quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Cinema na Confraria: Chips no cinema

Cinema na Confraria
Chips no cinema

Uma ótima notícia para os nostálgicos, como eu. Está em produção uma adaptação cinematográfica para a cultuada série americana Chips. Produzida pela NBC entre 1977 e 1983 somando 138 episódios, a série mostrava o dia a dia de uma dupla de patrulheiros da polícia rodoviária de Los Angels, que com suas potentes motocicletas viviam aventuras semanais.

Os personagens principais, os patrulheiros Frank Poncherello e Jon Baker, interpretados originalmente por Erik Estrada e Larry Wilcox, viverão novas aventuras em um filme que de está sendo produzido Rick Rosner, o criador original da série. A direção também está definida para as mãos de Michael Peña. Vamos aguardar mais informações e a data de estréia.


Confesso que fiquei muito entusiasmado já que boa parte da década de oitenta eu passei assistindo esse seriado.


Caminho Necromântico para D&D 5E

Caminho Necromântico para D&D 5E


Estamos em uma época de efervescência de material para D&D 5E. E como prova disso temos um projeto definitivamente financiado hoje no Kickstarter. A editora Necromancer Games colocou à prova, e alcançou o financiamento, de três livros suplementares novos no melhor estilo old school no que eles chamam de Caminho Necromântico.

- Fitfh Edition Foes: mais de 200 novas criaturas, animais, monstros e titãs;


- Quests of Doom - X Adventures Worth Winning: 12 aventuras (inicialmente eram 10 mas as metas atingidas aumentaram para 12) novas escritas por autores emblemáticos. Ela contará com 6 aventuras reimpressas e adequadas para as novas regras centradas em demônios, vampiros e liches e mais 6 inéditas, todas compatíveis com Forgoten Realms Campaign Setting. Dentre os autores e colaboradores que escreverão as aventuras temos nomes de peso como Bill Webb (Rappan Athuk, The Lost City of Barakus), Matt Finch (Swords & Wizardry, Tome of Adventure Design), J. Collura (Caverns of Thracia Reloaded, Chaos Rising), Michael Curtis (The Dungeon Alphabet, Realms of Crawling Chaos), Casey Christofferson (The Tome of Horrors, City of Brass), Steve Winter (Tyranny of Dragons, Murder in Baldur’s Gate), James M. Ward (Gamma World, Pool of Radiance, Castle Keeper’s Guide), Skip Williams(Axe of the Dwarvish Lords, The Rod of Seven Parts), and Ed Greenwood (The Forgotten Realms Campaign Setting, The City of Splendors).


- Book of Lost Speals: centenas de novas magias em mais de 250 páginas.


O maior risco quando esse financiamento começou foi de que na época mal estavam anunciando as primeiras regras e mecânicas com o lançamento do Starter Set, mas eles empreenderam um sistema de trabalho deixando preparado pronto tudo o que era possível antes mesmo dos lançamentos e apenas realizar posteriormente revisões.

Quando foram questionados sobre o motivo de começar tão cedo eles deram dois argumentos. O primeiro deles de que começando antes eles teriam a chance de contratar os melhores artistas e escritores com maior facilidade. O segundo foi de que eles queriam aproveitar logo os primeiros momentos do lançamento do Player’s Handbook para ter presentear os jogadores e mestres, sempre procurando mais e mais material.


Pode parecer um risco que acabaria inibindo os apoiadores, mas a Necromancer Games tem um histórico de grande sucesso dentro de suas publicações para Dungeons & Dragons já tendo arrecadado mais de seiscentos mil dólares em projetos anteriores.

Agora é só aguardarmos que os livros cheguem às lojas especializadas ou sites de compra. Enquanto isso tenha uma amostra do trabalho da editora para o D&D 5E com The Wizards Amulet.


Dragão da Semana: bichinho de estimação

Dragão da Semana


Uma fera ou um bichinho de estimação?


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Cinema na Confraria: Dwayne Johnson confirmado na DC


Cinema na Confraria
Dwayne Johnson confirmado na DC

E Dwayne Johnson consegue o que tanto queria – ser um super-herói nas telonas. Ele fará parte de uma produção da DC, encarnando Adão Negro no filme Shazam. Vamos aguardar novas informações!





Homem de Ferro por Leonardo Da Vinci


Homem de Ferro por
Leonardo Da Vinci

E se o Homem de Ferro fosse uma criação de Leonardo Da Vinci. Os desenhos foram concebidos por Axel Medellin, no Devinart.




[Fonte: GeekTyrant]

Mapa especial para Hoard of the Dragon Queen



Mapa especial para
Hoard of the Dragon Queen

“Hoard of the Dragon Queen” é uma aventura para D&D 5E recentemente lançada. A aventura se passa pela Costa da Espada (Sword Coast) onde um grupo com intenções duvidosas está tentando trazer o dragão Tiamat de volta dos nove infernos. Para pará-lo um grupo é formado ...o seu grupo. Uma coisa que sempre me atraiu em RPG são os mapas, sempre repletos de detalhes e referências. Essa aventura vem com um mapa belíssimo, mas por que não adequá-lo ainda mais. O blog Detect Magic, com postagem de Daniel Davis, criou uma versão do mapa todo marcado com hexágonos para facilitar o seu uso.

Os dados para uso do mapa são os seguintes:

- 72 milhas por hexágono;
- 4 dias para cruzar um haxágono (pressupondo 18 milhas por dia).

Abra em outra aba para ver no tamanho original

Seriados na Confraria: Netflix ataca e os pôsteres de Supernatural e The Walking Dead


Seriados na Confraria
Netflix ataca e pôsteres de
Supernatural e The Walking Dead

O mundo dos seriados nos trouxeram algumas novidades. A começar pela Netflix. À muito que é afirmado de o maior serviço mundial de streaming tem uma política extremamente agressiva, e ontem deram a prova disso. O nem lançado ainda seriado Gotham teve seus direitos adquiridos e a confirmação de que chegará ao serviço da empresa logo depois de encerrada sua transmissão pela Fox (no Brasil será passado pelo canal Warner). O que significa que muito provavelmente em novembro/dezembro já o teremos no rol de opções do Netflix.

Quanto à outras estreias de novas temporadas para breve, tivemos a divulgação de pôsteres promocionais da décima temporada de Supernatural e da quinta temporada The Walking Dead. O primeiro estreia em 7 de outubro pelo canal Warner e tem em seu pôster a sugestiva frase “Combata seus demônios”. Já o pôster de The Walking Dead, que passa pela AMC (no Brasil pela Fox) e que estreará em 12 de outubro, estampa “Cace ou seja caçado”.



Cinema na Confraria: trailer de Monsters: Dark Continent


Cinema na Confraria
Trailer de Monsters: Dark Continent

O filme “Monstros” ganhará uma continuação. Com o título de “Monsters: Dark Continent”, a produção chega aos cinemas em 28 de novembro. O filme se passa sete anos após a o primeiro filme. No elenco temos Joe Dempsei, Sam Keely, Sofia Boutella e Johnny Harris e na direção temos Tom Green.


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Dicas do Mestre: Seguir as regras X house rules


Seguir as regras X house rules

Um debate meio acalorado que acompanhei essa semana em um dos grupos de RPG do Facebook me trouxe a falar deste tema novamente – o peso das regras. O debate se polarizou em dois pontos antagônicos distintos. De um lado aqueles que consideram que as regras devem ser respeitadas à todo o custo, de outro aqueles que acham que quando necessário podemos e devemos nos valer das house rules (regras da casa). Quem está certo?

Aqueles que defendem as regras acima de tudo o fazem baseados em alguns pontos bem claros. Primeiramente, e acho que um dos mais lógicos deles, é a questão do acordo. Quando ingressamos em qualquer tipo de disputa, atividade ou relação, o fazemos segundo algum conjunto de normas. Baseados nessas normas poderemos avaliar ou direcionar nossas ações futuras preocupados (ou não) com riscos que nossas ações possam gerar. Todo o sistema de RPG nada mais é do que um enorme conjunto de acordos que nos indicam quais as reações para nossas ações. Todos, não importa o sistema, mesmo os RPGs narrativos, são baseados em acordos, mesmo que o acordo seja de não haver acordo algum.

Um grupo de jogadores em uma sessão avalia de forma isolada e conjunta cada passo que terão de dar conforme o andamento da história. Eles avaliarão eventuais riscos usando como medida esses acordos e escolherão as alternativas segundo esses riscos e arcarão com as consequências, mas dentro de suas próprias escolhas. Seguir as regras, vendo elas como esse acordo estabelecido, nada mais é do que dar 'segurança' para que o grupo possa jogar sem se preocupar de estar às cegas.

Quando não temos essa 'segurança' podemos desbancar para a indignação ou desagrado dos participantes da mesa. Assim, desta mesma forma, seguir as regras, seguir o acordo, é uma segurança também para o mestre. Segurança em vários sentidos. Tanto a segurança de ter elementos de argumentação para com os jogadores, embasando suas decisões e os resultados obtidos, quanto segurança de construir um jogo que não desbanque para caos total. Da mesma forma que cada passo dos jogadores está baseado em perspectivas de resultados ou em riscos calculados, as ações e decisões do mestre também o estão.

Um segundo argumento gritado aos quatro ventos pelos defensores incondicional das regras é que quem joga RPG não está procurando realismo ou pedantismo e sim fantasia. Para eles os jogadores de RPG não se interessam em saber se as regras (o acordo) ferem premissas básicas da ciência. Eles não se interessam em saber da lógica (ou da falta dela) para ações que seriam impossíveis em circunstâncias normais. Segundo eles os jogadores procuram o improvável, o inacreditável, aquilo que define a fantasia em seu tom mais profundo – o imaginário. O incentivo para muitos de nós (para não dizer todos) para ingressarmos na prática do RPG foi experimentarmos algo que nossa vida normal impossibilita, em lugares inimagináveis, fazendo coisas impossíveis. Que importa se seria fisicamente impossível lutar embaixo d'água por minutos à fio sem se afogar e ainda vencer a luta? RPG, para muitos, é vivenciar aquilo que nunca teríamos condições vivenciaríamos.


Eles defendem que os jogadores de RPG querem fantasiar sem as amarras de preciosismos físicos ou lógicos, ou alguém imagina que as habilidades de um garou ou os sortilégios mágicos de um mago estão inseridos dentro de regras científicas preciosistas? Não! Eles não desejam saber se a velocidade de um míssil mágico irá reduzir se ele atravessar uma parede de água. Eles não querem saber se teoricamente um guerreiro terá x por cento de redução do dano do seu golpe devido à resistência da água se ele lutar mergulhando. Eles não querem saber se é humana e logicamente impossível conceber que um personagem conseguiu trocar de arma e preparar-se para um novo combate e tantos segundos. Não eles não querem. Eles querem apenas a fantasia, o irreal, degustar o inimaginável.

Mas nós temos um outro lado desta discussão. Temos um outro grupo tão apaixonado pelo RPG quanto os primeiros. Este grupo tem uma visão diferente do acordo. Podemos começar dizendo que eles têm uma visão diferente do RPG? Talvez. Eles, mestres e jogadores, vêem as regras, o acordo, como uma ferramenta para que a experiência de jogar RPG seja a mais prazerosa possível. A visão deles é simples. O RPG, bem ou mal, é uma forma de experimentarmos a realidade - existente ou não. Para essa experimentação nos valemos de regras (como já disse anteriormente). Esse grupo tem a clara noção de que seria humanamente impossível criar um conjunto de regras de fossem abrangentes o suficiente para que comportasse todas as circunstâncias possíveis.

Não é novidade nenhuma que muitos dos sistemas de RPG existentes não se propõem serem genéricos. Normalmente os sistemas propõem acordos, regras, para tipos específicos de jogos ou situações. Quando estamos colocando em prática as regras de um sistema qualquer nos deparamos inúmeras vezes com situações que nos lançam em um limbo perigosamente fora das regras ou apenas tangenciando-as. Mesmo os poucos sistemas que se intitulam como genéricos, o são de forma ampla e abrangente, estabelecendo situações-limite para que sirvam de base.

Esse segundo grupo vê o acordo com outros olhos. Para eles esse acordo significa um compromisso com a experiência de praticar o RPG e simular um ambiente, um personagem, uma situação ou mesmo um cenário. Para eles esse acordo é o compromisso de que a experiência seja vivaz, seja real. Real, mesmo quando estamos falando de ambientes inexistentes e fantasiosos. Esse grupo acaba por não se satisfazer com soluções abrangentes de situações-limite. Eles aproximam a simulação do realismo e vislumbram momentos não contemplados pelas regras (pelo acordo) como falhas. Com isso os membros desse grupo prendem-se àquele pequeno parágrafo que existe normalmente no início de todos os livros de RPG avisando que o livro é uma bússola, mas que pode ser adequado como necessário.

E assim eles o fazem. As famosas House Rules são criadas para cada nova situação fora do contexto das regras e mecânicas contidas no sistema utilizado. Mais pormenores são utilizados, concebidos, aceitos ou ponderados. A lógica é procurada para que situações, mesmo que fantasiosas e inimagináveis, fiquem dentro de certos parâmetros que esses grupos estabelecem. Aos olhos de muitos essa busca por tapar os furos das regras seria uma busca incansável pelo realismo ou um pedantismo desmedido.

Discordo. Esse grupo é praticamente idêntico ao anterior. Eles procuram sim, com essas ações, a mesma segurança com as regras que o grupo anterior encontra ao aceitá-las indiscriminadamente. Eles apenas não se satisfazem com uma mera convenção, e não estou desmerecendo este ou aquele quando digo isso. Enquanto a motivação do primeiro grupo reside em que uma quebra do acordo possibilitaria uma impossibilidade de praticar o RPG, o segundo grupo parte do pressuposto de que se as regras não comportarem tudo o acordo estaria impossibilitado de ser mantido. Em suma, ambos preocupam-se com o acordo, mesmo que nem imaginem que seja por isso, em um verdadeiro ato inconsciente.


Concluindo
Isso me leva à duas conclusões que tenho certeza que não será novidade para ninguém, embora nem todo concordem (abertamente) com isso.

Primeiro de que não existe um lado certo, não existe um lado errado. Se pensarmos no elemento básico de que a manutenção de ‘um’ acordo é importante aos olhos dos rpgístas para a realização da satisfatória prática do RPG, então a forma como isso será alcançado – seguindo fielmente as regras ou adaptando os problemas com house rules – não faz diferença. O importante é percebermos que a preocupação é pela possibilidade de fazermos ‘certo’ e proporcionarmos para os adeptos desta prática um bom jogo.

O cuidado que devemos ter é como seguir esses caminhos. Pela experiência que tenho em RPG (e que muitos de vocês também têm) sei que os grupos se formam, e principalmente se mantêm, conforme suas afinidades. Essas afinidades se baseiam principalmente pelas expectativas e direcionamento das sessões de RPG – se mais realistas, se dentro deste ou daquele cenário, se narrativas e também conforme a visão do uso das regras. É uma simples questão de expectativa e correspondência.


A segunda coisa é que uma visão não exclui a outra, de forma alguma, necessitando apenas de uma concordância se a sessão será desta ou daquela forma. O único cuidado que devemos ter aqui é que nem uma nem outra opção deve ser imposta ao grupo ou ao mestre. Como tudo no RPG, uma imposição é suficiente para transformar uma ótima experiência em uma desagradável ocasião. Debater alguns pontos antecipadamente já é o suficiente, e depois de algum tempo as escolhas já passam a fazer parte do andamento natural do grupo.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cinema na Confraria: Joaquim Phoenix como Doutor Estranho

Cinema na Confraria
Joaquim Phoenix como Doutor Estranho


Depois que Guardiões da Galáxia teve um sucesso avassalador nos cinemas eu aprendi a não duvidar mais da Marvel no cinema e ficar com os olhos bem abertos para os próximos lançamentos. Um filme que aposto muito, principalmente por ser de um personagem que adoro, é a adaptação de Doutor Estranho. E parece que estão começando com o pé direito. Foi anunciado que estão em fase final de negociação com Joaquim Phoenix (“Sinais”) para o papel do protagonista. Acho uma ótima escolha, assim como do diretor recém contratado Scott Derrickson (roteirista nos filmes “A Entidade” e “O Exorcismo de Emily Rose”). Aguardem mais novidades. O filme estreará em 8 de julho de 2016.

Doctor Who Expo na Multiverso Comic Con

Doctor Who Expo
na Multiverso Comic Con

Passou-se uma semana mas ainda temos material para apresentar da Multiverso Comic Com 2014. Um dos pontos altos desta edição foi a Doctor Who Expo. Um verdadeiro festival dedicado ao seriado britânico que possui uma verdadeira legião de fãs pelo mundo. Nesta primeira edição da DWExpo  os membros da WhoviansRS não mediu esforços para proporcionar o máximo aos fãs.


Foi construída uma versão da Tardis - nave camuflada em forma de cabine policial britânica que o personagem principal usa para viajar no tempo e no espaço – toda em madeira para substituir a antiga versão em papelão. Além disso, foi construída a parte interna da sala de comando da Tardis.



Mais dois pontos foram muito aguardados no final de semana do evento. Um deles foi a apresentação do primeiro episódio da nova temporada com a estréia de Peter Capaldi no papel principal. O segundo foi o concurso de cosplays dos personagens do seriado que teve quase vinte concorrentes com muita diversão e alegria.






No mais podemos dizer que foi uma das áreas mais badaladas do evento, com salas sempre lotadas para tirar fotos, participar das atividades (como aprender como fazer um fez) e do quiz. Só podemos parabenizar todos e aguardar o próximo ano!





domingo, 31 de agosto de 2014

Khans of Tarkir é a nova série de Magic


Khans of Tarkir,
a nova série de Magic

Uma nova série de Magic está vindo (para variar) e spoilers já estão pipocando pela rede. Khans os Tarkir será uma coleção com 269 cartas (15 raras míticas, 53 raras, 80 incomuns, 101 comuns e 20 terrenos básicos). A coleção nos coloca no plano de Tarkir, terra outrora habitada por dragões, mas agora extintos e agora temos apenas a guerra e a destruição. Neste ambiente clãs se formam onde cada um deles adora um dos aspectos dos dragões extintos.