quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Dicas do Mestre: Criando dungeons


Dicas do Mestre
Criando dungeons

Vamos aproveitar estes primeiros dias de trabalhos da Confraria de Arton em 2017 para falarmos rapidamente sobre criação de dungeons, um tema que abordei em outra postagem à quase sete anos. Não existe uma receita para o sucesso na criação de uma dungeon e sim elementos que devemos levar em conta para que ela seja bem utilizada.

O primeiro, e mais importante de todos, é sem dúvida primar pela diversão. E aqui saliento que não penso na diversão do mestre (que pelo simples fato de mestrar já deve estar se divertindo muito, ou pelo menos deveria), mas na diversão do grupo. Os mestres têm, normalmente, o feeling do cardápio de coisas que determinado grupo está esperando na aventura – a expectativa. Ele deve contrabalançar o conceito de sua aventura com o formato que ela deve assumir para atingir (e cativar) os jogadores, e dentro disso as dungeons devem se encaixar na expectativa de diversão do grupo.

A diversão para os jogadores é algo muito relativo, mas podemos generalizar (e sei como generalizações são perigosas) em dois extremos. De um lado temos grupos (ou jogos) que servem apenas para desopilar, divertir e reunir os amigos sem grandes comprometimentos. Esta vertente é vividamente encontrada em eventos de RPG, onde a partida é mais para socialização, comemoração ou para divulgação de um novo sistema, ou momentos em que novatos estão tendo seu primeiro contato com o hobby. São momentos em que a maioria quer matar, pilhar, fazer coisas heroicas (e nem sempre muito espertas) e ganhar xp sem qualquer compromisso. De outro lado temos grupos (ou jogos) que tem uma preocupação de maior imersão em um cenário ou acontecimentos que tendem a tentar cativar os jogadores e fazê-los vivenciar a experiência de seus personagens onde a preocupação não está na chegada, mas sim na jornada até o final da aventura. Para este tipo de grupo cada detalhe da aventura e da história (tanto faz se for uma campanha ou one-shot) é importante e deve ter uma razão de ser. Alguma deles é a forma correta de jogar? Claro que não... todas são certas e diferenciam-se apenas por atender às expectativas específicas e momentâneas dos jogadores e mestres naquele momento.


Com isto claro chegamos ao segundo elemento importante no momento de pensarmos na criação de uma dungeon – seu conceito. Muitas vezes fazer uma dungeon extremamente extensa ou repleta de armadilhas e tesouros não basta para a plena satisfação do grupo de jogadores. Sua posição conceitual dentro do cenário ou da aventura é muito mais importante (muitas vezes) do que suas características. E deve estar intimamente conectada com o tipo (expectativa) de jogo. Pensar que podemos jogar dungeons aqui e ali, aleatoriamente ou apenas para ocupar um espaço vazio do mapa ou mesmo que ela é um amontoado de corredores, é menosprezar a capacidade de nosso grupo e de nós mesmos como mestres. Ao mesmo tempo criar todo um background intrincado e cheio de camadas psicológicas para uma aventura despreocupada é queimar munição à toa.

Vamos pensar na opção mais trabalhosa. Conceito significa amarrar o motivo pelo qual a dungeon está naquele lugar dentro do contexto do cenário. Qual a função que ela tem, ou tinha, e como isso se reflete no seu “agora”. Perde realismo enfiarmos dúzias de espécies de monstros pensando mais em seu grau de desafio/dificuldade do que em uma lógica biológica, ou mesmo misturar esqueletos, orcs, ogros, bandidos e lichs em graus crescentes de desafio e em um número absurdo, todos juntos e misturados. Mesmo colocar aquele desafiador dragão, em uma câmara que com certeza ele não tinha como entrar, deitado sobre toneladas de moedas de ouro, que ele não tinha como juntar, perde muito de qualidade e realismo. Tenho visto muito este tipo de preocupação em dezenas de sites que se dedicam à criação de mapas (de dungeons à castelos). Pense no local da dungeon, sua função (atual ou anterior), sua história e importância no cenário e aventura e como está sendo utilizada agora. Com isso claro você terá facilidade de montar a sua e questões como tamanho, proteção, dificuldade e tesouros saltará facilmente aos seus olhos e ganharão um novo entendimento de vocês.

“(...) busca do equilíbrio ponderado entre
expectativa (do grupo de jogadores)
e conceito (do jogo/aventura)”

Mas toda esta explicação do parágrafo anterior está levando em consideração grupos e aventuras que tem o interesse em uma maior imersão. Então você pode me questionar: para aqueles que então em um jogo menos “engajado”, ou em um evento, ou algo descontraído, estas preocupações não são importantes? Claro que sim. Não é porquê uma aventura tem uma natureza mais solta ou de puro entretenimento que merece menos cuidados. Todos os elementos levantados até aqui servem para os dois tipos. Leve como regra: a busca do equilíbrio ponderado entre expectativa (do grupo de jogadores) e conceito (do jogo/aventura). Assim as mesmas questões saltarão aos seus olhos quando for produzir a dungeon adequado à este tipo de grupo. Igualmente aqui o mestre deseja que o grupo se divirta e para isso os elementos conceituais serão outros. Uma quantidade maior de desafios pode satisfazer muito mais do que a descoberta de uma intrincada ligação da história da dungeon com uma família poderosa de lá sei onde. Achar um dragão confinado em uma câmara (coitado do dragão) apenas esperando aventureiros para derrotá-lo e para pilhar seu ouro pode ser exatamente o que o grupo está esperando ao invés de uma lógica biológica de quais espécies de monstros estão convivendo ali. Ter de procurar armadilhas em cada canto ou se perder em um labirinto gigantesco pode ser muito mais interessante do que pensar em decifrar afrescos com dicas para uma poção mágica mencionada cinco sessões atrás. Não que isso não seja interessante para todos os tipos de jogos, mas o como, quando e onde colocar varia muito.


Para aqueles que esperavam que eu desse aqui dicas de extensão de corredores, desafios e armadilhas, espero que não estejam frustrados. A dungeon deve estar adequada ao tipo de jogo, o que em última análise, repetindo, significa um equilíbrio ponderado entre expectativa e conceito. Se tiverem esses dois elementos claros pouco importará o tamanho dela, grau de dificuldade dos antagonistas em seus corredores, as armadilhas que o grupo terá de evitar ou os tesouros que receberão os sobreviventes, pois ela terá sido criada no formato específico para a diversão... e só isso importa.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Seriados na Confraria: Tudo o que vem por aí na mid season


Seriados na Confraria
Tudo o que vem por aí na mid season

Qual será a pedida para este primeiro quadrimestre no que diz respeito à séries e seriados? Voltará para Westeros? Aplicará suas habilidades de espionagem para proteger o país de ataques terroristas?  Investigará crimes? Terá poderes? Fará parte de uma família estranha ou viverá grandes momentos históricos? Este é mundo maravilhoso das séries!

Como de costume, em todo início de ano, eu faço um apanhado do que teremos de novidade nos primeiros meses no cinema, séries, quadrinhos e livros. Começamos aqui com os seriados que estreia ou retornam nesta mid season (período correspondente de janeiro a maio, segundo a nomenclatura americana).

Vamos dar ênfase às estreias ou aquelas séries que preferimos, as demais serão indicadas, mas sem muitas informações.

JANEIRO
Dia 01
The Mick (Fox – Comédia - Estreia)
Mick, abreviatura de Mackenzie, é uma mulher com atitudes um tanto fora do padrão americano que vai para uma cidadezinha do interior de Connecticut para assumir a guarda dos três filhos de sua irmã, que está com problemas com a justiça. No elenco temos Kaitlin Olson (“It’s always Sunny in Philadelphia”), Sofia Black-D’Eliz (“Projeto Almanaque”), Susan Park (“Fargo”), Thomas Barbusca (“Preacher”) entre outros.



Ransom (CBS – Drama/Policial - Estreia)
A série foca em Eric Beaumont, interpretado por Luke Roberts, um negociador de crises que atua em casos com reféns. A sua principal marca e se recusar a agir com violência, esgotando todos os recursos possíveis. O seriado trabalhará de um lado com seu sucesso profissional, enquanto de outro com sua crise na relação familiar. No elenco Luke Roberts (“Black Sails”), Sarah Greene (“Penny Dreadfull), Nazneen Contractor (“24 Horas”), entre outros.


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Arquivo de Fichas - D&D 5E: Papai Noel

Arquivo de Fichas - D&D 5E
Papai Noel


O natal passou, mas ainda estamos em clima de festas, e o que melhor do que uma ficha do bom velinho dentro do sistema de regras de D&D 5E? Pois trago ela hoje. O ótimo site Death by Mage fez um excelente trabalho adaptando para D&D. Dias antes o site fez uma enquete no twitter pedindo dicas de qual a classe do Papai Noel, sendo apontado por ampla maioria como um bardo. Pois então foi providenciada uma ficha dentro desses moldes, com direito à itens mágicos e tudo mais. A Confraria de Arton apenas traduziu o material e re-diagramou-o para que os leitores tenham um material acessível e de boa qualidade. Aproveitem e divirtam-se!! Abaixe AQUI sua ficha em pdf!



Mapas (e dungeons) para suas aventuras - 72


Mapa flutuante

Estou no meu momento mapas 3D e acho que eles podem ser uma nova forma efetiva de auxiliar nossas mesas de RPG. Hoje trago um lançamento quentinho saído do forno – Skyward Hold, criação de Derek Zargovich, do site Eleven Tower.

O mapa mostra um conjunto de estruturas surreais, pedaços de terra flutuantes. Embora isso não seja algo comum em muitos cenários, pode ser facilmente agregado. Eu o colocaria como parte de algum plano dentro do panteão de um dos vários cenários, ou mesmo um sub-plano como uma área protegida ou escondida por algum motivo. Uma boa ideia seria colocar esse conjunto como alguma escola de magia ou mesmo um local de treinamento de cavaleiros de grifos, por exemplo.


O mapa em si é composto por quase uma dezena de fragmentos de terra, uns maiores outros menores, flutuantes sem ligação direta (a não ser entre dois deles, por uma ponte). A primeira estrutura, bem em cima, é a maior e você pode transforma-la em entreposto de algum produto ou um templo, com direito à uma ampla praça para meditação.

Abaixo, nas outras porções, temos prédios variados que contam com igreja (facilmente transformada em templo), uma hospedaria, cavernas de onde saem rios (que facilmente podem ser portais para algum lugar perigoso) e outras coisas. Em resumo, o mapa pode ser facilmente agregado às suas aventuras...


Divirtam-se!!!

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Cinema na Confraria: Trailer de Alien: Covenant

Cinema na Confraria
Trailer de Alien: Covenant


Nesses dias que rodearam o Natal tivemos a apresentação de alguns trailers que vamos postando na Confraria a partir de hoje. O que mais gostei, por ser de uma franquia que acompanhei desde filmes à quadrinhos, foi Alien. O trailer de Alien: Covenat mostra que ele será claramente uma continuação de Prometeus (2012). O filme é considerado a segunda parte de uma trilogia prequel da franquia iniciada em 1979 com Alien: o 8º passageiro. Além disso o filme aparentemente será um retorno ao clima claustrofóbico e aterrorizante, que foram as marcas registradas da franquia. No elenco temos Michael Fassbander (“X-Men: First Class”), Katerine Waterson (“Animais Fantásticos e onde habitam”), Guy Pearce (“Amnésia”), Danny McBride (“É o fim”), Demián Bichir  (“Os Oito Odiados”),  Jussie Smolett  (“O Anjo da Guarda”),  Amy Seimetz  (“O Último Sacramento”),  Carmen Ejogo  (“Selma”),  Callie Hernandez  (“Machete Mata”),  Billy Crudup  (“Watchmen”) e James Franco (“127 horas”). A direção será de Ridley Scott e a estreia está marcada para 18 de maio.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Checklist Marvel: Dezembro de 2016


O ano está terminando para todos nós, mas para a Marvel no Brasil é um doce recomeço. Passadas as Guerras Secretas e com o planeta Terra reconstruído, tudo está normal novamente... Será? A Terra ter voltado a existir não significa que as coisas voltarão a ser como eram. Muito pelo contrário, tudo está diferente. A Nova Marvel chega com uma pilha de lançamentos para os fãs com toda a numeração zerada ou com novos títulos, além de alguns encadernados especiais da hora!

Entre dezembro e janeiro as coisas ainda estarão confusa. Vários títulos que foram anunciados para novembro sairão juntos com sua edição seguinte em dezembro, além de algumas coisas pré-Guerras Secretas.

Homem de Ferro 1


Tony Stark parece ter voltado a ser o mesmo cara de sempre: convencido, envolvido com belas mulheres e um passo tecnológico à frente de seus amigos e inimigos! Ressurgindo com uma nova armadura, o Homem de Ferro encara a Madame Máscara e uma série de furtos relacionados a itens mágicos arcanos. Ao rastrear o último paradeiro da moça, eis que ele dá de cara com um velho conhecido (agora muito diferente) que estava desaparecido desde o fim das Guerras Secretas!
Edições originais:
         Invincible Iron Man #1 e #2)
Páginas: 52
Preço: R$ 7,20

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Pathfinder Flip-Mat: terrenos para todos os gostos


Pathfinder Flip-Mat
- terrenos para todos os gostos -

Como rpgistas estamos sempre procurando coisas que nos sejam uteis no momento do jogo e quanto mais versáteis e práticas, melhor. A série Pathfinder Filp-Mat é uma dessas preciosidades que adoramos colocar a mão.

O Pathfinder Flip-Mat são folhas enormes que simulam uma grande variedade de terrenos/texturas com grids para usarmos nossas miniaturas em nossas aventuras. O PFM é um uma folha de material especial que pode ser riscado com aquela caneta de ‘quadro branco’ e depois ser apagado facilmente, deixando a folha intacta. Assim o mestre pode criar dungeon ou estrutura e riscá-la e rabiscá-la sem qualquer perigo.

Existem uma grande variedade de PFMs. Você pode adquiri os modelos básicos que são texturas variadas básicas em branco, para você criar o que bem entender. São dois tipos. Pathfinder Flip-Mat: Basic vem com duas texturas, uma de cada lado, sendo uma delas tal qual piso de uma dungeon e o outro tal qual um caverna. Já o Pathfinder Flip-Mat: Basic Terrain Multi-pack possui duas folhas com um total de quatro tipos de terrenos (água, calçada, terra e grama). Um terceiro pack básico está em pré-venda para lançamento em final de janeiro - Pathfinder Flip-Mat: Elemental Planes Multi-Pack.


Mas além disso, a Paizo tem lançado estruturas e cenários já impressos em seus PFMs. Seu catálogo conta com 29 estruturas prontas, quase sempre com duas folhas (ou seja, quatro lado de mapas) e outras 27 folhas avulsas de terrenos e estruturas diversas (incluindo barcos, arenas, florestas etc).




Alguns de seus lançamentos se destacam, como a Pathfinder Flip-Mat: The Emerald Spire Superdungeon Multi-Pack. Esta é um verdadeiro desafio para qualquer grupo de aventureiros em 16 (oito folhas) níveis de uma impressionante e linda dungeon.



Veja abaixo um vídeo do ótimo canal Howtod&d apresentando o PFM e seus usos:



Em tempos de Natal, este seria um maravilhoso presente para qualquer rpgista! Confira os produtos disponíveis e futuros na página da Paizo!

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores: Ladybug & Cat Noir

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores
Ladybug & Cat Noir


LADYBUG – Marinette Dupain-Cheng


Nível de Poder: 7

HABILIDADAES
FOR 14/10 (+2/0) DES 24/14 (+7/+2) CON 10 (0)  INT 12 (+1) SAB 12 (+1)  CAR 14 (+2)

SALVAMENTO
Resistência +8/0; Fortitude +2; Reflexo ++11/6; Vontade +3.

COMBATE
Ataque +8, +10 [io-io]; Agarrar +8/+10; Dano +0/+2 [desarmada], +4 [io-io]; Defesa +10, Esquiva +5, Iniciativa +2/+7.

PERÍCIAS
Acrobacia 5 (+12/+7), Arte da Fuga 5 (+12/+7), Furtividade 2 (+9/+4), Notar 4 (+5), Procurar 8 (+9)

FEITO
Ação em movimento, Alvo esquivo, Capanga 2, De pé, Especialização em ataque (io-io), Interpor-se, Mudança rápida, Plano genial, Sorte, Tiro preciso

PODER
Repertório – Miraculous 11  [Brincos - Extra: Amplo; Desvantagem: Identidade Normal]
Base: Criar Objeto 10 [Extra: Duração/Contínua – Falha: Cansativo, Ação/Completa]
PA: Proteção 4 [Dinâmico]
PA: Salto 2 [Dinâmico]
PA: Habilidade ampliada/Força 4 [Dinâmica]
PA: Habilidade ampliada/Destreza 10 [Dinâmica]
PA: Rapidez 3 [Dinâmica]

Dispositivo - Io-io 8 [Fácil de perder - Feito: Indestrutível]
Escudo 7, Supermovimento 1 [Balançar-se]
Golpe 4 [Descritor/esmagamento—Feito: Preciso, Pujante]
Armadilha 7 [Feito: Coleira - Extra: Engolfar, Constrição, – Falha: Enredar – PA: Armadilha 5 (Falha: Limitado/Akumas – Extra: Sem Salvamento)]

TOTAL: 130
12 (habilidades) + 8 (salvamento) + 36 (combate) + 6 (perícias) + 10 (feitos) + 58 (poderes)

TIKKI [NP 1 – Capanga graduação 2]
FOR 4 DES 6 CON 4 INT 12 SAB 16 CAR 14
Perícias: Conhecimento [Miraculous] +12, Notar +5
Feitos: Inspirar, Memória eidética,
Poderes: Vôo 1, Imunidade [Envelhecimento]
Combate: Ataque +2, Dano 0, Defesa +4, Iniciativa –2
Salvamento: Res –3 For –3 Ref –2  Von +8
Habilidades 6 + Perícias 2 (8 graduações) + Feitos 2 + Poderes 3 + Combate 12 + Salvamentos 5 = 30 pp




CAT NOIR – Adrien Agrest


Nível de Poder: 7

HABILIDADES
FOR 16/10 (+3/0) DES 26/14 (+8/+2) CON 12 (+1)  INT 12 (+1) SAB 12 (+1)  CAR 16 (+3)

SALVAMENTO
Resistência +5/+1; Fortitude +4; Reflexo +13/+7; Vontade +3.

COMBATE
Ataque +8, +10 [bastão]; Agarrar +8/+11, Dano +0/+4 [desarmado], +5 [bastão]; Defesa +10, Esquiva +5, Iniciativa +2/+8.

PERÍCIAS
Acrobacia 6 (+14/+8), Arte da Fuga 6 (+14/+8), Blefar 2 (+5), Escalar 2 (+5), Furtividade 5 (+13/+7), Idioma 2 (Francês nativo - inglês, chinês), Notar 4 (+5), Profissão [modelo]  5 (+5)

FEITO
Ação em movimento, Agarrar preciso, Alvo esquivo, Ataque atordoante, Benefício 3 [Status/famoso, Recursos 2], Capanga 2, De pé, Distrair, Especialização em ataque (Bastão) 2, Interpor-se, Mudança rápida, Sorte, Tiro preciso, Zombar

PODER
Repertório – Miraculous 30  [Anel - Extra: Amplo; Desvantagem: Identidade Normal]
Base: Corrosão 12 [Extra: Área - Falha: Cansativo, Ação/Completa]
PA: Proteção 4 [Dinâmico]
PA: Salto 3 [Dinâmico]
PA: Habilidade ampliada/Força 6 [Dinâmica]
PA: Habilidade ampliada/Destreza 12 [Dinâmica]
PA: Rapidez 3 [Dinâmica]
Golpe 4 [Dinâmico]

Dispositivo – Bastão 9 [Fácil de perder - Feito: Indestrutível]
Escudo 8 [PAD: Armadilha 5 (Extra: Área)]
Supermovimento 3 [Escalar paredes, Estabilidade, Queda lenta]
Vôo 11 [Falha: Levitação]

TOTAL: 200
16 (habilidades) + 9 (salvamento) + 36 (combate) + 8 (perícias) + 17 (feitos) + 114 (poderes)

PLAGG (NP 1 – Capanga graduação 2)
FOR 4 DES 6 CON 4 INT 12 SAB 16 CAR 14
Perícias: Conhecimento [Miraculous] +12, Notar +5
Feitos: Inspirar, Memória eidética,
Poderes: Vôo 1, Imunidade [Envelhecimento]
Combate: Ataque +2, Dano 0, Defesa +4, Iniciativa –2
Salvamento: Res –3 For –3 Ref –2  Von +8

Habilidades 6 + Perícias 2 (8 graduações) + Feitos 2 + Poderes 3 + Combate 12 + Salvamentos 5 = 30 pp




As fichas em pdf

    

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Material de Apoio: Curso de Heráldica VI


As Partes do Escudo
O escudo, como forma básica e central do brasão, é dividido tradicionalmente em nove partes. É importante, antes deixarmos claro a diferença entre “partes” e “partições”. As ‘parte’ do escudo correspondem à zonas imaginárias específicas dentro de área do escudo propriamente dito, enquanto ‘partições’ se refere à cortes/linhas na área do escudo.

Essas partes do escudo são chamadas também de ‘campos’ e podemos identificar nove delas em um escudo delimitado pelo chamado ‘Bordo do Escudo’, independente de seu formato.

Tendo isso claro outras definições são extremamente importantes, principalmente quando vamos nomear partes e posições. Um lembrete pertinente aqui, e que aos poucos ficará mais recorrente me nossas postagens, é tudo o que se refere à nomenclatura (forma de descrever o escudo sem a necessidade de uma imagem). Uma parte disso vimos na postagem das tinturas, e isso continuará aqui. Um dos posicionamentos mais óbvios é com relação à esquerda, direita, em cima e em baixo. Em heráldica usa-se sinistra (esquerda – ‘sinister’ em inglês e ‘sénestre’ em francês) e destra (direita – ‘dexter’ em inglês e ‘dextre’ em francês) em relação à quem visualiza o escudo, ao mesmo tempo que usamos topo (para parte superior) e ponta (para parte inferior). Os quatro cantos do escudo são chamados de cantão. Tendo clara essa nomenclatura, podemos nomear todas as nove partes do escudo.

A parte superior do escudo possui caráter de destaque e é considerada com a parte mais nobre. Ela é usualmente chamada, no conjunto das suas três partes, de “Parte do Chefe”, como referência ao elemento central. Mas a forma correta de denominação seria “Topo do Escudo”. Este topo possui três partes. Seu centro é chamado de Chefe ou centro do chefe, enquanto as laterais são chamadas de cantão direito do chefe ou destro do chefe e cantão esquerdo do chefe ou sinistro do chefe.

A parte intermediária do escudo é composto por dois flancos – flanco direito ou apenas destro e flanco esquerdo ou apenas sinistro. A parte central é nomeada como “Coração” ou “Abismo” do escudo (algumas obras muito antigas se referem à este ponto como Feffe). Apenas por curiosidade, especificamente dizemos que uma peça (isso será visto posteriormente) está no “coração do escudo” quando ela estiver posicionada bem no centro e tiver o mesmo tamanho das outras peças restantes (se houverem). Ao mesmo tempo dizemos que ela está no “abismo do escudo” se a peça tiver um tamanho menor do que das restantes.

A parte inferior do escudo é denominada, em seu conjunto, por “Ponta do Escudo” (obras muito antigas chamam esta posição de Bafe). As laterais são chamadas também de “cantões”, como no topo – cantão esquerdo ou sinistro da ponta e cantão direito ou destro da ponta. A parte central é chamada simplesmente de Ponta.



Existem mais dois pontos importantes, que são referenciados pelas partes do escudo. O primeiro deles fica entre o ‘chefe’ e o ‘coração’ e é chamado de Ponto de Honra (em algumas épocas também foi chamado de ‘collar point’). O segundo fica entre o ‘coração’ e a ‘ponta’ e é chamado de Umbigo do Escudo (também chamado de ‘nombril point’).



Cinema na Confraria: Primeiro teaser de Blade Runner 2049


Cinema na Confraria
Primeiro teaser de Blade Runner 2049

O primeiro teaser de Blade Runner 2049 foi apresentado ontem. Continuação do Cult de sucesso da década de oitenta, ele se passará após os acontecimentos do primeiro filme. Com direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”), terá no elenco, Ryan Gosling (“A Grande Aposta”), Harrison Ford (“Star Wars”), Mackenzie Davis (“Perdido em Marte”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”), Robbin Wright (“House of Cards”), entre outros. A estreia está marcada para 5 de outubro.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Dungeons (e mapas) para suas aventuras - 71


Mais mapas 3D

Pelo que vimos na semana passada, os mapas em 3D são lindos e caem no gosto dos rpgistas. Concordamos que fazer um mapa já é difícil se quisermos uma qualidade superior.... Fazê-los em 3D e com qualidade superior é, então, uma arte. Por isso resolvi trazer aqui (alguns novamente) alguns bons exemplos desta variante para que possam ser usados ou apenas apreciados.

[Nota 1: não consegui encontrar referência de todos os autores, já que muitas das imagens são passadas e repassadas... caso alguém saiba as autorias, me avisem que faço questão de referenciá-las.]

[Nota 2: as imagens muito grandes, como estas, têm uma certa dificuldade para serem colocadas em blogs, por isso eu às linkei à uma pasta do pinterest ou à seus originais]














terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Confraria Miniaturas: Esqueletos (D&D 5E)


Confraria Miniaturas
Esqueletos (D&D 5E)
Miniatura 02

Na segunda edição da Confraria Miniaturas, onde adaptamos monstros/personagens de D&D 5E (por enquanto) à forma de miniaturas de papel, trazemos hoje Esqueletos. Na 5E embora tenhamos três tipos de esqueletos descritos e com estatísticas no Monsters Manual, apenas dois deles possui um desenho ilustrativo que possibilite transformá-los em miniaturas de papel – o esqueleto propriamente dito e o minotauro esqueleto. Eles foram dispostos em duas folhas, com estatísticas, e tendo uma quantidade muito maior do esqueleto simples.

Faça download do pdf AQUI




Dicas para impressão e montagem
Algumas pessoas me perguntaram sobre a montagem dessas miniaturas e qual a melhor forma de fazê-lo. As miniaturas de papel são muito versáteis e fáceis de usar, além de serem muito mais baratas em comparação às miniaturas compradas prontas (de resina ou metal). O importante aqui é criar condições para que a miniatura seja razoavelmente resistente. Para isso o papel faz toda a diferença. Imprima em papel de gramatura (espessura) mais alta, entre 120g e 180g seria o ideal. O valor é bem acessível, onde um pacote de 50 folhas de papel sulfite de 180g, da maioria das marcas existentes no Brasil, custa menos de R$ 30,00. Claro que você pode usar papel fotográfico e outros de melhor qualidade, mas isso encarecerá o custo das miniaturas. O uso das miniaturas coloridas ou em preto e branco também fica à critério do usuário.

Com relação à montagem das miniaturas elas possuem duas formas básicas. Muitos boradgames, hoje em dia, trazem peças de papel que são encaixadas em bases plásticas, que podem ser facilmente emuladas para que as peças que trago nessas postagens sejam encaixadas. Para isso deixei um considerável espaço abaixo da imagem para que possam ser dobradas ou recortadas da melhor forma possível. Alguns rpgistas, nos vários grupos do Facebook dedicados ao RPG, possuem várias formas de deixar suas miniaturas de pé, desde pequenos clips de papel, bases coladas etc. Use a forma que melhor lhe agradar.

A segunda forma seria como o clássico RPG Quest usa para suas miniaturas. Eles se valem de um simples sistema de encaixe da base onde um pequeno ‘talho’ possibilite que seja entrelaçado (veja imagem abaixo). O espaço que disponibilizei nas miniaturas é mais do que suficiente para o uso desse sistema.



Bom jogo!