sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Material de Apoio - Navegação 7

Material de Apoio - Navegação

A pirataria

Muito do que sempre imaginamos sobre os piratas não condiz com a realidade, mas outro tanto é bem real. O pirata é aquele marujo intrépido, pronta para novas aventuras, corajoso e alegre. Sua honra e seu senso de Robin Hood mal compreendido gerava suspiros e admiração em todos os portos por onde passassem. Mas isto não era bem assim.

Antes de mais nada, o pirata é um bandido. Era um marginal que se associava a outros por motivos torpes – indisciplina, deserção, motim, crime, assassinato o u avidez por ganhos, ou todos eles juntos. A hierarquia – o estabilidade social – do grupo repousava na força, que era uma qualidade reconhecida por todos eles. Não raro ele era astuto, feroz e portador de uma mente malévola. Mesmo eles vivam sob a sombra de regras (já mostrado em artigo anterior) devido ao perigo de simplesmente se aniquilarem.

Honra era outra palavra por eles pouco reconhecida. É muito conhecido o caso dos saques do Panamá, descrito em Voyage aux îles de l’Amérique pelo padre Labat, onde o capitão Morgan fogiu com todo o butim, abandonando seus marujos sem navio ou mantimentos.

Toda a relação entre a tripulação de um navio pirata seguia um tempo determinado que eles chamavam de campanha (ou chasse-partie entre os bucaneiros franceses). Ao final da campanha estavam livres para fazerem o que quisessem de suas vidas e de suas riquezas. Mas durante a campanha ficavam vinculados às ordens do capitão e sua autoridade. Normalmente, quando de uma noiva campanha, não era incomum se reorganizarem numa mesma tripulação novamente.

Os piratas mostraram-se, sempre, como um perigo à civilização de sal época. Eles estavam à margem da ordem vigente. Ele era livre. O único verdadeiramente livre em sua época. Eram combatidos por representarem uma alternativa impensada para a época. Foram um reflexo das fraquezas de uma forma de estado relativamente nova.A pirataria não foi um tema, então, romântico. Foi um caso militar, um caso de Estado. Um caso de preocupação e de dor.


Tática

Os navios usados pelos piratas eram invariavelmente rápidos e ágeis, na maior parte das vezes não muito grandes. Possuíam lastros leves e cascos untados com sebo que pudessem proporcionar grandes velocidades numa menor resistência com a água.

A tática resumia-se em um único termo – abordagem. Labat contava que bucaneiros lhe diziam que não usavam mais do que seis canhões. Eram poucos pois tinham uma função de aparência do que efetivamente de combate e consideravam que seus fuzis bastavam para importunar o navio adversário até que fosse chegada a hora da abordagem.

O sucesso da investida contra outro navio estava determinação e superação dos marujos. Valiam-se de seu grande número para fazerem de seus sabres e punhais o horror das tripulações de comerciantes. Normalmente lutavam em duplas – chamando-se de matelot.


Butim

Podemos dizer que o elemento centralizador da vida pirata era o butim. Resumidamente podemos descrever o butim como toda e qualquer coisa que o pirata pudesse colocar as mãos quando de uma investida contra outro navio ou vila costeira. Quando da captura deste butim ele pertence ao grupo, mas sob os olhos do capitão.
Dele saía o soldo de cada marujo. Tudo era calculado em ‘piastras’ (uma antiga moeda de prata cujo valor variava de acordo com o país ou época histórica). De início o capitão guardava uma quantia para as despesas da embarcação. Ele separava, também, entre 100 e 150 piastras para o carpinteiro e de 200 a 250 piastras para o cirurgião. Do que sobrava era pago o soldo. O capitão recebia seis vezes a parte de um marinheiro, o imediato recebia duas partes, os marinheiros recebiam uma parte, os grumetes meia parte. Mesmo os feridos e incapacitados recebiam sua parte: a perda do braço direito dava direito à 600 piastras; o braço esquerdo ou perna direita, 500 piastras; perna esquerda, 400 piastras; um olho ou um dedo, 100 piastras.

Mas não só metais e preciosidades faziam parte do butim. Mulheres também eram uma mercadoria. Na obra Historie des aventuriers et des boucaniers d’Amérique (1686) escrita pelo cirurgião de um navio pirata chamado Oexmelin, era descrita a disputa pelas mulheres capturadas, sendo elas disputadas num simples cara-e-coroa quando havia mais de um ‘pretendente’.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Livros

Eragon de Christopher Paolini, Editora Rocco, 480 páginas.
por Julioz.

“...Brom, deu um passo a frente.Uma barba branca, com pequenos nós, ondulava sobre o peito dele. E uma capa preta comprida escondia seus ombros curvados, obscurecendo o corpo. Abriu os braços e, imitando garras com as mãos, recitou para todos: - As areias do tempo não podem ser detidas. Os anos passam, quer queiramos ou não... mas podemos nos lembrar. O que foi perdido pode, entretanto, viver na nossa memória. O que vocês estão para ouvir é imperfeito e fragmentado, mas guardem tudo com cuidado, pois sem vocês, isso não poderá existir. Passo a vocês agora uma lembrança que foi esquecida, escondida na bruma nebulosa que repousa atrás de nós.

Seus olhos entusiasmados examinavam os rostos interessados. O olhar dele demorou-se em Eragon, o último de todos.

- Antes dos pais dos seus avós nascerem, e sim, até mesmo antes dos pais deles, a ordem dos Cavaleiros de Dragões foi formada. Proteger e guardar era a missão e, durante milhares de anos, eles tiveram sucesso. A proeza na batalha era inigualável, pois cada um tinha a força de dez homens. Eram imortais, a não ser que uma lamina ou um veneno os atacasse. Seus poderes eram usados apenas para o bem e , sob a proteção deles, cidades e altas torres foram construídas. Enquanto mantiveram a paz, a terra prosperava. Foi uma época de ouro. Os elfos eram nossos aliados, e os anões, nossos amigos. A riqueza enchia nossas cidades, e os homens prosperavam. Mas chorem, pois isso não podia durar muito tempo.

Brom olhou para baixo, silenciosamente. Uma tristeza infinita ressoava em sua voz.

- Embora nenhum inimigo pudesse destruí-los, eles não tinham como se protegerem de si mesmos. E aconteceu, no auge do poder, que um menino, chamado Galbatorix, nasceu na província de Inzilbêth, que deixou de existir. Aos dez anos ele foi testado, segundo o costume, e descobriu-se que um grande poder residia nele. Os cavaleiros aceitaram-no como um deles.

Ele passou pelo treinamento, superando todos os outros em habilidade. Dotado de uma mente veloz e um corpo forte, ele ascendeu rapidamente na hierarquia dos cavaleiros. Alguns viram a rápida ascensão como perigo e alertaram os outros, mas os Cavaleiros ficaram arrogantes por causa do seu poder e ignoraram o aviso. Infelizmente, o infortúnio nasceu naquele dia...”

Um menino de uma vila pequena, uma pedra azul misteriosa e um destino a ser moldado. Quando Eragon encontra uma misteriosa pedra, acaba ligando sua vida a acontecimentos que mudariam o seu mundo.
Inspirado em obras como Guerra nas Estrelas e Senhor dos Anéis, a obra narra o aprendizado do jovem Eragon como um cavaleiro de dragões, e suas longas e cansativas viagens por toda Alagaësia, onde ele acaba por aprender a manejar uma espada e a usar a estranha Língua Antiga, a linguagem do poder, modo como a magia flui naquela terra.

Como o único cavaleiro de Dragão nas ultimas décadas, O jovem precisa decidir, se usará seu poder a favor de Galbatorix, o tirano que domina toda a região conhecida, ou a favor dos Vardem, os rebeldes fugitivos que vivem escondidos e são a pedra nos sapatos do Imperador.

Um livro de fantasia onde muitos leitores terão sua atenção presa e odiarão chegar ao final. Ambientação nota dez. Em vários pontos do livro você conseguirá imaginar as localidades perfeitamente, graças as excelentes descrições. A já citada Língua Antiga também é um dos pontos fortes.

O autor, Christopher Paolini, começou a escrever a serie aos 15 anos, e desde então recebeu ajuda de toda família. Eragon já alcançou o status de best-seller nos Estados Unidos, e em diversos paises na Europa. Leitura recomendada!

Nota: 9

sábado, 11 de outubro de 2008

Por mares nunca antes navegados
Parte 2 - A aventura inicia -
João Eugênio Córdova Brasil

V. Chifres

A porta foi jogada, espedaçada, sobre Slocun, lançando-o a uns bons três metros. Todos ficaram atônitos. A impressão que tinham é de que acabara de haver o estouro de uma manada e que o primeiro touro começara a sair. De dentro surgiu uma criatura – só assim que eles conseguiam descreve-la – enorme e veloz.

De início acharam estar enfrentando alguém de Tapista. Mas logo em seguida perceberam alguns traços diferentes. Mas não tinha tempo para pensar nisto, e nem a criatura daria este tempo a eles. O enorme oponente manteve seu caminho na direção do capitão. Logo atrás dele saíram dois homens e outros dois seres tão surpreendentes quanto o primeiro.

As pistolas armadas, em número de duas, deram uma boa vantagem à tripulação do Gaivota deixando os dois homens inertes no chão logo após atravessarem a porta. Restavam só as “criaturas”. Uma delas dava a nítida impressão de terem colocado a cabeça de um leão sobre o corpo de um homem. O outro parecia muito com Garas, embora seu porte fosse muito menor e menos intimidador. As suas vestes eram claramente de um filho do mar e praticante da pirataria.

O homem, com a cabeça de leão, jogou-se para a esquerda caindo sobre dois marinheiros. Sua velocidade deixou-os perplexos. De suas mão brotavam garras tão afiadas quanto uma boa faca amolada à exaustão. Ele feriu os dois rapidamente, não mortalmente, mas o suficiente para deixa-los sem possibilidade de continuarem lutando. Para ele só restou Tary.

Do outro lado, para o caminho que seguiu o homem com a cabeça de lobo, a contenda teve outro rumo. Ele estava mais interessado em fugir do que em lutar. Também veloz, conseguiu desviar dos golpes e estocadas dos marinheiros e correu em direção da floresta. Três marinheiros o seguiram por indicação de Syan. Ninguém queria mais companhia que esse infeliz poderia chamar.

Na beirada da praça Slocun levantou-se a tempo de desviar da corrida de seu enorme opositor. A pistola já estava fora de alcança, postada a muitos metros, no chão. Restava-lhe o sabre, o que não o deixara nem um pouco triste.

- Então os vermes estão deixando seus buracos? – brandiu o enorme animal desembainhando igualmente o sabre.

- Ora, ora, ora...então sabes falar. Não esperava mais do que um “mu”!!!

- Sei o suficiente para fazer uma prece por sua alma ao grande indomável.

- Por que tanta rabugice, o pasto destas redondezas não te agradaram? Ou será que perdeu-se do rebanho?

- Quem perderá algo aqui é você e será este sorriso da cara. Depois será a vez de seu mestre, Garas – e saltou em direção ao capitão Slocun.

Muito embora estivesse longe de ser um homem pequeno Slocun tinha grande agilidade. Movia-se com leveza e rapidez dignas de um elfo. A estocada desferida pelo seu opositor veio com enorme força. Com certeza o teria atravessado até a empunhadura da arma, se o tivesse atingido. Mas ter força e ter rapidez para atingi-lo eram coisas bem diferentes.

Ele ficou parado esperando que o enorme taurino se preparasse novamente. O segundo golpe foi mais violento ainda que o anterior, mas um leve desviar de Slocun o fez ir ao chão como uma árvore tombando.

Joshua permanecia com a mesma calma irritante. No rosto havia um ligeiro sorriso que de tão sutil poderia levar a irritação o mais calmo dos clérigos de Lena.

- É como dar agulha e linha para um orc. Tem-se certeza que te ensinaram a usar este espeto que tens nas mãos – brincava Slocun.

- Cala-te verme...e lute.

- E preciso? Se tu levasses este contenda a sério eu até me daria ao trabalho de levantar meu sabre. Mas contra ti nem de arma necessito.

- Quero ver se manterá esta ladainha quando eu matá-lo – e avançou para o terceiro golpe esbravejando impropérios.

Mas desta vez Slocun não se manteve tão evasivo. Com um pequeno passo desviou o suficiente para deixar a imensa massa corpórea de seu opositor passar em desabalada. Fez, ainda, um pequeno movimento com o sabre – tão rápido quanto imperceptível. E um filete de sangue nasceu no braço desarmado do taurino.

A dor fria do aço fez a raiva cegar o oponente de Slocun. Os golpes eram desferidos para todos os lados com grande velocidade. Mas não o suficiente para acertar o capitão do Gaivota. Em cada golpe Slocun desviava com graça e aplicava um contra-golpe sutil e certeiro. Ora no ombro, ora no braço, os golpes eram sempre seguidos de pequenos pontos de sangue. O enorme pirata de cabeça de touro já mostrava sinais de que as forças o estavam abandonando.

- Eu desistiria agora. É uma morte estúpida, mesmo para alguém como você. Vamos lá. Desista e quem sabe um dia eu lhe ensino a lutar como um verdadeiro homem....pirata....touro....ou o que quiser que você seja.

Mas a resposta veio com um salto em sua direção.

- Maldito seja..... – gritou apontando o sabre e os chifres.

Slocun deu um ligeiro riso de canto de boca e girou o corpo. Quando o homem-touro parou já estava com o capitão à suas costas segurando seu sabre trespanssado-o em seu peito. O filete de sangue agora escorreu de seus lábios e seu corpo deixou-se cair de joelhos. O combate estava encerrado.

- Você não consegue lutar de boca fechada? – gritou Syan enquanto terminava de aplicar os últimos curativos em um de seus companheiros.

- É mais forte do que eu... – responde Slocun mesclando sua resposta com uma risada disfarçadamente irônica – Todos estão bem?

- Os ferimentos foram profundos, mas dei conta do recado com esses dois.

- Não tive muitos problemas também – gritou Tary enquanto limpava sua adaga na perna da calça.

- E aquele que fugiu... – mas antes de Slocun terminar a pergunta, de uma moita à sua frente, saíram os dois marinheiros arrastando o corpo do infeliz fugitivo sem vida.

Mas em terras desconhecidas cada sombra esconde uma surpresa e o aparente silêncio foi novamente cortado. Agora por um som sussurrado e sutil. Só tinham certeza de que ele vinha de dentro do casebre que abrigara os oponentes animalescos.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Mega-saga na Marvel

Em quem você vai confiar?


Posso me colocar naquele grupo de fanáticos por quadrinhos. Já são mais de vinte e cinco anos acompanhando o universo de super-heróis. Neste meio tempo foram incontáveis séries e sagas. Umas melhores outras nem tanto. Umas curtas e outras muito longas.

Mas nada, nada se compara a nova mega-saga que a Marvel prepara para sua legião de fãs.

Neste mês, aqui no Brasil, na edição Novos Vingadores número 56, aparecem as primerias informações sobre o evento. Um econtro urgente é marcado pelo Homem de Ferro junto aos seu colegas do grupo Iluminatti - Doutor Estranho, Namor, Raio Negro, Reed Richards e Professor Xavier. O motivo do encontro seria devido a estranha desoberta do cadáver de Electra, que na verdade, era uma versão skrull dela. Durante sua reunião descobrem três fatos perturbadores. O primeiro é que Electra deveria estra trocada por uma versão skrull a um tempo indeterminado. A segunda é que, sem saberem como, ela não havia sido detectada nem mesmo por Wolverine. A terceira é de que qualquer um pode ser um skrull agora. Em quem confiar?

A paranóia está lançada. E só terminará no desfecho final da série. As inúmeras capas lançadas até agora só servem para aumentar o suspense.

O personagem principal será a raça alienígena Skrull. Muitas vezes os skrull já paticiparam de aventuras e séries envolvendo heróis da Marvel. A mais recente foi a guerra Kree-Skrull mostrada na série Aniquilação. Para aqueles que não conhecem muito bem esta raça sua principal característica é morfar-se em um outro ser assumindo inclusive seus poderes. Durante incontáveis combates, embora poderosos, os skrull não tiveram sucesso. De uma forma ou outra seu disfarce era descoberto.

Toda a idealização desta mega-saga não de hoje. Roy Thomas e Neil Adams, quando idealizaram a guerra Kree-Skrull, ainda nos anos 70, já pincelaram as primeiras idéias sobre a invasão. Quando a idéia tomou forma na Marvel o roteirista Brian Michael Bendis começou o trabalho de espelhar pistas por todos os títulos da Marvel pelos últimos três anos. Em todos so eventos e aventuras deste últimos anos estamos repletos de indícios sobre a existência dos skrull em nosso meio.

Muitas mini-séries farão parte de todo o evento sendo lançadas ao longo de todo o período. Cada uma delas abordará um aspecto do evento sob a ótica de algum grupo de hérois ou acontecimento.

A série principal será Secret Invasion: Who Do You Trust? com roteiros de Brian Reed, Chris Gage, Zeb Wells, Jeff Parker e Mike Carey. Nela teremos a participação do Capitão Marvel, Magnun, Fera, Marvel boy e os Agentes da Atlas. Na série Secret Invasion: Runaway/Young Avengers estará nas mãos de Chris Yost e Takeshi Miyazawa trazendo os Jovens Vingadores e os Fugitivos. Em Secret Invasio: Fantastic Four teremos o texto de Robert0 Aguirre-Sacasa. Até os inumanos terão a sua versão em Secret Invasion: Inhumans com o roteiro de Joe Pkaski - o mesmo do seriado Heroes. E este é só início. Mas, da mesma forma que é sagas anteriores, será mostrada a visão da população comum em Secret Invasion: Front Line. Ao correr disto tudo teremos uma grande mini-série chamada Secret Invasion simplesmente. Aqui no Brasil não sabemos como será lançado, mas com toda a certeza nada ficará de fora.

O que pode ser adiantado, sem tirar a graça e o suspense dos leitores. é de que Homem de Ferro terá uma participação crucial em todo este evento.

Enquanto isso no mundo dos blogs...

D&Diotas - Comédia na dose certa!



Novas modas surgem e desapaprecem como num passe de mágica, todos os dias, e nem sempre elas valem a nossa atenção. Mas algumas vezes, raríssimas vezes, temos gratas surpresas com elas. Pode-se dizer que a nova onda dos D&Diotas é uma delas.

Dias atrás, no blog do Trevisan, o JM posto uma série de cenas cômicas baseadas no universo D&D (e afins) valendo-se apenas de criatividade, imaginação e miniaturas de rpg. O resultado foi inesperadamente hilário. Causou um impacto muito interessante levando outros à seguirem os passos dele e lançarem as suas próprias cenas cômicas.



Foi o caso do blog Desafio dos Dragões.


E não deve ter parado por aí... Muitos outros devem estar matutando, e até postando, mas ainda não encontramos... Exercite sua criatividade e faça os outros rirem!!!


Para constar: a primeira e a terceira garvura são do blog Desafio dos Dragões, e a segunda é do blog do Trevisan.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Material de Apoio - Navegação 6

Material de Apoio - Navegação


O custo de um navio em Arton – realidade ou fantasia?

Nem sempre é fácil transpormos o tipo de análise, da feita no artigo anterior, para um cenário pronto como o de Arton. Nunca é demais lembrar que um cenário de rpg é uma fantasia. Até pode ser baseado (ou ter aspectos) na realidade, mas não necessariamente precisa ser fiel à realidade. Minha intenção, aqui, é dar mais possibilidades aos jogadores e contistas.

Uma das primeiras coisas que descobrimos sobre Arton é de que sua população não tem uma grande empatia com a vida no mar. No que diz respeito aos elementos centrais – as raízes das estórias e seus enredos – há uma enorme centralização na vida em terra. Desde os exércitos goblinóides de Arton-sul e sua movimentação rumo ao norte até os pontos de Tormenta salpicando hora aqui, hora ali, todas as aventuras centralizam-se em terra.

Em minha opinião particular, se não fossem as histórias da Holy Avenger, que introduziram a vida pirata, não teríamos elemento algum que nos direcionasse com mais ênfase para o mar. Para não dizer que a vida no mar foi totalmente esquecida há, claro, as referências históricas para a navegação em Bielefeld, seu contato com os nativos de Khubar e o ataque do rei-dragão Benthos.

Lógico que isto vale para o início do cenário. Com o desenvolvimento da história de Arton tudo ficou diferente. Lembrando até o que o Cassaro diz nas primeiras páginas do novíssimo 3D&T Alpha, os jogadores são insistentes (e persistentes) quando querem ou gostam de algo. E ninguém vai negar que toda a aura da vida no mar, aventuras dentro de enormes navios armados, pilhagens e pirataria ou aventuras de descobrimento em um convés sempre inundaram o imaginário dos rpgístas.

Então, com o tempo, as coisas mudaram. A crescente demanda nas mesas de jogo, nos fóruns e em conversas informais culminou com o lançamento de Piratas & Pistoleiros. Todo um suporte para personagens que vivessem da pirataria ou do mar (preparado para o cenário de Tormenta) estava ali - muito embora eu considere que este suplemento acabou saindo mais pela necessidade de ambientação do swashbuckler do que pelo amor à vida de maresia.

Mesmo com este lançamento não podiam fugir das diretrizes criadas pelos próprios autores ainda nos primórdios do cenário: a vida no mar era algo quase estranho ao modo de vida dos artonianos. Baseando-nos nisso podemos imaginar que tudo que tem relação com o mar e com seu suporte é raro, caro e escasso.

Vamos começar pelo navio em si. No último artigo desta série eu mostrei a enormidade de matéria-prima necessária para a produção do casco de uma única embarcação. Vamos levar em conta dois aspectos. Primeiro, de que as cidades costeiras do Reinado são num número bastante reduzido (claro que estou me baseando em informações recolhidas em revistas e obras de referência, o que pode ser bem diferente das ambientações que realizamos para nossas seções). Segundo, a pouca ligação dos artonianos com a vida no mar.

Estes dois aspectos já implicam numa produção mínima de navios. A produção da maioria das matérias-primas, necessárias para a criação de um navio, tem em Arton um volume muito pequeno. Essa dificuldade (ou desinteresse) de aquisição, aliada a baixa procura, encareceria em muito o valor final deles. Ora, não é qualquer ferreiro em uma cidadezinha costeira que teria como produzir milhares de pregos e cravos metálicos facilmente.

Procurando pelos valores dados em P&P uma nau sairia por cerca de 30000 peças de ouro (ainda abaixo em quase quarenta por cento dos dados históricos). Transpondo isso para um cenário com a conjuntura do Reinado é bem provável que o valor subiria consideravelmente, indo bem além dos apresentados no último artigo de quarenta e nove mil peças de ouro.

O raciocínio que faço é simples. Num ambiente sem a demanda para produção de frotas o valor seria quase absurdo. Lógico que estou me referindo à embarcações de grande porte. Isso não vale para veleiro e embarcações rápidas e pequenas para comércio. Assim as embarcações de grande porte seriam um privilégio de muito poucos.

Essas dificuldades só seriam superadas, num cenário destes, por um reino que tivesse interesse neste tipo de produção. Um reino poderia criar condições para formar uma insipiente indústria naval gerando formas para produzir e adquirir matérias-primas. Os recursos financeiros e mão-de-obra de que dispõem seriam o diferencial para isso.

Em suma, no que diz respeito à Arton, tudo relacionado à navegação é muito mais difícil. Seria muito mais lógico, então, que os navios e frotas fossem quase uma exclusividade de Tapista e do Reinado (centralizado em Deheon). Ao mesmo tempo poderíamos ter uma considerável quantidade de pequenas embarcações (muito provavelmente comunitárias) para comércio de mercadorias.

A questão da pirataria seria muito mais rara do que imaginamos. Ao meu ver a aquisição de navios, para este fim, estaria intimamente ligado ao puro surrupio de embarcações desavisadas. É pouco provável que alguns aventureiros viessem à encontrar um lugar onde pudessem trocar seu zilhão de moedas de ouro por uma lustrosa embarcação.

Não quero, de maneira alguma, acabar com a ilusão dos jogadores e amantes do rpg. Estou apenas realizando um exercício de raciocínio para quem desejar usar. Eu mesmo no meu romance que posto aqui na Confraria – “Por Mares Nunca Antes Navegados” – não me utilizo desses entendimentos em prol do realismo. Procura a pura fantasia na história que conto. Isto vale para todos os que estão lendo. Eu sempre gostei de alternativas e possibilidades. Estou tentando trazê-las aqui.

sábado, 4 de outubro de 2008

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores 2ªed: Cable [Marvel]

Arquivo de Fichas – Mutantes e Malfeitores 2ªed
CABLE [Nathan Summer]
Ficha 011


“Esteja pronto para o problema,
pois o problema estará pronto para você!”

Nível de Poder: 12

HABILDIADES
FOR 26/16 (+8/+3) DES 16 (+3) CON 22/14 (+7/+2) INT 20 (+5) SAB 20 (+5) CAR 12 (+1)

SALVAMENTO
Resistência +2/+12*; Fortitude +5/+15; Reflexo +5; Vontade +5/+15**
[*Vírus tecnorgânico; **Escudo mental]

COMBATE
Ataque +10 +12 [armas laser]; Dano +3 [desarmado/sem vírus], +8 [desarmado com vírus], + 4 [pistola energética], +8 [fuzil energético], Defesa +12, Esquiva +8, Iniciativa +7.

CAPACIDADE DE CARGA
1t (leve), 2t (média), 4t (pesada), 6t (máxima) [apenas braço esquerdo]

PERÍCIAS
Acrobacia 5 (+8), Arte da fuga 6 (+9), Blefar 5 (+6), Computadores 10 (+15), Conhecimento [Tecnologia] 10 (+15), Conhecimento [Tática] 7 (+12), Conhecimento [Educação cívica] 2 (+7), Conhecimento [Ciências biológicas] 3 (+8), Desarmar dispositivo 7 (+12), Dirigir 5 (+8), Furtividade 7 (+10), Investigar 2 (+7), Notar 2 (+7), Pilotar 7 (+10), Sobrevivência 2 (+7).

FEITOS
Ação em movimento, Agarrar aprimorado [braço esquerdo], Agarrar preciso, Ambidestria, Armação, Ataque atordoante, Avaliação, Derrubar aprimorado, Duro de matar, Equipamento 6, Especialização em ataque [arma laser], Foco em esquiva 2, Faz tudo, Iniciativa aprimorada, Interpor-se, Liderança, Memória eidética, Mira aprimorada, Plano genial, Prender arma, Saque rápido 2, Sem medo, Tiro Preciso, Trabalho em equipe.

PODERES
Repertório [Telepata Ômega] 19 [Extra: Amplo – Feito: Inato]
Base: Telepatia 12 [Feito: Alcance Ampliado – Anula ]
PA: Compreender 1 [Dinâmico – Idiomas]
PA: Rajada Mental 6
PA: Controle Mental 9 [Extra: Elo Sensorial; Falha: Dependente de Sentidos]
PA: Escudo Mental 10 [Dinâmico – Extra: Área]
PA: Forma Astral 5
PA: Ilusão 6 [Dinâmico – Extra: Ataque Seletivo; Falha: Dependente de Sentidos]
PA: Sentidos 5 [Pré-cognição, Detecção efeito mental – Falha: Pré-cognição Inconstante]
PA: Atordoar 10 [Extra: Explosão]
PA: Telecinesia 10 [Dinâmico – Feito: Preciso, Sutil]

Repertório [Vírus tecnorgânico] 9 [Extra: Amplo]
Base: Força Aumentada 10
PA: Constituição Aumentada 8
PA: Proteção 5 [Extra: Impenetrável]
PA: Elo Eletrônico 8 [Dinâmico - Falha: Alcance/Toque, Limitado/Apenas computadores]
PA: Supersentidos 3 [Dinâmico – Visão no escuro, Percepção de espectro eletromagnético – Falha: Limitado/olho esquerdo]
PA: Superforça 3 [Limitado/braço esquerdo]
PA: Regeneração 5 [Machucado 1, Ferido 2, Desabilitado 2]

EQUIPAMENTOS
Pistola energética [Dano +4, Crít/ 20, descritor/energia]; Fuzil energético [Dano +8, Crít/20, descritor/energia].

DESVANTAGEM
Fraqueza [Vírus tecnorgênico, sempre que o Cable usar Esforço Extra em Telecinesia; Incomum, Moderado [-1 cumulativo em Constituição], Instantâneo, potencialmente letal; -3 pontos]

Pontos: 219
38 (habilidades) + 5 (salvamento) + 44 (combate) + 20 (80 graduações) + 31 (feitos) + 84 (poderes) – 3 (desvantagens)

Ficha em pdf (2 versões)

   
  
Notas:
- O Cable é um personagem extremamente complexo devido à sua origem no futuro e em suas idas e vindas ao presente. Além disso, a própria cronologia da Marvel faz com que tenhamos muitas versões do personagem, com variações devido à cronologia e aos arcos. Esta versão clássica do personagem.

- A resistência de Cable ficou em +2/+12 e merece uma explicação. A Constituição do personagem é 22/14 (+7/+2), sendo que 22 é enquanto ele está sob efeito do vírus tecnorgânico, que lhe concede Constituição Aumentada 8. Ou seja, automaticamente a sua Resistência seria de +7 quando sob efeito do vírus. Ao mesmo tempo o vírus concede Proteção 5, que deve ser acrescido ao valor da Resistência. Ou seja, quando Cable está sob efeito do vírus sua Resistência é de 7+5, ou seja 12. Da mesma forma, quando ele perde o efeito do vírus ele perderia tanto a Constituição aumentada quanto proteção, ficando apenas com +2.

- A Desvantagem Fraqueza simula a luta que Cable tem constantemente em controlar o avanço do vírus. Ele faz esse controle através de sua telecinesia. Dessa forma, se Cable exagerar no uso do seu poder telecinético, ele pode perder o controle do vírus e ser completamente “tomado”, sendo levado à morte.


sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Novidades em Blogs II - A missão!!!

Mais algumas novidades

Quanto mais procuramos por novidades, mais elas nos surgem de repente. Para hoje temos duas coisas bem legais.

A maioria dos rpgístas acompanha o blog do JM "Dr Careca" Trevisan. Sempre há alguma coisa inusitada e divertida para vermos por lá. Mas dizer isso é chover no molhado. A novidade, que vale à pena abrir um post aqui, são notícias que sobre o terceiro romance da trilogia ambientada

em Arton do Leonel Caldela. Como muitos devem saber, se não sabem é porque estão em Marte ou mais longe, o Trevisan é faz o trabalho de revisor (entre outras coisas) nas obras do Caldela. O JM informa sobre o trabalho em contagem regressiva para o lançamento do terceiro volume - "O Terceiro Deus". Vamos torcer para que terminem a tempo do Noel nos trazer um exemplar no período de festas...

O segundo blog que merece nosso cuidado hoje vem de uma notícia do próprio blog do Trevisan e junto de uma informação muito legal. Nas suas andanças pela rede o Trevisan encontrou uma notícia sobre o 3D&T num blog lusitano. O blog chama-se Abre o jogo. é um site meio fórum meio blog que trás notícias e informações sobre o universo do rpg e afins de nosso co-irmão. Bem feito e com notícias e matérias bem interessantes vale pela possibilidade de troca de experiências e vivências em uma paixão que não tem fronteiras. Confiram.

Não posso deixar de comentar.... Deve ser muito prazeroso para autores como o Cassaro ver sua obra chegar tão longe. Com certeza foi uma produção para colocar para fora toda aquela criatividade presa no âmago. Daí, quando se ve, já está lá, do outro lado do Atlântico. Parabéns pessoal.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Novidades em blogs

Adaptação no Desafio dos Dragões

O blog Desafio dos Dragões é um dos ótimos blogs sobre rpg que temos por aqui. Sempre cheio de novidades é um prato cheio para quem quer algo de novo para incrementar seus jogos.

E eles acabam de lançar uma ótima série de artigos. É uma adaptação de Harry Potter para Primeira Aventura. Está sendo um belíssimo trabalho encaixando todo o universo do jóvem bruxo às regras do sistema que vem conquistando do Brasil.

Vale dar uma conferida! É diversão garantida!!!!

Material de Apoio - Navegação 5

Material de Apoio - Navegação


O Custo de um navio

Quando estamos numa seção de jogo, em meio a uma campanha, normalmente (ou pelo menos a maioria de nós) não se apega a certos ‘detalhes’. É fácil nos depararmos com situações que no universo do rpg tornam-se comuns tais como a necessidade de uma embarcação. Muitas vezes os mestres colocam um rio ou um mar como obstáculo para o transcurso de nossa aventura.

Mas os personagens não se abatem. Todos juntam suas economias, contam suas dez mil moedas de ouro (eu realmente gostaria de saber onde eles conseguem guarda-las) e compram uma nobre embarcação com extrema facilidade. Até parece que as costas estão sempre repletas de estaleiros vendendo navios à granel.
Mas não era bem assim. Estes artigos se propõem em dar alguns dados históricos para utilização em jogo ou como suporte para contos. Claro que não há a necessidade de se estragar a diversão atendo-se à detalhes Eles são interessantes apenas para aqueles que querem um certo perfeccionismo.

Construir um navio e comprá-lo é uma tarefa extremamente difícil. Baseando-nos em dados referentes à uma caravela são necessárias nada mais nada menos do que cinco mil toras de madeiras. Para isso devem ser derrubadas aproximadamente mil árvores. Aqui já começam as dificuldades. Um nível tecnológico equivalente ao dos jogos de fantasia é o final da Idade Média e início da Idade Moderna. Neste período, considerando as dificuldades materiais da época, para derrubarmos mil árvores um lenhador levaria quase mil dias onde receberia cerca de uma moeda de prata por dia. Mas mil dias são quase três anos e meio. Por isso tinham de concentrar muitos trabalhadores na mesma função concentrando também o pagamento das moedas de prata.
Além disso, não era utilizada qualquer madeira. Havia uma necessidade técnica que fossem utilizadas madeiras de lei – carvalho, pinho-bravo, pinho-manso entre outras – pois eram madeiras muito resistentes e com poucas falhas e nós na madeira. O que quer dizer que, dependendo da localização da floresta que seria abatida haveria o problema do transporte.

Para a produção de uma única embarcação eram utilizados 170000 pregos e cravos de ferro, 20 barris de alcatrão para a impermeabilização do casco, 1800 quilos de breu, 1200 quilos de chumbo, 600 quilos de linho e 1000 quilos de estopa. Tudo isto apenas para a estrutura do casco, torres e mastros. A aquisição e compra de todo este material despendia um grande número de trabalhadores para sua produção e de recursos para sua compra. Não estamos contando a produção das velas e de todo o encordamento.

Um estaleiro, em condições ideais de recursos e material, trabalhando de forma contínua, levaria cerca de cinco meses para produção de uma caravela. Algo em torno de 3500 horas de trabalho.

Com certeza não é um objeto que encontremos com muita facilidade para aquisição.

Segundo um dos livros básicos de D&D (versão 3.5) há um cálculo em torno de 10000 peças de ouro para comprarmos uma caravela, ou seja, 35 quilos de ouro (se consideramos que uma moeda tem aproximadamente 3,5 gramas de ouro). Algo bem fora da realidade histórica.

Segundo dados de época uma nau (menor do que uma caravela) consumiria aproximadamente 150 quilos de ouro para sua construção básica (mão-de-obra, casco e toda a parte de madeiramento, contando o material). Isso, se passado para dados rpgísticos mostrados acima, equivaleria à quase 49000 peças de ouro. E se formos pensar numa nau pronta para zarpar (com todos os equipamentos, mantimentos e homens) precisaríamos desembolsar 326 quilos de ouro – não contando os canhões.

Em resumo. É claro que o rpg é uma forma de diversão das mais qualificadas. Nós somos transportados para um universo de aventura e magia. Estes dados são apenas para ilustração. Claro que facilmente poderiam ser enquadrados em qualquer campanha ou conto sem estragar a diversão. Mas não são elementos fundamentais.
O que conta no final é a diversão.

sábado, 27 de setembro de 2008

Lançamento da Jambô

Chega o 3D&T Alpha

Depois de um longo tempo de espera a Jambô nos presenteia com uma nova e revisada edição do sistema 3D&T. Sistema mais vendido no Brasil - superando inclusive os importados - é totalmente nacional e chega trazendo muitas novidades.

- 55 Vantagens e poderes para seu personagem;
- 24 Desvantagens;
- 35 Vantagens únicas;
- 185 Magias (incluindo novas regras para Magia Branca, Negra e Elemental);
- Ítens mágicos (os anteriores e muito mais);
- Novas escalas de poder: de humanos normais a gigantes, deuses e além.

São 144 páginas de pura diversão em formato widescreen. A arte gráfica trás desde imagens clássicas das versões anteriores até novas da Erica Awano.

Mas a maior surpresa ainda estava por ser dada pela Jambô. Numa joga editorial de mestre a editora disponibiliza esta obra gratuitamente em seu site - basta clicar AQUI - num arquizo zipado de 13 Mb. Isso mesmo - grátis. Além disso eles também estão vendendo uma versão impressa para aqueles que preferem ter a obra editada. O preço é de apenas R$ 25,00 - uma bagatela!!! Parabéns ao pessoal da Jambô. Por esse tipo de iniciativa que a Jambô é a maior editora de RPG do Brasil.

No site da editora o Cassaro faz alguns comentários sobre o trabalho realizado nesta edição entre outras coisas - confira AQUI.

sábado, 20 de setembro de 2008

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores: Wolverine

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores 2ªed
WOLVERINE – James “Logan” Howlett
Ficha: 010


Eu sou Wolverine. Eu sou o melhor no que faço,
mas o que eu faço melhor não é muito bom.”

Nível de Poder: 12

HABILIDADES
FOR 18/12 (+4/+1) DES 16 (+3) CON 20/12 (+5/+1) INT 14 (+2) SAB 16 (+3) CAR 8 (-1)

SALVAMENTO
Resistência +9; Fortitude +12; Reflexo +5; Vontade +7.

COMBATE
Ataque +8, +12 [garras]; Dano +8 [desarmado], +6* [garras], +12 [garras de adamantiun], Defesa +12, Esquiva +6, Iniciativa +7.
[*Sem adamantium: Golpe 6 [descritor: corte/perfurante]

PERÍCIAS
Acrobacia 3 (+6), Arte da Fuga 5 (+8), Concentração 2 (+5), Conhecimento [Manha] 8 (+10), Conhecimento [Tática] 4 (+6), Conhecimento [Cultura japonesa] 5 (+7), Dirigir 2 (+5), Escalar 4 (+8), Furtividade 7 (+10), Idiomas 9 (+10) [fluentes: inglês, japonês, russo, chinês, chaiene e espanhol; algum conhecimento: francês, tailandês e vietnamita], Intimidar 8 (+7), Intuir intenção 5 (+8), Investigar 4 (+6), Lidar com animais 5 (+4), Notar 5 (+8), Obter informação 6 (+5), Sobrevivência 6 (+9).

FEITOS
Ação em movimento, Ambidestria, Agarrar aprimorado, Alvo esquivo, Armação, Assustar, Ataque atordoante, Ataque dominó 3, Ataque furtivo 3, Ataque imprudente, Avaliação, Bloquear aprimorado, De pé, Defesa aprimorada 2, Derrubar aprimorado, Durão, Esforço supremo [salvamento supremo], Especialização em ataque [garras], Esquiva fabulosa, Evasão, Foco em esquiva, Fúria 3, Iniciativa aprimorada, Prender arma, Rolamento defensivo, Sem medo.

PODERES
Super-sentidos 9 [Olfato: aguçado 2, estendido, radial 2, faro; Audição: aguçado; Senso de direção; Rastrear]

Imunidade 8 [venenos, doenças, envelhecimento, descritor radiação]

Regeneração 10 [Machucado 2, Ferido 4, Desabilitado 4]

Repertório [Esqueleto de Adamantium] 16 [Extra: Amplo – Desvantagem: Fraqueza (maior/muito comum – cancelada por Regeneração – 0pts) – Desvantagem: Vulnerável – magnetismo (maior/incomum)]
Base: Imunidade 20 [Todo dano físico não letal]
PA: Proteção 4 [Dinâmico – Extra: Duração/Permanente]
PA: Constituição ampliada 8 [Dinâmico – Extra: Duração/Permanente]
PA: Força Ampliada 6 [Dinâmico – Extra: Duração/Permanente ]
PA: Golpe 8 [Dinâmico - Feito: Crítico aprimorado, Quebrar arma]
PA: Golpe 12 [Dinâmico - garras de adamantiun, descritor perfuração/corte – Feito: Crítico aprimorado, Ataque poderoso, Automático]

Pontos: 198
18 (habilidades) + 12 (salvamento) + 40 (combate) + 22 (88 graduações) + 34 (feitos) + 72 (poderes)


Ficha em PDF