domingo, 14 de junho de 2009

Iniciativa Mutantes e Malfeitores

Primeiro balanço

Chegamos ao final do prazo do primeiro tema da Iniciativa M&M. Como saimos neste início?

Acho que fomos muito bem. Com um começo quase que sem aviso tivemos, no espaço de mais ou menos uma semana, onze projetos postados. Parece pouco numa primeira olhada, mas foi um grande começo, mostrando rapidamente resultado. O material criado tem uma qualidade considerável. Embora o tema seja simples, para este começo, temos uma material que pode ser facilmente usado por qualquer mestre.

Este final de prazo não significa que nada mais pode ser lançado sobre o tema "Bandidos para Bater". Quem desejar pode manter as postagens sobre o tema.

O novo tema, que vai deste domingo até o dia 27 de junho será "Super humanos se escondendo dentro de grandes organizações". Então, mãos à obra, pessoal. Criem e postem o quamto desejarem. Todos sairão ganhando.

sábado, 13 de junho de 2009

Cinema

Exterminador do Futuro: a Salvação
- uma crítica -

Fui ao cinema, nesta quinta-feira, para assistir ao badalado “Exterminador do Futuro 4: A Salvação”. Confesso que li muitas críticas e resenhas sobre ele antes do assisti-lo. As opiniões se dividem entre os que gostaram muito e aqueles que torceram totalmente o nariz. Mas acho que podemos relativizar essa crítica. Cuidado: spoilers!


A Série

A série Exterminador do Futuro já rendeu muito dinheiro e agregou muito mais fãs. A temática tinha tudo para ter sucesso. Num futuro pós-apocalíptico a humanidade (ou o que restou dela) luta pela sobrevivência contra implacáveis máquinas com consciência própria. Nem precisamos dizer que as coisas estavam muito complicadas para os seres humanos. As máquinas, com acesso à grande tecnologia, criam incontáveis formas de enfrentar os homens.

O ápice destas macabras criações surge com os modelos Terminators (ou exterminadores) – com aspecto de seres humanos. Essas novas armas prometem desequilibrar a guerra e aniquilar, definitivamente, a humanidade. Ainda por cima quando as máquinas enviam um de seus exterminadores ao passado para tentar matar a mãe do principal líder da resistência humana. Os humanos enviam um operativo para tentar manter viva a mãe desse líder.

A fórmula é vencedora – ficção, ambiente pós-apocalíptico, ação, viajem no tempo – sempre tentando impedir um futuro de desgraças nucleares. É tão vencedora que rendeu mais duas continuações valendo-se do mesmo encadeamento, com os mesmos elementos, com direito à algumas variações aqui e ali, sempre banhadas com muitos efeitos especiais.

Até aqui é chover no molhado. Quase todos aqueles com cerca de trinta anos lembram-se de terem visto um ou todos os filmes cujo protagonista era inegavelmente o exterminador encarnado por Arnold Schwarzenegger. Além dele o elenco fixo era composto por Sarah Connor, estrelada por Linda Hamilton. Os outros papéis variavam conforme a necessidade.


A Mudança

Com Exterminador do Futuro, a Salvação, as coisas mudam radicalmente. Primeiro o cenário não é mais o nosso presente, mas o deles. O filme se passa na Terra em 2018. Isso significa que o ataque nuclear generalizado já ocorreu em escala mundial e que as máquinas estão em guerra com os humanos.

Os protagonistas mudaram também, pelo menos ao meu ver. Nos primeiros a história girava sempre no embate máquina-humano nas figuras do exterminador contra ora Sarah Connor ora John Connor. Agora o enredo não é tão pessoal. É um filme no melhor estilo de guerra, nada pessoal, nada particular. É a guerra de um lado contra o outro. Homens contra máquinas.

Significativamente estes são os dois pontos que mudaram de forma crucial no filme.

Em suma, este filme se passa antes do primeiro filme. Você deve estar se perguntando o quero dizer com isso. Mas é isso mesmo. Os acontecimentos deste filme se passam antes da vinda do primeiro exterminador ao passado, ou seja, nosso presente (isso já está ficando confuso). Os acontecimentos do filme – a destruição da sede da Skynet, em San Francisco pelas ações de John Connor – obrigam as máquinas à tomarem medidas extremas, ou seja, intervir no passado (que foi o enredo do primeiro filme).

Por isso que no título eu pergunto – “fechando um círculo?” Não posso ver de outra forma. Acho que por isso que muitos fãs desgostaram da obra cinematográfica. A fórmula básica e vencedora foi alterada. Quebrou-se a linha que seguia.

Me perguntaram, hoje mesmo, antes de eu escrever esta crítica, se as viagens do tempo não poderiam ter alterado o futuro e, por isso, resolveram realizar um filme justamente sobre o futuro para tentar explicar isso. Particularmente acho pouco provável. Se formos nos lembrar dos filmes anteriores e das informações deixadas neles tudo corre numa linha fixa que não se altera, mesmo quando os próprios personagens acham que estão alterando. É o velho paradoxo das viagens no tempo... nem vou tentar explicar isso hoje....

Em última análise, T4 segue uma tendência do mercado mundial de cinema. Mostrar o passado para explicar o presente (dos personagens). Os exemplos, nestes últimos anos, são claros: a segunda parte da triologia de Star Wars; os filmes com os re-re-re-inícios de Batman e Superman; neste ano Star Trek e X-men Origins: Wolverine. É um novo fôlego para grandes e rentosas franquias.


A Crítica

O que primeiro me chamou a atenção neste filme foram os jogos de câmera. Fazia algum tempo que essas movimentações das câmeras não eram utilizadas, como aquela movimentação onde a câmera acompanha o ponto de vista do personagem. Em T4 elas voltam com um dinamismo um pouco diferente, embora seja apenas em alguns momentos do filme. O exemplo mais interessante é logo no início do filme, na cena em que Connor pilota um helicóptero para perseguir uma outra aeronave. A câmera inicia fixa lateralmente à janela do helicóptero, que está em movimento. Aos poucos ela se afasta e gira ao redor da aeronave, entrando pela porta lateral e postando-se ao lado do piloto, permanecendo ali até ele ser abatido, caindo de cabeça para baixo. Tudo isso sem corte da imagem.

Os efeitos especiais não foram nada de muito especiais. Não por estarem ruim, mas por uma escolha do filme ser mais cru, simples, frio, seguindo a linha desesperada da humanidade. Tudo girando num mundo cinza, fumacento e cheio de fuligem. Naquilo que o filme precisou, os efeitos responderam com precisão. Robôs gigantes, robôs pequenos e robôs-motocicletas, tudo estava lá com muito esmero. Recebemos, das mãos dos responsáveis pela arte do filme, um mundo verdadeiramente apocalíptico e dominado por máquinas.

O argumento foi interessante também. Desde o engodo da Skynet, até a forma de desenrolar da história.

Agora o ponto que gerou um pouco mais de controvérsia – o humano meio-máquina (ou vice-versa). A direção claramente quis trazer um pouco de humanidade e esperança ao filme. Um meio-homem-meio-robô começa a questionar sua condição, por fim conseguindo prevalecer sua vontade sobre a o cérebro mecânico. Particularmente achei um pouco de exagero, e até dispensável. Não questiono a interpretação do ator Sam Worthington, questiono a relevância do personagem tão humano. No fundo era uma clara ferramenta de enredo. Quem sabe se o personagem tivesse um melhor tratamento na trama ou um espaço para ser trabalhado pelo ator – uma falta que aconteceu com todos os personagens desta produção – tivesse sido mais significativo.


Os atores cumpriram seu papel na trama sem nada de excepcional. Christian Bale (Batman) cria um John Connor com energia levando-nos às lembranças idealizadas nos primeiros filmes da série. Anton Yelchin (Star Trek) mostra que tem algum potencial, mas não teve tempo de mostrar tudo o que pode. Bryce Howard (Homem Aranha 3 e Dama da Água), que é uma ótima atriz, passa quase desapercebida. Destaque para a rápida participação de Helena Carter (a Bellatrix Lestrange de Harry Potter, Sweeney Todd e Clube da Luta entre outros quase trinta filmes) que faz o papel da cientista com câncer do início do filme e que depois tem seu rosto usado para personificar a Skynet.

No geral o trabalho do diretor McG foi competente e fez o que era esperado – respeitou a história e toda a mística da franquia como um todo. Não pisou em cima, como muitos diretores fazem nas continuações, nos personagens.

É um filme de ação, isso é ponto pacífico, mas não uma ação desenfreada, uma ação medida, calculada. Claramente a direção desejava tapar lacunas da história do filme. Lacunas estas que se tornaram claras conforme vamos chegando ao final do filme. Aos poucos vamos percebendo que aquilo que parecia ser um filme desvinculado com a história original estava apenas deslocado na cronologia. Éramos pegos, mais uma vez numa das armadilhas de brincar com o tempo-espaço.

Como já disse. Novos fãs devem amar o filme, pelos seus ingredientes de sucesso garantido. Tenho por base algumas pessoas próximas, bem mais novas do que eu, que nunca tiveram a mesma inserção à série que eu tive. Os velhos fãs, que consigam realizar uma análise mais fria do filme, poderão facilmente apreciar muito o filme. Mas aqueles fãs que ficaram presos à seqüência que a franquia seguiu até o momento se sentirão, muito provavelmente, órfãos e traídos pelo diretor.

Mas o mais importante de tudo é que T4 é um filme bom e interessante. Um filme para ser visto.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Novo lançamento Tormenta

Corra e pegue o seu!

Finalmente saiu, na última quarta-feira o tão esperado "Contra Arsenal". Ele encerra uma era incrível para o RPG Nacional. Com ele a editora Jambô lança o último livros para Tormenta em seus moldes atuais.

Como já de delonguei sobre ele anteriormente, esperem que segunda-feira, lançarei uma resenha mais detalhada, após ler o "meu"...hehehehe!

Aproveitem o dia dos namorados e peçam já o seu!!!!

Cenários para Miniaturas

Vamos construir um castelo II

Continuando a postagem de nossas miniaturas de castelo vou colocar hoje mais umas partes para vocês se divertirem neste feriado prolongado. Elas seguem a mesma linha das anteriores.

Torre: a boa e velha torre de sempre. Normalmente usada entre parte de muro ou entre os portões de entrada, funcionam muito bem para a colocação de arqueiros e vigias. Ela vem, neste arquivo, em duas versões, uma versão para torre normal e outraversão para uma torre destruida. AQUI!

Portão de entrada (Gatehouse): vou confessar que esta maquete é muito bonita (notem o detalhe da sombra do portão). Ela é grande, mas pouco complexa. Não se preocupem, pois embora use muito papel, você só precisará de uma ou duas. Também em duas versões, você pode criar as ruinas de um castelo. AQUI!


Com isso terminamos as parte básicas 'desse' castelo. Não se preocupem que muito mais vem por aí!!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Iniciativa Mutantes e Malfeitores

Programe-se para a Inciativa

A Iniciativa M&M já tem um calendário para os temas dos próximos meses. Este calendário foi elaborado pelo Kabal32, do Fórum Jambô, usando como base os temas propostos pelos membros do fórum que aderiram ao projeto. Com ele você pode programar sua produção conforme sua preferência.

Bandidos para Bater - Até 13/06
Super Humanos se escondendo de grandes organizações (Heroes) - 27/06
Aventuras Espaciais - 11/07
Séries Policiais - 25/07
Velho Oeste - 08/08
Fantasia Medieval - 22/08
Viagens no Tempo - 05/09
Adaptações de Storyteller - 19/09 (deixei essa por ultimo pro pessoal ter tempo de pelo menos entender um pouco do sistema)

O primeiro tema encerrará no próximo sábado. No outro dia já estará em andamento o segundo tema. Acertadamente o último tema desta primeira série será a adaptação de Storyteller para o sistema MM. É muito complicado realizar uma adaptação entre sistemas. Eu mesmo comecei a postar, por aqui, um início de adaptação para Vampiro e o trabalho mostrou-se muito complicado e demorado. De resto estou louco para o tema "Velho Oeste".... eu que sugeri!!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Cenários para Miniaturas

Aderindo à onda das Miniaturas

Coisas bem interessantes tem surgido nos blogs que eua companho. Uma delas é a iniciativa da Beholder Cego de disponibilizar, também, elementos de papel para cenários. Foram dois post por enquanto.

Um deles com o título de "Minis- Pups e Estalagens" e o outro é "Minis - Castelos e Fortalezas".

São muito interessantes pois possuem uma concepção diferente. São miniaturas de interiores. São disoponibilizados, em ambos os casos, uma grande variedade de pisos que serão a base de sua maquete. Mas esta maquete não terá paredes ou teto, é apenas de interior - aí está a diferença crucial. Junto existem uma grande variedade de móveis e elementos para montar seu cenário.

Imagine você reconstituindo a cena do primeiro capítulo do livro "Dragões do crepúsculo de Outono" onde uma taverna é o cenário para o reencontro dos protagonistas? Ou, de repente, você prefere criar o salão do trono de um castelo qualquer onde se desenrolará uma grande batalha?

A Beholder Cego está de parabéns pelo post.

Blog de Destaque

Ooze e sua pesquisa sobre
tipos de jogadores!

O blog Ooze postou nesta terça-feira um ótimo artigo com título "Questionário para Detecção de Anti-socialismo Inerente". Nela são fietas 16 perguntas sobre situações de jogo e qual o tipo de reação do jogador, em quatro alternativas.

É simplesmente magnífico. Com um humor de quem conhece bem uma mesa de rpg kareen_dulak passa em cada alternativa um possibilidade que muitos de nós já assistimos ou pior, fizemos! Indo mais além, realizando a pesquisa, podemos visualizar pequeno vícios inerentes aos jogadores de rpg que podemos (ou não) controlar tanto como mestres, quanto como jogadores.

Não deixem de ler e responde-la... Não vão se arrepender

Iniciativa Mutantes e Malfeitores

"Bandidos para Bater"
H.Y.D.R.A

Uma das tantas organizações criminosas da Marvel, a HYDRA, é uma ótima fonte de “Bandidos para Bater”, conforme o tópico da Iniciativa M&M para o momento. Esta organização pode ser colocada em qualquer aventura M&M, não importando o nível.

Organização criada pelo barão Wolfgang von Struker, durante o regime nazista, com o intento de conquistar o mundo criando um regime totalitário alemão nazista no mundial. Com uma concepção extremamente fanática, seus seguidores a vêem quase como uma seita. É considerada como a mais perigosa organização criminosa do universo Marvel. Com bases espalhadas pelo mundo todo, tem sua atuação presente e ativa em muitos níveis do submundo, atuando principalmente nos EUA (cuja célula chama-se Império Secreto), Europa e Japão.

Uma das primeiras ações da HYDRA, após sua separação do regime do terceiro reich, foi convocar os maiores cientistas do mundo (que afinavam com suas idéias) para criar todo um arsenal (inclusive com tecnologia alienígena). Mais tarde, este braço científico da HYDRA tornou-se o grupo conhecido por I.M.A. (Idéias Mecânicas Avançadas).


Segundo seus próprios membros a maior vantagem da HYDRA é conseguir sempre se re-agrupar, não importa a derrota que tenham sofrido. DAí vem seu nome. Segundo a mitologia a hydra era um animal fantástico com muitas cabeças. Quando uma delas era cortada, apareciam outras em seu lugar. Sua maior inimiga é a SHIELD, liderada por muito tempo por Nick Fury e criada especialmente para combate-la.

Além do fanatismo a organização possui um enorme contingente de membros e acesso tecnologia de ponta, contando inclusive com simpatizantes em cargos públicos de alto nível.

Utilizar a organização em jogo é bem simples. Ela possui uma estrutura interna militar rígida, permeado por patentes militares. Da mesma forma que a organização ninja criminosa – A Mão – cabem muito bem em aventuras “street level”. O verdadeiro poder deste grupo, e que pode ser facilmente utilizado e adaptado pelo mestre reside, nos equipamentos de alta tecnologia que seus membros tem disponíveis, além de bases muito bem preparadas com avançada tecnologia.

Seus equipamentos podem variar de simples equipamentos usuais acrescidos de Feitos para ampliar ou melhorar seus efeitos, até dispositivos com algum grau de poder. Os dispositivos são, em sua grande maioria, armamentos com algum efeito de ataque (para uma visualização rápida podem conferir a lista no Manual do Malfeitor com o tipo de efeito para cada poder, página 52-54) tal como o poder Raio (dando origem a uma infinidade de descritores), mas também podem ser equipamentos com efeitos mentais ou de proteção.

Quanto aos NPCs selecionei três tipos básicos:

- Agente da HYDRA: é a grande maioria dos membros da HYDRA. Pode ser utilizada a ficha de NPC Coadjuvantes para Soldado com NP 5 (página 229 do Básico do Mutantes & Malfeitores). Devido ao sua grande inserção à vida militar seria o que mais facilmente se adequaria aos personagens. As modificações seriam necessárias em alguns pontos:
Feito: Escudo humano (Crooks!) é bem interessante; Trabalho em equipe 2 e Dedicação.
Equipamentos: devem ser trocados por equipamentos de tecnologia avançada como as Armas Energéticas (página 139) somadas ou não à Feitos de Poder. Se o personagem tiver a disposição um Dispositivo ele não deve ter um Nível superior à 5, salvo casos que o mestre ache importante para a trama da aventura.
- Oficial da HYDRA: em número muito restrito podemos encontrar um à dois por célula (num máximo de quatro por base de operação). Pensei numa variante do Soldado (básico, página 229) com alguns acréscimos.
Perícias: Blefar e Computação. Retira-se Conhecimento [manha] e Escalar.
Feito: Dedicação, Benefício [Autorização de segurança], Contatos, Zombar e Equipamento em 5. Retira-se Ataque poderoso.
Equipamento: idêntico ao do Agente da HYDRA, podendo ter acesso a um maior número de equipamentos.

- Cientista da HYDRA: um Cientista básico. Mais raro ainda que o oficial, podendo ser encontrado apenas um por célula. Modificações apenas com os acréscimos nas perícias e feitos.
Perícias: Conhecimento [tecnologia] +10, Conhecimento [ciências físicas] +10, Profissão [cientista] +10.
Feitos: Dedicação, Inventor, Plano genial.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Cenários para Miniaturas

Vamos construir um castelo I

Depois de muitos pedidos vou postar a primeira parte das miniaturas que vão nos possibilitar montar um verdadeiro castelo. Vou dividir em duas partes apenas para dar mais emoção...

Uma coisa importante para dizer, antes de tudo, é que embora seje muito legal usarmos castelos em nossos combates de miniaturas, sua produção pode ser bem cara. Isso por que a extensão (principalmente de muro) consome muitas maquetes. Lógico que se você deseja ter peças em quantidade para dar mais realismo, ótimo. Mas se deseja economizar, uma dica seria que quando for utilizar combates em um cenário de castelo, que monte apenas a parte frontal, combinando com os outro(s) jogador(es) os limites do campo de batalha.

Dito isso vamos ao cenário.

Muro alto: é o clássico muro de castelo. Representa uma construção bem alta (pelo menos umas quatro à cinco vezes o tamanho das miniaturas. Esta será a peça que mais terá de ser repetida para representar um castelo. Baixe AQUI!

Casa de muro: durante a idade média (principalmente em sua fase inicial) os muros possuiam uma estrutura de madeira, em sua parte superior, que tinha função variada (desde um simples cômodo até proteção em combate). Esta peça encaixa-se sem mistério no muro, mas lhe dá uma aparência bem diferente. Baixe AQUI!

Meia torre: uma meia torre cilíndrica para ser adicionada à qualquer muro. O interessante é que ela pode ser acrescentada à qualquer porção de muro. Além disso, junto vem um muro de tijolos baixo que pode servir também para uso na vila, entre casas. Baixe AQUI!

Comecem a baixar e montar....verão como nunca mais conseguirão jogar sem essas maquetes! Em alguns dias o resto do castelo será postado... E está é apenas uma das versões que iremos postar por aqui!!!

Backgrounds II

Background II:
mestres do terror

Vamos continuar nossa conversa sobre o background.

Como já vimos existem alguns problemas quando a criação do background é negligenciada pelos jogadores. Perde-se muito em ganchos e diversão. Mas e quando acontece o contrário? Quando o background atrapalha?

Sim, isso é possível sim! Muitas vezes o background pode atrapalhar e muito o transcorrer de uma aventura, até mesmo de uma seção. Como já disse antes, o background serve para nos dar elementos deixando nossos personagens mais reais, ou mais próximo daquilo que o jogador deseja. Mas isso pode ser mal utilizado sim.

E esses dois problemas podem ocorrer tanto por parte dos jogadores quanto pelos mestres. No que tange aos jogadores a utilização do background pode servir como um coringa para livrá-los de apuros e problemas. A criação de backgrounds muito vagos ou genéricos deixa a porta aberta para que usem-no como recurso de solução para qualquer obstáculo. Já ocorreu o caso de num background ter algo do tipo “fulano recebeu uma boa instrução nos assuntos religiosos”. No transcorrer do jogo, toda e qualquer informação que fosse relacionado com algum assunto que tivesse a ver com o Panteão o jogador criava problemas exigindo bônus, informações e facilidades.

Com relação aos mestres o problema pode ser de outra natureza. Os mestres podem exagerar nas dificuldades contra os jogadores, usando o background mais como arma do que como informação. Todo o momento ele pode jogar a própria história do jogador contra ele. Qualquer ação que o personagem queira realizar (e principalmente interagir) é confrontada (e quase sempre impedida) pelo mestre.

Em resumo, o jogo transcorre sempre com “freio-de-mão puxado”.

Com este segundo artigo quero mostrar algo que já é muito claro para um grande número de jogadores. O RPG deve ser levado com bom senso para diversão e satisfação de todos. Elementos, tais como o background, serve para enriquecer o jogo e torná-lo ainda mais colorido e interessante. Esses elementos devem ser usados – tanto por mestres como por jogadores – sempre como uma forma de evoluir no jogo, e nunca como trava. Exageros devem ser podados, é claro. Mas com o tempo e com a experiência do grupo eles passarão a ser utilizados de forma automática e divertida.

Ficha para Mutantes e Malfeitores

Uma ficha para facilitar!

Foi postado no Ponei Riders Blog uma ficha para M&M muito útil em excel. Ela é bem interessante pois reproduz todos os elementos da ficha de jogo, além de realizar todos os cálculos básicos (habilidades e salvamentos, por exemplo) automaticamente, verificando seus custos.

Nesta nova onda que estamos de Iniciativa M&M, este tipo de acessório é muito bem vindo é deve ser difundido ao máximo.

Aproveitem fazendo o download AQUI!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

SHATTERSTAR – Gaveedra-7


Nível de Poder: 10

FOR 20 (+5) DES 20 (+5) CON 18 (+4) INT 14 (+2) SAB 14 (+2) CAR 12 (+1)

Resistência: +10 [impenetrável 2], Fortitude: +5, Reflexo: +10, Vontade: +4.

Ataque +10; Dano +5 [desarmado], +10 [espada vibratória]; Defesa +10; Esquiva +5; Desprevenido +5; Iniciativa +13.

Capacidade de Carga: 1t (leve), 2t (média), 3t (pesada), 6t (máxima), 15t (empurrar/arrastar).

PERÍCIAS: Acrobacia +10, Arte da fuga +7, Conhecimento [tática] +8, Escalar +6, Furtividade +8, Intuir intenção +6, Notar +5.

FEITOS: Ação em movimento, Agarrar preciso, Alvo esquivo, Ambidestria, Arremessar aprimorado, Ataque acurado, Ataque furtivo, Avaliação, Blefe acrobático, Bloquear aprimorado, De pé, Defesa aprimorada, Esforço supremo [reflexo], Esquiva fabulosa, Evasão, Iniciativa aprimorada 2, Liderança, Plano genial, Rolamento defensivo, Sem medo.

PODERES: Absorção [som] 10 [Falha: Cansativo; Feito: Conversão (som em onda de vibração); PAD: Controle de Vibração 10 (Falha: Alcance –1/Toque), Limitado: -1/necessita de lâmina]; Super-sentidos 3 [Visão aguçada, audição exata, visão na penumbra]; Super-velocidade 1 [Feito: Ataque rápido]; Proteção 6 [Extra: Impenetrável 2]; Super-força 4.

Equipamento: Espada de lâmina dupla (2x) [Dano +3, 19-20, corte, 10 pts para cada lâmina].

Pontos: 195
38 (habilidades) + 8 (salvamento) + 40 (combate) + 5 (perícias) + 21 (feitos) + 63 (poderes) + 20 (equipamento)