejam feitos alguns ajustes e, claro, uma pequena modificação aqui e ali na aventura. Ela é um pouco mais complexa e requer muito mais cuidado para ser montada, mas nada que uma boa parcela de paciência não resolva. Como sempre as dicas são as mesmas: use papel mais grosso para a tinta não enrugá-lo; as partes do rio de lava poderiam ser impressas em um papel de foto para dar mais vida; e tenha paciência...muita paciência!


Rio de lava

Resenha: A Constelação do Sabre - volume 1, para 3d&T


Resenha
A Constelação do Sabre - volume 1

O livro “A Constelação do Sabre - volume 1” é o primeiro suplemento para o cenário de 3d&T inaugurado com “Brigada Ligeira Estelar”. De autoria de Alexandre Lancaster e lançado pela editora Jambô o livro chegou às prateleiras à poucas semanas e chegou a hora de fazermos uma resenha para ele.

A obra fará parte de dois livros dedicados às três porções da Constelação do Sabre – o Cabo do sabre, o Fio do Sabre e a Ponta do Sabre – onde cada livro se dedicará à uma parte dos mundos dispostos em ordem alfabética. Neste volume 1 temos representados os mundos de Alabarda, Albach, Albuquerque, Altona, Annelise, Arkadi, Bismark, estação Parlamentar, Forte Martim e Gessler.

O cerne principal dele, e vejo nisso seu primeiro ponto positivo, é não entregar aos fãs e jogadores uma obra definitiva e completa com a totalidade das informações sobre cada mundo. A obra se preocupou em mostrar os traços gerais e que fazem de cada mundo único, aqueles aspectos exagerados ou desconexos do senso comum. Com isso cada um pode trabalhar e principalmente criar à vontade a sua versão de ‘mundo’ dentro da Constelação do Sabre. Como cada um terá os aspectos generalizadores as criações, mesmo que em grande quantidade, poderão coexistir sem problema.


Considero que o segundo ponto positivo tenha sido sobre os elementos escolhidos para fazerem parte de cada capítulo de descrição dos mundos. Ficou enxuto e com que é mais importante e com detalhes que fazem a diferença, tal como o escudo de cada mundo. Um perfil geral com as três principais casas nobres é complementado com algumas dicas de interpretação ... ótimo! Os locais mais importantes de cada mundo apresentam em si bons indicativos de enredos para aventuras e campanhas. Para encerrar as informações existe um pequeno indicativo de como representar os grupos principais dentro daquele mundo dando sempre ênfase para os Oficiais Hussardos. Os destaques ficam com um pequeno Box em cada capítulo com a estrutura militar do mundo (o cerne de todo a estrutura do cenário) e a ficha de um personagem representativo e seu mecha. Sempre gostei de personagens ‘oficiais’ para darem mais tempero aos cenários e aqui temos muitos deles, e sem exagero.

O terceiro ponto positivo está no capítulo 11. Ele nos trás uma nova leva de 25 kits e 6 novos robôs inéditos e prontos para serem usados. Os kits têm alguma ligação com cada um dos mundos e a ênfase aqui está para os kits de cada oficial hussardo de cada mundo. Mas para mim o destaque especial está para Celebridade Galática... gostei muito!

Para encerrar temos um capítulo especial dedicado à cidade capital de Leocádia e todas as suas particularidades, mas sempre com a comedida intenção de não exagerar nas informações ou encerrar o assunto.

Um detalhe me chamou a atenção e acho que não sou o único em perceber isso. Para aqueles que já têm mais tempo no RPG e já se dedicaram à muitos cenários e sistemas perceberam que este primeiro volume de “A Constelação do Sabre” tem muita semelhança com “O Reinado, volumes 1, 2 e 3”, suplemento para o cenário de Tormenta dentro do sistema 3d&T, lançado pela Trama a nem sei quantos anos atrás. Na época ele foi um livro revolucionário por ser o primeiro a se aprofundar em um cenário totalmente nacional. A estrutura de ambas as produções são muito mais que semelhantes.


Mas não estou dizendo isso de forma depreciativa, de forma alguma. Todos nós, macacos velhos no mundo do RPG, sabemos que aqui tudo é reciclado, adaptado, transformado e recriado. Então não existe nenhuma razão para não usar algo que deu tão certo como base para uma nova linha de livros. Não nos esqueçamos de tudo o que falei acima sobre as características deste lançamento que lhe dão personalidade própria.

Pontos negativos? Eu não seria tão enfático assim, mas algumas coisas poderiam melhorar, muito embora seja um preciosismo meu. Faltaram duas ou três imagens para os personagens apresentados no livro. Outra coisa que me agradaria seria imagens para os vários tipos de mechas apresentados. Um mapa no início da publicação também fez falta já que a geografia espacial é o cerne da obra.


“A Constelação do Sabre – volume 1” é uma obra muito bem fechada e deverá, com muita certeza, se tornar um clássico com o passar dos anos. Ele serve muito bem ao que veio que é trazer informação e deixar a cabeça dos fãs repleta de ideias e aventuras. Tenho certeza que muita coisa derivará deste e dos próximos dois volumes.


Ficha da Obra
Título: A Constelação do Sabre - volume 1
Autor: Alexandre Lancaster
Editora: Jambô
Sistema: 3d&T
Páginas: 80
Preço: R$ 25,00

Galeria de imagens de soldados hightech sensacionais


Galeria de imagens de
soldados hightech

Para quem gosta de boas imagens hightech encontrei uma galeria sensacional no site CGHub, criadas pelo usuários NivanhChanthara. São ótimas imagens de soldados humanóides. Confiram!
















sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Mutantes e Malfeitores: construindo um personagem


Analisando Regras:
Criando personagens

Há muito tempo que digo que criar um personagem não se restringe em conhecer regras e decifrar tabelas dentre muitos e muitos livros. Lógico que o conhecimento das regras é fundamental para a transposição do personagem para o papel e para a sua utilização no jogo. Mas para sua construção, em Mutantes e Malfeitores, que é nosso alvo aqui, temos coisas mais importantes ainda – o conceito.

Um personagem, tal qual uma pessoa, possui íntimas particularidades que fazem dele único, ou melhor, o destacam na multidão. Em critérios de M&M, como na grande maioria dos sistemas, nós criamos um personagem baseados em uma série regras que atribuem à ele habilidades físicas e mentais, conhecimentos, aptidões, dons, capacidades de combate/defesa e, claro, poderes. Em M&M existe uma gama tão grande de livros e possibilidades que quase tudo o que imaginarmos poderá ser colocado ou simulado em uma ficha de um personagem próprio ou de uma adaptação e muitas vezes um simples detalhe cria um personagem totalmente novo, mesmo que usando os mesmo elementos.


Em mais de um artigo aqui mesmo na Confraria de Arton eu já expliquei da importância de usarmos Feitos, Extras e Falhas para ampliar nosso espectro de possibilidades na construção de um personagem. Pois bem, a questão é – como perceber onde aplicar tais elementos para criarmos um personagem único ou com personalidade própria? Aqui entra o ‘conceito’.

A construção de um personagem requer que saibamos como ele será, não importando se será uma adaptação ou não. Para isso temos que compreender como a sua mecânica particular funciona, como ele se portará ou como queremos que ele se porte.  Duas perguntas básicas são a chave disso.

Como é sua estrutura de funcionamento?
Gosto de começar por aqui. Com essa questão tento delimitar como o personagem funcionará, se baseado em habilidades (atributos básicos), conhecimento & treino (feitos e perícias) ou em poderes. Com essa simples questão respondida já temos um bom caminho percorrido para a montagem do personagem e sabemos onde começar a nossa construção.

Vamos à um exemplo prático. Um personagem será muito forte, e isso pode aparecer por muitos motivos em M&M. A partir do quão forte ele será influenciará, um pouco pelo menos, na construção do personagem. Ele pode ter treinado, como um halterofilista ou um agente de forças especiais; ele pode ter sofrido alterações devido à um soro, como o Capitão América; ele pode ter nascido assim, como Thor e Hércules; ou mesmo ele pode ficar assim devido à alguma modificação fisiológica, como n caso do Hulk. A força enorme do Homem de Ferro só é possível devido ao uso de uma armadura. E ainda existem muitas outras possibilidades. Isso já nos dá a noção de por onde o personagem poderá ser diferenciado dos outros e onde essa diferença irá aparecer. Estamos iniciando a delimitação de seu conceito.


O Hulk teria sua Força descomunal ligada à uma alteração de sua forma. Já o Capitão América teria sua força permanentemente ativada, mas ligada à existência do soro do supersoldado. Já Thor teria sua enorme força ligada diretamente à Habilidade Força em um grande nível. Para vocês verem, três exemplos de personagens com grande força baseados em possibilidades diferentes. Mas vamos começar de forma prática com o Capitão América.

Por que o personagem funciona assim?
Uma pergunta que pode parecer banal, mas que tem todo o sentido. Se um personagem possui uma mecânica baseada em algo adquirido de fora para dentro (elementos externos como equipamentos ou treinamento) ou internos (mutação ou de nascença). Por exemplo, o Capitão América tem sua força baseada em um soro testado nele durante a Segunda Grande Guerra. Essa força está permanentemente ativa, pois o soro está permanentemente ativo. Mas nada impede que esse soro seja extraído dele ou que ele receba um antídoto. Ao mesmo tempo sabemos que esse soro deu outras características especiais para o personagem como maior agilidade, rapidez, imunidades, longevidade, resistência etc. Então delimitamos que esse soro é fonte de uma série de características mais ou menos interligadas onde a perda de uma acabará acarretando na perda de todas. Está mais do que na cara que isso requer o uso de um Repertório de poderes, que interligará todos ele à um básico, mas que quando travado o soro, afeta todos.

Isso é muito diferente do Homem-Aranha, por exemplo, que teve sua estrutura alterada após a picada de uma aranha radioativa, mas que acabou causando uma mutação nele. Ou seja, ele foi alterado permanentemente. Neste caso de Peter Parker as suas alterações, embora todas ligadas à um evento em comum, agem de forma independente dentre dele e na construção de sua fica poderíamos colocar cada característica como um poder independente.


Com essas duas primeiras questões resolvidas já temos um norte para seguir. Sabemos onde dar mais ênfase em nossa criação ou onde nos preocuparmos mais. Depois disso só é necessário delapidar aqui e ali. A colocação de Feitos de Poder, Extras e Falhas se encaixarão de forma muito mais perfeita com esta diferenciação determinada.

Um erro comum que temos na construção de um personagem é olharmos para o poder ou para a característica especial de nossa construção e esquecermos que o personagem em si é um sistema todo interligado. Talvez nos casos de dispositivos especiais não faça tanta diferença, mas mesmo assim, uma boa interpretação dos poderes do dispositivo trarão melhores efeitos no jogo.

E depois...
Depois desses dois primeiros passos vamos adiante no entendimento do personagem. O que ele conhece ou sabe fazer (perícias e feitos). Um personagem pode ter muita força e não por isso ser um bom lutador ou então não ter a capacidade de criar muito dano, ou ainda ao contrário, mesmo com apenas um certo grau de força causar um grande estrago. O capitão América tem uma força bem maior que a de um humano normal. Mas, além disso, ele é bem treinado. Como esse treino independe de seus poderes eles serão agregados ao personagem em si como Feitos. Se esse treino ou feitos dependessem do poder para serem usados ou aparecerem, eles estariam ligados ao poder em si.

Um contra-ponto de exemplo aqui seria o Demolidor. Ele possui poderes fora do comum devido à um acidente com elemento radioativo que lhe tirou a visão, mas lhe conferiu uma espécie de radar.  Com isso ele possui uma mira extraordinária. Quanto mais ele treina, melhor ele fica, mas no momento que esse ‘radar’ for retirado dele, seu treinamento e toda a evolução que ele teve de nada adiantarão. Aqui temos o claro exemplo de um Feito (que pode ser Tiro Preciso ou Acurado) ligado apenas à sua estrutura de poderes.


...e mais!
Outro exemplo prático e que muitos se perdem tem haver com a relação ataque-dano-poder-eficência na hora da criação ou adaptação do personagem. Nem sempre o melhor ataque garante o maior dano o a melhor eficiência. Da mesma forma um alto nível de um determinado poder não garantem um bom ataque ou dano. Temos que pensar também no conceito para ter isso claro. Uma boa forma disso é perguntarmos como o ataque afeta o adversário.

Se nosso personagem acerta quase sempre seus ataques, significa que ele tem um alto nível de ataque, mas não significa que ele cause mais dano com isso. Da mesma forma, se um personagem acerta com dificuldade, não significa que quando ele acerte não seja extremamente poderoso. Outra possibilidade é que o ataque de um poder, mesmo sendo baixo, pode ser muito significativo se não puder ser salvo.

Leve essas noções em consideração na hora de construir seu personagem. Muitas vezes uma simples adesão de feitos à um equipamento ou poder já resolve.

Terminando

Esse assunto poderia dar muito pano para manga e consumir páginas e mais páginas com debates. O certo é que temos que ter uma boa construção de conceito de nosso personagem para que nosso resultado final seja o mais próximo possível do que imaginamos ou de uma adaptação desejada. Perca alguns momentos pensando sobre a mecânica do personagem e só depois comece a rascunhar a ficha!

Cinema na Confraria: filme sobre amizade e Tolkien e Lewis

J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis
juntos em filme

Um filme no mínimo interessante está em fase de pré-produção. Como todos sabem J.R.R. Tolkien e C.S. Lewis, autores respectivamente de “Senhor dos Anéis” e “As Crônicas de Nárnia”, tinham uma relação de amizade até certo ponto íntima, entre os anos 1926 e 1940, quando freqüentavam o grupo de intelectuais conhecidos por “Inkling”, na Universidade de Oxford.

Primeiro cartaz oficial do filme

Pois um filme está sendo produzido sobre essa amizade abordando principalmente seu final, às portas de Segunda Grande Guerra. “Tolkien & Lewis” está sendo roteirizado por Jacqueline Cook e Paul Bryan, não possuindo ainda diretor ou elenco cogitado. A produção está nas mãos de Werner Pramschufer, da Attractive Films, com co-produção de Mark Cooper 9”Shakespeare Apaixonado”, “Uma semana com Marilyn” e “A Outra”). Quem está também por trás da produção, no cargo de produtor executivo é Joan Lane (“O Discurso do Rei”). Com esse cast por trás da produção temos pelo menos a certeza de que não faltará experiência para um bom trabalho final.

Uma sinopse foi liberada pela Attractive Films, confira:


“Tolkien & Lewis é um drama biográfico passado em uma Bretanha dividida pela Guerra em 1941, revelando como J. R. Tolkien e C. S. Lewis se tornaram os principais autores de fantasia do mundo. Ambos são super-estrelas literárias, conhecidos mundo afora como os criadores da Terra Média e de Nárnia. Mas poucos sabem da importante e complexa amizade entre esses dois brilhantes, mas disfuncionais acadêmicos de Oxford. Uma amizade sem a qual eles nunca poderiam ter escrito seus amados clássicos, “O Senhor dos Anéis” e “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupas”. Conforme um ajuda o outro, Tolkien a enfrentar seus pesadelos psicóticos, Lewis a encontrar sua criança interior, a amizade dos dois parece mais profunda que nunca. Mas até mesmo as sociedades [“fellowships”, no original ] mais fortes são postas à prova. Quando Lewis revela seus contos de Nárnia e é catapultado aos holofotes com discursos inspirados pela fé na Rádio BBC, as inseguranças de Tolkien são despertadas. Inveja, neurose e questões de fé agora ameaçam a amizade dos dois.”

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

A dissertação de mestrado de Tio Nitro... vamos ler?

A dissertação de mestrado de Tio Nitro
- vamos ler -

Existem algumas figuras na blogsphera rpgística que por mais que elas mesmas não queiram são referência. Uma delas é, sem dúvida, Newton Ribeiro Rocha Júnior, vulgo Tio Nitro. Rpgísta de longa data ele é uma daquelas pessoas que quando dizemos “olha o que o Tio Nitro postou” ou “olha o que o Tio Nitro indicou” todos dão uma parada no que estão fazendo e vão conferir. Formador de opinião dentro do hobby e, por que não dizer estudioso dele, Tio Nitro atira para todo o lado produzindo material tanto de RPG, como sobre inglês, ficção científica, literatura e tantas outras coisas afins.

Pois tenho aqui algo que muitos gostarão de ler para poder compreender um pouco mais os conceitos e opiniões desta figura. Com autorização prévia do autor, o próprio Tio Nitro, temos aqui a dissertação de mestrado dele cujo o tema é ficção científica. Com o título de “Creator and Creature in William Gibson’s Neuromancer: The Promethean Motif in Science Fiction” o trabalho mostra um pouco sobre ele e suas concepções. Infelizmente temos aqui apenas a versão em inglês, embora não seja nenhum grande desafio (uma alternativa é usar um bom tradutor e um dicionário).

Aproveitem !!!