
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

Jogos de Tabuleiros





domingo, 13 de dezembro de 2009
Livro

Já disse isto anteriormente, em outras postagens sobre o assunto, mas vampiros são de longe um dos temas mais adorados e utilizados na literatura e no cinema, além de muitas outras mídias. Mas no Brasil, até bem pouco tempo, este tema estava relegado ao segundo (ou quem sabe terceiro) plano. Mesmo obras interessantes e de qualidade, como as de André Vianco, não estouravam na mídia com facilidade. Mas estamos em novos tempos. Com a incrível catapultada que a franquia “Crepúsculo” deu no tema, começam a pipocar em todos os cantos crias desta nova febre. E as obras da maranhanse Nazarethe Fonseca são um desses casos.
O primeiro lido da série Alma de Sangue foi lançada ainda em 2005, mas só ganhou uma revitalização consistente neste ano de 2009. Com o título de “O despertar do Vampiro” a autora introduz o tema aqui em terras brasileiras. Nesta história temos o vampiro Jan Kman que após despertar de seu sono em um casarão na cidade de São Luiz pelo trabalho de operários se apaixona pela responsável pela restauração do casarão, Kara Ramos. Ele a considera como a reencarnação de um antigo amor. Mas o sentimento não é recíproco.
É inegável que ela bebeu de autores consagrados. De Anne Rice ela tenta recriar a figura de Lestat – ora sensual ora mortal. Do próprio André Vianco, que assina seu prefácio, ela assimilou e empregou a efeito de deixar muitas pontas soltas ao final do livro para continuações. Quanto ao livro em si ele tem uma qualidade que não faz ninguém se arrepender de compra-lo. Com uma leitura fácil ela peca apenas ao final, onde se torna um pouco cansativo. No mais a história é contada em forma de flashbacks, exigindo um pouco de cuidado para o leitor não se perder, mas nada exagerado. São 432 páginas agradáveis para uma rápida leitura, pela editora Aleph.
Trecho do Livro:
O aparelho de som parou. Ergui-me preguiçosa do assento e dei uma longa olhada no desenho. Ficara perfeito. Satisfeita com o resultado, resolvi encerrar o trabalho. Olhei pela janela, fitei o relógio de pulso e me assustei. Passava das sete horas, o vigia estava muito atrasado. Recolhi minhas coisas e deixei tudo organizado à minha volta. Tirei o boné e penteei o cabelo rapidamente, para logo em seguida refazer o rabo – de - cavalo. Mochila nas costas, mesa organizada, tomadas desligadas, tudo arrumado… A janela! Fui até ela e a fechei; cruzei o quarto em direção à porta e nesse momento as luzes se apagaram. Não somente as da sala, mas todas as luzes do casarão. O susto foi tão grande que gritei. Simplesmente, não via um palmo à frente do nariz. Não sobrounada, nem uma fresta de luz para guiar-me. Fiz meia-volta e ali fiquei, tentando achar qualquer coisa para guiar minha saída do casarão.
— Estúpida! — gritei comigo mesma. Afinal, tinha um isqueiro no chaveiro.
Toquei a calça em busca das chaves e do isqueiro para me lembrar que o havia retirado dali a pedido de Alva… — Ai, droga! Merda… — xinguei, após esbarrar na mesa e machucar o quadril. Era isso! Estava sobre a mesa em algum lugar, mas onde? Toquei a superfície da mesa e passei a mão sobre papéis, canetas, tesoura… Onde está? — perguntava- me, desesperada.Medo. Esta era a definição mais precisa para o que sentia. Sempre tive medo do escuro, fugia ao meu controle, perdia a noção de espaço, de onde estava e, simplesmente, me sentia sufocar. Levei a mão à testa suada e notei que tremia de tão apavorada.
Decidida a me acalmar, comecei a repetir:
— Não há nada no escuro, não há nada no escuro. — Enquanto dizia as palavras, respirava fundo tentando recobrar o fôlego e o controle. Com as mãos sobre a mesa, recomecei uma busca mais calma; quando toquei o isqueiro, gritei de alegria. — Graças a Deus! — Afinal, não foi fácil encontrá-lo e quanto mais acendê-lo. Tentei três vezes sem nada conseguir. Só consegui respirar melhor depois de ver a chama frágil tremular à minha frente, dando-me confiança.
— Não tenha tanto medo do escuro.
O aviso soou de maneira suave, sensual, cortando a escuridão como uma flecha. Ergui os olhos e dei de cara com um completo desconhecido. Sentado comodamente na cadeira, na cabeceira da mesa, ele me observava de maneira calma. Fiquei tão aborrecida com a possibilidade de ele ter me visto naquele estado de pavor que não o olhei direito.
— Que houve com as luzes? — perguntei, achando que se tratava do vigia.
— Eu as apaguei — falou insolente, sem sequer levantar-se.
— E por que o fez? Não há necessidade de o casarão ficar às escuras — faleitaxativa.
— Gosto do escuro — falou, sem dar um pingo de importância ao que eu dizia.Seu rosto não parecia ter movimento; os olhos azuis brilhavam no escuro, fazendo aquele efeito só conseguido por cães e gatos.
Ele pareceu notar que eu o observava e deu-me um leve sorriso, mas um sorriso malévolo e malicioso. Recuei para trás um tanto assustada.
— Quem é você e o que faz aqui? — perguntei, notando que a voz estava trêmula.
— Acho que a invasora aqui é você — falou, apontando o dedo em riste emminha direção. Somente naquele momento percebi suas roupas estranhas, ou melhor, antigas. A manga de sua camisa era larga e trazia no punho cordões e uma renda que provavelmente algum dia fora branca, bem como o resto da camisa.
— Vamos, diga! Que faz em minha casa? Que está havendo, onde estão os móveis e todo o resto? — perguntou, alteando a voz, fazendo-me piscar de susto.
Fiquei tão atônita surpresa que ri dele. Foi isso mesmo, eu ri. Nervosismo, medo, sei lá! Mas não foi uma das atitudes mais acertadas a tomar,porque ele ficou furioso. Saltou da cadeira e ficou em pé para mostrar quanto era alto e forte. Seus ombros largos eram valorizados pela camisa de tecido solto. Foi com grande surpresa que notei o lenço de seda em volta de seu pescoço largo. Era um Plastron, uma espécie de gravata usada no século XIX, se não me engano.
— Do que ri? Acha que sou algum bufão, um truão para rir de mim? — perguntoumais alto e muito mais agressivo enquanto andava para a frente.
— Não se aproxime! — gritei, reagindo no mesmo tom, recuando para trás.
— E quem pensa que é para gritar comigo, sua pequena insignificante! — Seus movimentos assemelhavam-se ao de um tigre. A calça preta moldada perfeitamente às suas pernas másculas, fortes. Não sei bem ao certo como, mas, totalmente assustada, ainda conseguia sentir-me atraída. Sua beleza chegava a ser um insulto, a assustar, essa era a verdade. — É só isso que consegue sentir? Medo? — o homem perguntou, quase ofendido. Passou a mão pelos cabelos loiros presos numa fita escura e continuou a falar: — Kara, Kara, Kara, pensei que fosse mais corajosa, forte, decidida — falou com um leve sotaque que, no momento, não identifiquei.
— Como… como sabe meu nome? — tentava lembrar-me de onde conhecia seu rosto. Foi em vão; nunca o tinha visto em toda minha vida, mas seu olhar… eu conhecia.
— Sua amiga, a negra forra, falou, enquanto usava aquela estranha máquina.Diga-me, sua mão melhorou? — O modo descuidado como falou me chocou.
— De onde afinal você saiu?
— Do sótão, é claro.
— Ai, meu Deus!
— Você chama muito a “Deus”; ele a ajuda tanto como parece?
— Olhe, não sei de onde diabos saiu, mas ordeno que saia desta casa imediatamente!— falei, tentando parecer o mais segura possível. O silêncio foi quebrado comsua gargalhada, no mínimo gostosa.
— Kara, você deve ter sido uma menina muito mimada e levada, mas lhe digo,uma boca tão perfeita e carnuda não deveria ser manchada com tantos palavrões; contei quatro, apenas enquanto a vigiava — comentou cínico. — Agora, vamos — falou, estendendo a mão num convite perturbador.
— Acho melhor não tentar.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Conto
Ainda nos primórdios da criação de Arton, Allihanna vislumbrava encantada toda a magnitude de criaturas criadas por ela. De ponta à ponta do continente centenas de milhares de espécies de animais e plantas cresciam e floresciam. Cada novo nascimento lhe conferia um êxtase de satisfação indescritível. E cada um fora moldado por suas próprias mãos.
Mas havia um canto isolado naquele universo de terra e água. Um lugar desolado, árido, inóspito e vazio. Um lugar de calor e areia. Para ela era um lugar maculado. Um lugar que não merecia sua atenção. Negava-se à criar qualquer coisa diferente de dureza e aridez do ambiente.
Um dia Allihanna procurou Azgher em seus domínios. Sob a forma de uma humana feita em parte de carne, em parte de ramos e galhos, foi ao encontro do enorme beduíno sentado sobre uma pedra. Com o vento arrastando a areia que desviava naturalmente da figura, o calor era incrível. Por onde Allihanna caminhava, na direção de Azgher, pequenas pegadas de relva verde brotavam para logo depois secarem e sumirem frente aquela inóspita condição.
“- Este lugar é morto, como o coração de quem o governa” – declarou calmamente a deusa.
“- Muito pelo contrário fêmea. Este lugar, o meu, é vivo como a chama que nunca se apaga. É ardente como a vida de quem luta pela sobrevivência. É o lugar de fortes” – exclamou Azgher sem virar a cabeça na direção da deusa.
“- Nada belo vinga. As criaturas têm de se esconder sob o manto da deusa negra nas profundezas. Se és dono disto, és dono de um nada. E não por menos que d-i-v-i-d-e-s esta ‘tua terra’ com Tenebra” – exclamou a deusa com desdém.
“- A insolência não lhe cai bem aos lábios senhora das bestas. Se nada belo foi criado por ti para esta terra é por que simplesmente não tens a capacidade de ver a beleza do detalhe da flor do cactos no amanhecer nem a sincronia nas ínfimas pegadas do escorpião na fina areia.”
“- E tudo isto criado por mim” – declarou ela abrindo os braços e girando lentamente vendo em sua mente cada ser criado por ela – “mas tu conseguiste criar um mundo de areia e pedra, de dor e morte”.
Azgher bufou mesclando indolência e desinteresse – “Tu és uma deusa. Tu és uma igual entre as iguais. Tens poderes para criar qualquer coisa. Faça se quiseres”.
“- Claro que posso fazer. Mas por que faria? Esta terra tem de ser como seu deus” – abaixou e pegou um punhado de areia numa das mãos e ficou deixando-a escapar lentamente por entre os dedos e a vendo voar ao vento – “tudo igual como cada duna”.
Pela primeira vez Azgher moveu a cabeça e uma tempestade de areia formou-se ao longe. Ele se levantou lentamente e a terra tremeu.
“- Queres beleza!” – gritou com voz de trovão transformando o vento do deserto em tormenta de pedras – “terás!!”
Azgher cresceu em cem vezes. Mais imponente do que nunca parecia que seu diurno sorriso havia descido ao chão. Ele lançou uma de suas descomunais mãos à areia trazendo-a repleta. Tal como uma prensa juntou as duas mãos pressionando a areia com toda a força de um deus.
Moveu-se alguns passos em direção à um oásis. Com um movimento ele arrancou o pequeno ponto de água em meio à areia e junta com a terra que já estava numa das mãos, pressionando-os novamente.
Brilhando cada vez mais sua voz começa a ecoar por todas as partes do deserto.
“- Meu filho... Te darei vida para seres ímpar em meu reino. Te darei vida para embelezar meu mundo. Te darei vida para seres invejado. Terás tudo e darás tudo ao meu povo. Como irmãos dominarão minhas areias, beberão em meus oásis e rogarão à mim, apenas à mim. Sede perfeito. Sede inteligente como a irmã Tanna-toh, sede justo como o Khalmyr, sede sagaz como a grande serpente, sede implacável como Keenn, sede vivaz como Lenna, sede saudável com a benção de Marah, sede rebelde como Ragnar e sede indócil e livre como Nimb. Sede digno de meu nome”.
Azgher pressionou mais ainda as palmas das enormes mãos. O deserto ao seu redor fervilhava num horror de tempestades, trovões e terremotos. Apenas onde estava Allihanna estava calmo e sereno como uma manhã de primavera.
De repente tudo parou como se nada tivesse acontecido. Aos poucos ele foi afrouxando as mãos até que elas se separaram.
Na palma de uma delas ficou um animal. O mais lindo de todos. Um cavalo, mas diferente de todos os outros. Um representante único, perfeito. Mesmo Allihanna ficou perplexa com tamanha formosura.
Indócil sobre a palma da mão de Azgher, o cavalo empinava e relinchava. Mas, sob o olhar severo do deus ele silenciou e como reverenciando abaixou a cabeça.
“- Vá....” – Azgher assopra suavemente o cavalo sobre sua mão criando uma fina tempestade de areia que viajou no ar formando como se uma manada de garbosos exemplares dele. A manada dividiu-se e direcionou-se para muitas direções espalhando-os por todos os cantos do deserto.
Azgher volta ao seu tamanho anterior e novamente senta sobre a rocha. Allihanna ainda na mesma posição vira-se par partir, mas para, de costas e faz uma última pergunta – “de quase todos os deuses ele ganhou algo, e de mim o que tem?” – indagou a deusa permanecendo de costas.
“- Nada” – respondeu Azgher sem se mover – “ele não precisa, eu o fiz de areia e água, eu o fiz de mim, não responderá à mais ninguém.”
Nota: Este foi um pequeno conto que escrevi para o projeto Deserto da Perdição. Muita coisa interessante ainda sairá de lá. Para acompanhar nosso trabalho por lá é só dar uma olhada AQUI!
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Nível de Poder: 10
FOR 12 (+1) DES 14 (+2) CON 12 (+1) INT 14 (+2) SAB 16 (+3) CAR 12 (+1)
Resistência +1; Fortitude +4; Reflexo +4; Vontade +5.
Ataque +8, +12 [Soulsword]; Dano +1 [desarmado], +8 [Raio místico], +9 [Soulsword]; Defesa +8; Esquiva +4; Iniciativa +6.
PERÍCIAS: Acrobacia +6, Blefar +6, Concentração +10, Conhecimento [Arcano] +9, Idioma 2 [Russo/nativo, Inglês], Intimidar +9, Intuir intenção +7, Notar +5.
FEITOS: Ambiente favorito [Limbo], Artíficie, Assustar, Duro de matar, Iniciativa aprimorada, Presença aterradora, Ritualista, Sem medo, Transe.
PODERES:
Magia 10 {Teleporte 10 [Extra: Portal; Falha: Check Required* (Concentração) - PA: Supermovimento 4 (Falha: Check Required* (Concentração) - Movimento dimensional, Movimento temporal 3]; Supersentidos 1 [Detecção – descritor místico]; Escudo Mental 4; Weapon Summoning* 8 [Falha: Limitado +0/apenas uma arma - Soulsword]; PES 5 [visão e audição]}
Repertório [Senhora do Limbo] 10 [Extra: Amplo; Falha: Limitado: Apenas no Limbo] {Base: Controle do Fogo Infernal 10 [Dinâmico] - PA: Controle de Fogo 10 [Dinâmico]; PA: Controle Mental 8; PA: Controle da Terra 8; PA: Imunidade 30 [Dinâmico – Qualquer jogada que exija uma jogada de salvamento fortitude]; PA: Escudo 8 [Dinâmico – Descritor/Místico]; PA: Raio 8 [Dinâmico – Feito: Afeta intangível]; PA: Morfar 8 [Qualquer forma]; PA: Criar Objeto 7 [Dinâmico – Feito: Preciso]}.
Dispositivo [Soulsword] 9 [Nulificar [descritor mágico] 7 (Extra: Resistência ao poder]; Proteção 8; Golpe 9 (Falha: Limitado/apenas criaturas com descritor “mágica”; Feito: Acurado 2, Afeta intangível, Crítico aprimorado)]
Pontos: 150
20 (habilidades) + 7 (salvamento) + 32 (combate) + 9 (perícias) + 9 (feitos) + 73 (poderes)
*Ultimate Power
Quadrinhos
O grande sucesso dos cinemas deste final de ano, Atividade Paranormal, ganha uma continuação em quadrinhos. Lançado pela IDW Publishing esta produção tem o nome de "Atividade Paranormal: Busca por Katie, um estudo de caso pelo Dr. Johann Avery". Nela o Dr Avery se junta à um detetive na investigação da origem do demônio que está no primeiro filme. Esta produção será exclusiva para usuários de iPhone e iTune. Os produtores da Paramount e o gerentes da IDW querem aproveitar o sucesso desta obra surgido pela propaganda boca-a-boca.e ampliar a abrangência da franquia - "é um filme que deve sua popularidade enorme com os fãs pela publicidade boca-a-boca. Estamos empolgados em trabalhar com IDW para explorar novas linhas de histórias e temas tocados no filme” - disse Michael Corcoran, presidente da Paramount.
Se você desejar baixar estes quadrinhos é só acessar o site Apple iTunes.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Rank da Área Cinza
Foi lançado o rank para o mês de novembro do blog Área Cinza, outro rank conhecido nosso. A principal caracterísitca desse rank é que ele lista os melhores vinte blogs e sites sobre RPG. Então muita coisa aparece de diferente por aqui.
Então vamos aos colocados:
1 - RPG Online
2 - Ambrosia
3 - Devir
4 - Rede RPG
5 - Paragons
6 - Spell RPG
7 - Daemon
8 - O Goblin
9 - Jambô
10 - Moonshadows
11 - RPGArautos
12 - D3system
13 - RPG.Blogs
14 - Pergaminhos Dourados
15 - Rolando 20
16 - Non Plus RPG
17 - Nittro Dungeon
18 - A Matilha
19 - .20
20 - Dados Limpos
Com apenas dois blogs entre os dez primeiros tivemos muitas quedas de blogs no conjunto de pesquisa da Área Cinza, mas nada que tenhamos de nos preocupar.
Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

Nível de Poder: 10
FOR 12 (+1) DES 20 (+5) CON 14 (+2) INT 14 (+2) SAB 14 (+2) CAR 14 (+2)
Resistência +2; Fortitude +4; Reflexo +9; Vontade +4.
Ataque +8; Dano +1 [desarmado], +4 [Katana], +3 [Nunchacu], +2 [Shuriken]; Defesa +10; Esquiva +5; Iniciativa +9.
PERÍCIAS: Acrobacia +15, Arte da fuga +7, Escalar +5, Furtividade +8, Idiomas [Japonês e Inglês], Notar +6, Prestidigitação +7.
FEITOS: Ação em movimento, Alvo esquivo, Agarrar preciso, Ambidestria, Ataque dominó 2, Ataque furtivo, Avaliação, Bloquear aprimorado, De pé, Derrubar aprimorado, Desarmar aprimorado, Equipamento 7, Esconder-se a plena vista, Evasão, Iniciativa aprimorada, Sem medo.
PODERES: Reflex Memory* 4 [Extra: Feitos]; Super-sentidos 4 [Detectar fraqueza].
Equipamento: 2 Katanas [Dano +3, Crítico 19/20, Descritor/corte]; 2 Nunchacu [Dano +2, Crítico 19/20, Descritor/esmagamento]; 2 Shuriken [Dano +1, Crítico 20, Descritor/perfuração, Alcance 3m]; Traje protetor [Bônus de defesa +3, Proteção 2].
Pontos: 145
28 (habilidades) + 8 (salvamentos) + 36 (combate) + 6 (perícias) + 23 (feitos) + 44 (poderes)
* Ultimate Power
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Jogos de Tabuleiro




Pop Rank de Novembro
Depois de dois meses sem divulgação do tradicional rank da Paragon - o Pop Rank - ele está de volta. E com gratas surpresas! A Confraria de Arton atingiu o 13º lugar no Pop Rank. Na última vez que o rank havia sido divulgado nós estávamos num ótimo 19º lugar. Mas com este dois meses de muito trabalho subimos nada menos do que seis posições. Nossa colocação está ainda melhor se olharmos os ótimos blogs que estão ao nosso lado - Dados Limpos, A Rpgista, RPGNews e Vorpal. São colegas de peso e qualidade.Para variar a primeira colocação manteve o ótimo Paragons. Mas as surpresas começam já na segunda e quarta posições com A Taverna do Goblin e o Street Fighter RPG, dois ótimos representantes que até bem pouco tempo não figuravam entre os vinte primeiros. Em terceiro o tradicional D3 System. A partir do quinto lugar temos, em sequencia, Pergaminhso Dourados, Rolando 20 e Nitro Dungeon. Em oitavo e nono mais duas novidades - Non Plus RPG e A Matilha. Em décimo o tradicional dot20, seguido do Dados Limpos e da A Rpgista. Logo depois estamos nós da Confraria. O post na Paragons pode ser visto AQUI!
Mas as novidades não acabam aqui. O Pop Rank agora é atualizado diariamente - duas vezes ao dia. Assim todos podem ter uma noção exata de como seu trabalho está tendo impacto na comunidade rpgística. Não sei bem ao certo desde quando o Pop Rank está com este novo formato, mas o certo é que agora tenho mais este motivo - além de todos os outros - para dar uma passada diária na Paragons.
Estamos muito felizes com nossa gradual subida e prontos para apresentar muito mais trabalho e, sobretudo, qualidade para todos.
Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

Nível de Poder: 10
FOR 12 (+1) DES 18 (+4) CON 14 (+2) INT 14 (+2) SAB 14 (+2) CAR 16 (+3)
Resistência +2; Fortitude +4; Reflexo +8; Vontade +3.
Ataque +10, +12 [à distância]; Dano +1 [desarmado], +4 [Katana], +3 [Nunchacu], +2 [Shuriken]; Defesa +9; Esquiva +4; Iniciativa +8.
PERÍCIAS: Acrobacia +8, Blefar +8, Conhecimento [Manha] +7, Escalar +5, Furtividade +7, Notar +5.
FEITOS: Ação em movimento, Alvo esquivo, Ataque furtivo, Avaliação, Distrair, Esforço Supremo [Mira suprema], Equipamento 7, Foco em ataque [à distância], Iniciativa aprimorada, Mira aprimorada, Saque rápido, Zombar.
PODERES: Super-sentidos 4 [Visão exata, Rastrear, Senso de distância; Feito: Inato].
EQUIPAMENTOS: 2 Katanas [Dano +3, Crítico 19/20, Descritor/corte]; 2 Nunchacu [Dano +2, Crítico 19/20, Descritor/esmagamento]; 2 Shuriken [Dano +1, Crítico 20, Descritor/perfuração, Alcance 3m]; Traje protetor [Bônus de defesa +3, Proteção 2].
Pontos: 101
28 (habilidades) + 7 (salvamentos) + 38 (combate) + 6 (perícias) + 18 (feitos) + 4 (poderes)
Cinema
