terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Seriados na Confraria: novo trailer de Walking Dead



Seriados na Confraria
Novo trailer de Walking Dead


The Walking Dead está em seu recesso de final de ano, mas acabaram de lançar um novo trailer cheio de imagens novas!!! O retorno será em 12 de fevereiro por aqui (10 de fevereiro nos EUA).

Cards fichas para Portões Violados, nova série de Magic



Cards fichas para Portões Violados

A nova série de Magic, “Portões Violados”, possui uma série de cartas que em seus efeitos está a colocação de fichas de criaturas. Nos booster da série há a possibilidade de encontrarmos cartas específicas que servirão como fichas para essas situações. 









Dicas do Mestre: PBFs são uma ótima alternativa para jogar RPG


O RPG em sua forma clássica ainda conta com um grupo de amigos ao redor de uma mesa com seus dados, livros, folhas de papel, lápis e muito refrigerante, gastando hora em pura diversão. Lá pelos anos noventa conseguíamos a inimaginável soma de até três encontros semanais para jogar. Era um sonho...

De lá para cá muita coisa mudou, e não estou falando de meus cabelos apenas. Na questão do RPG as mudanças foram profundas. Melhor... Não diria mudanças, mas variações. Variações no jogo em si e no comportamento das pessoas.

O maior prazer do RPG é passar horas com os amigos envolto em aventuras vivenciando cada momento como se fosse pura realidade. Mas sabemos, principalmente o pessoal com mais idade, que muitas vezes é uma tarefa ingrata conseguir organizar a agenda de todos os participantes para poderem se reunir nem que seja uma vez por mês. O pessoal mais antigo, principalmente, tem cada vez menos tempo disponível e cada vez mais compromissos que acabam por impossibilitar a regularidade de mesas de qualquer sistema que seja. E isso não tem sido um problema exclusivo da, digamos, velharia. A vida cada vez mais atarefada e dinâmica dos jovens com seus cursos e atividades pós-classe, vem dificultando isso também.

Uma solução muito interessante para suprir isso são os PBFs – Play By Forum. Já postei, cerca de dois anos atrás, uma matéria sobre eles, então por que voltar ao assunto novamente? No início de fevereiro, no dia 10 para ser mais específico, estarei completando quatro anos em um mesmo PBF. É uma contagem história, pelo menos no Fórum da Jambô e não poderia deixar isso passar em branco, além de retomar o tema.

Os PBFs trazem uma série de benefícios que, embora não substituam os RPGs tradicionais de mesa, propiciam elementos únicos.

O primeiro e mais claro deles é a facilidade de jogar. Para quem ainda não conhece a estrutura de um PBF ele se desenrola em um Fórum onde após a combinação entre os participantes eles vão postando suas ações, junto do mestre, conforme o tempo acertado. Normalmente cada postagem ou ação é esperada por uma semana, mas isso fica a critério do grupo. Algumas vezes, nos dois PBFs que estamos jogando com praticamente os mesmos participantes no Fórum Jambô, acontecem postagem diárias, quando não mais de uma vez por dia. Com essa facilidade que os PBFs possibilitam os participantes ficam desobrigados de ficarem algumas horas (que muitas vezes não tem) e função do jogo. Quantas vezes tivemos um participando, por exemplo, viajando para a praia e acabando, assim, com o jogo da semana? Assim, mesmo na praia, ele pode participar (graças aos benefícios da internet e dos smartphones!). Pensem que, com este tempo estendido, que pode chegar à uma semana, acabaremos achando um tempinho para postar.

A segunda vantagem nos PBFs é a grande possibilidade de variação de jogadores. Quando temos um grupo de mesa quase sempre ficamos restritos aos mesmos participantes (nada contra isso) apenas variando as posições entre jogadores e mestres. A variação com pessoas de outras cidades, estados ou mesmo países enriquece em muito nossa experiência principalmente com formas de jogar que sabemos que se desenvolvem de forma diferente conforme a cultura ou região.

A terceira é a possibilidade de conhecermos outros sistemas. Com a internet temos acesso à todo e qualquer sistema já lançado. Com um pouco de paciência encontramos o pdf desejado de todos os sistemas, tanto em português quanto em sua língua de origem, recém lançados ou já esgotados, novos ou muito antigos. Mas termos os livros ou acesso à eles não significa que conseguiremos jogar. Nem todos têm o mesmo gosto que nós ou o mesmo interesse por um ou outro tipo de cenário. Nos PBFs conseguimos achar um grupo que se encaixe perfeitamente no que procuramos. Assim não precisamos torturar ou subornar nossos amigos para participarem daquilo que não querem.

A quarta e acho que mais interessante de todas as vantagens é o aprendizado e troca de informações. Os PBFs são abertos à todos que desejem acompanhá-los. Isso possibilita que muita gente possa ver cada um de nossos passos e nossas ações. Inevitavelmente isso cria uma rede de troca de informações enorme. Dúvidas que podem surgir durante uma ação com referência à uma regra ou dinâmica específica acabará sendo suprida por algum dos espectadores que poderá contatar os jogadores ou mestre. Aprendi muito nesses quatro anos tanto com meus insubstituíveis colegas, quanto com ‘pitacos’ de curiosos e leitores regulares.

Os PBFs são uma alternativa que podem, e deveriam, ser experimentadas por todos os jogadores de RPG que procuram por alguma novidade, seja em relação a sistemas ou com relação à grupo. A abertura de horizontes é impressionante para quem adere à esta experiência.

NOTA: Postagem em homenagem ao grupo que completa 4 anos de jogo no PBF “Los Angeles Shadows” dentro do sistema Mutantes e Malfeitores. Obrigadão mestre Braz ‘Druxttan’ Diaz, BlueSpirit, Mestremudo e Palmer.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Podcast analisando Tolkien e a trilogia Senhor dos Anéis



Podcast debate Tolkien e a
trilogia Senhor dos Anéis


Em época de Hobbit no cinema muita coisa tem surgido em sites e blogs sobre o tema... Trago aqui um podcast que acabei me esquecendo de postar quando ele foi lançado, semanas atrás. É um debate muito interessante e qualificado de do pessoal da Cinema com Rapadura. No Rapaduracast 310 o tema é “Tolkien e a Trilogia Senhor dos Anéis”. O debate não está centrado em cinema mas em si em todo o cenário literário e midiático criado por Tolkien. Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Fábio Barreto e Raphael Santos conversam por mais de duas horas instigantes em um bate papo descontraído, mas cheio de referências e informações. Clique AQUI para acessar ao podcast.

Magic: a mecânica da nova coleção Portões Violados



Cards na Confraria - Magic: the Gathering
A Mecânica de Portões Violados



Como todos os fãs de Magic já devem estar acostumados, sempre que uma nova série ou expansão chega novas regras, dinâmicas e efeitos surgem. Com Portões Violados não está sendo diferente.

Esta nova série está dentro do que podemos chamar de cenário ou plano de Ravnica. Neste plano Ravnica é uma enorme cidade onde dez guildas bicolores (duas cores) disputam o poder. Por isso mesmo que ultimamente as cartas bicolores (não confundam com cartas douradas) estão tão presentes. Nesta série temos as cinco guildas que faltavam na coleção: os sacerdotes banqueiros brancos e pretos de Orzhov; os manipuladores azuis e pretos dos Dimir; os vândalos vermelhos e verdes dos Gruul; as legiões vermelhas e brancas dos Boros; e os biomantes verdes e azuis dos Simic.

Multicoloridos: cartas douradas e cartas híbridas
Como já expliquei da última vez, quando do lançamento de Retorno de Ravnica, existem grandes diferenças entre estes dois tipos de cartas que se valem de mais de uma cor para agir. As cartas Douradas são ativadas com duas (ou mais) cores de mana simultaneamente.




Já as cartas Híbridas, embora ‘pareçam’ serem de duas cores, dão a opção do jogador usar mana de uma ou de outra cor ou mesmo uma de cada. Por exemplo, na carta “Emissário da Árvore Flamejante”, o seu custo de ativação, no topo da carta, são 2 símbolos metade verde e metade vermelho. Ou seja, para ser ativada o jogador pode pagar 2 vermelhos ou dois verdes ou um verde e um vermelho.


Extorquir
Este é um efeito da guilda dos Orzhov. Sua história gira em torno de suas atividades bancárias, onde atuam de forma a ganhar e acumular o máximo de riquezas. Em resumo ele é um efeito que é ativado quando você convocar uma mágica. Mediante um pagamento por carta com este efeito, cada participante perde 1 ponto de vida e o detentor da carta (ou cartas) ganha 1 ponto de vida. Ou seja, é um escoadouro de pontos de vida. Como este efeito pertence à guilda dos Orzhov, o custo para ativação deste efeito é mana preto ou branco.


Cifrar
Este efeito está ligado à guilda da Casa Dimir. Ele é um pouco mais complexo e deve ser explicado com calma. Ele está presente em cartas de feitiço. Quando uma carta de feitiço que tenha o efeito Cifrar é utilizada o jogador resolve seu efeito. Após isso o jogador pode exilá-la e escolher uma criatura que controle. Assim dizemos que a criatura em questão está ‘cifrada’. Toda a vez que esta criatura ‘cifrada’ causar dano de combate (este é um detalhe importante) o controlador da criatura pode copiar a carta ‘cifrada’ e colocá-la na mesa sem pagar custo de mana algum.


Impulso Sanguinário
Uma carta perfeito para os baralhos verdes/vermelhos, como é o caso da cuilda dos Gruul. Uma criatura com este efeito poderá ser descartada, junto com o pagamento de um custo de mana, concedendo à uma criatura atacante um efeito especificado no texto da carta. Importante destacar que esta habilidade não é uma magia, assim sendo, ela não pode ser anulada por anulações mágicas. Nos dois exemplos abaixo podemos perceber as ótimas possibilidades para quem gosta de ataques com criaturas.


Batalhão
Como a própria palavra de habilidade incida, formamos um verdadeiro batalhão para atacar nosso adversário. Em si ela é muito simples. Quando as cartas com esta habilidade atacarem junto com mais duas a habilidade é acionada. Embora haja variação entre os bônus e efeitos que elas concedem, o gatilho é sempre o mesmo.


Evoluir
Este efeito serve para ‘acelerar’ a evolução de uma criatura ‘inflando’ seus valores de ataque e defesa. Quando você possuir uma criatura com esta habilidade na mesa, toda vez que uma criatura (ficha ou não) entra em jogo sob seu domínio a criatura com ‘evoluir’ recebe um marcador +1/+1 desde que o poder ou resistência (ou ambos) da criatura que está entrando em jogo não seja maior do que a criatura com a habilidade.

Esse efeito funciona também com múltiplas entradas de criaturas na mesa sob seu domínio. Para cada uma delas a habilidade ‘evoluir’ é ativada, mas uma de cada vez. As paradas devem ser resolvidas uma à uma.


Confuso? Maio ou menos, mas vamos ao exemplo. Imagine que você tem na mesa a carta azul Raptor de Aerobatanas. Esta criatura tem custo de 1 mana azul e possui 0/1, além da habilidade ‘Evoluir’. Digamos que você coloca neste turno três criaturas 2/2. Para cada uma delas o efeito ‘Evoluir’ é ativado. Para a primeira criaturas, após a comparação onde vemos que tanto ataque quanto defesa do Raptor são menores, você coloca uma ficha +1/+1 e a criatura azul passa a ter seu ataque e defesa 1/2. Para a segunda criatura que entrou em jogo, após a comparação percebemos que o ataque do Raptor é menor e a defesa igual, então você pode colocar outra ficha +1/+1 deixando ele com ataque e defesa 2/3. Para a terceira criatura que entrou em jogo, ao compararmos com o Raptor percebemos que o ataque está igual e a defesa maior, impossibilitando assim que coloquemos uma terceira ficha. Lógico que nada impede que algumas rodadas à frente, ao entrar uma criatura com ataque e defesa maior que os 2/3 do Raptor, coloquemos novas fichas.

Portões
Desde que os terrenos duplos (dual lands) surgiram ainda com a edição Alpha, em 1993, eles sempre se mostraram muito versáteis e práticos se dentro de deck apropriados. Nunca me esqueço de meu deque padrão vermelho e verde e os benefícios de Taiga (dual land red/gree). Não por menos que essas preciosidades não saem por menos de 600 dólares para colecionadores. Depois de muitas reimpressões e tantas outras cartas semelhantes (lembro de que na expansão Homelands haviam até terrenos com três cores!!) elas já não são mais novidades, mas seus benefício continuam inegáveis. Nada mais apropriado para esta edição, centrada em guildas bicolores, que elas apareçam de novo.

São cinco terrenos duplos disponíveis nesta edição, um para cada guilda. Eles são chamados aqui de ‘Portões”. Esses terrenos entram em jogo virados e podem gerar dois tipos de manas especificados neles. Mas eles possuem um atrativo à mais de simplesmente conceder mana. Algumas cartas da série recebem bônus especiais quando algum Portão é virado. É o caso do card preto Sombra do Portal que ganha um +2/+2 quando um Portão é virado. É importante não confundir que em situações como esta você não está gerando mana, mas sim pagando pela ativação de uma habilidade.