sábado, 14 de maio de 2011

Resident Evil: Mercenaries 3D ganha trailer cinematográfico

De volta à Roccon City

O novo lançamento da Nintendo 3DS, "Resident Evil: Mercenaries 3D", ganha um trailer interessante. O trailer segue como se fosse um telejornal apresentando os acontecimentos em Roccon City. O final é hilário! No jogo você poderá usar os personagens principais da série - Chris Redfield, Jill Valentine, Claire Redfield, Albert Wesker, Hunk, Jack Krauser e Rebecca Chambers - para enfrentar as 30 missões propostas. A data de lançamento também foi divulgada, será dia 28 de junho.

Mais dois trailers para Super 8

Mais alienígenas

Super 8 continua dando o que falar. A produção, que tem a marca de Spielberg como co-produtor, continua cheia de mistérios e deixando os fãs enlouquecidos. Nesta sexta foram lançados mais dois trailers que mostram muito sem mostrar quase nada... um verdadeiro paradoxo! A estréia no Brasil será em 12 de agosto.


O fim da língua portuguesa

Era só o que faltava!!


"Nois fumu vencido, agora esse negoço de concordancia vai pru escambau"
[retirado do site Maxiliteratura]

Esta notícia eu não poderia deixar de comentar. Uma publicação que deveria ter a função de ensinar nossos alunos, com aval do MEC, acaba com a nossa língua portuguesa. O livro “Por uma Vida Melhor”, da coleção Viver e Aprender, da editora Global, destinada à mais de 4 mil escolas por todo o país, trás uma idéia das mais controversas. Segundo a publicação a forma correta de se falar, e por conseguinte de se escrever, não existe mais. Conjugações e concordâncias não seriam mais necessárias para se falar (e escrever).

No livro, em uma determinada parte, nos é apresentado como exemplo – “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado”. Na explicação é dito que a frase não estaria errada pelo simples fato do artigo “os” estar no plural, dando entendimento à toda a frase.

Os próprios autores se designam como defensores da norma ‘popular’ da língua portuguesa em detrimento da norma ‘culta’. Em entrevista ao portal uma das autoras, Heloisa Ramos, diz “Não queremos ensinar errado, mas deixar claro que cada linguagem é adequada para uma situação. Por exemplo, na hora de estar com os colegas, o estudante fala como prefere, mas quando vai fazer uma apresentação, ele precisa falar com mais formalidade. Só que esse domínio não se dá do dia para a noite, então a escola tem que ter currículo que ensine de forma gradual”.

A justificativa, embora cheia de boas intenções, não tem o menor cabimento para a educação brasileira. O MEC se manifestou em defesa da escolha da obra justificando que a aceitação de linguagem informal valorizaria a forma de comunicação dos diversos grupos sociais e regionais, elevando sua auto-estima ao verem sua forma de comunicação aceita, combatendo um dito ‘preconceito linguístico’.

Pessoalmente acho isto um absurdo. A função da escola e do professor, que é a transmissão e aprimoramento do conhecimento, está sendo deturpada. Ou pior, está sendo desconsiderada. Além disso, se pensam que isso acontecerá (ou será permitido) apenas para a língua falada, estão enganados, pois mal se consegue ensinar uma ‘forma’ de língua portuguesa para nossos alunos, como podem sonhar que ensinarão duas diferentes – uma ‘informal’ sendo aceita para a língua falada, outra ‘culta’ ou ‘formal’ para a língua escrita. É loucura!

É a excelência do erro.

O dito ‘preconceito linguístico’ que a autora entrevistada se refere parece se referir ao ato do professor corrigir o aluno. Ora, se a escola é o local para ensinar, trocar experiências e conhecimento, onde ela pensa que poderíamos corrigir o aluno. Ou será que isso agora é politicamente incorreto. Se este é o ‘problema’ então devem descobrir uma forma diferente para enfrentá-lo. A não ser que estejam se preocupando em não mostrar para o aluno que ele está equivocado, pois isso seria uma violência ou violação. Balela.... Se isto realmente existe por parte de algum professor de forma exagerada, o profissional é que deve ser corrigido, mas não alterar toda a regra de nossa língua para isso.

Qual sua opinião??

Novo trailer para Carros 2

Aventura sobre quatro rodas

Uma das animações de amior sucesso da Pixar mostra um novo trailer, numa versão muito mais longa. A produção chegará aos cinemas em 24 de junho.

Remake de A Hora do espanto ganha primeiro trailer

Seu vizinho é um vampiro?

Não sei vocês, mas eu vi a primeira versão deste filme no cinema (sim sou velho, e daí?!). Era o típico filme de terro/comédia do final dos anos oitenta. Nesta onda de remakes em que vivemos, hoje me dia, eis que ele surge dos mortos para nos assumbrar (ou divertir!). No filme, um vertereno do secundário, Charlie, de uma típica escola americana tem certeza que seu vizinho é um vampiro. Como ele não consegue converncer ninguém disso, ele resolver achar uma solução sozinho.

No elenco temos Toni Collete (“United States of Tara“), David Tennant (“Harry Potter e o Cálice de Fogo“), Imogen Poots (“V de Vingança“) e Christopher Mintz-Plasse (“Kick Ass: Quebrando Tudo“). Na direção está Craig Gillespie (“A Garota Ideal“). Ele estréia no Brasil em final de setembro.

Trailer de Soul Calibur V arrasa

A espada Soul Edge está de volta

Desde a primeira versão, ainda para PS, lá pelo final dos anos noventa, já se passaram mais de uma década e o jogo continua ganhando mais e mais fãs. Agora, com a quinta versão do game, a emoção esta retornando em combates de assombrar. O game que só sairá em 2012 apresenta um trailer com algumas cenas, mas que não revelam muito do jogo em si. Estou muito curioso para ver um trailer com o gameplay dele. Ele será lançado para PS3 e Xbox.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Capa e conteúdo da Dragon Slayer 33

Dragon Slayer 33 chegando


Mal tivemos a divulgação da capa da Dragon Slayer 33, no início desta manhã pelo site da Jambô, e .20 já nos presenteou com a capa finalizada e a lista dos conteúdos da edição. Segundo o Guilherme, editora da Jambô, a revista já está na gráfica, o que significa que em um pouco mais de uma semana já a teremos em nossas mãos!!!


Originalidade

Às vezes, alguém pergunta: “por que a DragonSlayer tem tantas adaptações?”. É uma ótima pergunta— desde que a nova equipe assumiu a revista, quase todas as capas foram adaptações de animes ou filmes. Mesmo antes, não faltavam versões RPGistas de seriados, mangás e videogames. Por quê? A resposta é sempre a mesma: porque o público pede.

Temos a responsabilidade de atender aos desejos dos leitores. Se não fizéssemos isso, vocês iriam nos pénabundear em dois tempos! Vocês pedem Highschool of the Dead, Berserk, Harry Potter... E nós atendemos.

Mas também sentimos falta das grandes sagas originais. Os mais antigos devem lembrar de O Disco dos Três e Aliança Negra (reeditada como o livro Expedição à Aliança Negra). E o que falar de Holy Avenger? Dado Selvagem?

Nesta edição, trazemos de volta as grandes sagas. Para começar, O Teste, a primeira parte de uma aventura lidando com os elfos de Arton em luta contra a Aliança Negra. Temos também Super Mega City, o lado super-heroico da Cidade das Cidades, e as colunas e seções de sempre.

O quê? Sentiu falta das adaptações? Não se preocupe, elas logo estarão de volta. Mas nunca podemos esquecer que o cenário mais querido dos RPGistas brasileiros não foi feito lá fora, mas produzido aqui mesmo, através do esforço conjunto de autores e fãs nacionais. E que as maiores sagas não são aquelas feitas por outros, que assistimos passivamente — são as que vivenciamos na mesa da sala, rolando dados e bebendo refrigerante.

Equipe Dragonslayer (tentando conquistar o mundo)

Notícias do Bardo
Encontros nada aleatórios.

Encontros Aleatórios
Será que o Cassaro vai ilustrar essa?

Reviews
DBride: A Noiva do Dragão, Bestiário de Arton, Mecha & Mangá.

Sir Holland
E precisa de teste de perícia?

Toolbox
Eu quero acreditar.

Mestre da Masmorra
Criando um clima…

Super Mega City
Como se os Defensores precisassem de ainda mais poderes.

O Teste
Para os elfos rolarem Iniciativa!

Chefe de Fase
Multiclasse é isso aí!

Gazeta do Reinado
Ganchos, ganchos, ganchos!

Power Up!
Dano, dano, dano!

Heróis de Mangá
Pilotos de mecha, artistas marciais e colegiais para Mutantes & Malfeitores.

Fundo do Baú
Ficção científica made in Brazil.

Apresentada a arte da capa da Dragon Slayer 33

Bela capa

O site da Jambô acaba de apresentar a arte para a capa da edição 33 da revista Dragons Slayer. O que mais chama atenção, na chamada, é que nela teremos as primeiras consequências da Reunião Élfica - que apareceu na Gazeta do Reinado. A arte é de Roger Medeiros e Rod Reis.


Mapa e Infográfico para entender Game of Thrones (repostagem)

Tudo para entender Game of Thrones

Os fãs do livro e do seriado Game of Thrones se esmeram em produzir materiais de grande qualidade. Achei duas produções muito interessantes. Primeiro temos um infográfico que mostra (pelo menos é uma tentativa, segundo seu autor) as famílias, suas relações e seus caráteres. Do pouco que eu conheço fiquei impressionado com o resultado. Clique na imagem para aumentar.


Trailer do incrivel Real Steel (repostagem)

Rocky de aço


Este é mais dos post perdido que acho importante repostar. Este é um daqueles filmes que não devemos perder nem que seja pela curiosidade, embora eu ache que ele será muito bom. Real Steel mostra um futuro onde as lutas de boxes foram abolidas. A diversão, então, são lutas de boxes entre enormes robos. Aqui começa a história de Charlie, interpretado por Hugh Wolverine Jackman. Ele é um ex-lutador e campeão que agora leva a vida com certa dificuldade, desde que as lutas foram proibidas, mantendo um robo como lutador. Após seu robo ser massacrado seu filho encontra um robo para substituí-lo, e caberá ao seu pai treiná-lo.

A Qualidade de Game of Thrones (repostagem)

Game of Thrones dissecado

Já disse mais de uma vez que artigos de qualidade devem ser repassados para que todos tenham acesso à ele e consigam ótimas informações, com os devidos créditos... é claro. Este é um desses casos. Com o título de 'Game of Thrones: produzindo Guerra dos Tronos' temos um ótimo painel da produção, uma rápida história do autor da obra que deu origem ao seriado e uma visão do resultado alcançado. O artigo foi postado originalmente no site da Veja, de autoria de Fernanda Furquim.

“GAME OF THRONES”: PRODUZINDO
“GUERRA DOS TRONOS”


A mais nova superprodução da TV estreou nos EUA e no Brasil pela HBO cercada de muita publicidade e expectativas. Registrando cerca de 2.2 milhões de telespectadores, nos EUA, “Game of Thrones” repetiu o feito de outras séries do canal ao ter sua produção renovada para sua segunda temporada, com a exibição de apenas um episódio. Não que existisse alguma dúvida a respeito de sua continuidade, afinal, dificilmente o canal cancelaria uma série em sua primeira temporada após o investimento de cerca de 60 milhões de dólares para se produzir os primeiros dez episódios.

Desde que foi anunciada em 2008, a produção deixou claro que sua intenção é produzir, pelo menos, quatro temporadas. O equivalente aos quatro primeiros livros de George R.R. Martin, da série “A Song of Ice and Fire”. O autor já tem o quinto volume pronto para seu lançamento em julho de 2011, sendo que a série literária deverá ter um total de sete volumes.

O reino de Westeros surgiu da vontade de Martin em se afastar da televisão, veículo para o qual escreveu diversos roteiros para séries. O autor foi roteirista e produtor de “Além da Imaginação” e “A Bela e a Fera”, ambas da década de 1980. A primeira apresentava uma nova versão da visão de Rod Serling para as fantásticas possibilidades proporcionadas pela ficção científica, enquanto que a segunda era um conto de fadas moderno, sobre o amor impossível entre uma criatura meio homem meio fera, e uma advogada vivendo em Nova Iorque.


Apesar do sucesso que as duas séries conquistaram na época em que eram exibidas, Martin decidiu se afastar desse meio. O motivo era simples: na TV seu trabalho estava limitado a um orçamento, a um formato de produção e a uma censura. Pensando em criar um universo povoado por diversos personagens, situados em cenários grandiosos, vivenciando uma trama repleta de reviravoltas, Martin escreveu o livro “Game of Thrones” que introduz o leitor ao reino de Westeros.

Publicado em 1996, o livro atraiu o interesse de um público ávido por esse tipo de história. Recebendo prêmios, a obra começou a despertar o interesse de Hollywood, principalmente depois que “O Senhor dos Anéis” fez sucesso. Mas Martin recusava-se a autorizar que sua obra ganhasse uma adaptação cinematográfica. Para ele, um filme não conseguiria reproduzir o conteúdo do livro. Para que Hollywood pudesse adaptar sua obra, os estúdios teriam que se comprometer a produzir, pelo menos, 27 filmes. Algo impensável.

Até que, por volta de 2007, a HBO começou a negociar com o autor uma adaptação de sua obra, com o objetivo de transformá-la em uma série de TV. Buscando investir em produções ousadas, o canal propôs ao autor adaptar cada livro em uma temporada de, inicialmente, 12 episódios (posteriormente foram definidos 10 episódios por temporada). Considerando esse formato mais adequado para contar sua história e levando em consideração a fama conquistada pelo canal com produções como “Deadwood”, “A Família Soprano” ou “Roma”, Martin aceitou a proposta.


Produzido em parceria com a Management 360, o projeto ganhou a encomenda de um episódio piloto para avaliação. Pura formalidade, visto que a decisão de se produzir uma série já estava tomada. No entanto, a produção sofreu um revés. Entre 2007 e 2008 ocorreu uma greve dos roteiristas americanos que paralisou Hollywood ao longo de quatro meses. Com isso, a HBO precisou adiar a produção de “Game of Thrones”, a qual somente teve início em 2009. Em março de 2010, o canal anunciou a encomenda da série.

No entanto, após o anúncio, a produção precisou refilmar boa parte do episódio piloto para poder acomodar a substituição de duas atrizes. Jennifer Ehle (da minissérie inglesa “Orgulho e Preconceito”), contratada para interpretar Catelyn Stark, foi substituída pela irlandesa Michelle Fairley (a sra. Granger dos filmes de “Harry Potter”). O mesmo aconteceu com Tamzin Merchant, que interpretou Daenerys Targaryen no primeiro piloto, sendo substituída por Emilia Clarke. Embora seja comum a troca de atores quando um piloto é transformado em série, nenhuma explicação foi passada à imprensa.

A troca adiou o início da produção do segundo episódio tendo em vista a necessidade de se fazer testes para selecionar as novas atrizes, bem como a refilmagem de várias das cenas do piloto em que as personagens aparecem.


Inicialmente, as filmagens da temporada seriam feitas no Marrocos, mas a produção decidiu se estabelecer na Irlanda com locações na Ilha de Malta. Com o objetivo de desenvolver o idioma Dothraki, a HBO entrou em contato com a Language Creation Society. Vários de seus membros submeteram suas propostas ao canal, que escolheu o trabalho de David J. Peterson. O especialista em línguas desenvolveu um vocabulário com cerca de 1800 palavras tomando como referência os idiomas russo, turco, estoniano, suahili e diversos dialetos inuits falados no Canadá.

Em seu contrato com a HBO, Martin tem o compromisso de escrever um roteiro por temporada. Na primeira, o episódio oito foi escrito por ele. Com o título de “The Pointy End”, ele será exibido nos EUA no dia 5 de junho e, no Brasil, no dia 26 do mesmo mês.

Com apenas quatro episódios exibidos, a série vem conseguindo manter a média de 2.3 milhões de telespectadores em sua primeira exibição. Embora seja uma audiência baixa em relação ao custo, “Game of Thrones” é considerada mais uma série de sucesso da HBO. Além dos EUA e do Brasil, a produção já foi vendida a canais da Inglaterra, Irlanda, Canadá, Noruega, Suécia, Espanha, Austrália, países Árabes e Europa Central.

Problemas com o Blogger e perda de postagens

Problemas

Salve...

Como todos devem ter visto o Blogger teve um problema entre quatra-feira e hoje. Muitas postagens foram perdidas nesse período. Como não deveria de ser a Confraria perdeu cerca de dez postagens que eu irei repostar conforme der. Inclusive a postagem de nosso colaborador do O'Bardo foi perdida!

Quero pedir desculpas pelo transtorno ...

Abração à todos!!!