quinta-feira, 3 de março de 2016

Está chegando coleção com os capacetes de Star Wars

Está chegando coleção
com os capacetes de Star Wars

Parem tudo! A Planeta DeAgostini lançará uma coleção dos capacetes e máscaras do universo Star Wars, de Darth Vader à C-3PO. Em escala 1/5 e com detalhes impressionantes a coleção é considerada oficial (com aprovação da Lucas Films), possui viseiras móveis e elas já vem em uma base e protegidas por uma cúpula transparente. Juntamente você recebe um fascículo rico em informações sobre o universo de Star Wars abordando desde fatos importantes e muitas informações sobre os capacetes, armas e uniformes. A coleção será quinzenal e contará com 60 edições.



O primeiro fascículo será com a máscara de Darth Vader custando R$ 14,99, o segundo volume será com a máscara de Boba Fett custando R$ 29,99, do terceiro volume em diante, a começar pelo capacete de um stormtrooper, a coleção passa para R$ 49,99.


Dicas do Mestre: Mapas! Como realmente usá-los?


Mapas! Como realmente usá-los?

Esta postagem se originou de um bate papo com um dos leitores da Confraria. Ele tinha dúvidas e me questionou sobre como trabalhar a relação do mapa com os jogadores de seu grupo em meio à aventura. Achei o caso tão interessante que vale uma postagem para ajudar os mestres e grupos.

Estamos acostumados a ver os jogadores de nossos grupos percorrendo grandes distâncias em continentes gigantescos, conhecer desde imensas cidades à pequenas vilas e, principalmente, desvendar os mistérios de tumbas, cavernas e masmorras. Em qualquer uma dessas possibilidades um mapa seria um grande auxílio. Mas como trabalhar efetivamente com o mapa em jogo?

Parece uma questão simples e até é. Eu poderia dizer em poucas palavras, inicialmente, que trabalhamos com os mapas como nossos jogadores esperam que o façamos. Deixem-me explicar.


Qualquer jogo de RPG nada mais é do que um verdadeiro e grande acordo entre o Mestre e seus jogadores em prol da pura diversão. Desde a decisão do sistema a ser jogado até a aceitação de participar da aventuras escolhida ou criada pelo mestre são o “grande acordo” sendo estabelecido e levado adiante. Normalmente destro deste “grande acordo” também estão implícitas as expectativas do grupo quanto à forma de conduzir a aventura. Gosto de usar a expressão ‘os grupos vão, aos poucos, peneirando e selecionando seus membros’. E isso não é algo pejorativo, muito pelo contrário, é a noção de que os grupos vão se adequando e fixando conforme tipos de aventuras, cenários e mesmo forma de condução dos jogos.

Dentro desta condução do jogo temos aquilo que estimula os jogadores – o que eles esperam da experiência do RPG. Alguns preferem algo mais realista com todas as mazelas e dificuldades do mundo real, alguns preferem o foco em pancadarias cinematográficas, alguns preferem personagens repletos de combos absurdos, alguns preferem aventuras cheias de intrigas palacianas etc. Não importa o que procuram, esse elemento é o que estimula os jogadores.

Dentro disso é que encaixamos o uso dos mapas. Um mapa é um recurso que permite ao grupo de jogadores se localizarem em um determinado espaço. Ele pode representar algo tão pequeno quanto um cômodo ou tão grande quanto um planeta. Esta localização é fundamental para que o grupo tenha a possibilidade de planejar suas ações, calcular recursos (sejam à curto prazo como em rodadas ou longo prazo como em dias) ou prever resultados e ações de inimigos. Seu uso se encaixa perfeitamente na condução do jogo dentro da relação mestre/grupo. Em outras palavras, os mapas são elemento tão fundamental quanto qualquer outro na contribuição à diversão do grupo.


A diversão em uma sessão de RPG é diferente para seus dois tipos de participantes. Para os Mestres ela vem da satisfação de proporcionar aos seus jogadores uma experiência prazerosa. Já para os jogadores ela vem do quanto eles recebem daquilo que esperam. Como já disse anteriormente esta expectativa dos jogadores é muito diferente de grupo para grupo. Alguns preferem uma experiência de realismo e emulação total com o ambiente, com todas as dificuldades e percalços, e também alegrias, de vivenciar um mundo x. Para outros o importante são os momentos de ação onde o que menos importa é o enredo e interpretação. Para outros grupos ainda a interpretação, o role play em si, é o que os completa. O mestre tem, ou deveria ter, a noção dessa expectativa de seu grupo para conseguir os satisfazer em sua experiência de jogar uma sessão e dentro disso os mapas são apenas mais um elemento.

Como utilizar os mapas está diretamente ligado à expectativa do grupo com relação à experiência que pretende (ou deseja) vivenciar? Eles recebem maior ou menor importância (ou conotação) conforme o grupo frente à essa expectativa. Ao mestre cabe usá-los como ferramenta de enredo, mas sem nunca esquecer dos anseios do grupo. Tendo isso claro as opção são simples.

Quando um grupo deseja uma experiência realista, ou seja, uma emulação de um cenário próximo do que seria a realidade, o mestre deve usar os mapas tal como seria sua disponibilidade em um mundo real. Em um mundo real mapas não são novidade, mas são extremamente raros e, aqueles que existem, nem sempre são confiáveis ou precisos. Quanto maior a escala, maior o número de imprecisões. Mapas de cidades e vilas são mais confiáveis e precisos por motivos óbvios, mas ao mesmo tempo são raríssimos, pois não havia tanta necessidade de serem criados ou de pessoas comuns terem acesso à eles. Mais raros ainda eram os mapas de masmorras, túneis e catacumbas. Como usá-los em termo de jogo então, para esse tipo de jogador?

Eles devem ser disponibilizados com muita dificuldade. Não se chega em qualquer taverna ou mercado e sai comprando mapas. Existiam poucos e menos pessoas ainda tinham condições de criá-los. Os que existem ficam muito bem guardados em quartéis e palácios. Faça o grupo de aventureiros terem extrema dificuldade para consegui-los. Troque-os por quests complicadas ou valores absurdos e, se eles resolverem roubá-los, não facilite as coisas. Se o próprio grupo desejar fazer um mapa de uma cidade ou vila forneça-o como se alguém do grupo o tivesse feito ao longo de alguns (ou muitos) dias, mas com algumas imperfeições e lógico, sem pontos importantes destacados e detalhes de perigos.


Nas masmorras o problema multiplica-se ainda mais. Eles quase inexistentes e o grupo não tem tempo hábil para criá-lo. Eu, particularmente, por ter sempre tido grupos com este perfil (extremamente realista) sempre gostei de imaginar masmorras e cavernas como aqueles antigos adventures de videogames como Master System, Mega Drive ou Nintendo. Em muitos deles o mapa está quase sempre obscuro e o jogador tem acesso visual até um certo ponto, quanto muito ele vai deixando em aberto os lugares por onde já passou. Isso é uma ótima forma de emular a realidade de uma situação dessas onde o grupo não tem simplesmente acesso á toda a informação. Eu permitia que o grupo rabiscasse de próprio punha um mapa enquanto a cena se desenrolava, mas apenas a partir da minha narração. Isso transfere muito realismo à situação.

E para outros tipos de expectativas, como fazemos? Ora, se o grupo está mais interessado em momentos de ação e enfrentamentos com o boss da sessão e daí tiram sua diversão, um mapa é apenas uma forma deles chegarem mais rápido à este clímax. O mestre deve usá-lo como ferramenta para que o grupo se satisfaça. Crie, quem sabe, algum obstáculo para adquiri-lo, mas o disponibilize para que o grupo possa usá-lo. Este tipo de uso normalmente comporta mapas intrincados, cheios de andares que comportam uma enormidade de desafios, armadilhas e monstros. Isso não é muito simples? Não, pois a dificuldade para este grupo está nos enfrentamentos, onde o mestre terá de se esmerar.

Podemos ficar com a impressão de que o Mestre acaba tronando-se um escravo do grupo de jogadores. Muito pelo contrário. Como já disse, o ato de jogar RPG é um contrato de expectativas ente mestres e jogadores. Nenhum mestre vai realizar uma aventura que seu grupo não deseja. As mudanças, seja de estilo, cenário, sistema ou expectativa, acontecem com anuência de todos. Mesmo as experiências cenários totalmente novos ou sistemas inusitados, ocorrem com prévia informação para todos. Isso não ser um escravo do grupo, mas fazer realmente parte do grupo.

Divirtam-se!

Cinema na Confraria: Primeiro trailer de Ghostbusters ... sensacional!


Cinema na Confraria
Primeiro trailer de Ghostbusters

Lançado o primeiro trailer da nova versão de Ghostbusters... e é sensacional! Este primeiro trailer mostra de uma forma incrível como será a temática e ordem do filme. Com efeitos especiais de qualidade e uma super pitada de humor o filme deverá agradar saudosistas e novos fãs. No elenco temos Kristin Wiig (“Perdido em Marte”), Melissa McCarthy (“As Bem Armadas”), Kate McKinnon (“Irmãs”) e Leslie Jones (“Descompensada”). A direção é de Paul Feig (“A Espião que sabia de menos”) e chega aos cinemas em 15 de julho.

terça-feira, 1 de março de 2016

Cinema na Confraria: as estreias de março


Cinena na Confraria
As estreias de março

Março chega com várias estréias programadas. Confira as sinopses e trailers!

03/03

Um Homem entre gigantes


Está é a história real do  Dr. Bennet Omalu, neuropatologista forense que descobriu a Encefalopatia Traumática Crônica, uma doença que desgasta o cérebro resultado de golpes repetitivos na cabeça. Descoberta essa que colocou a NFL, liga de futebol americana, em completo xeque-mate a respeito da segurança de seus atletas. No elenco temos Will Smith (“Eu, Robô”), Alec Baldwin (“Os Infiltrados”), Albert Brooks (“Drive”), Gugu Mbathe-Raw (“Nos bastidores da fama”) e David Morse (“Contato”).



Visões do Passado


Após perder sua filha de 12 anos em um acidente, seus pais se mudam para Melburne para tentar retomar sua vida. Peter Bower, seu pai e psicólogo, recebe alguns pacientes por indicação de um outro psicólogo amigo e acaba por descobrir uma estranha coincidência. Esta é a premissa de Visões do Passado, dirigido por Michael Petroni (“O Ritual”) e com elenco formado por Adrien Brody (“O Pianista”), Robin McLeavy (“Entes Queridos”) e Sam Neill (“Jurassic Park”).



A Bruxa


Em 1630, na Nova Inglaterra, o terror assola a família de William e Katherine quando o filho mais novo desaparece e uma força maligna parece vir de uma floresta. Vencedor do prêmio de melhor diretor no festival de Sundance, para Robert Eggers, o terror tem causado muita expectativa nos fãs do gênero, principalmente depois de ótimas críticas recebidas. No elenco temos Anya Taylor Joy (“Atlântida”), Ralph Ineson (“Guardiões da Galáxia”), Kate Dickiem (“The Game of Thrones”), Julian Richings (o Ceifeiro do seriado “Sobrenatural”) entre outros.



Kung Fu Panda 3


Continuação da animação de sucesso, Poh agora terá de ensinar os mistérios do kung fu para uma aldeia de pandas desajeitados. No elenco de vozes temos Jack Black, Bryan Cranston, Angelina Jolie, Lucy Liu,Dustin Hoffman, Jackie Chan, Seth Rogen, James Hong, Rebel Wilson e J.K. Simmons.




10/03

Convergente


Neste novo episódio da série Divergente a sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. No poderoso desfecho da trilogia, de Veronica Roth, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor. A direção é de Robert Schwentke (“R.I.P.D.”) e o elenco conta com Shallene Woodley (“A Culpa é das Estrelas”), Miles Teller (“Whiplash”), Zoë Kravitz (“Mad Max: a estrada da fúria”), Naomi Watts (“Birdman”), Maggie Q (seriado “Stalker”), Jeff Daniels (“Perdido em Marte”) e Ansel Elgort (“A Culpa é das Estrelas”).



A Invasão de Londres


O momento do funeral do primeiro ministro britânico é o momento ideal para realizar um atentado aos principais chefes de estado do mundo. Em meio à este horror o presidente americano, um agente do serviço secreto e um agente do MI-6 tentam escapar. Com direção do estreante Babak Najafi, o elenco conta com Aaron Eckhart (“A Invasão do Mundo: a batalha de Los Angeles”), Gerald Butler (“300”) e Charlotte Riley (“No Limite do Amanhã”)



A Senhora da Van


A senhora Shepherd é uma idosa interessada em artes e cultura, que passa a viver dentro de sua van. Aos poucos, os moradores ao redor começam a se questionar sobre o passado desta mulher solitária, e tentam conhecer melhor a pessoa que vive 15 anos dentro do automóvel. No elenco Maggei Smith (“Harry Potter”), Dominic Cooper (“Capitão América: o primeiro vingador”), James Corden (“Mesmo se Nada der Certo”) e Jim Broadbent (“A Viagem”). Direção de Nicholas Kytner.





17/03

Floresta Maldita


O thriller se passa na floresta Aokigahara, aos pés do Monte Fuji, no Japão. Sara e alguns amigos estão à procura da irmã desaparecida no local. Em sua jornada eles acabam sendo confrontados pelas almas dos mortos do local. A direção é estreante Jason Zada e no elenco temos Natalie Dormer (“Jogos Vorazes: A esperança – o final”), Taylor Kinney (seriado “Chicago Fire”), Eoin Macken (“Centurião”) e Yukiyoshi Ozawa (“Samurai X 3”).



Zootopia


Zootopia é uma cidade onde seus moradores são animais e cada bairro representa um habitat. A história vai girar em torno da policial novata Judy Hopps, a primeira coelha na forma policial. Ela vai tentar de tudo para mostrar seu valor, e para isso fará parceria com a raposa vigarista conhecida por Nick Wilde na tentativa de descobrir por que alguns animais estão voltando ao estado selvagem e trazendo perigo aos outros moradores. Na produção teremos as vozes de Idris Elba, Shakira, JK Simmons, Nate Torrence, Jenny Slate, Tommy Chong, Octavio Spencer, Bonnie Hunt, Don Lake, Alan Tudyk, Tommy Lister, Raymond Persi, Katie Lowes, Jess Corte e John DiMaggio.


Asterix e o domínio dos deuses


O imperador romano Júlio César sempre quis derrotar os irredutíveis gauleses, mas jamais teve sucesso em seus planos de conquista. Até que, um dia, ele resolve mudar de estratégia. Ao invés de atacá-los, passa a oferecer os prazeres da civilização aos gauleses. Desta forma, Júlio César ordena a construção da Terra dos Deuses ao redor da vila gaulesa, de forma a impressioná-los e, assim, convencê-los a se unir ao império romano. Só que a dupla Asterix e Obelix não está nem um pouco disposta a cooperar com os planos de César.





25/03

Batman VS Superman: A origem da justiça


Um novo passo para a DC no universo cinematográfico este é o primeiro passo em uma tentativa de alavancar os personagens da editora no cinema. Adaptação da HQ de Frank Miller, Cavaleiro das Trevas, o filme colocará frente a frente Batman e Superman. Na direção temos Zack Snyder (“300”) e no elenco temos Bem Affleck (“Argo”), Henry Cavil (“Imortais”), Gal Gadot (“Velozes e Furiosos 6”), Jason Mamoa (“Conan”), Ezra Miller (“As Vantagens de Ser Invisível”).





31/03

Especialista em Crise


Comédia dramática que mostra os bastidores das campanhas eleitorais americanas. Com direção de David Gordon Green (“Segurando as Pontas”) o elenco conta com Sandra Bullock (“Gravidade”), Billy Bob Thornton (“Fargo”) entre outros.



Triple 9


Thriller de suspense policial. Um grupo de criminosos e policiais corruptos planejam matar um policial para realizar o maior roubo daquela cidade. No elenco temos Kate Winslet (“Divergente”), Woody Harrelson (“Zumbilândia”), Chiwetel Ejiofor (“12 anos de escravisão”), Anthony Mackie (“Capitão América 2”), Aaron Paul (seriado “Breaking Bad”), Casey Affleck (“Interestelar”), Norman Reedus (seriado “The Walking Dead”), entre outros.

Lançamentos da Jambô para primeiro semestre


Lançamentos da Jambô
para o primeiro semestre

A editora Jambô apresentou hoje sua lista de lançamentos par ao primeiro semestre de 2016. Dentre os destaques o Monstronomicon, para Reinos de Ferro, e A Patrulha da Noite,para Guerra dos Tronos RPG.

Tormenta Alpha
Linha: 3D&T.
Formato: 26 x 17 cm, 192 páginas, brochura/capa dura.

Monstronomicon
Linha: Reinos de Ferro.
Formato: 21 x 28 cm, 96 páginas, colorido, brochura.

FF16 — A Espada do Samurai
Linha: livros-jogos.
Formato: 11 x 17 cm, 256 páginas, brochura.

FF01 — O Feiticeiro da Montanha de Fogo 2ª edição
Linha: livros-jogos.
Formato: 11 x 17 cm, 192 páginas, brochura.

Viver ou Morrer 2ª edição
Linha: livros-jogos.
Formato: 11 x 17 cm, 192 páginas, brochura.

Só Aventuras Vol. 4
Linha: Tormenta.
Formato: 20,5 x 27,5 cm, 64 páginas, brochura.

Khalifor Vol. 1
Linha: quadrinhos.
Formato: 13,5 x 20,0 cm, 128 páginas, brochura.

Lizzie Bordello Vol. 2
Linha: quadrinhos.
Formato: 20,5 x 27,5 cm, 80 páginas, colorido, brochura.

Rat Queens Vol. 1
Linha: quadrinhos.
Formato: 17 x 26 cm, 112 páginas, colorido, capa dura.

Dragon Age RPG: Livro Básico
Linha: Dragon Age.
Formato: 21 x 28 cm, 432 páginas, colorido, capa dura.

Culto das Sombras
Linha: Tormenta/livros-jogos.
Formato: 21 x 25 cm, 240 páginas, brochura.

FF17 — Guerreiro das Estradas
Linha: livros-jogos.
Formato: 11 x 17 cm, 192 páginas, brochura.

FF02 — A Cidadela do Caos 2ª edição
Linha: livros-jogos.
Formato: 11 x 17 cm, 192 páginas, brochura.

Mundos dos Deuses
Linha: Tormenta.
Formato: 20,5 x 27,5 cm, 160 páginas, brochura.

A Patrulha da Noite
Linha: Guerra dos Tronos.
Formato: 17 x 24 cm, 128 páginas, brochura.

Crônicas de Nova Memphis
Linha: Mega City.
Formato: 26 x 17 cm, 80 páginas, brochura.


Crônicas da Tormenta Vol. 2
Linha: literatura/Tormenta.
Formato: 15,5 x 23 cm, 256 páginas, brochura.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Dungeons (e mapas) para suas aventuras - 58


Mapa voador

Vamos ao mapa desta semana? Bom, depois de alguns mapas de cidades, volto à trazer um mapa um tanto diferente, mas com grandes possibilidades. Ele é o mapa de uma estrutura voadora, criação de Bruce Heard para uma o financiamento coletivo de Calidar, Beyond the Skies, no início de 2016. Nesta publicação esta estrutura seria a sede de um grupo de meio-elfos que cavalgaria enormes pássaros semelhantes à águias.

Mas podemos usar o mapa para tudo aquilo que nossa imaginação nos propiciar. Eu sempre curti essa ideia de uma base itinerante tal qual uma Interprise em um cenário de fantasia. Ao mesmo tempo este tipo de estrutura é muito interessante como um elemento do cenário que regularmente entra em contato com o grupo de aventureiros.

Em nossas aventuras podemos utilizá-lo de outras maneiras. Gosto da ideia de uma taverna itinerante (já apresentei outro mapa com essa ideia AQUI). Nesta taverna facilmente podemos organizar encontros especiais, locais neutros para reuniões ou até mesmo um meio para realizar uma pequena viagem onde podemos introduzir uma mini-aventura cheia de intriga. Esta mesma estrutura ainda pode ser uma famosa e rica loja, ou mesmo conjunto de lojas, de produtos raríssimos para o grupo comprar ou vender algo. Poderia também ser a guilda, pouco acessível para os padrões de um cenário de fantasia, de ladrões, magos, feiticeiros, rangers ou qualquer outro grupo que faça sentido em sua aventura.


O mapa em si é muito interessante. Uma estrutura de tamanho relativamente grande, sustentada no ar por enorme balão. Se ela for um taverna ou pousada é fácil de adaptarmos a zona central (nível 4, número 10 no mapa) como a taverna em si, repleta de mesas e as salas ao redor (11 a 28) como quartos e aposentos dos residentes. No andar acima (nível 5) podemos ter mais mesas tal qual um mezanino animado com possibilidade dos clientes passearem pelo terraço. Na parte de superior (níveis 6, 7 e 8) poderíamos ter salas ou aposentos mais reservados para reuniões ou para alguns milicianos que mantêm a ordem, além do aposento do comandante ou dono, e a sala de controle. Os níveis inferiores (1,2 e 3) estariam dedicados à dispensa e armazém de equipamentos. Se isto fosse um conjunto de lojas seguiria a mesma lógica, tendo lojas (junto dos aposentos de seus donos) em toda o nível 4, assim como uma verdadeira feira ou taverna na sala central. Isso vale para guildas, quartéis voadores ou outra funcionalidade que o Mestre necessite.


Para se chegar à ele poderíamos usar as mais variadas formas. Com o balão estacionado graças à âncoras, poderíamos içar um elevador diretamente do nível 1 ou mesmo das plataformas nas beiradas do nível central (nível 4). Ou mesmo usar balões menores ou um animal alado de maior envergadura. 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Seriados na Confraria: Finn Jones será Punhos de Ferro


Seriados na Confraria
Finn Jones será Punhos de Ferro

Foi anunciado nesta quinta-feira o ator que interpretará o personagem Daniel Rand/Punhos de Ferro no seriado Marvel/Netflix. Será o britânico Finn Jones, 28 anos. Com uma carreira relativamente recente ele conta com dez trabalhos realizados como ator principalmente em séries. Sua última participação, e de maior reconhecimento, tem sido como Sir Loras Tyrell no seriado The Game os Thrones. Com esta definição temos a última peça do quarteto da primeira fase de seriados da Marvel que já conta com Charlie Cox como Demolidor, Krysten Ritter como Jessica Jones e Mike Colter como Luke Cage.


Daniel Rand usa suas técnicas de kunf-fu para enfrentar a criminalidade em Nova Iorque. Mas sua luta não se baseia apenas em técnicas de combate, mas também na possibilidade de invocar o poder do Punho de Ferro.


A previsão é de que o seriado estréia em algum momento de novembro de 2016.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Imagens para Inspirar - Bardos II

Imagens para Inspirar - Bardos II

A música do bardo ecoa pela taverna prenunciando diversão ou morte, o você escolhe.





[Imagens: em ordem, Kyoungmim Park, Dave Rapoza, Joanna Wolska, Brian Fargo]

Cinema na Confraria: Informações sobre D&D e a tênue linha entre sucesso e fracasso


Cinema na Confraria
Informações sobre D&D e
a tênue linha entre sucesso e fracasso

Pois eis que temos a primeira notícia mais concreta sobre a nova adaptação para o cinema do universo de Dungeon and Dragons. Depois do anúncio da produção, em agosto passado, o produtor Roy Lee trouxe mais algumas informações. Ele declarou que o filme será uma mescla da vibe do filme Guardiões da Galáxia em um universo das obras de Tolkien. O que isso pode significar? Muitos ficam com receio de que seja uma reedição da fracassada meia-comédia da primeira produção. Mas o produtor afirma que os mesmos equívocos não serão cometidos e diz contar com pessoas qualificadas no apoio, como parte da equipe de criação do Chainmail, antecessor de D&D, e da própria Wizard of the Coast.

Pessoalmente considero que temos chances iguais de sucesso e fracasso. Eles podem realmente querer uma pegada mais cômica e ‘descolada’ para ter a chance de atingir um público maior. Não nos esqueçamos que o filme não visa (e nem pode) exclusivamente o público rpgista e eles podem explorar isso ao máximo. Ao mesmo tempo a intenção de juntar a ‘vibe’ de uma produção como Guardiões da Galáxia mostra que eles desejam algo leve, embora com momentos tensos, o que não estaria de todo errado – se feito de forma competente. Isso poderia querer demonstrar o elemento ‘divertido’ da prática do RPG. O cuidado que eles devem ter é que não podem misturar a visão dos jogadores com a vivência dos personagens. A diversão é do jogador, que pode acontecer em meio à um jogo extremamente violento ou sombrio.


Vamos esperar por mais informações.

Seriados na Confraria: novo trailer de Demolidor


Seriados na Confraria
Novo trailer de Demolidor

Apresentado o segundo trailer da nova temporada de Demolidor, pelo Netflix. A estréia é em 18 de março.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Cinema na Confraria: Primeiro trailer de Meu Amigo, o Dragão


Cinema na Confraria
Primeiro trailer de Meu Amigo, o Dragão

Parece que a Disney está se preparando para nos emocionar mais uma vez. O trailer de “Meu Amigo, o Dragão”, embora simples, dá o tom do filme e tenho certeza de que quando temos crianças e dragões contracenando o resultado será sempre muita emoção. O filme mostrará uma criança que viveu sozinha na floresta graças a ajuda de um dragão. Com direção de David Lowery (“Amor fora da lei”), teremos no elenco temos Oakes Fegley (“Sete dias sem fim”), Bryce Dallas Howard (“Jurasic World”), Robert Redford (“Golpe de Mestre”) e Karl Urban (“Star Trek”). A estréia será em 18 de agosto.

Cinema na Confraria: Blade Runner 2 tem data


Cinema na Confraria
Blade Runner 2 tem data

E Blade Runner 2 cada vez mais próximo da realidade. A Alcon Entertainment apresentou uma data para estréia do filme – 12 de janeiro de 2018. O clássico Cult dos anos oitenta terá sua continuação trinta e seis anos após sua primeira parte. Com direção de Denis Villeneuve ("O Homem Duplicado") e no elenco contará com Harrison Ford (“Star Wars”) reeditando o papel de Rick Deckard, além de Ryan Gosling ("Drive" e "Só Deus Perdoa").