sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Barulinho Bom 04 .... os podcasts da semana


Nesse período de duas semanas tivemos muitos podcasts de incrível qualidade e relevância por dois motivos distintos. O primeiro deles foi a arrasadora estréia de “Guardiões da Galáxia”, décimo filme da Marvel. O segundo motivo foi a triste notícia da morte do inigualável Robin Williams. Com tudo isso temos muitas coisas, e outras ainda, para indicar.


O Cinema com Rapadura lançou mais um de seus extraordinários trabalhos de análise com a edição #385. Depois do sucesso estrondoso do filme era lógico que ele criaria um interessante debate, como de fato gerou. Uma equipe de peso foi formada com o host Jurandir Filho, e a galera composta por Raphael Santos, Thiago Siqueira, Raphael Draccon, Rodney Buchemi e Fábio Barreto. O que gosto dos podcasts deles é que mesmo eles sendo nerds declarados, não deixam que isso influencie suas análises e críticas. Não é imparcialidade, mas profissionalismo! - LINK


A galera da Universo Marvel 616 trás uma visão diferente quando analisa um filme como Guardiões da Galáxia. Eles vivem e respiram quadrinhos e por isso mesmo possuem uma visão diferenciada de uma adaptação de quadrinhos para o cinema. O debate foi realizado por Coveiro, J.o.a.o., Paulo Artur, Rafel Felga e Marcos Dark. Eles fazem uma comparação detalhada entre os quadrinhos e o filme. Ótimo! - LINK


O Jwave é um site de cultura japonesa, mas não por isso que eles não iriam abordar o filme sensação da temporada. Logo depois da estréia Juba, o host do podcast, já anunciava que o programa estava sendo produzido e em poucos dias ele estava no ar. Os podcasts do Jwave são descontraídos como uma conversa animada de amigos em uma mesa de bar, com direito à tiração de sarro e piadas. É uma terceira forma de análise que cai muito bem com produções como a do Guardiões da Galáxia. No debate tivemos Juba, Nerdmaster, Sérgio Sampa e Buga. - LINK


Como eu havia dito o segundo tema relevante desses dias foi a morte do talentoso Robin Williams. E como não poderia ser diferente temos aqui mais uma produção do Cinema com Rapadura. A edição #386 é pura homenagem e emoção com uma avaliação profunda e sensível sobre alguns dos mais de cem filmes do ator. Jurandir Filho se junta à Fábio Barreto, Raphael P.H. Santos e Thiago Siqueira. Impossível não se emocionar. - LINK


Para quebrar os podcasts sobre cinema temos aqui um sobre RPG. Para variar trazemos mais um podcast do Jogador Sonhador. Nesta edição #99 o tema central é Numenera, de Monte Cook, que recentemente teve seu lançamento anunciado no Brasil pela editora New Order. O podcast é uma verdadeira aula sobre o que é o sistema e o Nono Mundo. Ele foi gravado em um evento de RPG na cidade do Porto, com participação de João Cartaxo. Alta qualidade com aquele sotaque lusitano sensacional! - LINK



Para fechar as sugestões um que eu escutei pela primeira vez e que com toda a certeza acompanharei de perto – o Iradex. Os programas #19 deles vem sempre com múltiplos temas. Nesta edição temos sugestões de jogos eletrônicos, boardgames e livro. O destaque está para o jogo Dixit (Galápagos) e para a biografia de Stephen King com o título “Stephen King: Coração Assombrado” (editora Darkside Books). O cast do programa tem Rafael P.H. santos, Kaio Anderson, Gabriel Franklin e Marcelo Glacial. - LINK

Games na Confraria: vídeos do novo Silent Hill


Games na Confraria
Vídeos de novo Silent Hill

Um dos grandes títulos dos games na década passada, Silent Hill, ganhará uma nova versão pela Sony. Na Gamescon, que acontece esta semana, dois vídeos foram apresentados revelando que o personagem que participa do jogo é ninguém menos que Norman Reedus (o Daryl do seriado The walking Dead). Vejam os vídeos e apreciem:


Guia oficial de Star Wars chega ao Brasil

Guia oficial de Star Wars
chega ao Brasil

Peguem seu dinheiro e corram para as lojas!!! Será lançada no Brasil a série The Official Star Wars Fact File (algo como “Arquivo de Fatos Oficiais de Guerra nas Estrelas”). São 50 edições quinzenais que estarão nas bancas de todo o Brasil pelas mãos da editora DeAgostini. O valor é de R$ 24,99 (nº 1 por R$ 9,99 e nº 2 por R$ 19,99) por cada volume de 72 páginas e capa dura. A coleção completa forma um lindo desenho com as lombadas dos volumes. Ela começa a chegar às bancas em final de agosto (não sabemos se em todo o Brasil simultaneamente).

Nas páginas da série você encontrará uma enormidade de informações sobre o universo expandido da franquia criada por George Lucas em 1977. Cada volume será dedicado à um tema – planetas, raças, dróides, naves, tecnologia, armas, um pouco de tudo.

Quem vai perder???




quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Preview: lista de conteúdos do Monster Manual

Preview: lista de conteúdos do
D&D 5E Monster Manual

Estamos em época de previews já que a GenCon está à todo o vapor. Trazemos os conteúdos do D&D 5E Mosnter Manual!




Swashbuckler em Pathfinder Advanced Class Guide

O Swashbuckler em Pathfinder -
Advanced Class Guide

Preview de uma classe bem conhecida e adorada pelos rpgístas que vem no  Pathfinder: Advanced Class Guide – o swashbuckler. E não é um mero preview, mas todas as quatro páginas dedicas à esta categoria d eperosnagem! Aproveitem.... o lançamento é para este mês!!!




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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Dragão da Semana: o perigo do gelo


Dragão da Semana

Quem disse que o gelo é menos perigoso que o fogo?


Preview: Sphinx para D&D 5E

A Sphinx em D&D 5E

Novo preview para o Monster’s Manual paraa 5E. Hoje é a vez da Sphinx.



segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Preview do Tarrasque em D&D 5E Monster's Manual

Preview do Tarrasque em
D&D 5E Monster's Manual

Neste início de noite foi apresentado um dos ícones dos monstros de D&D – o Tarrasque. Este é mais um preview de D&D 5E Monstrer’s Manual, cujo lançamento será em 30 de setembro. A arte é do talentoso Cory Trego-Edner.



Uma primeira versão retirada do site do artista

Games na Confraria: gameplay de Dead Island 2


Games na Confraria
Primeiro gameplay de Dead Island 2

Foi lançado hoje um trailer de um dos primeiros gameplays de Dead island 2. Este ainda não é a versão definitiva, mas já podemos ter uma boa ideia da jogabilidade e armas desta segunda versão. O jogo será lançado no final do primeiro semestre de 2015 para PS4, Xbox One e PC.

Eventos de RPG: precisamos de uma nova postura

Eventos de RPG
- Precisamos de uma nova postura -

Muito tenho visto rpgístas debaterem sobre eventos de RPG por todo o Brasil e sobre sua relevância no cenário nacional. Depois do cancelamento o EIRPG alguns anos atrás e de uma verdadeira 'comoção' tivemos uma enxurrada de pequenos eventos por todo o lugar nos últimos anos.

Vamos analisar esse tema por vários pontos e vamos começar sobre o por quê de ter,os um evento como o EIRPG fracassando no ano passado. Não sei dizer se é cultural ou qual a natureza dessa característica, mas eventos como o EIRPG são muito limitados e pouco atrativos. Deixem-me explicar. A maioria dos nossos ‘grandes” eventos de RPG, das mais variadas naturezas e temas, não passam de uma reunião sem grandes ambições além de juntar fãs. Como assim? Nossos grandes eventos de RPG, pelo menos até aquele momento, eram locais para reunir fãs e jogadores e colocá-los todos juntos em um mesmo ambiente para jogar e gastar. Claro que tínhamos enxurradas de mesas para jogos dos mais variados tipos e sistemas, mas no final se resumia à mesas para propagandear sistemas e estandes de vendas.


Isso pode funcionar por algum tempo, pois é claro que o público de RPG e cardgames está sempre procurando uma mesa para aprender um sistema novo e novidades para gastar. Mas achar que um evento de RPG se resume à isso é presumir que os jogadores e suas expectativas são limitadas. Algumas vezes temos algum diferencial como a presença de algum ícone do RPG ou da literatura de fantasia, mas ainda assim a sua presença se limita à uma entrevista para o grande público e autógrafos de suas obras.

Mas o evento que desejamos (ou que eu desejo) seria apenas isso?

Depois do cancelamento daquela edição do EIRPG tivemos uma comoção dos fãs por todo o Brasil e a reação foi imediata com o anúncio de dezenas de pequenos e médios eventos criando uma movimentação nunca vista na comunidade rpgística brasileira, com efeitos perceptíveis até os dias de hoje. Mas qual a característica dessa onda. Esses eventos podem ser categorizados como 'encontros'. Jogadores e mestres de variados sistemas se juntam para realizar jogos e ensinar novos sistemas. Isso é ruim? Claro que não. A disseminação de novos sistemas e a inclusão de novos jogadores dão um fôlego importantíssimo para nosso amado hobby. Mas se pensarmos bem esses 'encontros' acabam sendo reproduções menores do que já acontecia nos grandes eventos. E digo que esse sistema, para esses 'encontros' pequenos e médios, é perfeito. Eles justamente se prestam para isso, ampliando o número de jogadores de um bairro, zona ou cidade e reforçando a integração da comunidade rpgística local.

O que esperamos, ou espero, de um evento nacional então? Um evento que se diga nacional tem que principalmente sair da mesmice, não que a mesmice seja ruim já que ela se presta para os eventos em forma de 'encontros', como já disse. Mas principalmente ele deve valer à pena por proporcionar coisas novas para os rpgístas. É claro que devem continuar com as mesas de jogos, os estandes de vendas e as 'personalidades' sorrindo e tirando fotos, mas precisamos de um diferencial que é extremamente necessário para os rpgístas – precisamos amadurecer e especializar nossos membros.

Você deve estar se perguntando, como assim? Darei um exemplo extremo, sei disso (antes que me acusem), mas que pode servir de parâmetro como exemplo de postura desses eventos. Em eventos como a GenCon, New York Comic Con ou mesmo o encontro internacional de boardgames e miniaturas temos sim espaços para os fãs confraternizarem, trocarem experiências, encontrarem seus ídolos e gastarem seu dinheiro. Mas mais do que isso, temos muitos espaços para eles aprenderem e se especializarem.

Em uma edição da San Diego Comic Con, por exemplo, boa parte do cronograma é composto por palestras e cursos com a mais variada natureza de temas, sempre visando aperfeiçoar aqueles que praticam determinado hobby e que possam, quem sabe o futuro, tornarem-se produtores. Nesta última edição da SDCC tivemos cursos tais como formas de usar trilhas sonoras apropriadas para seriados de terror e suspense, como trabalhar roteiros de quadrinhos ou mesmo como produzir seu próprio livro de ficção. Minha visão de evento de RPG seria baseado em uma estrutura como essa. Teríamos as mesas, a confraternização, os estandes, e os famosos e pseudo-famosos circulando, mas teríamos também uma seleção de painéis, debates, cursos e oficinas próprias para que não só especializássemos nossos mestres e jogadores, mas também que possibilitássemos que novos criadores de RPGs surgissem.

Não é novidade para ninguém que felizmente o Brasil tem tido uma efervescência de novidades de RPGs, boardgames, cardgames e literatura. Todos os dias temos tido notícias de novos financiamentos coletivos começando e sendo bem sucedidos. Imaginem se tivéssemos um melhor preparo de novos talentos, ou mesmo uma forma de mostrar que uma boa idéia pode vir a se tornar uma realidade em uma prateleira ou livraria?


Os eventos de RPG centram um público muito variado e que daria vazão para uma enorme programação. Nesses eventos temos tanto jogadores de RPG em si, quanto adeptos dos cardgames e dos boardgames, da literatura de ficção à fantasia, de games eletrônicos e muito mais, quando todos esses gostos não estão encerrados na mesma pessoa. Seria extremamente proveitoso que se pudéssemos ter em eventos oficinas de produção de jogos, designe de boardgames, mecânicas de sistemas, produção literária etc.

Acredito que se conseguíssemos implementar, mesmo que vagarosamente, essa nova concepção para um verdadeiro grande evento de RPG (e afins) iríamos perceber as mudanças tanto no amadurecimento crítico de nossos jogadores e mestre, numa evolução da qualidade dos jogos das mais variadas naturezas e principalmente numa grande variedade de novos títulos.

Iríamos ter nossos eventos ainda com suas inúmeras mesas, muitos estandes e barraquinhas vendendo de tudo, teríamos ainda nossos famosos e pseudo-famosos circulando, mas principalmente, estaríamos fazendo a diferença. Melhor do que termos ícones das mais variadas mídias e sistemas em um evento, seria ver esses ícones trabalhando lado à lado e dividindo suas experiências de forma prática com todos os fãs dispostos a prender. E à longo prazo esse sistema começaria a ser reproduzido em nossos ‘encontros’ menores e locais, trabalhando e produzindo com nossos membros.

É impossível? Não. Mas como disse no início, parece ser uma forma cultural de encarar como os eventos devem ser. Acredito que isso mudará? Com certeza, mas depende da iniciativa de nossos jogadores, membros e gamers de todos os tipos. Novos eventos de porte como Comic Con Experience e a Brasil Comic Con, a volta do EIRPG, e a continuidade do World RPG Fest, são locais propícios e fundamentais para essas mudanças. E não só ali. Eventos menores podem criar ou reproduzir esse sistema com membros da própria comunidade.

Não pretendo dar aqui fórmulas matemáticas de como financiar isso em grandes eventos até por que não é essa a proposta, mas sabemos que temos sempre grandes editoras e lojas envolvidas com esses grandes eventos e que subsídios, mesmo que parciais, não são novidade pelo mundo à fora. Além disso, a cobrança de algum tipo de taxa é corriqueiro e não pode ser mais considerado como um absurdo (visto que em horas foram vendidos todos os ingressos apenas para a palestra na CCEx de um determinado músico mundial que escreveu uma obra literária). Eventos pequenos podem ainda mais facilmente propiciar esses ‘cursos’ já que membros da comunidade local são ainda mais facilmente cooptados para esse tipo de atividade.

Para encerrar... sei que alguns eventos, aqui e ali, já possibilitam alguns cursos, mas ainda não é com a visão empreendedora para que nosso hoby cresça e se fortaleça ainda mais. Quero uma mudança de postura. Quero uma visão mais ampla e de longo prazo. Quero que além de nos divertirmos, que possamos ver em práticas de RPG, cardgame e boardgmaes, uma oportunidade para que possamos colocar em prática nossos projetos e criatividade.


Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores: Homem-Aranha [Peter Parker]

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores
Homem-Aranha [Peter Parker]


Nível de Poder: 12 

HABILIDADES
FOR 28 (+9) DES 32 (+11) CON 28 (+9) INT 20 (+5) SAB 12 (+1) CAR 14 (+2) 

SALVAMENTO
Resistência +9; Fortitude +11; Reflexo  +15; Vontade +5.

CAPACIDADE DE CARGA
4t (leve), 8t (média), 12t (pesada), 24 (máxima), 60t (arrastar/empurrar)

COMBATE
Ataque +8, +11 [corpo-a-corpo]; Dano +9[desarmado], +7 [bolas de teia]; Defesa +14; Esquiva +6; Iniciativa +15.

PERÍCIAS
Acrobacia +15, Arte da Fuga +13, Computadores +10, Conhecimento [Ciências físicas] +12, Conhecimento [Ciências biológicas] +10, Conhecimento [Tecnologia] +10, Furtividade +14, Notar +7, Ofício [Fotógrafo] +8, Profissão [Cientista] +10

FEITOS
Ação em movimento, Alvo esquivo, Ataque atordoante, Ataque Dominó 4, Ataque furtivo 2, Avaliação, Blefe acrobático, De pé, Duro de matar, Evasão 2, Foco em ataque [corpo-a-corpo] 3, Golpe defensivo, Iniciativa aprimorada, Interpor-se, Mobilidades, Rolamento defensivo, Zombar.

PODERES
Controle de Fricção 8 [Extra: Duração 2/Sustentada - Falha: Alcance 2/Toque]
Salto 2
Super-Força 6
Velocidade 2
Imunidade 10 [Impacto]
Super-sentidos 2 [Sentido de perigo, Senso de distância]

Dispositivo 12 [Lançadores de teia]
Super-movimento 3 [Balançar-se, Escalar paredes, Estabilidade]
Armadilha 10 [Feito: ataque dividido, coleira, estrangular – Extra: Sufocante – PA: Pasmar 4 (Visual)]
Raio 7 [Bolas de teia – Descritor/Esmagamento]
Escudo 8

Pontos: 246
74 (habilidades) + 10 (salvamento) + 44 (combate) + 12 (perícias) + 24 (feitos) + 82 (poderes)

domingo, 10 de agosto de 2014

Masmorra de Dados tem financiamento coletivo de sucesso

Masmorra de Dados tem
financiamento coletivo de sucesso


Havíamos anunciado semanas atrás que um novo boardgame nacional estaria chegando para um financiamento coletivo em breve – era o Masmorra de Dados. Com uma concepção simples e cativante ele leva um grupo de jogadores a enfrentar os perigos de uma dungeon em uma mecânica única e inovadora mesclando cooperação e competição.


Eis que iniciou o financiamento coletivo do jogo pelo Cartase e tivemos uma grata surpresa. Em pouco mais de três dias o financiamento do Masmorra de Dados atingiu 80% do total da meta. O valor solicitado pelo financiamento, R$ 20 mil reais, já no primeiro dia já tinha sido arrecadado em quase 50%. Podemos resumir isso em uma palavra – sucesso. No momento em que estou escrevendo essa postagem já está faltando pouco mais de dois mil reais.

Das quatro categorias de financiamento que possibilitam o recebimento do jogo, de R$ 90 reais à R$ 125 reais, três já estão esgotadas, restando apenas a última categoria que só não esgotou ainda por ser ilimitada. Não sei se isso é apenas uma tendência do mercado atual, mas tivemos grandes sucessos de financiamentos nesses últimos meses (cardgames, boardgames e RPGs) lembrando apenas para começar o cardgame de Del Debbio “Pequenas Igrejas, Grandes Negócios”.


Conversamos com os idealizadores do Masmorra de Dados via mensagens e eles estão entre satisfeitos e impressionados:

“Trabalhamos muito para oferecer algo de qualidade, mas de maneira nenhuma imaginávamos que teríamos um início tão marcante neste financiamento coletivo, afinal é nosso primeiro jogo e primeiro financiamento coletivo. Estamos muito agradecidos aos nossos primeiros apoiadores não só pelo apoio, mas pela divulgação do projeto.”

Embora só tenha restado o apoio de R$ 125 reais isso não deverá ser problema para mais adesões, pois há dois motivos claros para que ninguém deixe de apoiar. O primeiro é a diferença entre o valor mais caro e mais barato é mínimo. O segundo é que para todos os apoiadores dessa categoria já terão direito às todas as metas estendidas.


O financiamento em si, com uma meta de R$ 20 mil reais, para todos os que colaborarem a partir de R$ 95 reais, terão direito à pelo menos um exemplar do jogo em si com todas as peças necessárias para jogar e com quatro personagens. Além disso, eles têm um sistema de ‘extras’ para os apoios que vão desde 5 personagens novos, pacote com mais salas, dados customizados e canecas. Esses extras são simplesmente somados ao valor da categoria de apoio. Um sistema muito interessante.

Já as metas estendidas vão de R$ 21 mil reais à R$ 35 mil e pelo andar da carruagem todas elas serão alcançadas com folga. Nas metas temos tokens de material plástico à novos personagens.

Só nos resta parabenizar os criadores do jogo – Daniel Alves, Eurico Neto e Patrick Matheus - além das empresas que apoiaram o projeto – Taberna do Dragão e Histeria Games. É sempre um motivo de orgulho quando ótimos projetos nacionais alçam o sucesso nos presenteando com futuras horas e horas de jogos.

Para quem ainda não conhece o jogo veja o vídeo e corra para dar uma força para este ótimo jogo – AQUI.