terça-feira, 27 de abril de 2010

Livro - Diários do Vampiro, a fúria

Vampiros sempre dão bons livros,
mesmo os juvenis


O sucesso para autores de livros onde, a temática são vampiros, não é novidade. É quase um tiro certo. Desde que Anne Rice inaugurou o filão com obras de grande sucesso e ótima qualidade (as Crônicas Vampirescas) que cada vez mais autores enveredam por esse caminho.

Um desses casos é a série de livros “Diários do Vampiro”. Está sendo lançado o terceiro volume da série com o título “A Fúria”. Série de livros da escritora L.J. Smith que deu origem ao seriado da televisão. Embora o sucesso seja recente a série de livros foi escrita e lançada nos anos noventa. Agora, com essa nova onda de sucesso encabeçada por “Crepúsculo”, os livros de Smith chegam com tudo. A série mostra a relação (ou triângulo amoroso) formado por Elena, uma humana, e os vampiros e irmãos Stefan e Damon. Durante algum tempo houve algumas acusações de plágio contra a obra de Stephenie Meyer, mas que acabaram não avançando. O quarto volume já está prometido para o final do ano com o nome de “Diários do Vampiro: o retorno”. É uma literatura claramente juvenil, mas não deixa de ser interessante, nem que sirva apenas para passar o tempo.

No Brasil a venda da série de livros é um sucesso, já tendo atingido mais de 300 mil cópias somente dos dois primeiros volumes em cinco meses. Eles estão sendo lançados pela editora Record, em seu selo Galera. O preço é muito atrativo, R$ 29,90.

Cinema - Motoqueiro Fantasma 2, Viuva Negra e Mulher-Aranha

Novidades em Motoqueiro Fantasma 2,
Viúva Negra e Mulher-aranha

Motoqueiro Fantasma 2: com toda essa onda de filmes sobre heróis da Marvel não é de admirar que uma seqüência sobre o ‘espírito da vingança’ fosse realizado. A surpresa está em que são grandes as chances de que Nicolas Cage, protagonista do primeiro filme, não encarnar o personagem no segundo filme. O problema se resume à um desencontro entre a agenda do ator (na produção do terceiro filme da série “A Lenda do Tesouro”) e a data limite para o início da produção, em 14 de novembro.

Viúva Negra: houve a confirmação pelo presidente da Marvel Studios, Kevin Ffeige, que poderá haver a produção de um filme solo para a heroína da Marvel, Viúva Negra. A personagem aparece no filme Homem de Ferro 2, que estréia no próximo dia 30. Ao que tudo indica o papel continuaria nas mãos da atriz Scarlett Johansson.


Mulher-Aranha: aqui está uma boa e uma má notícia (pelo menos eu acho). Um filme baseado na heroína estaria sendo preparado, mas a atriz que estaria negociando com a Marvel para viver a personagem seria Vanessa Hudgens (“High School Musical”). A escolha da atriz, que ao meu ver tem muito pouco da personagem, seria devido a uma política nova da Marvel de realizar filmes de baixo custo (20 a 40 milhões de dólares) sobre personagens secundários. Segundo a Marvel: “a idéia é de que o filme seja divertido, uma comédia, e Vanessa Hudgens seria perfeita para o papel”. Deus nos livre!!!

domingo, 25 de abril de 2010

Cinema - A Estrada em uma resenha perfeita

A resenha que faz você ir ver o filme

Sabem quando encontramos algo máximo, magistral, perfeito. Eu tenho essa sensação quando estou lendo. Quando me deparo com um texto de extremo bom gosto. Quando me deparo com um texto que me faz parar, pensar, analisar e decidir algo. Quando encontro textos que me fazem mudar um conceito ou mesmo criar um conceito novo. Não precisa ser um texto prolixo ou acadêmico (muito embora eu adore um bom texto pedante).

Quando li este pequeno artigo que reproduzo abaixo, em forma de uma singela análise de cinema fiquei muito satisfeito em tê-lo achado. Confesso que já havia lido duas ou três análises em sites nacionais e americanos. Mas nenhuma foi tão clara e tão gratificante, e que me fizeram mudar meus planos para correr para o cinema, quanto a resenha feita por Regis Trigo no site CinePlayer. Gostei tanto que o reproduzirei na integra abaixo.

Por Regis Trigo

Normalmente, quando se decide verter para a tela grande um romance de grande sucesso, o filme é prejudicado por uma certa subserviência em relação material original. É como se o cinema, assumindo-se como uma arte menos nobre do que a literatura, precisasse não adaptar mas sim reverenciar – de joelhos, se possível – as obras nas quais se inspira.

A Estrada tinha tudo para cair nessa armadilha. Afinal, o filme seria baseado no livro de Cormac McCarthy, lançado em 2006 e recebido com entusiasmo nos EUA (Oprah Winfrey o elogiou abertamente em seu programa). O sucesso foi tanto que, por ele, McCarthy recebeu o Prêmio Pulitzer. A visibilidade adquirida pelo livro foi ainda mais potencializada após a penca de Oscar recebida por Onde os Fracos Não Tem Vez, filme dirigido pelos irmãos Coen e adaptado de outro de seus romances. A pergunta era: como transformar em imagens um texto tão conhecido e admirado? O diretor John Hillcoat e o roteirista Joe Penhall aceitaram o desafio e, pelo que se vê, passaram no teste com sobras. A Estrada, o filme, traduz para a tela o espírito da obra de McCharty (cujo estilo de prosa não é de fácil leitura), sem necessariamente se colocar numa posição inferior a ela.

A Estrada começa sua narrativa no tempo presente. Planos estáticos nos introduzem em um cenário bucólico. Flores, jardins, vegetação abundante. Uma mulher observa um homem acariciando seu cavalo. As cores são vivas e o ambiente é inundado pelo sol. Repentinamente, uma porta se fecha. Aquela reprodução do paraíso fica do lado de fora. A câmera permanece no interior escuro da casa, anunciando o mal que se aproxima. Logo em seguida, o casal acorda no meio da noite. Pela janela, o homem observa um clarão amarelo. De alguma forma, ele parece saber que aquele evento estava prestes a acontecer. Em vez de desespero, ação. Ele começa a estocar água na banheira, ciente de que a tragédia veio para ficar. Sua esposa, grávida, o observa. O fim do mundo chegou.

Mas qual a origem daquilo tudo? Como a humanidade chegou àquele ponto? Guerra nuclear? Aquecimento global? Efeito estufa? Uma mistura disso tudo? O filme não se preocupa em responder e, no fundo, pouco importa. A civilização, tal qual a conhecemos, não existe mais. O céu é cinza, fruto de uma névoa que não se dissipa. As temperaturas são baixíssimas. Todas as espécies de animais estão mortos. As árvores, sem vida, não mais se sustentam em pé. Os incêndios e as chuvas são eventos corriqueiros.

Os poucos sobreviventes se dividem entre refugiados e gangues armadas até os dentes. Todos vagam a esmo, com medos uns dos outros, na busca por combustível, comida e sapatos. A selvageria impera. Mulheres são estupradas e crianças violentadas. Para matar a fome, o canibalismo torna-se a solução extrema. O ser humano não pode mais confiar no seu semelhante. Em A Estrada, os zumbis somos nós.

É nesse ambiente que vivem os dois protagonistas. Eles não tem nome. A catástrofe lhes tirou tudo, até mesmo suas identidades. São apenas O Homem e O Menino. Pai e filho. Cada um o mundo inteiro do outro. A missão do Homem é proteger o Menino. Ou como ele diz a certa altura: “o menino é o meu mandato”. Por isso mesmo, o pai carrega consigo um revólver. Dentro dele há duas balas. Uma para cada um. Seu único receio é não ter a coragem necessária quando o momento de dispará-las chegar.

O Homem já perdeu a noção de tempo. Talvez seja outubro. Talvez não. Calendários são coisas do passado. O fato é que ele sabe que não resistirá a mais um inverno naquele local. A solução é partir para o Sul, em direção ao mar. De dia, caminham pela estrada com a preocupação de encontrar algo para comer e esquivar-se de possíveis ataques canibais. De noite, dormem nas florestas ou no interior de veículos abandonados ao longo do trajeto. Durante a viagem, o Homem sonha com a sua esposa. Imagens de um casal apaixonado o remete para um passado que sequer parece ter existido de fato. Mas a Mulher não está ao seu lado. Anos antes, cansada e sem esperanças, ela optara pelo suicídio. Nas palavras do Homem: "ela partiu e a frieza do gesto foi seu último presente".

Numa primeira camada, o filme é o relato da viagem desses dois seres por uma América devastada por um inimigo desconhecido. No entanto, o objetivo de A Estrada não é simplesmente contar mais uma história sobre o fim do mundo. Para aqueles que tiverem interesse nesse material, é preferível passar na locadora mais próxima e levar pra casa outros títulos como O Dia Depois do Amanhã, Eu Sou a Lenda, 2012 ou coisas do tipo. Em A Estrada, o buraco é mais embaixo. Seu verdadeiro tema está na relação entre um pai e seu filho, e o quão forte, íntima e profunda ela pode ser para ambos.

Esse é um dos aspectos mais interessantes de A Estrada. Mesmo num cenário caótico como aquele, em que a Humanidade foi praticamente expurgada do planeta, o Homem ainda faz questão de transmitir seus valores morais e éticos ao Menino. Para tanto, ele conta ao filho histórias de coragem e justiça, que de tão antigas e distantes, são difíceis de recordar. À noite, antes de dormir e à luz de fogueiras improvisadas, o Homem lê livros infantis até que o Menino adormeça. A certa altura, o Homem tem a oportunidade de mostrar ao filho a casa em que viveu sua infância. Mais à frente, ambos tomam banho juntos – talvez o símbolo maior da intimidade entre um pai e um filho. No limite, o filme defende a tese de que palavras como dignidade, decência, honra, bondade, honestidade e compaixão, não são meros conceitos abstratos, mas sim princípios básicos e inegociáveis do ser humano.

O Menino, por sua vez, parece absorver esses ensinamentos. Quando nasceu, o mundo já estava destruído. Ele nunca vira o sol, muito menos o mar. Não sabia qual era o aspecto nem o gosto da Coca-Cola ("ela faz bolhas!"). Desconhecia o que era um arco-íris. E jamais se deparara com animais que não os empalhados e o de pelúcia que carregava durante a viagem. Na falta de qualquer referência material, o que o alimenta são os princípios éticos que lhe são ensinados. Em determinado momento do filme, ele diz ao pai que ambos devem rezar em agradecimento à comida que encontraram. Em outro instante, o garoto demonstra piedade pelo sofrimento de um andarilho desconhecido, oferecendo-lhe comida. E rejeita com veemência a punição que o pai impõe a um homem que roubara seus pertences. Num universo completamente inerte, incolor e apodrecido, o grande patrimônio daquele Menino é a sua humanidade.

Outro personagem importante em A Estrada é a Mãe. Ela só aparece em flashes, por meio dos sonhos do Homem. Poucos anos após a devastação da Terra, ela resolveu que não valia mais a pena continuar vivendo. Só não colocara um fim naquilo, porque, na última hora, o Homem sempre a convencia do contrário. Mas seu espírito já não está mais ali. Ao banhar o filho, ela não mais lhe devolve seus olhares cheios de amor e carinho. Sua despedida é lenta e silenciosa. Quando o momento decisivo finalmente chega, ela parte sem olhar para trás. Sua determinação é tanta que A Estrada pode até ser interpretado a partir do ponto de vista de uma mulher que simplesmente não dá conta da maternidade e do casamento.

A escolha do australiano John Hillcoat para a direção pareceu ser adequada. Seu filme anterior, A Proposta, lançado em 2005, tinha forte influência na obra de McCarthy. Mesmo com uma história sobre o fim do mundo, ele evita contá-la por meio do terreno fácil das sequências de ação, explosões, tiroteios e perseguições. Hillcoat está interessado unicamente em falar sobre a vida de seus dois protagonistas. E isso explica a opção pelo ritmo lento, contemplativo, reflexivo. É o interior que importa, não o exterior.

Vez por outra, o Homem e o Menino se deparam com grandes paisagens naturais completamente devastadas (há uma seqüência com dois navios encalhados, que teria sido aproveitada do desastre provocado pelo furacão Katrina). Muitos destes cenários foram gerados em computador. Os efeitos especiais, no entanto, são discretos e eficientes. E mesmo assim ajudam a dar o tom geral da obra. Definitivamente, A Estrada não é um filme de ficção cientifica.

Além do auxilio do computador, A Estrada vale-se muito do visual quase monocromático trazido pela fotografia do espanhol Javier Aguirresarobe. Seu maior desafio foi dar autenticidade a àquele mundo sem sol e sem vida. Para alcançar esse efeito, carregou nos “tons mortos”, como o cinza, o marrom e o verde. Com exceção das cenas ambientadas no passado, quando a cor é propositadamente acentuada, predominam no filme as imagens enevoadas e opacas. Em certos momentos, parece que A Estrada foi rodado em preto-e-branco. A trilha sonora, por sua vez, ficou por conta de Nick Cave, que já trabalhara com Hillcoat em A Proposta. Em determinadas passagens, sua melodia nos evoca algumas sequências de Valsa com Bashir.

Na maior parte da sua projeção, o elenco de A Estrada limita-se ao Homem, interpretado por Viggo Mortensen, e o filho, vivido por Kodi Smit-McPhee. A química entre os dois funciona, o que faz com que acreditemos naquela relação e torçamos para o destino de ambos. Mas o destaque vai mais uma vez para Viggo. Já vai longe o tempo em que ele era visto apenas como mais um galã a aportar em Hollywood, cuja carreira ziguezagueava em filmes como Um Crime Suspeito, Até o Limite da Honra, Daylight e Mar de Fogo. A trilogia O Senhor dos Anéis, na qual viveu o cavaleiro Aragorn, foi o seu ponto de virada. Mas a ratificação do seu talento veio com a parceria com o diretor canadense David Cronemberg e os filmes Marcas da Violência e Senhores do Crime (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar em 2007). Em A Estrada não é diferente. Sua composição nos remete à figura de um Jesus Cristo cujo calvário é seguir vagando em busca de um mundo que já não mais existe.

Completam o elenco Charlize Theron, no papel da Mãe, Robert Duvall, como o andarilho, e Guy Pearce, como o Veterano, todos com participações eficientes, ainda que muito curtas.

A Estrada não é um programa fácil. A viagem do Homem e do Menino é penosa, dura e, acima de tudo, triste. Sim, o filme termina com uma pitada de esperança. Mas o retrato do apocalipse nos joga na cara o quão irresponsáveis somos com o planeta em que vivemos. Mais que isso, ao situar sua história num período tão próximo ao tempo presente (basta ver a idade do Menino), A Estrada nos mostra que esses eventos podem, mais cedo do que pensamos, deixar as páginas de ficção para se tornar realidade. E aí poderá ser tarde demais.

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

BANSHEE – Sean Cassady


Nível de Poder: 7

FOR 14 (+2) DES 12 (+1) CON 14 (+2) INT 14 (+2) SAB 14 (+2) CAR 14 (+2)

Resistência + 2; Fortitude +3; Reflexo +3; Vontade +5.

Ataque +6, +8 [armas de fogo], +8 [raio]; Dano +2 [desarmado], +6 [raio]; Defesa +7; Esquiva +3; Iniciativa +1.

PERÍCIAS: Blefar +6, Computadores +4, Conhecimento [Tática] +4, Diplomacia +7, Idiomas 3 [Irlandês nativo, inglês e francês] Intuir intenção +7, Investigar +5, Notar +6, Obter informação +6, Pilotar +7.

FEITOS: Bem-informado, Distrair, Duro de matar, Especialização em ataque [armas de fogo], Evasão, Inspirar, Interpor-se, Liderança, Trabalho em equipe 2.

PODERES: Repertório Sônico 9 [Extra: Amplo; Feito: Inato] – {Base: Controle Sônico 10 [Dinâmico] - PA: Raio 6 [Dinâmico - Feito: Acurado; Extra: Área/Cone; PAD: Confusão 6]; PA: Raio 6 [Feito: Alcance estendido; PAD: Atordoar 6]; PA: Vôo 4 [Dinâmico – Feito: Manobralidade; Falha: Distração]; PA: Campo de Força 10 [Dinâmico – Falha: Limitado/apenas dano físico]; PA: Drenar Resistência 10 [Dinâmico – Extra: Alcance/à distância; Falha: afeta apenas objetos; Feito: Preciso]; PA: Imunidade 11 [Dinâmico - Efeitos sônicos e imunidade aos poderes de Black Tom Cassady]}.

Pontos: 102
22 (habilidades) + 6 (salvamento) + 26 (combate) + 10 (perícias) + 10 (feitos) + 28 (poderes)

[url=http://www.jamboeditora.com.br/forum/viewtopic.php?p=53863#53863][b]Não deixe de ver o índice atualizado no Fórum Jambô[/b][/url]

Cinema - Heróis e Tropa de Elite 2

Heróis e Tropa de Elite 2

Batman 3: com essa onda de filmes em 3D, era quase certo que as principais produções de ação, de agora em diante, adotariam este estilo. Boatos afirmavam que com o novo filme do homem-morcego a coisa seria igual. Mas não será. Wally Pfister, diretor de fotografia dos dois primeiros filmes de Batman – “Batman Begins” e “Batman: Cavaleiro das Trevas” – declarou o contrário. Segundo ele a utilização da tecnologia 3D em muitos filmes a serem produzidos é apenas um modismo e provavelmente já terá passado quando o terceiro filme da série for lançado. Ele ainda disse que ele e Chris Nolan pretendem fotografar toda a película no formato IMAX (maior resolução), embora a tecnologia para isso seja difícil de ser usada. Já no Cavaleiro das Trevas eles filmaram trinta minutos com esta tecnologia e ficaram muito satisfeitos com o resultado.

Thor: quando anunciaram que Samuel L. Jackson encarnaria o personagem Nick Fury também anunciaram que ele estaria presente em todos os filmes de adaptações da Marvel até o lançamento de Vingadores. Mas isso já não acontecerá na adaptação de Thor. Segundo o próprio ator ele não participará do filme – “Apesar de meu nome estar lá, confirmaram comigo que eu não devo aparecer mais no filme. Não sei por que!” Já para os Vingadores ele informou que a produção está indo com força para o início das gravações em fevereiro. Stan Lee, criador da maioria dos personagens da editora Marvel, informou que como de costume ele fará uma aparição surpresa no filme. Ele disse em entrevista: “O martelo de Thor é encontrado no meio de uma cratera aberta no meio de uma estrada, pelo exército americano. O exército tenta mover o martelo, mas não consegue porque ele é muito pesado. Então eles trazem um trator para tirar o objeto. Após amarrarem o martelo no caminhão, este dá a partida, mas a parte de trás do caminhão cai e a frente continua andando Quando mostram a cara de assustado do motorista do caminhão, revela-se Stan Lee”.

Tropa de Elite 2: o último dia de filmagem foi em 15 de abril último. Foram quatro meses de trabalho. Agora o filme está em fase de pós-produção e sua estréia foi confirmada para 3 de setembro. Na direção está José Padilha, tendo no elenco Wagner Moura, Seu Jorge, Dudu Nobre, Maria Ribeiro e Shelton Mello.

Homem de Ferro 2: mais alguns posters lançados.

sábado, 24 de abril de 2010

Promoção Jambô


A Jambô Editora lançou uma grande oportunidade de você ganhar um livro de Mutantes e Malfeitores. Aproveitando a onda do lançamento do novo suplemento em português para o sistema - Agentes da Liberdade - a editora lançou a promoção "Crie um Agente da Liberdade".

Ela é bem simples. Foram disponibilizados dois desenhos para servirem como base para a criação de uma ficha seguindo as regras do sistema. A melhor ficha para cada desenho será premiada com um livro do sistema. A promoção vai de 26 de abril à 28 de maio de 2010.

Encontre todas as informações necessárias na página da editora. Corra e participe!!!

Miniaturas de Cenários

Mais miniaturas de casas

Mais quatro links para miniaturas de casas para seu cenário de combate, em substituição aos links que estavam quebrados. Aproveitem!

Casa 06
Casa 07
Casa 08
Casa 09

Jogos de Tabuleiro: Pilares da Terra

O sucesso de Pillars of the Earth

O livro de grande sucesso – “Pilares da Terra” – serviu de inspiração para uma série de produtos. Como já vimos há um seriado produzido na Europa e, desde 2006, uma série de jogos de tabuleiro.

O jogo, homônimo ao livro, foi lançado em 2006 e segue a mesma linha do livro – a construção da primeira catedral gótica da Inglaterra. Os jogadores estão em pleno século XII e representam construtores da catedral. O jogo consiste na utilização de trabalhadores para a produção de matérias-primas e, em seguida, usando artesãos, se valer dessas matérias na construção da catedral. Além disso, os jogadores terão de produzir ouro, fundamental para seus interesses no jogo. Um jogo muito instigante em turnos onde o sucesso está no equilíbrio entre a produção de riquezas e a aquisição de pontos de construção para terminar sua obra. O jogo comporta de 2 à 4 participantes, sendo o ideal em 4, e leva cerca de duas horas.


O material para o jogo é muito variado. Tem um tabuleiro muito bonito e colorido, dado, 75 cards e muitos e muitos marcadores representando desde matérias-primas entre muitos outros elementos.

O jogo foi tão bem sucedido que ganhou prêmios por dois anos seguidos. Em 2007 ele ganhou prêmios como melhor jogo do ano na Holanda, no Japão, na Noruega, na Espanha, na Alemanha, além do Spiel des Jahres Recommendation e o Spiel der Spiele Hit Games for Expert. Em 2008 ele ganhou mais dois, o Golden Ace Nominated e Games 100 Game of the Year. Na BGG ele ganhou uma nota razoável – 7,38.


Mas isso não é tudo. Em 2008 foi lançado uma expansão. Sim... jogos de tabuleiro também possuem expansões. Com esta expansão novos elementos são agregados ao jogo diretamente do livro: agora você pode colocar mercenários em jogo para as Cruzadas do rei, trazer mestres de construção de Toledo, ou ainda assumir o posto de cobrador de impostos. Mas o grande recurso agregado ao jogo é a possibilidade de agora jogarem um quinto e um sexto participante. A maior parte das peças novas que vem nesta expansão são para agregarem os dois novos jogadores (nas cores branca e laranja), mas os 37 card novos são para os eventos novos etc. Mas a grande jogada desta expansão é a disponibilidade de um novo tabuleiro para ser adicionado.

Definitivamente Pillars of the Earth é, antes de mais nada, um jogo tático. Um jogo de como se aproveitar ao máximo o turno que se tem nas mãos. Como os turnos são em um número limitado, para o final do jogo, e suas ações podem e serão limitadas pelos adversários, a tática torna-se o elemento crucial para se alcançar a vitória.

Seriado - adaptação de Pilares da Terra

Os Pilares da Terra chega à televisão

Em “Os Pilares da Terra” é contada a história de tramas políticas, religiosas e os conflitos, que foram desencadeados pela construção da primeira igreja gótica do Reino Unido – a Kingsbridge Cathedral – por mais de quarenta anos em pleno século XII. Isso é retratado pelo livro de Ken Follet, lançado em 1989, e que vendo mais de 14 milhões de cópias, com direito à uma continuação publicada em 2009 – “World Without End”.

Algum tempo atrás foi feita uma adaptação de “O Pilares da Terra” no formato de minissérie. Foi uma produção alemã independente da Tandem Communications junto do Muse Entertainment, do Canadá, tudo em associação com a Scott Free Films (de Ridley Scott e seu irmão, Tony Scott). Os oito episódios foram roteirizados por John Peilmeier e dirigidospor Sergio Mímica-Gezza (seriado “Battlestar Galáctica”). São dez horas de produção – os dois primeiros episódios possuem duas horas enquanto os outros têm uma hora cada.


Com filmagens realizadas em belas locações na Áustria e Hungria, a produção teve um orçamento de 40 milhões e com um elenco não de estrelas, mas de atores experientes. Entre eles temos Ian McShane (“Deadwood”), Rufus Sewell (da versão inglesa de “Elenventh Hour”), Matthew MacFadyen (“Orgulho e Preconceito”), Donald Sutherland (“Dirty Sexy Money”), Sarah Parish, David Oakes, Robert Bathurst (“Emma”), e Gordon Pinsent, de (“Rumo ao Sul”).


Recentemente o canal americano Starz adquiriu os direitos da produção e programa sua estréia para julho. A produção, além de ter sido adquirida por um canal americano, foi adquirida por muitos canais europeus. Esse súbito sucesso trás a grande esperança de que ele acabe chegando por aqui em canal fechado ou mesmo em dvd.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Cinema e Quadrinhos - Deixa Ela Entrar vem por aí

Graphic Novel sobre
refilmagem de filme de terror

A confirmação da refilmagem, numa versão americana, do sucesso do suspense sueco “Deixa Ela Entrar” trouxe junto o anúncio de um lançamento simultâneo para quadrinhos. A Dark Horse Comics confirmou que lançará simultaneamente ao lançamento do filme uma graphic novel baseada na versão americana.

A editora não deu grandes informações sobre a produção, apenas confirmando que não informará nada além da intenção de lançar junto com o filme, em outubro de 2010. Em algumas locadoras é capaz que vocês consigam encontrar a versão deste ótimo filme.


Para quem não conhece o filme aqui vai uma sinopse a versão sueca: “o menino de 12 anos Owen é zoado sempre pelos garotos de escola e negligenciado por seus pais em vias de se divorciar. Doente de tanta solidão, Owen passa os seus dias planejando a vingança e as suas noites espiando o que acontece nos outros apartamentos da vizinhança. Seu único amigo é uma nova vizinha, Abby, menina independente que mora com seu silencioso pai. Frágil e atormentada como Owen, Abby só emerge de seu apartamento acortinado à noite, sempre descalça, aparentemente imune à neve do inverno. Owen se identifica com ela e em pouco tempo formam uma relação única. Quando uma série de pavorosos assassinatos coloca a cidade em alerta, o pai de Abby desaparece e a garota precisa se virar sozinha. Ainda assim, ela repetidamente repele as tentativas de Owen ajudá-la, e o comportamento cada vez mais bizarro dela leva o garoto a imaginar que Abby esconde algum segredo inimaginável” (sinopse retirada de UniversoHQ). O filem sueco ganhou o prêmio de filme mais assustador do ano pelo site “Bloody Disgusting”.


A versão americana terá um elenco variado, embora não muito conhecido. Estarão na produção Kodi Smit-McPhee (“Romulus, Meu Pai), Chloe Moretz (“Horror em Amityville”), Richard Jenkins (“O Visitante”), Elias Koteas (“Amantes”), Cara Buono (do seriado “Sopranos”), Sasha Barrese (“Se Beber Não Case”). Na direção está o ainda badalado Matt Reeves, de “Cloverfield”. As gravações já estão andando na cidade de Albuquerque, Novo México, Estados Unidos.

Curso de Heráldica 11

CURSO DE HERÁLDICA 11

Partições do escudo V

Até agora apresentamos as partições mais simples e usuais. Mas elas não ficam apenas nelas. O ‘partido’ e o ‘cortado’ podem se combinar em uma série de múltiplas partições.

Este tipo de partições acontecem quase sempre como resultado de alianças familiares. Como já acontece em outras partições, esses espaços são chamados de ‘quartéis’. De qualquer forma esses múltiplos quartéis não devem ultrapassar os 32 quartéis, por medo de ser muito vulgar. O mais comum são partições em 4, 6, 8, 10, 12 e 16 quartéis.


A partição simples de ‘partido’ e ‘cortado’, formado em 4 quartéis, já foi apresentado na ‘Partições de Escudos III’, chamado de esquartelado. Mas há uma diferença na questão dos esmaltes utilizados nessas múltiplas partições. Como elas resultam de combinações de brasões de famílias diferentes, é regra que cada quartel seja de um esmalte diferente. Raramente eles serão de esmaltes iguais, acontecendo apenas quando, por coincidência, brasões sejam iguais em seu esmalte de uso. Essa regra vale para qualquer quantidade de múltiplas partições.

A nomenclatura é muito própria. Sempre apresentamos primeiro o número de ‘partidos’ e depois e número de ‘cortados’ (veja as imagens abaixo com suas respectivas nomenclaturas).

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Seriados - The preacher ganhará versão

The Preacher também na televisão


Após as notícias de que The Preacher ganhará uma versão para o cinema, a HBO lançará uma série baseada no caçador de seres demoníacos para televisão. É um projeto antigo, que corre desde 2006, que tem como produtora Rose McGowan (“Red Sonja”). A história mostra a caçada à uma criatura meio anjo meio demônio chamada Gênesis que toma posse do corpo de um pastor que assassina toda a sua congregação. Embora não tenha data para a estréia o elenco está sendo divulgado aos poucos. Foram confirmados Holly Marie Combs (seriado “Charmed”) e Leighton Meester (seriado “Gossip Girls”).