sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Spoilers de Pathfinder Battles: Deadly Foes

Spoilers de
Pathfinder Battles: Deadly Foes

Estavam sentindo falta da Confraria mais ativa? Eu sim... principalmente no que se refere à Paizo, por isso vamos colocar em dia algumas coisas, a começar pelos spoilers da nova série de miniaturas Pathfinder Battles: Deadly Foes. Esta nova série contará 52 miniaturas inéditas que irão desde assustadores hobgoblins à soldados demoníacos, passando por alguns monstros gigantes, além de peças para compor seus cenários. O lançamento está marcado para novembro.

Vamos à peças, começando pelos nossos adorador monstros!!!

A primeira delas não poderia ser algo mais instigador. O Clockwork Dragon (Pathfinder RPG Bestiary 4) será uma das maiores peças da coleção, concorrendo a ser uma das mais bonitas.


Temos também o maravilhoso, e grande, Strange Aeon, inspirado nas obras de HP Lovercraft em todo o seu horror. Um enorme Cthulhu emergindo da água.


Depois dessas peças incríveis temos outras que separei por categorias. Representando os seres que habitam as cavernas temos o Doppelganger (média, incomum), o lindo Invisible Guardian (média, comum), o Lemure (Pathfinder RPG Bestiaty - média, comum), a Gynosphinx (grande, rara), Salamader (média, comum), Flying Ray (grande, incomum), Giant Cave (Pathfinder RPG Bestiary 3 – grande, incomum) e o House Drake (Pathfinder Bestiary – pequena, incomum).









Dentre os seres infernais temos a dupla Hellcat (pequena, incomum) e Hell Hound (grande, incomum), Imp (pequena, incomum), o enorme Cerberus (Pthfinder Bestiary 3 – média, incomum), Baalzebul (Pathfinder RPG bestiary 2 – pequena, comum), Fire Diabolist (Pathfinder RPG NPC Codex – média, rara), Pit Devil (grande, rara) e o Beardead Devil (média, incomum).










Dentre os hobgoblins temos três opções apresentadas até o momento: Hobgoblin Archer (média, comum), o Hobgoblin Alchemist (média, comum) e o Hobgoblin Cleric (média, comum).




Dentre os animais temos Cockatrice (pequena, incomum), Giant Eagle (grande, incomum), o Arkhanv Drone (Pathfinder RPG Bestiary – grande, incomum), o Giant Crab (média, comum) e o Cave Catcher (média, incomum).







Dentre os NPCs variados temos Thrune (média, comum), Technic League Captain (média, rara), Celestial Sentinel (média, comum), Celestial Trumpeter (média, incomum), o membro do Decenvirate (média, rara) e a celestial do fogo Peri (média, incomum).







Passando para os NPCs temos Lord Asmodeus com suas duas maças (média, comum), um dos antagonistas da série, Barzillai Thrune (média, rara) e a alada Erynies (média, incomum).





Para encerrar foram apresentadas apenas duas peças de mobília: uma lanterna celestial (comum) e um belíssimo livro sobre um pedestal (incomum) sendo que o livro é removível sendo ela uma peça dois em uma.




Cartas a Vapor traz o steampunk brasileiro para sua mesa

Cartas a Vapor traz o steampunk
brasileiro para sua mesa



O cenário steampunk há muito fincou pé no Brasil de forma definitiva. Começou vagarosamente com uma obra aqui, um quadrinho ali, e logo começamos a perceber um mercado carente e receptivo para este estilo. O prêmio na última edição do Troféu HQMix para a HQ “Steampunk Ladies: Vingança a Vapor” (Editora Draco), texto de Zé Wellington e arte de Di Amorin e Wilton Santos, e a obra sulista “A Lição de Anatomia do Temível Dr. Louison” (Casa da Palavra/Leya), de Enéias Tavares, são provas tanto de qualidade da produção nacional no cenário steampunk quanto da receptividade do mercado. E justamente esta segunda obra é que abre as portas para um novo financiamento coletivo com o qual somos presenteados.

Cartas a Vapor” é um cardgame inspirado na obra de Enéias Tavares jogando todo o imaginário steampunk portoalegrense, criado pelo autor, para a sua mesa e diversão. O jogo em si, execução da Potato Cat, se apresenta com um cardgame onde você é levado a integrar uma das duas equipes - vilões ou heróis - tendo que realizar missões para alcançar a vitória. São 234 cartas com arte estupenda. Os personagens e equipamentos estão maravilhosamente representados, mas o diferencial para mim, a cereja do bolo, são os cenários compostos por imagens formadas por três cards apresentando locais históricos da cidade de Porto Alegre do início do século XX.


O financiamento está muito acessível e prevejo um sucesso grande desta empreitada. Sua ajuda pode iniciar com R$ 15 reais dando direito ao arquivo pdf para você simplesmente imprimir suas cartas e sair jogando – uma jogada de mestre. Daí em diante as adesões ao financiamento podem lhe conceder o jogo de forma física, exemplares da obra original autografada, canecas, camisetas e até mesmo um maravilhoso busto do Dr. Louison ou do Robô Trolho (com 18 cm de altura).


Veja abaixo a apresentação do cardgame na página do financiamento e confira os vídeos:

“Sejas muito bem-vindo(a) a Porto Alegre dos Amantes! Casa de aventureiros místicos, de autômatos movidos a vapor, de nobres com reputação duvidosa e, é claro, de mistérios que clamam por uma resolução. Muitas coisas estranhas vêm acontecendo por aqui, e cabe a ti trazer um desfecho para essas histórias.

Cartas a Vapor é um Card Game Steampunk inspirado no livro nacional "A Lição de Anatomia do Temível Dr. Louison", publicado pela editora LeYa e escrito pelo gaúcho Enéias Tavares. Ambientado no século XX, em Porto Alegre dos Amantes, traz personagens clássicos da literatura brasileira, como Bento e Sergio de "O Ateneu" (Raul Pompeia), Simão Bacamarte de "O Alienista" (Machado de Assis) e Solfieri de Azevedo de "Noite na Taverna" (Álvares de Azevedo).

Dentro dos cenários desse universo, os jogadores se dividem em duas equipes e interpretam os personagens em missões diversas, utilizando ferramentas incríveis e criando mecanismos extraordinários, a fim de compor uma inusitada transfiguração do Card Game Clássico.”





Chegando Senhor das Sombras, segundo livro-jogo no cenário Tormenta RPG

Senhor das Sombras chengado


A Jambô Editora está lançando o seu Segundo livro-jogo dentro do cenário de Tormenta RPG. “Senhor das Sombras” se passa quando somos confrontados com o rapto do filho do rei de Zakharov, o reino das armas. Abaixo veja a apresentação oficial da obra eu já está disponível.

O destino de todo o reino nas mãos
do terrível Senhor das Sombras!

Uma nova aventura-solo ambientada no mundo de Tormenta.

Zakharov é o reino conhecido por suas espadas, machados e armas de altíssima qualidade, mas seu rei Walfengarr Roggandin, está diante do maior problema de sua vida: seu filho Eric foi raptado! Todas as pistas indicam que este é o trabalho de um terrível criminoso conhecido como Gazin Adagas. Agora, somente um bravo e destemido herói poderá salvar a vida do príncipe herdeiro: o leitor!

Mas isso não é tudo. O arriscado resgate do jovem Eric é apenas parte de um plano sinistro elaborado pelo misterioso “Senhor das Sombras”, que ameaça o povo de Zakharov e de toda Arton!

O Senhor das Sombras é o segundo livro-jogo no mundo de Arton, onde o leitor assume o papel de um intrépido herói que terá de enfrentar monstros, perigos e desafios inesperados em uma aventura épica nos incríveis cenários do mundo de Tormenta.

Um livro imperdível escrito por Athos Beuren, com arte fantástica de Adriano Batista e capa de Caio Monteiro.

O Senhor das Sombras tem 256 páginas (formato 21 x 25 cm, preto e branco).







segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Dicas do Mestre: Aventureiros e as feiras

Dicas do Mestre
Aventureiros e as feiras


Andando pela Feira de Cultura Japonesa e nerd, neste final de semana, me vi em meio à uma multidão enorme de pessoas entre os estandes e barraquinhas de comida típica. Era um bagunça incrível de pessoas falando e sons ambientes, tudo misturado, que deixavam qualquer um zonzo. Mas mesmo com esta balbúrdia eu ficava recebendo fragmentos de informações e assuntos diversos. Quase na mesma hora comecei a pensar em como seria se um grupo de aventureiros estivesse em uma feira de uma cidade de tamanho médio à procura de informações sobre um mesmo assunto.

Uma das coisas mais comuns em aventuras de RPG de fantasia é a procura de informações importantes em uma feira. A feira é naturalmente um ambiente com extrema interação de pessoas da cidade e arredores (e até de longe às vezes) e serve muito mais do que apenas comprar objetos e refazer seus estoques. Nela os aventureiros conseguem descobrir os mais variados assuntos e segredos da cidade e das pessoas que ali vivem.

Considero este um momento muito importante e que poderia ser melhor trabalhado pelos mestres. Normalmente os mestres são orientados pelos livros em realizar um teste apropriado, conforme o sistema, e apenas passar aos jogadores a informação com o nível de exatidão condizente com o valor rolado nos dados. Por que não ampliar isso.


A experiência por mim vivida mostrou que as coisas podem ser mais divertidas. Ao invés de apenas dar uma resposta (ou respostas) para o grupo sobre determinado assunto, lance uma série de fragmentos. Conforme o valor da rolagem dos dados (conforme o sistema utilizado exige) esses fragmentos serão mais ou menos exatos. Caberá ao grupo juntar as pistas e confirma a veracidade de algumas dessas informações. Isso obrigará o grupo ter uma maior interação com cidade e seus alvos até que tenha certeza da veracidade das informações.

Esta ação pode ser melhorada ainda mais. Faça testes individuais com cada um dos jogadores que pretender ir à feira para procurar informações e conceda fragmentos ou assuntos para cada um de forma diferenciada – alguns iguais entre eles, outros contraditórios e outros, ainda, diferentes.


Isso pode parecer tempo perdido para alguns, mas para quem deseja entrar realmente no cenário é uma verdadeira oportunidade para uma maior imersão e, quem sabe, uma forma de dar início à outras aventuras ou campanhas. Muitos fragmentos podem ser usados (por um mestre interessado) como elementos de aventuras futuras ou mesmo plots de quests dentro da própria aventura.



sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Os aplicativos de realidade aumentada e o RPG


Os aplicativos de realidade
aumentada e o RPG

Pokemon Go é um fenômeno. Você pode gostar ou odiar o jogo e a franquia, mas é inegável que ele é um fenômeno de mídia e um divisor de águas em vários sentidos. Com ele tivemos uma amostra divertida (sim sou fã e caçador urbano de pokenons) de como sermos lançados em um cenário adorado, mesmo que de forma precária ainda – uma questão de limite de tecnologia.

Para quem estava em Marte e não sabe do que se trata, Pokemon Go é um aplicativo de celular onde, por meio do GPS, somos levados a procurar Pokemons literalmente capturando-os. Mas não é só isso! Através de um subterfúgio de realidade aumentada podemos capturar os pokemons em nosso ambiente, unido jogando em nosso mundo através da do funcionamento da câmera de nosso telefone celular.



O fenômeno que este aplicativo se tornou teve reações quase que imediatas com várias outras empresas e franquias (Harry Potter e Digimon, entre outras) prometendo aplicativos semelhantes para os próximos meses. Então hoje minha cabeça explodiu ao assistir o vídeo promocional do Father.io (mais informações aqui). Este aplicativo é um massive multiplayer laser tag, como ele mesmo se intitula, ou seja, um jogo para telefone celular, multiplayer e que levará você para combates beirando o real. Com o uso do celular e do GPS você formará um time para combater um outro time em qualquer lugar (parque, rua, praça, shopping etc). Mesmo em sua versão Beta ele já está causando um grande alvoroço mundo à fora.


Resumo da ópera – em poucas semanas tivemos mudanças gigantescas no que diz respeito à jogos de dispositivos móveis, jogando os participantes para uma mescla de mundo virtual e real.

Eis que me veio uma questão. Como rpgista, estamos acostumados a emular cenários para nossos grupos (e para nós mesmos, por que não), independente do sistema, criando uma realidade nova e vivaz para todos. Não sou paranóico à ponto de imaginar que agora “o RPG vai morrer” como se esta nova tendência fosse uma das pragas do Egito. A minha questão vai em um caminho diferente: como esta nova tendência impactará no RPG como ferramenta para nossas mesas e aventuras?

Não é de hoje que os mestres estão acostumados a usar todo tipo de acessório para dar mais vida às suas aventuras. Mapas, grids, miniaturas, dioramas, trilha sonora, fantasias e, mais recentemente, auxílio digital com mesas digitais e etc.

Este pequeno texto é mais para dar um pontapé inicial no debate e não para encontrar respostas, que ainda não existem. Minha opinião pessoal é de que o RPG será extremamente beneficiado com esta nova tecnologia móvel. Não sei de nada sobre aplicativos ou coisas do gênero sendo criadas, mas posso imaginar que logo poderemos ter aplicativos de combate onde, através de realidade aumentada, enfrentaremos monstros e inimigos. Ou poderemos literalmente atravessar uma dungeon fugindo ou caindo em suas armadilhas. Poderemos cruzar cidades e barganhar em mercados por armas mágicas e itens especiais. Teremos como fazer quests vivazes para nossos amigos. Prevejo muita coisa interessante.


A criação de aplicativos para dispositivos móveis é uma das atividades que mais se desenvolve e cresce no mundo e é impossível achar que não teremos muita coisa lançada para RPG.

Algum xiita mais apavorado pode chegar com o discurso de que isso matará o papel do mestre e os fundamentos do RPG. Duvido. Estes aplicativos, quando chegarem, serão um suporte valioso para os mestres que desejarem acompanhar as novas tendências. E aqueles grupos que não acompanharem não terão problema algum em continuar jogando.

Pensem nisso... O que vocês acham? Para mim, bons ventos sopram para o RPG!!!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Cinema na Confraria: novo trailer de Star Wars: Rogue One


Cinema na Confraria
Trailer de Star Wars: Rogue One

Lançado novo trailer de Star Wars: Rogue One. A estréia será em 16 de dezembro.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Seriados na Confraria: novo trailer de Luke Cage


Seriados na Confraria
Novo trailer de Luke Cage

Com a proximidade de lançamento do seriado de Luke Cage, dentro da parceria Marvel/Netflix, um novo trailer foi lançado. Este trailer mostra novas cenas em uma cronologia que facilitar entender o início da história. Para quem não conhece o personagem, Cage passou por testes enquanto estava preso e acabou por ganhar uma impressionante resistência física e força. No elenco temos Mike Colter (“Salt”) interpretando Luke Cage, Mahershala Ali (“Jogos Vorazes: A Esperança”), Alfre Woodard (“As duas faces do crime”), Simone Missck (“A Taste of Romance”), Theo Rossi (“Sons of Anarchy”), Frank Whaley (“Campo dos Sonhos”) e a brasileira Sônia Braga. A estréia será em 30 de setembro.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Faça seus próprios tokens de monstros para D&D (e outros sistemas)


Faça seus próprios tokens
de monstros para D&D (e outros sistemas)

Boas ideias devem ser passadas adiante e está é uma ideia bem interessante. O canal do youtube Howtod&d apresentou um passo-a-passo muito fácil de como fazer tokens para monstros para seus jogos de D&D. O material usado é bem básico e as imagens, grande reclamação da maioria dos jogadores e mestres, vem de uma fonte de altíssima qualidade gráfica e fácil de ser adquirida – cartas de Magic.

Quem coleciona o famoso cardgame Magic the Gathering sabe que uma das suas principais consequências é o acúmulo de cards inúteis (tanto por não serem jogáveis quanto por não terem valor de troca). Justamente esta montanha de cards que acabavam jogados em um canto agora serão muito bem usados. As imagens desses cards são excepcionais e podem gerar lindos tokens.

Assista o vídeo e comece a sua produção!!!