segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Capitã Marvel - Mutantes e Malfeitores: Capitã Marvel [Carol Danvers - Marvel]

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores
CAPITÃ MARVEL – Carol Danvers [Marvel]



“Eu não preciso ser superpoderosa para chutar seu traseiro!”

Nível de Poder: 13

HABILIDADES
FOR 34 (+12) DES 16 (+3) CON 30 (+10) INT 14 (+2) SAB 12 (+1) CAR 16 (+3)

SALVAMENTO
Resistência +16; Fortitude +15; Reflexo +6; Vontade +4.

COMBATE
Ataque +10 [corpo-a-corpo], +8 [distância]; Dano +12 [desarmado], + 10 [raio/explosão], +12 [raio/concussão]; Defesa +10; Esquiva +5, Iniciativa +7.

CAPACIDADE DE CARGA
64t (leve), 125t (média), 200t (pesada), 400t (máxima), 1000t (arrastar/empurrar).

PERÍCIAS
Blefar +8, Computadores +5, Conhecimento [Cultura Kree] +10, Conhecimento [Tática] +10, Diplomacia +6, Disfarce +8, Furtividade +6, Idiomas 8 [Inglês nativo e todas as principais, incluindo chinês], Intimidar +7, Investigar +6, Notar +7, Obter informação +6, Pilotar +8, Profissão [espionagem] +10.

FEITOS
Ação em movimento, Ataque atordoante, Ataque defensivo, Ataque poderoso, Atraente 2, Benefício [autorização de segurança – Vingadores], Duro de matar, Foco em ataque 2 [corpo-a-corpo], Iniciativa aprimorada, Interpor-se, Liderança, Renomada, Trabalho em equipe.

PODERES
Absorção 10 [energia - aumenta Força – Feito: Dissipação lenta, Mudança rápida – Extra: Armazenagem de energia] – PA: Absorção 10 [energia – Regeneração]
Superforça 7
Velocidade 3
Imunidade 29 [Suporte vital, Todo o dano físico não-letal]
Vôo 10 [Feito: Manobralidade]
Raio 12 [Descritor/concussão – Extra: Área/Linha - PA: Raio 10 (Descritor/energia – Extra: Explosão)]
Proteção 6

Pontos: 307
62 (habilidades) + 9 (salvamento) + 40 (combate) + 18 (perícias) + 15 (feitos) + 163 (poderes)

Ficha em pdf




domingo, 1 de fevereiro de 2015

Cinema na Confraria: trailer de Minions no Super Bowl


Cinema na Confraria
Trailer de Minions no Super Bowl

Para encerrar temos o trailer do filme Minions apresentado no Super Bowl! Estréia em 25 de junho.

Cinema na Confraria: trailer de Kingsman: the secret service no Super Bowl


Cinema na Confraria
Trailer de Kingsman: the secret service no Super Bowl

Trailer de Kingsman: the secret service apresentado no Super Bowl! estréia em 15 de março.

Cinema na Confraria: trailer de Terminator: genesys no Super Bowl


Cinema na Confraria
Trailer de Termiantor: Geneyss no Super Bowl

Trailer de Terminator: Genesys apresentado no Super Bowl! Estréia em 2 de julho. 



Cinema na Confraria: trailer de Tomorrowland no Super Bowl


Cinema na Confraria
Trailer de Tomorrowland no Super Bowl

Trailer de Tomorrowland apresentado no Super Bowl! estréia em 4 de junho.

Cinema na Confraria: trailer de Jurassic World do Super Bowl


Cinema na Confraria
Trailers do Super Bowl 2015 - Jurassic World

O Super Bowl é um dos maiores acontecimentos esportivos do mundo e para ele é reservado a apresentação dos trailers das produções mais esperadas. Vamos à elas então começando com Jurassic World! Estréia em 11 de junho.

Material de Apoio - Arquearia IV: realidade do combate com arco I


Arquearia IV
- Realidade do combate com arco I -

Normalmente estamos acostumados, quando lemos ou assistimos obras de fantasia medievais, em ver a atuação ímpar dos grupos de arquearia e de como eles podiam mudar os rumos de um combate. Linhas com dezenas, quem sabe centenas, de arqueiros lançando ao ar uma chuva de flechas para cair sobre seus inimigos. É impressionante e, por que não dizer, maravilhoso.

Mas como historiador e rpgísta sempre fico com uma leve interrogação em minha mente para confirmar tais fatos. Depois de quase três anos desde o lançamento do Material de Apoio – Arquearia, postado por nosso colaborador Julio Oliveira, volto ao tema para reeditar e complementar alguns pontos que considero que acharão muito interessantes. Esta postagem ganhou ainda mais força e importância depois do lançamento de um vídeo do arqueiro Lars Anderson, mas que me aprofundarei em uma postagem paralela.

A questão básica é: até que ponto a arquearia era realmente importante para a definição de um combate em massa, ou importante à ponto de desequilibrar para um lado ou outro. O que estamos acostumados à ver e ler é que após um ataque da arquearia tínhamos centenas de corpos estatelados no chão, com ou sem armadura. Isso era real? Vamos ver.

Primeiramente vamos direto ao ponto de desfazer um mito. As flechas não eram tão eficientes quanto imaginamos em um combate de massa, mas não deixavam de ser importantes no resultado final. A ação da arquearia era importante sim, mas não da forma como estamos acostumados à ver. Se pensarmos nos combates entre exércitos da idade antiga, principalmente no que conhecemos como Oriente Próximo, duas coisas foram fundamentais e decisivas para as vitórias – o uso do cavalo e dos arcos. Mas uma coisa foi determinante para essa importância e atuação tão grande dos arcos nessa época. O salto tecnológico dos arcos, e seu poder de destruição (acerto e dano), eram muito superiores ao elemento de proteção da época. Normalmente os guerreiros daquela época e daquele ambiente não usavam poderosos escudos ou pesadas armaduras. Muitas vezes a proteção se resumia à um escudo pequeno, quase um broquel, um elmo e a proteção do corpo com um peitoral de couro, além de uma proteção também de couro para o braço que usava a espada. Nestas circunstâncias o disparo de uma flecha era mortal na grande maioria das vezes.

Mas na Idade Média o caso é muito diferente. Quando pensamos em cavaleiros não imagino alguém que esteja indo para o campo de batalha sem proteção e essa proteção é que passou a ser o grande diferencial para a importância e eficiência do arqueiro.

Como eu já disse nas postagens anteriores, o arqueiro nessa época era alguém bem treinado – fosse ele fazendo parte de uma guarda ou exército, com seu intenso treinamento, fosse ele um camponês, com seu treinamento na lida diária desde a mais tenra idade. Eles sabiam como usar e os efeitos de seus disparos. Do outro lado nós tínhamos os cavaleiros que também sabiam da letalidade de um disparo de arco sem a proteção devida e tinham o conhecimento de como se proteger. Embora eu pretenda ainda lançar o Material de Apoio para armaduras e vestimentas medievais, darei aqui uma explicação básica.

Os cavaleiros da época usavam nada menos do que uma proteção tripla composta de uma armadura de placas de metal, uma cota de malha e por uma roupa acolchoada de algodão (aketon). Era um verdadeiro sistema de camadas de proteção muito eficiente. Mas o grosso da infantaria não tinha recursos próprios ou do seu senhor para ter uma armadura completa, então eles se protegiam com apenas duas camadas – o aketon e com a cota de malha. E isso já era mais que o suficiente e por essa proteção dupla é que vamos analisar a importância do arco em campo de batalha.

Toda a proteção começava com o aketon (também conhecido como arming doublet e muito comum a partir do século XV). Ele era um camisão acolchoado feito de múltiplas camadas de algodão (pelo menos 25 camadas de tecido de algodão costuradas de forma acolchoada). Sua função era, por incrível que possa parecer, a mais importante das duas camadas (ou no caso dos cavaleiros, das três camadas). Ela não só servia para absorver o impacto direto ao máximo sofrido pelo cavaleiro, quanto para tentar frear a penetração de uma flecha ao máximo. Por cima do aketon tínhamos a cota de malha feita de anéis de metal entrelaçados. Ele era pouco efetivo contra as flechas, sendo muito eficaz contra lâminas. De qualquer forma o conjunto era um problema para uma arquearia ofensiva.

Por que todo este rodeio de informações? Um dos mitos que temos é que imaginamos (ou vemos em filmes e lemos em livros de fantasia) aquela grande linha de arqueiros disparando para o alto para atingir um grande número de alvos, matando-os, à longa distância. Como eu disse, isso é um mito. Poderia funcionar muito bem contra exércitos antigos com sua precária proteção (quando tinham alguma), mas era ineficiente em combates medievais (tal qual com os de fantasia) mis elaborados. À longa distância as flechas não teriam força suficiente para qualquer tipo de dano significativo à um cavaleiro protegido, sendo um desperdício de munição. Para terem uma idéia baseada em números, uma flecha disparada à cerca de vinte metros de distância de um alvo com essa proteção dupla, não penetraria nem causaria dano por perfuração. Incrível não é? Mas isso significa que as flechas eram ineficazes? Não, muito pelo contrário. O que temos aqui é uma verdadeira batalha, mas de conceitos e de desenvolvimento de tecnologias de guerra, além de pura estratégia ancorada em conhecimento de campo de batalha.

Então os arqueiros se viram obrigados a atuar muito mais próximos do combate em si do que imaginamos, descartando aquela linha enorme de arqueiros protegidos pela distância. Daí você pode me perguntar: mas se o disparo não é capaz de atravessar a proteção do guerreiro ou do cavaleiro, por que raios eles iam para o campo de batalha e ainda por cima muito próximos da ação? Pois embora eles não perfurassem as proteções do adversário, atingindo sua carne, eles causavam sim dano, e muito sério, mas por concussão. A dupla proteção poderia proteger da perfuração da flecha e mesmo absorvendo parte do impacto, transferia o restante deste impacto para o corpo. Para terem uma idéia, no mesmo exemplo que usei anteriormente sobre a ineficiência de um disparo à cerca de vinte metros para penetrar o corpo do alvo, essa mesma flecha seria capas de transferir para o corpo um impacto de cerca de 136kg, o equivalente ao impacto direto de um projétil de um Magnun 44. Isso já seria capas de causar dano interno considerável, além de muita dor. Agora imaginemos que um arqueiro era capaz de disparar cerca de doze vezes em um minuto com um arco de 100 libras. Se tivermos um pequeno grupo de cem arqueiros disparando incansavelmente por apenas alguns segundos, que seria o necessário para um guerreiro tentar cruzar esses vinte metros que o separa dos arqueiros, já teriam sido disparadas algumas centenas de flechas com este enorme impacto atingindo os guerreiros adversários diretamente.

Isso significa então que as flechas nunca perfuravam esses guerreiros? Claro que não. Sempre poderia haver algum dano no rosto, em pequenas falhas das proteções, nos membros inferiores ou mãos, mas o principal de sua atuação era por impacto direto no tronco. Essa era a verdadeira força dos arqueiros no campo de batalha. Eles eram mortais, mas não por simplesmente perfurar seus adversários, mas por causar-lhes dano substancial.

Vamos à uma segunda informação muito interessante e que parecia novidade até poucos dias atrás - o tiro duplo de flechas. Lógico que os cavaleiros e soldados à pé estavam cientes deste efeito do dano por concussão infringido pela arquearia que apresentei no texto acima. Então nunca foi tão importante quanto naquele momento o uso de escudos pesados e longos. Se já era complicado atingir danosamente um alvo com toda aquela proteção, com o uso do escudo seria quase impossível. O artifício utilizado pelos arqueiros era o tiro duplo de flechas, algo muito comum na época (embora em certo vídeo badalado parecesse ser algo novo). O tiro duplo consistia em disparar duas flechas em sequência rapidamente, a primeira para cima em um movimento de arco e logo em seguida uma em linha reta, paralela ao chão. A arte do arqueiro estava em realizar esse disparo de forma calculada e sincronizada para que ambos os disparos chegassem ao alvo ao mesmo tempo. O soldado ou cavaleiro teria que se preocupar com duas flechas contra ele, uma vindo de cima e outra pela frente. A intenção era de que o defensor se atrapalhasse na defesa e em algum momento oferecesse uma breca para o ataque do arqueiro. Se o defensor estivesse com proteção de menos, o efeito do ataque duplo seria ainda mais devastador, pois uma das duas flechas inevitavelmente atingiria o alvo.

Com tudo isso que apresentamos é compreensível a importância dos arqueiros em combate entre exércitos mesmo com esta peculiaridade do dano por concussão. Além disso, é óbvio que disparos à longa distância, em arco, aconteciam, mas eles tinham o objetivo muito mais de deixar afastados os adversários e de, se possível, ter a sorte de atingir algum desprotegido.

Lógico que tudo isto que apresentamos era relacionado à combate campal principalmente. Se o combate fosse para o cerco ou ataque de uma fortificação, ou defesa dela, as funções seriam muito diferentes. Inclusive a escolha do tipo de ponta de flecha utilizada variava conforme a ação e intenção do combate. Mas isso é um assunto para outra postagem!


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Seriados na Confraria: Quinta temporada de The Game of Thrones ganha trailer


Seriados na Confraria
Primeiro trailer da quinta temporada
de The Game of Thrones

Lançado o primeiro trailer para a quinta temporada de The Game of Thrones que estreará em 12 de abril! Ele foi apresentado na noite de ontem na apresentação da série em cinemas IMAX dos Estados Unidos.

[Fonte: The Game of Thrones BR]

Seriados na Confraria: Escolhido Jimmy Olsen em Supergirl

Seriados na Confraria
Escolhido Jimmy Olsen em Supergirl


Mais novidades no seriado Supergirl, da DC/CBS. A nova escalação é de Mehcad Brooks (“True Blood”, “Desperate Housewives” e “No vale das sombras”) como Jimmy Olsen, nos quadrinhos ele é o fotógrafo do Clarim Diário e colega de Clark Kent e Louis Lane. No seriado ele será colega de Kara, a Supergirl, e trabalhando em National City. O seriado deverá estrear no início de 2016.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Criaturas para D&D 5E: Needletoth Drake Swarm, um enxame pela terra

Criaturas para D&D 5E
Needletooth Drake Swarm

Drakes são pequenos parentes dos dragões. Eles podem ser domesticados, mas nunca verdadeiramente domados. Um guarda drake, por exemplo, vai servir bem como um cão de guarda, desde que ele seja tratado bem, mas será sempre mais imprevisível do que o cão seria.

Parte da Civilização, mas com coração selvagem: Drakes são uma parte da civilização, encontrado como animais de carga ou de guarda de animais e disponíveis para venda em alguns lugares. Há até mesmo caçadores que se especializam em capturar drakes e trazê-los de volta para as cidades para venda. Enquanto um Drake é consideravelmente mais caro do que a maioria dos outros animais e sua manutenção é proporcionalmente mais caro, muitos consideram que o investimento vale a pena. No entanto, os compradores devem tomar cuidado com a tendência de um drake para deixá-lo longe de outras criaturas. Alguns drakes nunca ligam para seus mestres, mas outros servem lealmente durante décadas antes de mudar violentamente por qualquer razão.

Animais de grupo: Drakes preferem a companhia de outros drakes. Eles gostam de formar grupos com seus parentes ou outros da mesma espécie, mas, às vezes, aceitam outros tipos de Drake ou mesmo outras criaturas.

Muito Vocal: Apesar de um Drake não poder falar, ele faz tentativa de se comunicar com uma combinação de ruídos, incluindo assobios, grunhidos, silvos, rugidos e ronronar, bem como por meio da linguagem corporal.

NEEDLETOOTH DRAKE SWARM

Drakes Needletooth são pequenos drakes do tamanho de um gato doméstico que caçam em grandes enxames. Eles ultrapassam a presa e atacando-o por baixo com uma infinidade de mordidas. Seu enxame é muito rápido.

Grande enxame de pequenos animais, não alinhado

Classe de Armadura  15
Pontos de vida  82 (11D10+ 22)
Velocidade 40

FOR  6 (-2) DES  20 (5) CON  15 (+2) INT  2 (-4) SAB  13 (+1) CAR  2 (-4)

Testes de Resistência:  Destreza +7
Resistências danos:  concussão, perfurado, cortado.
Condições de Imunidades: encantado, assustado, paralisado, petrificado, propenso, contido, atordoado.
Sentidos: Percepção passiva 11
Idiomas:  -
Desafio: 5 (1.800 xp) 

Enxame:  O enxame pode ocupar espaço e vice-versa de outra criatura, e o enxame pode mover-se através de qualquer abertura grande o suficiente para que pelo menos um drake minúsculo passe. O enxame não pode recuperar pontos de vida ou ganhar pontos de vida temporários.

Ações
Mordidas:

Arma corpo a corpo - Ataque: +8 para acertar, Alcance 0 ft, tem como alvo cada criatura no espaço do enxame.
Acerto: 18 (2d12 + 5) dano cortante, e o alvo leva mais 7 (2D6) pontos de dano no início do seu turno por sangramento. Este efeito persiste até que a criatura recupera pontos de vida ou uma criatura use a sua ação para fazer um teste de Sabedoria (Medicina), DC 10, sobre o alvo.

[FONTE: Jester - Fórum ENWrold]

Seriados na Confraria: atriz para Felina em AKA Jessica Jones

Seriados na Confraria
Atriz para Felina em AKA Jessica Jones


As coisas andam movimentadas na produção do novo seriado da Marvel “A.K.A. Jessica Jones”, em parceria com NetFlix. Semana passada tivemos o anúncio David Tennant no papel de Homem Púrpura. Hoje tivemos mais uma presença confirmada, Rachael Taylor (“Crisis” e “666 Park Avenue”) interpretará Patsy Walker, alter ego de Felina (Hellcat). Além deles temos ainda no elenco Krysten Ritter, como Jessica Jones e Mike Colter como Luke Cage. A estréia deverá ser ainda este ano.

Lego lançará aeroporta-aviões da SHIELD

Lego lançará aeroporta-aviões
da SHIELD


Comecem a guardar dinheiro “nerds” de plantão. A Lego anunciou uma versão do Hellicarrier (aeroporta-aviões) da SHIELD para este ano! Em um tamanho enorme ele contará com 2996 peças incluindo duas pistas de decolagem, aviões, caças e veículos. Suas medidas serão 78cm x 43 cm e custará a bagatela de U$349,99 dólares. Além disso, contará com cinco dos heróis da Marvel – Nick Fury, Viúva Negra, Capitão América, Gavião Arqueiro e Maria Hill.