domingo, 1 de junho de 2014

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores - Nick Fury [Marvel]

Arquivo de Fichas  - Mutantes e Malfeitores
NICK FURY – Nicholas Joseph Fury


Nível de Poder: 8

HABILIDADES
FOR 14 (+2) DES 12 (+1) CON 14 (+2) INT 14 (+2) SAB 16 (+3) CAR 14 (+2) 

SALVAMENTO
Resistência +8*/+4; Fortitude +8; Reflexo +2; Vontade +6.
[*com traje]

COMBATE
Ataque +10, +13 [corpo-a-corpo]; Dano +2 [desarmado], +4 [pistola pesada]; Defesa +10, esquiva +5, Iniciativa +1.

PERÍCIAS
Arte da Fuga +6, Blefar +8, Computadores +6, Conhecimento [Tática] +12, Conhecimento [Manha] +8, Conhecimento [Tecnologia] +10, Desarmar dispositivo +8, Diplomacia +10, Dirigir +7, Disfarce +10, Furtividade +10, Idiomas 4 [alemão, japonês, francês, espanhol], Intimidar +9, Intuir intenção +8, Investigar +10, Notar +8, Procurar +6, Sobrevivência +7

FEITOS
Ação em movimento, Alvo esquivo, Ambidestria, Ataque atordoante, Ataque defensivo, Ataque dominó, Ataque furtivo 2, Ataque imprudente, Avaliação, Bem-informado, Bloquear aprimorado, Contatos, Derrubar aprimorado, Durão 2, Duro de Matar, Equipamento 4, Estrangular, Foco em ataque [corpo-a-corpo] 3, Inspirar 3, Liderança, Plano genial, Rolamento Defensivo, Zombar. [Estilos de luta – Tae Kwon Do e Jiu-jitsu]

PODERES
Imunidade 1 [Soro do Infinito - envelhecimento]

EQUIPAMENTOS
Pistola .45 [Pistola pesada – Bônus de Dano +4, Crítico 20, Descritor/balístico]
Traje SHIELD [Traje de Klevar – Bônus de resistência +4, Imunidade á todo dano por Fogo]

Pontos: 133
24 (habilidades) + 10 (salvamento) + 40 (combate) + 28 (perícias) + 30 (feitos) + 1 (poderes)


Estréia
Um dos personagens ícone do cenário da Marvel, foi criação de Stan Lee e Jack Kirby em 1963. Originalmente ele era um personagem ligado às histórias sobre a Segunda Guerra Mundial tendo sua primeira aparição na edição “Sgt. Fury and his Commandos #1”, de maio de 1963. Era para ser apenas uma série mas com sua popularidade acabou se integrando ao cenário fixo da editora. Essa integração começou na edição “Fantastic Four #21”, de dezembro de 1963, onde ele aparecia como um agente da CIA e logo depois ele foi transformado (apresentado) como um espião de uma agência de inteligência chamada SHIELD.

História
Primeiros passos
Nicholas é um nova-iorquino oriundo da Cozinha do Inferno nascido em 1920. Com a eclosão da Segunda Grande Guerra e a preparação dos Estados Unidos para o pior, ele se alistou com vinte e um anos, após sua convocação, seguindo os passos do pai que combateu na Primeira Grande Guerra pelo exército britânico. Sua ida para o exército aconteceu com a companhia de um grande amigo de infância – Hargrove. Os dois foram treinados em locais diferentes – Nick em Fort Dix. Posteriormente ambos foram alocados em Pearl Harbor, pouco antes do ataque japonês. No ataque Hargrove morre, levando Fury a se integrar aos Rangers, logo subindo ao posto de sargento, sendo convidado para liderar um grupo de operações especiais conhecidos como Comando Selvagem. Nas operações por toda a Europa contra os nazistas, ele e seu grupo lutaram sozinhos e junto de heróis como o Capitão América e os Defensores ou personagens que viriam à se tornar heróis com Logan (aquele que viria a ser conhecido como Wolverine) e Reed Richards (que viria a se tornar o Senhor Fantástico).


Fórmula do Inifinito
Durante suas missões dois fatos são muito relevantes para Fury. O primeiro deles foi a explosão de uma mina terrestre na França que o deixa gravemente ferido. Ele é achado pelo doutor Berthold Stemberg que o salva e usa nele um soro chamado Fórmula do Infinito, usando Nick como uma verdadeira cobaia na tentativa de salvá-lo. Esse soro, o segundo fato importe de sua vida, retarda o envelhecimento.

Com o final da Guerra Mundial Nick não conseguiu deixar a vida de ação e missões e acaba sendo deslocado para atividades de inteligência, área crescente com a Guerra Fria. Ele começa na Agência Central de Inteligência, percussora da CIA, e realiza um severo treinamento em Langley. Uma de suas missões é resgatar o doutor Stemberg, quando ele descobre que tem de receber doses regulares do soro ou simplesmente morrerá. Infelizmente o doutor não é tão honesto quanto parecia e começa uma longa jornada de extorsão à cada dose necessária que durou cerca de trinta anos.

Em meio à isso Fury é deslocado para CIA como um agente de espionagem para trabalhar na Coréia, recebendo a patente de tenente. Logo depois ele recebe a patente de coronel ao executar com sucesso a missão de destruir uma base de MIGs na Coréia. Dentro das suas atribuições ele é o responsável pela indicação da contração de Richard e Mary Parker (futuros pais de Peter Parker, o Homem-Aranha) como agentes.

Sua ligação com seres super-poderosos acaba por levá-lo para SHIELD, uma organização secreta ligada ao governo americano e à ONU para tratar de assuntos fora alçada do convencional. Logo depois de ingressar na organização o posto de diretor lhe foi oferecido por Anthony Stark (que ainda tinha sua identidade de Homem de Ferro sob sigilo). Como diretor ele é o segundo em comando, ficando abaixo de um conselho secreto de doze membros que comandam a estrutura operacional da organização deixando à Fury a tarefa de gerenciamento e implementação das ordens (isso é apresentado em “Nick Fury VS SHIELD #01”, de junho de 1988, lançado no Brasil com o mesmo nome, pela editora Abril, em 1992).

Sua atuação na SHIELD durou muito anos crescendo exponencialmente em importância e tamanho e durante a maior parte deste período o principal inimigo da organização foi a Hydra, comandada pelo Barão Von Strucker. A briga entre eles praticamente acabou quando Fury conseguiu literalmente enterrar a ilha base da Hydra com Strucker preso em seu núcleo atômico. Mas não só crises teoricamente humanas fora tratadas pela SHIELD e Fury, em muitas crises super-humanas também atuou lado à lado com os Vingadores e outros grupos de heróis.

O fim da SHILED e uma nova SHIELD
Mas após a derrota da Hydra o crescimento da SHIELD foi ainda maior e mais acelerado, em uma proporção que nem mesmo Fury imaginava e duvidava ter condições de gerenciar. Mas então o caso Deltite veio à tona. Descobriu-se que a SHIELD e a Hydra eram manipuladas por uma aliança entre o Barão Strucker e o Guarra Amarela com a intenção de dominar o mundo, controlando o todas as ações desses dois enormes grupos mundiais e direcionando-os conforme seu interesse Isso pode ser visto da edição “Nick Fury VS SHIELD #06”, de novembro de 1988, lançado no Brasil com o mesmo nome, pela editora Abril, em 1992.


Descobriu-se que um grande número de agentes da SHIELD foi substituídos por LMDs (Live Model Decoy), uma espécie de robô totalmente manipulado por uma fonte de controle. Nick Fury ficou completamente decepcionado pelo acontecido e principalmente por não ter percebido o que aconteci bem debaixo do seu nariz. Ele se auto-impõe um exílio durante o qual caça e desarticula todas as bases comprometidas da SHIELD.

NOTA: nesta série fica subentendido que inclusive o convite de Fury para dirigir a SHIELD não passou de um estratagema de Deltite para colocar seu plano em andamento.

Após um ano de atividade limpando a SHIELD Fury retorna e decide re-estruturar a organização desde o zero sob o apoio e chancela da ONU. Desta vez as coisas foram mais complicadas, mostrando uma grande dificuldade da organização conseguir recursos, apoio e confiança de todo o mundo.

A morte de Fury
Em meio à reconstrução da SHIELD Frank Castle, o Justiceiro, é preso e levado sob custódia para que o doutor Samson realize seções de hipnose. Enquanto preso Castle acaba sendo condicionado por Spook para fazê-lo acreditar que Fury era o verdadeiro responsável pela morte de sua família. Castel começa a perseguição à Fury até que ele consegue matá-lo. Todos acreditam que o homem enterrado no cemitério de Arlington seja realmente Nick, mas descobre que não passava de um modelo muito avançado de LMDs (Live Model Decoy). Ele na realidade estava escondido e anônimo e só algum tempo depois isso é descoberto pela SHIELD (como visto na história “... e destruir!”, na edição “Fury And Agent 13 #02”, de junho de 1998, que no Brasil foi lançada na revista “Wolverine #96, pela editora Abril, em fevereiro de 2000).


A verdade sobre a troca de Fury por um autômato foi revelada tempos depois. As dificuldades para reerguer a SHIELD, além de seus problemas pessoais, eram muito grandes. A Hydra havia ressucitado o Barão Von Strucker que novamente atacou a SHIELD matando quase mil e quinhentos agentes, com Fury conseguindo derrotá-lo novamente. O filho de Fury, Mikel, novamente encarnou seu alterego Escorpião causando-lhe problemas. Uma facção rebelde se forma dentro da SHIELD obrigando Fury e o Capitão América a tomarem providências. Cortes de orçamentos não previstos foram feitos dificultando a reestruturação da organização.

Em meio à esses inúmeros problemas Fury recebe um a mensagem secreta de seu antecessor como diretor da SHIELD. Para poder investigar sem levantar suspeitas Fury pede à Tony Stark para construir um LMD para tomar seu lugar. Essa troca acabou por mostrar-se providencial, pois coincidiu com o atentado à sua vida que acabou levando sua sósia à morte pelas mãos do Justiceiro.

Guerra Secreta
Quando Fury volta para a direção da SHIELD ele novamente começa a enfrentar sérios problemas. Um deles foi o seqüestro do aeroporta-aviões pelo Caveira Vermelha, que leva à morte do vilão. O mesmo aeroporta-aviões acaba sendo destruído em um arco que contava com participação de Electra e de um Wolverine após sofrer uma lavagem cerebral. Outro é a nova postura da SHIELD frente às atividades terroristas, depois dos atentados do dia 11 de setembro. Frente ao medo terrorista ele descobre de o Doutor Destino está organizando um grupo de super-vilões para realizar um ataque contra os Estados Unidos. Para isso ele cria um grupo secreta formado por Wolverine, Capitão América, Homem-Aranha, Luke Cage, Demolidor e Viúva Negra para atacar a Latvéria, antes que eles ataquem no arco chamado Guerra Secreta (pode ser encontrado nas edições “Secret War #1 à #4, em 2004, e no Brasil lançado pela editora Panini, em quatro edições em uma mini-série chamada “Guerra Secreta”, entre outubro e dezembro de 2005, e relaçnada em forma encadernada pela editora Salvat em dezembro de 2013). Ele toma essa atitude de forma independente para prevenir um perigo eminente. Mas sua atitude foi vista como perigosa e impensada e ele é levado à deixar seu posto de diretor da SHIELD devido à uma enxurrada de mandatos de prisão internacionais para ele. Em seu lugar assume Maria Hill, quase tão competente quanto ele, mas com uma postura clara de não favorecer os heróis.


Guerra Civil e Invasão Secreta
Durante o arco da Guerra Civil, Nick Fury deu apoio ao grupo liderado pelo Capitão América contra o registro de pessoas com poderes ou atividade como herói ou vilão. O apoio veio por meio da disponibilidade das várias bases secretas da SHIELD que apenas ele tinha conhecido de sua localização.

Sua participação no arco da Invasão Secreta acontece quando ele mata Valentina Allegra, que tentava pegar senhas secretas da organização, e descobre que ela era uma skrull. Para tentar descobrir o que estava realmente acontecendo ele recruta a Mulher-Aranha para que investigue dentro da Hydra e da SHIELD. Depois que a própria Mulher-Aranha é substituída por skrulls ele começa a montar uma equipe de crianças super-podereosas para ajudá-lo contra a invasão alienígena. O combate em Nova Iorque para repelir a invasão foi sangrento, mas bem sucedido evolvendo uma quantidade impensada de heróis.

Reinado Sombrio e o Cerco
Após os devastadores acontecimentos da invasão alienígena Nick volta à investigar a SHIELD e descobre que a influência da HYDRA sempre existiu dentro da organização desde o seu início em um nível muito maior do que ele imaginava. Assim a Hydra volta a ser o grande alvo de Fury, além de Norman Osborne Ele monta um novo Comando Selvagem com cerca de 1200 ex-agentes da SHIELD que se recusaram a trabalhar para a HAMMER, de Norman Osborne. As descobertas de todo o submundo que agia por detrás da SHIELD, na época de Fury, lhe mostraram como ele foi manipulado.

Fury se junta ao Capitão América e muitos outros heróis leais à Steve Rogers para ajudar Thor na proteção de Asgard, que seria atacada por Osborne. A luta é violenta e conta com muitas mortes, entre elas a de Ares e Sentry. Mas finalmente o grupo de ajuda à Asgard, com apoio de Loki, vence a luta.

Sem soro
As últimas doses do soro do infinito que Fury possuía ele gastou para ajudar Harpia, ferida em um assalto, e para salvar a vida de Bucky. Mesmo sem mais doses do soro, que Nick teria que tomar regularmente, ele permaneceu aparentemente sem envelhecer devido ao acúmulo de doses já ingeridas. Mas acontecimentos que coincidem com a descoberta de um filho, mantido em segredo por Nia Jones, Fury tem todo o soro do infinito que estava em seu organismo retirado. Isso o deixa como uma pessoa normal à mercê do processo de envelhecimento.


Rélicas perfeitas de Man at Arms: as foices voadoras de Black Star [Soul Eater]


Réplicas perfeitas de Man at Arms
As foices voadores de Black Star [Soul Eater]

Soul Eater é um mangá com uma grande gama de armas super legais. Desde as irmãs Winchester, que viram pistolas, até Soul, que vira uma foice, todas são extremamente criativas e dão um sabor interessante para as histórias com combates incríveis. Então, por que não trazermos uma dessas armas para a realidade. Pois este foi um dos últimos projetos do Man at Arms. 


Vejas as réplicas apresentadas anteriormente AQUI

Cinema na Confraria: Um reboot para Tropas Estelares?

Cinema na Confraria
Reboot de Tropas Estelares?


Quem nunca assistiu “Starship Troopers” (Tropas Estelares) pode se redimir em breve. Obra literária clássica de ficcção científica escrita por Robert Heinlein e que ganhou uma versão (não tão bem sucedida) para os cinemas nas mãos de Paul Verhoeven em 1997 poderá ter um reboot pelas mãos da Annapurna Pictures. Nada foi confirmado pela executiva da empresa, mas também não foi negativa. A notícia surgiu pelas redes sociais mas tem tomado força de pessoas ligadas ao mundo do cinema.


De minha parte eu acharia muito bom uma refilmagem da obra de Heinlein com um tratamento visual mais apurado e com uma visão mais cuidadosa. Vamos ficar na torcida...



Seriados na Confraria: novo trailer do terror The Strain


Seriados na Confraria
Trailer do terror The Strain

Mais um curto trailer de The Strain foi lançado esta semana. O terror de Benício del Toro sobre uma praga de vampiros no mundo mostra o tipo de monstro que teremos no seriado. Não esperam por vampiros no formato tradicional, até por que  ao que parece pode ser algo de fora do planeta. O clima mostrado no trailer nos garante que a série será repleta de tensão e muito sangue. Com estréia marcada para 13 de julho o seriado é baseado na série de romances de del Toro e Chuck Hogan.

sábado, 31 de maio de 2014

Material de Apoio - Poleweapons - Corseque


POLEARMAS IX - Corseque

Está é mais uma arma de haste européia com um desenho muito peculiar. Seu nome advém de seu país de origem – a Córsega. À primeira vista alguns poderiam dizer tratar-se de um tridente ou uma lança. Um erro comum.

A Corseque é uma poleweapon com uma haste de 1,8 e 2,5 metros de comprimento. Sua ponta metálica proeminente e o comprimento de sua haste lembram muito uma lança. A ponta, além de alongada é em forma de uma lâmina, e possui outras duas porções em forma de lâminas transversais. As três lâminas são feitas em uma peça metálica única. Com este design muitos acreditam que ela tenha muito provavelmente evoluído a partir do spectum medieval.

Elas eram utilizadas pela infantaria em campo de batalha para deixar guerreiros à cavalo afastados. Com suaslâmina principal bem alongada, que a manejasse poderia perfurar o cavaleiro, principalmente abaixo do pescoço, ou para perfurar o cavalo no pescoço e dorso, ou cortar suas pernas.

Ela foi muito popular na Europa dos séculos XVI e XVII e de todas suas variações as que mais foram produzidas e utilizadas foi uma versão com lâminas laterais ao invés de pontas laterais, em forma de gargalo, e outra com as pontas laterais curvadas para fora em forma de ganchos. As corseques com as três lâminas viradas para a frente tem uma função mais agressiva. De outro lado, quando as lâminas transversais são viradas para trás, sua função é mais defensiva.




terça-feira, 27 de maio de 2014

Comic Con Experience divulga valores e datas para ingressos

Comic Con Experience divulga
valores e início das vendas dos ingressos

E os valores dos ingressos da Comic Con Experience foram divulgados. Com venda marcada para iniciar dia 2 de junho, exclusivamente pela internet, os valores me deixaram um pouco surpreso. Aparentemente os valores parecem altos – R$ 139,98 por pessoa. Mas com a doação de um livro em bom estado o valor cai para R$ 69,99. Para um grande evento esses valores não podem ser tidos como exagerados. Ao mesmo tempo ainda não tivemos a apresentação das ‘grandes’ presenças que este tipo de evento também deve proporcionar. Como este é um dos primeiros eventos desta magnitude para o Brasil e óbvio que temos algumas dúvidas e cuidados. Ainda vou esperar um pouco mais para avaliar melhor, mas torço para que tudo seja perfeito pois a comunidade nerd e geek brasileira merece.

Abaixo veja o comunicado da página oficial do evento:


A espera acabou: o primeiro lote de ingressos para a Comic Con Experience, evento de cultura pop e entretenimento nos moldes das comic cons que acontecem nos EUA e em todo o mundo, começa a ser vendido nesta segunda-feira, 2 de junho, a partir das 12 horas (horário de Brasília).

O benefício da meia entrada é oferecido a Estudantes (de posse da carteirinha), idosos, professores e portadores de necessidades especiais, mas será estendido a todas as demais pessoas que doarem um livro (em bom estado de conservação que posteriormente será distribuído a bibliotecas e escolas públicas de São Paulo. O livro deverá ser entregue na entrada do evento e o desconto não é acumulativo.

As opções de ingresso, oferecidos neste primeiro lote com preços promocionais, são:

 • Day Pass: R$ 69,99 + doação de um livro (valor integral: R$ 139,98)

 • 4 Day Pass: R$ 199,99 + doação de um livro (valor integral: R$ 399,98)

Neste primeiro lote também estarão disponíveis os seguintes pacotes VIP:

• Kirk Hammett Fan Experience: R$ 699,99 + doação de um livro (valor integral: R$ 1.399,98). Inclui ingresso para os quatro dias do evento, acesso garantido ao auditório principal nos painéis com o artista e assento em área VIP próxima ao palco, Meet and Greet (encontro com o artista com direito a foto com o artista e autógrafo em um item), acesso prioritário e sem filas ao evento em todos os dias, camiseta oficial da CCXP (a ser retirada no evento).

• Full Experience VIP:O valor será divulgado posteriormente. Inclui ingresso para os quatro dias do evento, acesso garantido ao auditório principal em um dos painéis com 4 (quatro) artistas e assento em área VIP próxima ao palco, Meet and Greet (encontro com o artista com direito a foto oficial) com os mesmos 4 (quatro artistas), acesso prioritário e sem filas ao evento em todos os dias.

Os ingressos poderão ser adquiridos no site www.ccxp.com.br em até 12 vezes sem juros e as vendas serão feitas exclusivamente através da plataforma online da Eventioz, empresa do grupo Eventbrite, a maior do mundo em gestão de eventos e venda de ingressos. A Eventioz é a única empresa autorizada a comercializar os ingressos da CCXP. A taxa de conveniência é de 6% a 8%.

Pacotes e caravanas

Fãs que moram fora de São Paulo podem contar com os serviços da CPQ Galleria Viagens, que é a agência de turismo oficial da Comic Con Experience. A empresa está preparada para atender todos os fãs interessados em passagens, hospedagens e pacotes turísticos para participarem da CCXP, bem como para atender grupos interessados em caravanas. Informações pelo email: viagem@comicconxp.com.br.


Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, e os quadrinistas Sean Murphy, Scott Snyder, Klaus Janson, Olivier Coipel, Ivan Reis, Greg Tocchini, Rafael Albuquerque e Rafael Grampá são alguns dos convidados já anunciados da primeira edição da CCXP - Comic Con Experience, evento que acontece de 4 a 7 de dezembro no Imigrantes Exhibition & Convention Center, em São Paulo. Trata-se do primeiro evento por aqui nos moldes das comic cons realizadas em diversas partes do mundo, que reúnem fãs e profissionais de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabília e colecionáveis para conhecerem as últimas novidades dessas áreas em uma grande celebração do universo geek e da cultura pop. O evento é organizado pelo Omelete e pela Chiaroscuro Studios. Os ingressos estarão à venda a partir de segunda-feira, 2 de junho, às 12 horas, no site: www.ccxp.com.br, onde também é possível acompanhar os próximos anúncios de atrações e de artistas convidados do evento.


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Cinema na Confraria: resenha de "X-Men: dias de um futuro esquecido"


Cinema na Confraria
Resenha de "X-Men: dias de um futuro esquecido"

Eis que “X-Men: Dias de um futuro esquecido” estreou e posso afirmar já de início – você não pode deixar de vê-lo. Mas apenas afirmar isso seria simplismo em demasia e vou apresentar aqui uma singela análise com os pontos fortes e fracos da produção. E só pra lembrar, esta análise está repleta de spoilers.

Podemos fazer duas análises desta produção – uma baseada em sua adaptação e outra na produção cinematográfica mesmo.

Para um fã de quadrinhos
A história na qual foi baseada a produção do cinema foi um marco nos quadrinhos em sua época de lançamento. Com um argumento inovador de Chris Claremont e John Byrne a história jogava os leitores em uma impressionante aventura dentro do paradoxo das viagens no tempo onde ação e reação estavam completamente interligadas.

É justamente com relação à adaptação que poderemos ter as maiores críticas daqueles que foram assistir ao filme com os quadrinhos em baixo do braço. Como todos sabem, ou deveriam saber, adaptações não têm a necessidade de serem cópias fiéis de algo. Adaptar significa pegar uma idéia ou conceito e transpô-lo para a telona de uma forma nova.

A história original se passava em dois momentos, 2018 e 1986. Os Estados Unidos do futuro estavam dominados por Sentinelas. Quando eles foram postos em funcionamento sua inteligência artificial concluiu que a única forma de erradicar a ameaça mutante seria dominando o mundo. Eles começaram pelos Estados Unidos dividindo a população em três castas – os normais, os com genes mutantes, mas sem poderes e aqueles com poderes manifestados. Esses últimos eram caçados e presos em campos de concentração.

O mundo está em crise, pois os Sentinelas preparam uma investida contra os mutantes de outros países e a resposta imediata será uma retaliação nuclear. Neste cenário temos alguns mutantes que sobreviveram e estão em Nova Iorque – Lince Negra, Tempestade, Magneto, Colossus, Franklin Richards, Rachel Summers e Wolverine (que faz parte da resistência canadense). Eles preparam uma investida para tentar mudar o mundo, mudando acontecimentos que desencadearam toda essa realidade. Eles sabem que o projeto dos Sentinelas foi implementado como reação ao assassinato de Robert Kelly, candidato à presidência americana, Charles Xavier e a doutora Moira. O assassinato seria realizado pela irmandade dos Mutantes liderado por Mística. Com suas mortes um candidato anti-mutante venceu as eleições e tudo foi desencadeado.

O plano deles é enviar a consciência de Kitty Pride (a Lince Negra) para seu próprio corpo na véspera dos acontecimentos derradeiros. Ela foi a escolhida, pois em 1986 ela havia recém entrado para a escola de Xavier e ainda não havia desenvolvido defesas contra ataques psíquicos.

No decorrer da história ela se junta aos X-Men do passado e juntos eles conseguem, após um grande combate contra a Irmandade dos Mutantes, impedir o assassinato do senador Kelly. Logo após o salvarem a mente de Kitty volta ao normal não deixando claro o que teria acontecido no futuro.

No filme temos algo um pouco diferente. É bom esclarecermos que este não é um filme isolado. Ele tem uma ligação direta com o que vimos em “X-Me: First class” e por isso mesmo ele não poderia chegar às telas esquecendo tudo o que aconteceu lá. Então o enredo deste novo filme é diferente do que tínhamos no quadrinho.

A data exata do futuro não nos é apresentada, mas percebe-se que os Sentinelas dominam o mundo todo. Com isso, ao que parece, os mutantes sobreviventes – Apache, Home de Gelo, Blink, Ororo, Colossus, Lince Negra, Bishop, Mancha Negra, Magneto, Xavier e Wolverine - fazem uma frente de resistência. O mutante que será enviado ao passado para tentar mudar o passado será Wolverine, que por ter o poder de se regenerar, não morreria no processo.

Aos poucos nos é apresentado o enredo e, consequentemente, as ligações com o filme anterior. O enredo se constrói sobre o cientista Bolivar Trask (Peter Dinklage) que seria o criador dos Sentinelas. Para isso ele teria literalmente dissecado muitos mutantes, inclusive alguns que estiveram no filme anterior. A sua morte teria acontecido em Paris, durante a reunião que oficializava o final da Guerra do Vietnã, nos anos setenta, e isso culminaria com o desenvolvimento de seu projeto dos Sentinelas. A assassina seria Mística. Só isso já mostra uma pá de diferenças com os quadrinhos. Aliado à isso temos que Wolverine, ao ir para o passado, terá de contatar Xavier e Magneto para ambos tentarem deter Mística.

Além disso, todo um enredo foi criado para linkar os filmes. Magneto está preso desde o caso dos mísseis em Cuba (e é resgatado por Mercúrio). Mística está andando pelo mundo se vingando de crimes contra os mutantes. Mutantes seguidores de Magneto, como Emma, Fada e Azazel, foram mortos e dessecados. Xavier (andando) está em depressão após a ida de Mística de do caso de sua paralisia. Tudo isso coisas que não tem ligação alguma nem com o arco mostrado nos quadrinhos, quanto na cronologia oficial da Marvel. Tudo isso mostra uma coerência cronológico entre os filmes.

Na continuidade o filme se desenvolve com uma primeira tentativa de Mística matar Trask e sendo impedida por Xavier e Erik. Essa tentativa acaba por impulsionar o desenvolvimento do projeto dos Sentinelas, o que leva Mística a tentar um novo atentado. Neste meio tempo Xavier e Erik se separam deixando ainda mais claro sua diferença na forma de pensar. Por fim Magneto tenta matar Trask em frente das câmeras, mas é impedido por Mística após interferência de Xavier.

Em resumo, algo quase que totalmente diferente do original do quadrinho. Essa mudança deve ter sido, claro, um choque para os fãs mais xiitas.

Para um fã do cinema
Para um fã do cinema, ou aqueles que não andam com os quadrinhos em baixo do braço, a sensação deve ter sido muito diferente. Primeiramente, o filme, embora tenha alguns ótimos combates, me parece muito mais preocupado com as questões psicológicas dos quatro protagonistas – Wolverine, Mística, Xavier e Erik. E isso não tirou o ritmo ou emoção do filme. Pelo contrário, pareceu dar mais consistência para o que víamos na tela. Essa mesma preocupação psicológica faz a ligação com o primeiro filme de forma muito interessante e coesa. A principal preocupação foi mostrar a diferença existente entre Charles e Erik, e que nem o perigo que isso pode desencadear no futuro muda.

As cenas de combate foram na medida certa, sem exageros, ou tomadas longas demais. Cada uma delas, em três momentos distintos do filme, foram muito bem construídas e finalizadas dando ênfase especial para os mutantes no futuro, que aposto que estarão no próximo filme.

Em sentido de conjunto contando o filme anterior e este novo, temos uma ótima produção que deve empolgar muitos os fãs dos mutantes no cinema. Temos muitos ganchos para os próximos filmes e muitos personagens para serem aproveitados.

Mas o principal de tudo foi o que fizeram com a trilogia original. Como poderiam aproveitar personagens importantes como Cíclope e Jean grey com eles já tendo morrido na trilogia? Pois as mudanças que Wolverine fez no passado acabaram por ‘anular’ os filmes da trilogia trazendo ambos os atores originais para a tela depois das ações de Wolverine. Ou seja, podem apostar que eles, e muitos dos personagens da trilogia, estarão nos próximos filmes.

Cenas pós-crédito
Para completar com chave de ouro tivemos uma curta cenas pós-créditos. Nela aparece Apocalipse, ainda nos tempos do Egito antigo, construído uma pirâmide com seu poder e ao fundo a silueta de quatro cavaleiros, possivelmente seus cavaleiros do apocalipse. Só isso já nos trás muitas especulações e a quase certeza de que Cíclope estará no próximo filme, pois nos quadrinhos esses personagens têm uma grande ligação.


Eu, particularmente, gostei muito do filme e, se você conseguir diferenciar as histórias dos quadrinhos da história do cinema, a diversão será garantida. Ele não é daqueles filmes que podem ser vistos sozinhos e por isso o filme anterior mostra extremamente necessário. Mas isso não o desmerece me nada, fazendo as mais de duas horas, quase imperceptíveis.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Livros na Confraria: Ex-Heróis e Ex-Patriotas, um mundo de super-heróis e zumbis


Ex-Heróis e Ex-Patriotas
- um mundo de super-heróis e zumbis -

Esta série de livros quase me escapou, mas felizmente a descobri. Imaginem um mundo cheio de zumbis, mas também com super-heróis. Em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis a população da Terra tenta sobreviver. Mas nesse mesmo mundo a infestação dos mortos-vivos também é vivenciado e combatida por pessoas especiais, com poderes extraordinários. “Ex-Heróis”, de Peter Clines, é uma série inusitada que acaba de ganhar seu segundo volume, “Ex-Patriotas”.

O livro de estréias, de 2013, chegou causando ótimas impressões nos fãs desses dois gêneros – heróis e zumbis. Nele temos um mundo onde pessoas ‘normais’ e seres com super-poderes coexistem até que uma praga de zumbis acaba por devastar boa parte da humanidade – um verdadeiro apocalipse zumbi com todos os seus requintes de horror e crueldade. Um pequeno contingente de humanos sobreviveu e é protegido por um punhado de heróis no que já foi Los Angeles. Esse é o mundo apresentado em “Ex-Heróis”. Veja abaixo uma sinopse disponibilizada pela editora:

“Eles eram heróis usando suas habilidades sobre-humanas para fazer de Los Angeles uma cidade melhor e mais segura. Até que uma terrível praga mortal se espalhou pelo mundo. Bilhões morreram, e hordas de zumbis levaram toda a civilização à ruína. Stealth. Gorgon. Regenerator. Cerberus. Zzzap. Mighty Dragon. Eles eram heróis usando suas habilidades sobre-humanas para fazer de Los Angeles uma cidade melhor e mais segura. Até que uma terrível praga mortal se espalhou pelo mundo. Bilhões morreram, e hordas de zumbis levaram toda a civilização à ruína. Um ano depois, Mighty Dragon e seus companheiros são os protetores dos sobreviventes, refugiados em um estúdio de cinema transformado em fortaleza, o Monte. Assustados e traumatizados, os heróis combatem os vorazes exércitos de ex-humanos nos portões, lideram equipes para procurar por suprimentos e lutam para serem verdadeiros símbolos de força e esperança. Porém, os famintos ex-humanos não são as únicas ameaças que os heróis devem enfrentar. Velhos aliados, com poderes e mentes horrivelmente destorcidas pela morte, ocultam-se nas ruínas da cidade. E apenas poucos quilômetros os separam de outro grupo, lentamente acumulando poder e liderado por um inimigo coma habilidade mais aterrorizante de todas.”


Não bastasse esse excelente primeiro livro, tivemos logo depois o lançamento da segunda parte – “Ex-Patriotas”. Este segundo livro se passa dois anos após o início dos horrores da infestação zumbi.

“Já se passaram dois anos desde que o apocalipse de ex-humanos praticamente exterminou a raça humana. Dois anos desde que os últimos sobreviventes de Los Angeles foram reunidos pelo grupo liderado por Stealth e St. George, passando a viver entre as muralhas de sua fortaleza, o Monte. Durante esse tempo, os super-heróis lutaram com todas as suas forças – e contra inimigos poderosos – para garantir aos refugiados um mínimo de paz e esperança. Mas agora os suprimentos vêm se tornando cada vez mais escassos, e a horda de zumbis parece cada vez mais perto de invadir o último refúgio de Hollywood. Eis que surge um lampejo de esperança, quando um batalhão do Exército americano entra em contato com os super-heróis. E não é apenas um batalhão comum: os homens e as mulheres do Projeto Krypton sobreviveram à catástrofe mundial por serem supersoldados, criados para serem mais rápidos, mais fortes e mais inteligentes que qualquer outro espécime da raça humana. Mas um segredo sombrio e extremamente poderoso se esconde no coração do Projeto Krypton. Em quem os super- heróis deverão depositar sua confiança?”

As obras de Peter Clines nos demonstram duas coisas muito interessantes que estão ocorrendo em nossos dias. A primeira delas é a inserção ainda mais forte que o normal do imaginário zumbi. Depois da invasão no mundo dos quadrinhos e da televisão, além da já clássica invasão nos cinemas na época dos anos oitenta, temos tido hoje em dia uma grande inserção desse tipo de cenário em livros. E mais ainda. Zumbis estão tão presentes no imaginário nerd/geek dos últimos anos que já estão sendo testados em tipos mesclados de cenário. Nesta obra eles co-existem com heróis, algo já visto no cenário Marvel Zumbis.

Por falar em heróis, este é o segundo elemento que deve ser salientado. Depois dos ótimos lançamentos com enorme sucesso para o cinema e da enxurrada de animações da Marvel e DC, os heróis estão deixando de ser elemento exclusivo dos aficcionados em quadrinhos e estão invadindo outros tipos de mídias. Quem acompanha heróis não é mais membro de uma minoria, e sim um membro da comunidade pop. E da mesma forma que os zumbis, a mistura deles com outras naturezas de personagens será cada vez mais comum e recorrente.


Os dois livros foram lançados pela editora Novo Século em uma faixa de preço dentro do normal para obras deste tipo e tamanho – R$ 39,90. Um terceiro livro está para ser lançado em breve e logo logo chegará ao Brasil.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Games na Confraria: Castle of Ilusion Starring Mickey Mouse

No dia 04 de setembro de 2013 a Sega nos presenteou com um remake muito bem feito de um de seus jogos. Esquecido por alguns, desconhecido para outros e guardado como um tesouro para tantos outros. Obviamente estou falando do Castle of Ilusion Starring Mickey Mouse (Sega,2013).

O jogo nos conta uma história um tanto quanto intrigante. Mickey e Minnie estavam em um pic-nic romântico quando de repente, a bruxa Mizrabel aparece e sequestra a Minnie, pois deseja roubar sua beleza. E é a partir daí que nossa aventura começa.
Nada como um sequestro para começar a aventura.
A jogabilidade é tão simples e aconchegante que logo no inicio ele te ensina como se portar durante o jogo inteiro e a criar uma estratégia até a última parte do castelo. Diferente de alguns jogos, este não contem fases e sim áreas a serem exploradas e vencidas. Cada uma destas salas contém três portas que são desbloqueadas à medida que tu consegue o número exato de diamantes.
Não é que seja difícil, mas também não é tão fácil.
Em cada uma das salas existem alguns desafios que podem ser ignorados ou não, caso eles sejam feitos, tu desbloqueará alguns itens pelo castelo e para o Mickey como: roupas diferentes, quadros e estátuas dos chefes de cada sala.

Cada uma das salas contém um tipo diferente de inimigo, dos quais podem aparecer versões melhoradas ou semelhantes ao longo das outras salas ou portas. Cada um deles tem seu próprio modo de ataque, alguns bem simples de serem derrotados e outros que estão em locais estratégicos que só percebemos quando é tarde demais.

Aranha maior que o rato, está parecendo a Austrália =]

A trilha sonora é tudo que tu espera desde o inicio até o fim do jogo, desde o menu até a parte final do jogo. Cada parte do castelo e cada porta dentro dele tem sua própria trilha. Já para os saudosistas tem um bônus, quando se termina o jogo, tem se a opção de colocar as musicas clássicas e jogar tudo novamente.

Os gráficos do jogo são todos em 3D e muito bem desenhados, não deixa nem um pouco a desejar, todas as partes do castelo podem ser acessadas no seu devido tempo e pode-se interagir com o local inteiro.

Nada como um tempo livre para explorar o castelo.

As conquistas são bem simples e fáceis na maior parte do tempo, algumas requerem apenas um pouco de atenção e de uma vontade de explorar todo o cenário, sendo que mais da metade tu faz sem nem precisar saber quais são. Tem algumas que são extremamente engraçadas e divertidas de se fazer e como sempre toda conquista tem uma recompensa, pode não ser grande coisa, mas eu achei muito legal apesar de não conferir nenhuma habilidade especial para o Mickey.
Todo heroi precisa de mais de uma muda de roupa.

Os chefes de fase são bem interessantes, normalmente tu podes ter um vislumbre dele durante uma as fases. Cada um deles tem um modo de atacar que começa a variar e a ficar cada vez mais perigoso a medida que ele começa a ser derrotado sendo possível até mesmo dar muito dor de cabeça caso haja alguma precipitação ou mesmo subestimar o chefe.
Trakinas de morango e balas por todo lado, como não sentir fome?

Existem poucas coisas que ainda podem ser ditas. O jogo desempenha seu papel da maneira que é esperada, traz uma onda de nostalgia enorme e aquela vontade de pegar os jogos mais antigos e jogar tudo de novo, a melhoria gráfica a interação do castelo, os desafios e a exploração deixam o jogo com um aspecto ótimo e faz com que cada minuto valha a pena. Eu nem sei quantas vezes eu terminei o jogo só pela diversão, e vocês estão esperando o que para ficar na pele mais uma vez do rato mais amado da Disney?
Nada como um picnic com a amada depois de tantos perigos.