sábado, 13 de fevereiro de 2010

Diário de um Escudeiro - 31

Décimo quarto dia de Salizz de 1392.

A manhã chegou rápida como de costume. Os sons dos afazeres de todos os serviçais e escudeiros poderiam acordar um deus em seu plano. Não que eu tenha direito de reclamar, mas sempre estive acostumado com o silêncio do campo e ainda não me acostumei com as grandes cidades.

Tão logo me levantei recebi um bilhete de Sir Constant dizendo – “Armadura de combate polida. Espada de esmeraldas afiada. Após o almoço na minha tenda do festival”. Era uma mensagem curta e simples. Eu tinha uma certa vantagem em saber ler e escrever. Acho que a grande maioria dos serviçais, mesmo aqui na cidade, não tinha este privilégio. Meu avô sempre prezou a aproximação com as letras aproveitando cada momento em que estava em casa para ensinar a mim e meus irmãos. Em muitas léguas somente minha família tinha esta benção da deusa Tanna-toh.

Logo que me aprontei peguei a armadura e a espada de meu senhor e corri para a tenda. Queria aproveitar a amanhã para realizar o trabalho e aproveitaria para faze-lo lá mesmo. Foi uma tarefa cansativa, mas mais rápida do que imaginava, tanto que nem estávamos na segunda metade da manhã e já estava com tudo pronto.

Aproveitei o resto da manhã para circular entre as tendas próximas. Encontrava de quando em quando, com certa dificuldade, um outro colega escudeiro. Quase todos correndo com suas tarefas. Na tarde teríamos os finais dos jogos e uma espécie de cerimônia que não sei ainda sobre o que seria. Naquele momento do dia já era quase impossível circular livremente pelo espaço do torneio. Uma grande quantidade de cavaleiros, serviçais, escudeiros, nobres, mercadores e pessoas comuns iam e vinham.

Mas como nada pode ficar calmo demais para sempre logo uma gritaria e uma correria surgiram de um ponto não muito longe dali. A curiosidade me fez correr para ver o que era. Logo uma pequena multidão se juntou num círculo, onde ação estava em seu centro.

Esbarrando em um e empurrando outro eu consegui chegar ao centro. A cena era estranha. Haviam dois adolescentes um pouco mais novos do que eu, uma moça mais velha e um menino mais novo. Os dois estavam sentados na lama, no centro do círculo. Ao seu lado estava parado, em pé, um sujeitinho estranho com nariz grande e bigode largo. O avental sobre as roupas denotava ser ele um mercador de alguma espécie. Com uma das mãos ele segurava o que parecia ser um grande pão redondo enquanto com a outra ele segurava o colarinho da roupa da menina.

“- Ladrões miseráveis. Roubaram-me à plena luz do dia. Agora não se pode mais trabalhar honestamente?” – gritava o homem como que fazendo um discurso. A multidão ria e gritava impropérios para a dupla de, pela suas roupas, mendigos.

“- Nós temos fome!” – gemia a menina com os olhos marejados enquanto o menino a abraçava com força.

“- Tem fome, pague, como qualquer outra pessoa de bem!” – respondia o comerciante com o rosto vermelho.

Eu estava atônito com aquela situação. Ao meu redor todos gritavam e jogavam qualquer coisa que estivesse disponível. Não jogavam para machucar, mas jogavam por desprezo, o que era muito pior.

Do outro lado da pequena multidão, num espaço que foi se abrindo entre as pessoas, um cavaleiro surgiu montando seu cavalo. Suas vestimentas eram claramente nobres e sua armadura reluzia com o sol do fim da manhã. Logo atrás mais dois cavaleiros bem mais novos e uma meia dúzia de serviçais ao seu derredor. Todos, do cavaleiro aos serviçais pareciam ter saído de uma pintura imaculada, todos estavam impecáveis, alisados e alvos. Um estandarte nas mãos de um dos serviçais trazia as cores bordô com desenhos dourados. Ainda não compreendia muito de heráldica, a arte de ler estas gravuras, mas para mim parecia demonstrar grande riqueza.

Conforme eles foram avançando para dentro do círculo de gente as pessoas foram silenciando de forma reverencial.

“- O que houve meu bom homem?” – proferiu o cavaleiro olhando para todos os lados como que avaliando se todos prestavam atenção nele.

“- Essas pestinhas simplesmente acham que podem levar minhas coisas sem pagar!”

Ele passou os olhos do mercador para a dupla enlameada sem abaixar seu queixo um só centímetro.

“- É verdade?”

“- Senhor, estamos com fome. Não comemos nada fazem três dias” – disse a menina – “sei que é uma coisa errada roubar, mas a fome de meu irmão vai além do que acho certo. Fomos educados para não fazermos tal coisa, mas ...”

O cavaleiro a interrompeu bruscamente – “ainda por cima é mentirosa... se seus pais a tivessem realmente educado não teria feito isso por nada” – disse ele tendo como resposta muitos balançares de cabeça na multidão.

“- Eu tenho dois aprendizes que serão ordenados em breve” – ele apontou para os outros dois que montavam os cavalos e que começaram a descer – “eles tomarão a decisão por mim. Como cavaleiros que são tomarão a decisão correta pois servirão à Khalmyr, e este nunca erra.”

Os dois rapazes aproximaram-se da dupla capturada e os circundaram.

“- Meu senhor” – proferiu de forma solene o mais novo deles – “considero uma honra tal incumbência. O erro foi claro e é imperdoável. A pena deve ser igualmente rápida e marcante”.

“- Concordo com meu irmão de armas, meu senhor” – disse o outro – “e já tomei a decisão. O menino deve ter a mão cortada para que leve consigo, para sempre, a marca de seu erro”.

“- Quanto a menina” – disse o outro dando uma piscadela para seu colega – “acho que deveria ser levada conosco, para nossa residência, para que possamos dar os exemplos condizentes. Já que é quase adulta será mais fácil de ensiná-la!” A multidão ria e batia palmas. Eu já não era uma criança para não saber o que realmente iria acontecer com a infeliz. Mas parecia que ninguém mais se importava.

A menina soluçava compulsivamente enquanto o garoto se abraçava ainda mais forte na irmão. Com um gesto rude o menino foi arrancado dos braços da irmã pelo aspirante à cavaleiro mais novo, já com a espada em punho. O outro segurava a menina pela cintura como se fosse um saco de batatas. Todos estavam exultantes. A multidão já estava com um número muito maior de curiosos e todos apreciando o espetáculo.

Dois serviçais se postaram ao lado do menino arregaçando sua manga e segurando seu braço e mão na posição apropriada para o corte. Seu choro era mudo e seu corpo parecia desfalecido. Ele não tinha mais forças. A menina se debatia e berrava suplicando para que o deixassem em paz.

Eu estava atônito. Como ninguém estava impedindo aquela barbaridade? Neste momento meu peito começou a arder como nunca. Era o medalhão. O que significava? Eram muitas dúvidas de uma só vez inundando minha mente, mas apenas uma certeza – aquilo deveria acabar agora. Khalmyr não iria permitir que servos seus continuassem com aquilo.

Não sei como aconteceu, mas eu fui tomado por uma certeza, uma clareza do que deveria fazer. Num momento eu estava no meio da multidão, no outro eu já estava ao lado do menino. No momento em que o aspirante à cavaleiro baixou sua espada com sangue nos olhos eu consegui, nem sei como, me postar numa posição em que pude bloquear o golpe com minha adaga. Tão surpreso quanto eu todos ficaram ao ver o que estava acontecendo. A surpresa me auxiliou, pois o infeliz ficou sem ação e rapidamente eu o golpeei no estômago com o cabo da adaga.

Os serviçais correram deixando o menino no chão. O outro desgraçado soltou a menina e desembainhou sua espada. Eu era muito mais baixo do que ele e, sem armadura alguma, muito mais rápido. Ele desceu sua lâmina desleixadamente cortando o ar ao meu lado, mas lento o suficiente para que eu pudesse escorregar para o lado e acerta-lo com o cabo da adaga no punho, obrigando-o a largar sua arma. Posso jurar que minha adaga emanava um ligeiro brilho esverdeado, mas não posso garantir que não tenha sido a emoção do combate que me iludia.

O silêncio era mortal. O cavaleiro ficou parado olhando para mim de forma impassível. Ele desceu do cavalo dizendo – “ora, ora, ora. Que temos aqui? Um jovem herói? Ou apenas um escudeiro desorientado. Quem pensas que é?”

“- Apenas alguém que sabe que não existe justiça em tortura ou estupro.”

“- Insolente. Quem lhe deu o direito de achar que sabe o que é ou não justiça. Eu sou a justiça enquanto eu estiver lutando sob o poder de Khalmyr!” – ele gritou.

“- Então acho que não falamos do mesmo deus!” – respondi.

O cavaleiro ficou com o semblante transfigurado pela raiva. Num movimento rápido ele sacou sua espada e partiu para cima de mim numa mescla de calma e segurança. Eu tinha a ilusão de que seria novamente bem sucedido, mas nem sempre temos alguma vantagem apenas com pensamentos nobres. O treinamento dos cavaleiros transforma-os em máquinas perfeitas de combate. Em apenas dois movimentos ele me desarmou e cravou a ponta de sua espada em meu ombro.

A dor inesperada foi lascinante. A ilusão de que eu poderia vencer aquela luta tão facilmente quanto os outros, me distraiu. Me vi de joelhos com o líquido quente escorrendo pelo meu braço.

“- Verme miserável e estúpido. Seu senhor, por acaso, sabe que está manchando seu nobre nome? Sabe ele o que fazes quando não está sob seus olhos?” – perguntava em voz alta como quem faz um discurso – “mas isso acaba agora. Vou livrar o mundo de um mal exemplo como tu!”

Ele levantou a espada e eu não conseguia me mover pela dor. Só pensava em como era injusta a realidade, com o meu fim daquela forma. Eu percebi sua espada chegar ao alto e por um segundo parar no ar, ganhando, novamente velocidade e descendo sobre mim.

Fechei os olhos.

Mas ao invés de sentir dor ouvi o som agudo de metais se batendo. Quando abri os olhos vi que todos estavam em silêncio e olhando algo atrás de mim. Quando virei o rosto percebi que alguém segurava uma espada e bloqueava a espada do outro cavaleiro.

“- Ora, ora, ora.....” – dizia uma voz que eu reconhecia, mas que a dor me nublava a lembrança – “como eu digo sempre... a fama não faz o cavaleiro... não é Sir?” – aquela frase foi dita num tom de asco e ironia que irritaria qualquer um.

“- Como ousa interrompeu meu ato? Como ousa questionar minha decisão?”

“- Como ousa você achar que pode fazer justiça com as próprias mãos” – e num movimento rápido ele arranca a espada das mãos de meu desejoso algoz lançando-a longe – “eu estive acompanhando tudo de alguma distância, pois achava que uma réstia de honra ainda existia nos membros desta compania. Mas pelo visto me enganei. Agora temos homens que carregam títulos e uma espada. Apenas isso!”

Uma mão forte me ajudou a levantar e pude ver quem era meu salvador – era Sir Tussan. Ainda sem a armadura e com a barba por fazer. Mas sua presença era percebida por todos.

“- Esse moleque tem mais condições de empunhar o brasão do nobre Khalmyr do que um monstro como ele” – dizia Tussan para a multidão – “e vocês ... não disseram nada.... não fizeram nada ... vocês são piores do que qualquer ser asqueroso que já tenha matado! Sumam daqui de uma vez!”

O outro cavaleiro claramente não sabia o que fazer. E mesmo que tenha feito algo eu não saberia, pois desfalaci devido à perda de sangue.

Acordei apenas à noite. Estava numa tenda com Sir Tussan sentado num canto lendo algum livro. Quando ele percebeu que eu estava despertando ele abriu um largo sorriso e se levantou bradando com sua voz de trovão – “rapazinho.... que outras surpresas tem para nós mostrar?”

Quase no mesmo momento, como adivinhando que eu havia acordado, entrou na tenda, como um furacão, Sir Constant com a cara de poucos amigos – “finalmente achei-te, miserável! Sabe que esfregou o nobre nome de minha família na lama? Que achou que estava fazendo tomando as dores por reles ladrões?”

Sir Constant nem se apercebeu da presença do outro cavaleiro. Ele gritava impropérios que nem eu conhecia direito, mas claramente transtornado. Eu me sentei na cama improvisada com alguma dificuldade. Ia escutando tudo o que ele ia dizendo até o momento em que ele me perguntou – “o que tens a dizer?”

“- Não entendo sua irritação. Eu não agi conforme os preceitos do deus Khalmyr?”

Minha resposta pareceu ser pior do que se ofendesse. Ele levantou a mão para me dar um tapa no rosto, mas não teve tempo de terminar sua ação. Seu movimento foi interrompido pelo punho de Sir Tussan que o segurou com muita força.

“- Que pensa que esta fazendo? Quem lhe dá o direito de interferir?”

“- Que lhe deu o direito de exercer uma justiça tão deturpada? Em minha tenda ninguém realiza tal ato e sai impune, ainda mais depois do que esse garoto fez defendendo os preceitos do deus da justiça.”

“- Eu conheço você” – disse Sir Constant franzindo a testa e afinando os olhos como quem tenta se lembrar de algo – “você é um daqueles cavaleiros degenerados que acham que sabem de tudo sobre o nosso deus..”

“- Seu não... de todos, ou agora receberam alguma espécie de certificado de propriedade sobre o deus... eu não duvidaria” – e solta uma larga gargalhada – “se ser fiel aos preceitos da justiça, da honra, da presteza e da humildade me transformam em degenerado, então ótimo, sou um degenerado com toda a honra. E espero realmente que este garoto seja tão degenerado quanto eu sou.”

Sir Constant estava vermelho de raiva e notei sua mão dedilhando o pommel de sua espada. Mas ficou só na vontade – “não me interessa as opiniões idealistas de alguém que não entende as engrenagens por destras do mundo e da sociedade em que vivemos. Só me interessa dar uma lição neste pequeno patife e continuar minha jornada, pois até sua presença me incomoda, cavaleiro.”

“- Encoste um dedo nele e garanto que o engolirá” – agora as feições de Sir Tussan não eram em nada amistosas e seu olhar mostrava uma fera prestes à saltar sobre sua presa.

Sir Constant pareceu receber aquelas palavras com surpresa, deixando-o nitidamente nervoso, ou com medo – “então seu miserável” – ele disse à mim – “o que será? Ficará com essa paródia de cavaleiro ‘nobre e honrado’ ou continuará me servindo?”

Eu fui pego de surpresa. Ao mesmo tempo pude confirmar algumas das dúvidas que me inundaram desde o início da jornada até Norm. O que eu desejava para mim? O que seria de minha vida? Os dois ou três segundos que se passaram pareceram longas horas para mim. Mas a decisão era certa para mim – “desculpe sir Constant, mas prefiro servir um cavaleiro de verdade” – e postei-me ao lado de Sir Tussan.

Sir Constant tentou dar um riso de escárnio, mas não conseguia esconder sua raiva. Simplesmente virou as costas e saiu pela abertura da tenda. Meu peito ardia e pude perceber que o medalhão estava em brasa. Deveria ser um bom sinal, tenho quase certeza disso.

Sir Tussan deu uma grande gargalhada dando um tapa no ombro – “bom garoto, Khalmyr deve estar exultante em seu trono. Agora vá buscar suas coisas e durma aqui, pois teremos um dia cheio amanhã.”

Ele saiu pela mesma abertura da tenda mas voltou de repente – “e quem disse à você que você vai me servir?” – e saiu novamente.

Fui rapidamente buscar minhas coisas tomando cuidado para não cruzar nem com Sir Constant, nem nenhum dos outros cavaleiros daquela tarde. Fui rápido, pois queria voltar para colocar todas essas palavras no meu diário.

Pela primeira vez tomei as rédeas de minha vida sozinho.

Só não entendi o que Sir Tussan quis dizer com aquilo. Como assim ‘não vou servi-lo’?

Cinema

Adaptação de Akira chegará ao cinema


Um dos grandes sucessos, e responsável pela criação de uma avalanche de amantes dos mangás de sci, Akira foi revolucionário. O animê lançado em 1988 alcançou o mundo todo, numa época sem internet e com pouca inserção da cultura nipônica pelo mundo ainda, sendo um sucesso avassalador. Depois de ganhar fama em mangá e animê, agora chegará nas telonas. Albert Hughes e Allen Hughes ("Do Inferno" e "O Livro de Eli") estão em tratativas com a Warner Bros para dirigirem uma adaptação deste sucesso para o cinema.

Já existe um roteiro pronto feito por Mark Fergus ("Homem de Ferro") e Hawk Otsby. Neste primeiro filme (sim serão dois filmes) a história retratará os acontecimentos do primeiro dos três volumes do mangá. No segundo serão abordados os outros três volumes. A produção está nas mãos de Appian Way, empresa de Leonardo DiCaprio (mas fiquem tranquilos... ele não atuará no filme). Também não existe um elenco determinado. Um dos poucos rumores dão conta de que Joseph Gordon-Levitt ("500 dias com ela", "Mistérios da Carne", "10 Coisas que eu odeio em você") poderá interpretar Tetsou.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Mapas para RPG

Mapas e mais mapas

Mapas sempre foram muito uteis na hora de criar uma ambientação adequada para um jogo de RPG. Eu aprticularmente sempre adorei criar meus próprios mapas, mas muitos não têm paciência. Por isso eu vou tentar disponibilziar, de vez em quando, alguns mapas genéricos (e outros nem tão genéricos assim) para que usem à vontade.

Vou começar com um mapa simples e pequeno de um mercado para quem precisa de um ambiente deste tipo em seu jogo. Baixe seu mapa AQUI! Mas podem esperar que temos cidades, castelos, torres e muito mais para breve!!

Curso de Heráldica

CURSO DE HERÁLDICA

Escudo: Os esmaltes

Cores


Como já dito as cores são em número de cinco tradicionais sendo conhecidas também como tinturas escuras (enquanto os metais são conhecidos como tinturas luminosas), e mais outras cinco não-tradicionais, conhecidas por manchas.

O uso das cores pode variar muito entre paises sendo algumas muito usadas em uns e raramente em outros. As cinco cores tradicionais usadas são Azul, Verde, Vermelho, Preto e Púrpura.

As cores que não são tradicionais surgiram e foram usadas em países específicos ou momentos históricos específicos. Por exemplo, na heráldica britânica se usou o Vinho (conhecido por eles como Murrey), o Escarlate (semelhante ao sangue e também conhecido por vermelho-sangue) e o Laranja (conhecido por Tenne). Haviam ainda o Cinza e o Marrom. De forma extremamente rara usavam o Cravo (ou a cor da pele humana) e o Azul celeste. De qualquer forma essas manchas eram usadas por questões distintas em cada país recebendo, muitas vezes, nomes e denominações específicas.

Um termo relacionado às cores é ‘cor adequada’ ou ‘bom’, quando uma cor é usada da mesma forma que aparece na natureza (folhas verdes ou água azul). Assim, quando descrevemos algum elemento de um escudo que esteja com sua cor em conformidade da forma como aparece na natureza usamos esses termos. Por exemplo, a representação de uma folha verde seria descrita como “uma boa folha verde” (ou ‘au naturel’).

Cada tintura escura, assim como as luminosas, representa virtudes e compromissos principalmente no que diz respeito à vida cavaleiresca. O mais importante para o entendimento de como realizar a construção de um brasão são principalmente as regra para a utilização das tinturas. Elas serão apresentadas após a apresentação e descrição das tinturas escuras e manchas.

Vermelho
Outros idiomas: gules, rouge, red, rot, rosso e rojo.
Representação: linhas traçadas na vertical
Metal: -
Pedra preciosa: rubi
Astro celeste: Marte
Elemento da natureza: fogo
Dia da semana: terça-feira
Mês: março e outubro
Virtude: fortaleza, bons cuidados, valor, fidelidade, alegria e honra.
Na armaria real: marte
Na armaria nobre: rubi
Na armaria restante: gules
Obrigações cavaleirescas: socorrer os oprimidos injustamente.

Verde
Outros idiomas: vert, green, grün e sinople.
Representação: superfície traçada em oblíquo de cima para a direita.
Metal: -
Pedra preciosa: esmeralda
Astro celeste: Mercúrio
Elemento da natureza: água
Dia da semana: quarta-feira
Mês: maio e agosto
Virtudes: esperança, cuidado, constância, intrepidez, silêncio, abundância e amizade.
Na armaria real: Vênus
Na armaria nobre: esmeralda
Na armaria restante: sinople
Obrigações cavaleirescas: servir ao rei no comércio e socorrer os lavradores.

Púrpura
Outros idiomas: jacinto, purpure
Representação: linhas traçadas em oblíquo de cima para a esquerda.
Metal: estanho
Pedra preciosa: ametista
Astro celeste: Terra
Elemento da natureza: terra
Dia da semana: quinta-feira
Mês: fevereiro e novembro
Virtudes: justiça, cuidados humanos, ingenuidade, verdade, grandeza, sabedoria e amor.
Na armaria real: Mercúrio
Na armaria nobre: ametista
Na armaria restante: púrpura
Obrigações cavaleirescas: defender as personalidades eclesiásticas.

Azul

Outros idiomas: blue, azurre, blau, celester, bleu, blu.
Representação: linhas traçadas na horizontal.
Metal: -
Pedra preciosa: safira
Astro celeste: Vênus
Elemento da natureza: ar
Dia da semana: sexta-feira
Mês: setembro e dezembro
Virtudes: justiça, lealdade, inocência e piedade.
Na armaria real: júpiter
Na armaria nobre: safira
Na armaria restante: azul
Obrigações cavaleirescas: promover a agricultura, socorrer os necessitados injustamente por seus senhores.

Preto

Outros idiomas: negro, black, sable.
Representação: linhas traçadas na horizontal e na vertical juntas.
Metal: ferro
Pedra preciosa: diamante
Astro celeste: Saturno
Elemento da natureza: -
Dia da semana: sábado
Mês: janeiro e abril
Virtudes: prudência, cuidados humanos, modéstia, temor e discrição.
Na armaria real: saturno
Na armaria nobre: diamante
Na armaria restante: sableObrigações cavaleirescas: servir ao rei politicamente e militarmente.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Arquivo de Fichas - d20

Elan - Ordem do Graveto

Bard 12, Dashing Swordsman 1
Medium Humanoid (Human)
Hit Dice: 12d6+1d10 (54 hp)
Initiative: +7 (+3 Dex, +4 Improved Initiative)
Speed: 30 ft. (6 squares)
Armor Class: 13 (+3 Dex), touch 13, flat-footed 10
Base Att/Grapple: +10/+11
Attack: +3 keen rapier +16 melee (1d6+7/15-20); or unarmed strike +11 melee (1d3+1)
Full Attack: +3 keen rapier +16/+11 melee (1d6+7/15-20); or unarmed strike +11/+6 melee (1d3+1)
Space/Reach: 5 ft./5 ft.
Special Abilities: Bardic music (countersong, fascinate, inspire competence, inspire courage +2, inspire greatness, song of freedom, suggestion) 12/day, dashing swordplay, spells
Special Qualities: Bardic knowledge +11
Saves: Fort +4, Ref +13, Will +7
Abilities: Str 12, Dex 16, Con 10, Int 9, Wis 8, Cha 19
Skills: Balance +4, Diplomacy +11, Disguise +8, Gather Information +8, Jump +1, Knowledge (history) +2, Knowledge (local) +3, Move Silently +6, Perform (act) +7, Perform (comedy) +11, Perform (oratory) +7, Perform (sing) +16, Perform (string instruments) +17, Perform (wind instruments) +12, Ride +9, Tumble +15
Feats: Direhard, Dodge, Improved Initiative, Improved Unarmed Strike, Still Spell, Weapon FinesseEnvironment: Material Plane
Organization: Solitary (unique); or party (Order of the Stick)
Challenge Rating: 11
Treasure: +3 keen rapier, dashing outfit
Alignment: Chaotic Good

Dashing Swordplay: Elan may substitute his Charisma bonus for his Strength bonus to damage when he wields a rapier - as long as he can make a witty pun or spout a catch-phrase when he attacks.

Spells: (Levels 0-4): 3/4/4/4/3; save DCs = 14 + spell level. Caster level 12th. Spells Known: 0 - daze, ghost sound, lullaby, mending, prestidigitation, summon instrument; 1st - animate rope, disguise self, silent image, ventriloquism; 2nd - alter self, calm emotions, enthrall, summon plot exposition; 3rd - confusion, glibness, good hope, sculpt sound; 4th - freedom of movement, legend lore, rainbow pattern.

Cinema

Muitas Notícias!

Batman 3: o roteiro do terceiro filme da nova franquia do cavaleiro das trevas está sendo escrito. O site Deadline Hollywood informou que David Goyer (já roteirizou “A Cidade dos Anjos”, “Cidade das Sombras”, a trilogia Blade e “Batman, o cavaleiro das trevas”) e Jonathan Nolan (este último irmão do diretor Chris Nolan já roteirizou “Amnésia”, “O Grande Truque” e “Batman, o cavaleiro das trevas”). Infelizmente ainda não há previsões de lançamento.

Lanterna Verde: um interessante adendo ao elenco do filme. Trata-se de Tim Robbins. Ele interpretará o senador Hammond, pai do vilão Dr. Hector Hammond, interpretado por Peter Sarsgaard. O início das filmagens acontecerá em março, em Nova Orleans.

Superman: Chris Nolan, diretor de “Batman, o cavaleiro das trevas”, abraçará também a responsabilidade pela franquia de Superman, mas como supervisor. A notícia foi informada pelo Deadline Hollywood que noticiou a decisão da Warner Bros. Por enquanto, o que se sabe é que o novo filme não será uma continuação de “Superman, o retorno”. Depois de um faturamento muito abaixo do esperado (menos de 100 milhões de dólares de diferença entre custo e ganho) a expectativa está em um novo rumo. Outro problema é que o prazo para um novo filme expira em 2013 por razões contratuais, com início da produção devendo acontecer obrigatoriamente antes de 2011.

Capitão América: finalmente escolhido o vilão da adaptação. Eu não duvidava que seria ele e finalmente foi confirmado – será o Caveira Vermelha. A confirmação veio com o próprio diretor do filme – Joe Johnston, durante a divulgação do lançamento “O Lobisomen”.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Arquivo de Fichas - d20

Haley Starshine - Ordem do Graveto

Rogue 13
Medium Humanoid (Human)
Hit Dice: 13d6+13 (61 hp)
Initiative: +9 (+5 Dex, +4 Improved Initiative)
Speed: 30 ft. (6 squares)
Armor Class: 15 (+5 Dex), touch 15, flat-footed 10
Base Att/Grapple: +9/+10
Attack: +2 shortbow +16 ranged (1d6+2/x3)
Full Attack: +2 shortbow +16/+11 ranged (1d6+2/x3)
Space/Reach: 5 ft./5 ft.
Special Abilities: Sneak attack +7d6
Special Qualities: Defensive roll, improved evasion, improved uncanny dodge, trapfinding, trap sense +4
Saves: Fort +5, Ref +15, Will +3
Abilities: Str 12, Dex 20, Con 13, Int 14, Wis 9, Cha 15
Skills: Appraise +17, Balance +13, Bluff +18, Diplomacy +9, Disable Device +15, Disguise +2 (+4 acting in character), Escape Artist +10 (+12 to escape from ropes), Forgery +10, Hide +20, Intimidate +4, Jump +13, Listen +4, Move Silently +16, Open Lock +20, Search +10, Sense Motive +7, Sleight of Hand +20, Spot +4, Tumble +19, Use Rope +11 (+13 to bind someone).
Feats: Dodge, Improved Initiative, Lightning Reflexes, Manyshot, Point Blank Shot, Rapid Shot
Environment: Material Plane
Organization: Solitary (unique); or party (Order of the Stick)
Challenge Rating: 11
Treasure: +2 shortbow, bag of dragon's hoard, bag of holding x8, cold iron arrows x20, improvised theives' tools, round gems x2, silver arrows x20, quiver
Alignment: Chaotic Good

Material de Apoio - Lâminas 33

MATERIAL DE APOIO – LÂMINAS
- ESPADAS -


ESPADAS RENASCENTISTAS – AS RAPIERS V

A CAPA: muito mais do que simplesmente embelezar


Embora muito se use o termo “cloack” (que significa, numa tradução literal, manto) o mais comum era o uso de capas propriamente ditas (cujo o termo correto é “cape”). A diferença básica entre capa e manto está relacionado principalmente ao seu tamanho. As capas eram mais curtas e presas ao pescoço por uma espécie de colar (além de serem muito mais comuns naquela época). Para ser usada ela deveria ser desatada do pescoço no momento da luta. Mesmo assim, sua utilização era muito mais eficiente, mesmo perdendo para coloca-la em uso. Já os mantos eram bem maiores. A vantagem era que ele poderia ser utilizado juntamente com uma rapier sem a necessidade de retira-lo do corpo. Mas, mesmo assim, ele era menos eficiente do que as capas.


DiGrassi era um grande entusiasta do uso da capa com o rapier, muito embora usar a capa poderia ser sinônimo de vitória ou de derrota, segundo ele. Segundo o mestre três coisas deveriam ser ponderadas para o uso da capa juntamente com a rapier: comprimento, largura e flexibilidade. Embora o manto não possua resistência em si, ele presta-se muito bem à defesa abrangendo esses três critérios.

Sendo longo e largo o suficiente para ela poder proteger o espadachim contra cortes laterais abrangendo uma grande área de defesa, sem que o tamanho atrapalhe no desempenho dele. Sendo flexível, ele poderá absorver a força dos golpes adversários.

A defesa eficiente com a capa é fora do corpo e deve ser colocado para baixo da mão. Ela pode ser utilizada dobrada sobre o braço para servir como uma espécie de escudo. Se solta o espadachim a utilizará bloqueando os ataques àquele flanco tentando atingi-la ou mesmo prendendo-a. Enquanto a capa estiver em sua mão, o espadachim deve move-la na tentativa de obscurecer a visão do adversário na tentativa de ludibria-lo.

Ela também pode ser usada de forma ofensiva. O espadachim pode usá-la para bater contra o rosto do adversário ou contra sua espada como uma espécie de chicote improvisado. Outra manobra arriscada seria jogar a capa por sobre a espada ou cabeça do adversário, mas sempre correndo o risco de perde-la.

O certo é que ela é um elemento de ilusão contra ao adversário, seja na defesa, seja no ataque.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Arquivo de Fichas - D20

Roy Greenhilt - Ordem do Graveto


Fighter 13
Medium Humanoid (Human)

Hit Dice: 13d10+26 (102 hp)
Initiative: +4 (+4 Improved Initiative)
Speed: 20 ft. (4 squares)
Armor Class: 18 (+8 armor), touch 10, flat-footed 18
Base Att/Grapple: +13/+16
Attack: +5 starmetal greatsword +23 melee (2d6+13/17-20)
Full Attack: +5 starmetal greatsword +23/+18/+13 melee (2d6+13/17-20)
Space/Reach: 5 ft./5 ft.
Special Abilities: --
Special Qualities: --
Saves: Fort +10, Ref +4, Will +7
Abilities: Str 17, Dex 10, Con 14, Int 16, Wis 16, Cha 14
Skills: Climb +16, Diplomacy +10, Handle Animal +17, Intimidate +8, Jump +16, Ride +1, Sense Motive +8, Swim +13
Feats: Blind-Fight, Cleave, Combat Expertise, Great Cleave, Greater Weapon Focus (greatsword), Greater Weapon Specialization (greatsword), Improved Critical (greatsword), Improved Initiative, Improved Overrun, Power Attack, Weapon Focus (greatsword), Weapon Specialization (greatsword), Quick Draw
Environment: Material Plane
Organization: Solitary (unique); or party (Order of the Stick)
Challenge Rating: 11
Treasure: +3 breastplate, +5 starmetal greatsword, bag of tricks (grey), booty talisman (as bracelet of friends)
Alignment: Lawful Good

Fonte: DiceFreaks d20

Arquivo de Fichas - d20

Arquivo de Fichas - d20

Desde o início da Confraria eu já postei mais de uma centena de fichas de Mutantes e Malfeitores. Sou inegavelmente um fã inveterado de adaptações de personagens para este sistema. Mas nunca deixei de jogar e admirar outros sistemas, mas confesso que adaptações para sistemas como d20 nunca me fizeram vibrar muito.

Neste período recebi muitos email pedindo fichas para outros sistemas. Agora vou começar a postar esse material. Mas queria esclarecer primeiro. A grande maioria desse material não será de minha autoria. Eu garimpei pela internet e encontrei MUITA coisa boa e de qualidade em site, blogs e forum (principalmente americanos, ingleses e franceses). Assim postarei esse material sempre referindo de onde ele foi tirado. Outra coisa... esse material será postado em sua língua original (quase sempre o inglês). Em último caso eu traduzirei se não for em inglês... mas só me último caso. de vez em quando, quem sabe, eu posto adaptações minhas.

Espero que curtam, comentem, mandem críticas (aos autores...hehehehe) e sugestões!!!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Livro - A irmã de Sherlock Holmes

Os Mistérios de Enola Holmes


Com essa onda de Sherlock Holmes nos cinemas, não haveria hora melhor para este lançamento. A editora Novo Século começou o lançamento da série “Os Mistérios de Enola Holmes” aqui no Brasil. Depois de cinco livros lançados – o sexto deve sair em maio deste ano - nos Estados Unidos, com grande sucesso, as aventuras da irmã mais nova de Sherlock estão desembarcando em terras tupiniquins. A autora, Nancy Springer, depois de 40 romances dedicados à um público que ia de crianças à adolescentes, enveredou pelo universo das investigações recebendo uma resposta impressionante do público.

Esta série coloca a irmã de Sherlock, Enola Holmes, numa saga de busca pela mãe desaparecida que acaba por lança-la no meio de muitas aventuras. Tudo começa quando ela atinge os quatorze anos e sua mãe desaparece. Quando ela é mandada para um internato por seu irmão, ela resolve investigar os acontecimentos por conta própria indo disfarçada pra Londres. Daí em diante é só mistério e aventura.


Por enquanto a editora lança os dois primeiros livros – “O Caso do Marquês Desaparecido” e “O Caso da Senhorita Canhota”.

“Eu gostaria muito de saber por que minha mãe me deu o nome de Enola, que, de trás para a frente, lê-se alone, que é a palavra inglesa para solitária (...) – Você vai se sair muito bem sozinha, Enola – dizia-me, quase todos os dias enquanto eu crescia. De fato, essa sempre foi sua maneira de dizer adeus inconscientemente.”

Indiretamente este é um dos mistérios constantes do livro. Em cada aventura o leitor terá algumas pistas sobre o grande caso do desaparecimento da mãe de Enola enquanto tenta resolver os mistérios que atravessam a frente da heroína.

Cada livro tem cerca de duzentas páginas e um preço muito convidativo de cerca de trinta reais. Mesmo para o público adulto não deixa de ser um opção interessante e muito leve de leitura para as férias.

Bobagens da Internet

A Verdade sobre Jack Bauer

A internet é cheia de coisas curiosas e interessantes. E mais do que isso, é cheia de uma série de bobagens engraçadíssimas. Essa é uma delas que eu achei num site chamado "deciclopédia"... Aproveitem!!!

- Quando Jack Bauer era criança, ele torturou seus pais até que eles revelassem a localização e conteúdo de cada ovo de Páscoa escondidos em casa.

- Se todos em “24 horas” seguissem as ordens de Jack Bauer, o seriado se chamaria "15 Milésimos".

- Jack Bauer uma vez esqueceu onde ele tinha deixado suas chaves. Ele passou 30 segundos se torturando até que ele obtivesse essas informações.

- Jack Bauer matou 93 pessoas em 4 dias. Espere, este é um fato real!

- Jack Bauer joga roleta russa com uma arma totalmente carregada e ganha.

- Quando Kim Bauer perdeu sua virgindade, Jack Bauer foi atrás, achou-a e colocou de volta.

- Toda inequação matemática oficialmente termina com "< Jack Bauer".

- Se você está segurando uma arma para a cabeça de Jack Bauer, não conte até 3 para atirar. Conte até 10. Isso vai dar à você dar mais 7 segundos de vida.

- Quando Jack Bauer passa pelo detector de metal do aeroporto e o detector não apita, o segurança lhe dá uma arma.

- Depois de ouvir que Jack Bauer era interpretado por Kiefer Sutherland, Jack Bauer matou Kiefer. Ninguém comanda Jack Bauer.

- Se você acordar de manhã, é porque Jack Bauer poupou sua vida.

- Não adianta chorar pelo leite derramado. A não ser que o leite fosse do Jack Bauer... Aí você está ferrado.

- Quando a vida deu limões a Jack Bauer, ele os usou para matar terroristas. Jack Bauer odeia limonada.

- Jack Bauer não erra um tiro. Se ele não te acertou, é porque ele estava mirando em outro terroristas 23 km atrás...

- 1 bilhão e meio de chineses estão nervosos com Jack Bauer. Não parece uma briga justa, 1 Bilhão é menos do que uma bala para Jack Bauer.

- Jesus morreu e ressuscitou em 3 dias. Jack Bauer fez isso em menos de uma hora. E ele fez isso duas vezes.

- Em 96 horas, Jack Bauer matou 93 pessoas e salvou o mundo 4 vezes. O que diabos você está fazendo da sua vida medíocre?

- Matar Jack Bauer não faz ele morrer. Apenas o deixa mais nervoso.

- Quando o Google não pode achar alguma coisa, ele pede ajuda para Jack Bauer.

- Jack Bauer uma vez tirou queda de braço com o Superman. O combinado era que o perdedor teria que usar a cueca sobre as calças.

- A recente proposta de trégua de Osama Bin Laden é uma resposta direta ao fato de que ele descobriu que, na verdade, Jack Bauer ainda está vivo.

- Numa prova de matemática no colegial, Jack Bauer colocou "Violência" em todas as respostas. Ele conseguiu um A+ na prova, porque Jack Bauer resolve todos os seus problemas com violência.

- Jack Bauer nunca foi viciado em heroína. A heroína é que era viciada em Jack Bauer.

- A única razão pela qual você está consciente agora é porque Jack Bauer não quer ter que te carregar.

- Algumas pessoas dormem com uma arma embaixo do travesseiro. Jack Bauer dormiria com um travesseiro embaixo da arma. Mas ele não dorme, e poderia te matar com o travesseiro mesmo.

- Originalmente, eram 5 cavaleiros do apocalipse. Jack Bauer disse que iria viajar a pé.

- Jack Bauer não tem amigos porque na infância, quando brincava de Polícia e Ladrão, os ladrões eram sempre interrogados e mortos.

- Quando acabou sua munição, Jack Bauer foi pra linha de fogo, tomou três tiros no peito e usou as balas para recarregar a sua.

- Nostradamus previu: "No século 21, um homem conhecido como Jacques será o salvador do mundo, 6 temporadas seguidas" Momentos depois, Jack Bauer arrombou a porta, atirou no joelho de Nostradamus e gritou "WHO ARE YOU WORKING FOR?!"

- Chuck Norris contou a Jack Bauer que ele só matou 15 pessoas porque acabou a munição. Jack contou pra ele que só matou 93 pessoas porque acabaram as pessoas.

- Quanto tempo Jack Bauer levaria para resolver o mistério de Lost e sair da ilha? Ora, 24 horas!

- Se parece bife, tem gosto de bife, cheira como bife, mas Jack Bauer afirma que é frango, então é um maldito frango!

- A bateria do Celular do Jack Bauer nunca acaba. Já foi até usada para fazer chupeta num caminhão com bateria arriada.

- O Celular do Jack Bauer pega sinal até mesmo no espaço sideral. A Sonda Voyager, que já está além de Plutão, foi baseada no celular dele.

- O Celular do Jack Bauer tira fotos, faz vídeos, detona bombas, faz café e tem joguinhos. Só não tem jogo de paciência porque paciência é uma coisa que não combina com Jack.

- Jack Bauer não colhe digitais, ele arranca dedos.

- Jack Bauer, Nina Myers, Stalin, Hitler e Osama em uma sala, sendo que Jack só tem 3 balas de munição, e o que acontece? Ele mata Stalin, Hitler e Osama para que eles não fiquem para ver o que ele vai fazer com a Nina.

- Chuck Norris não faz flexão de braço, empurra a Terra. Já Jack Bauer manda: ABAIXA! LEVANTA!

- Jack Bauer se escondeu por um ano e meio não por medo, mas para que a população do planeta pudesse voltar à casa dos seis bilhões.

- Se Jack Bauer fosse gay, seu nome seria Chuck Norris.

- Na declaração de Imposto de Renda, Jack Bauer tem que declarar o mundo todo como dependente dele. Inclusive o Chuck Norris.

- Jack Bauer soletra idiota como: L-O-G-A-N.

- Testemunhas de Jeová uma vez tentaram converter Jack Bauer. Depois de 4 minutos de interrogatório, eles admitiram que Jack Bauer era Deus.

- O governo dos EUA não encobre a existência de aliens, eles encobrem é o fato que Jack Bauer matou todos eles.

- Jack Bauer uma vez escalou o Monte Everest. Enquanto estava no cume, recebeu uma ligação urgente do presidente. Ele voltou a UCT LA em 15 minutos.

- Jack Bauer lidera a causa de mortes entre os homens do Oriente Médio.

- O fator de cura de Jack Bauer é tão poderoso que ele não precisa escovar os dentes a noite. Jack Bauer apenas soca todos os seus dentes até caírem, e na manhã seguinte nascem novos dentes no lugar.

- O maior truque de Jack Bauer foi convencer ao mundo que ele não existe.

- Wolverine roubou a frase “eu sou o melhor no que eu faço, e o que eu faço não é nada agradável” de Jack Bauer.

- “Procurando Nemo” seria bem mais excitante se Jack Bauer estivesse procurando por ele.

- Existem três causas de morte entre terroristas. Todas elas são Jack Bauer.

- Jack Bauer uma vez tomou uma garrafa inteira de pílulas para dormir. Elas nem o fizeram piscar.

- Não existem lésbicas, somente mulheres que nunca encontraram Jack Bauer.

- Jack Bauer não comemora feriados, feriados comemoram Jack Bauer.

- No Oriente Médio, morrer é conhecido como: "fazer uma visita á Jack Bauer".

- Jack Bauer não trabalha para a UCT, a UCT trabalha para Jack Bauer.

- No final da quinta temporada, Jack Bauer é levado para a China. Não por vingança, mas por ordens do imperador chinês, que vê no Jack Bauer a única saída para combater o problema da superpopulação.

- O Jack Bauer é o único que sabe o segredo da vida, e DEUS preferiu não esconder isso dele.

- Jack Bauer é o upgrade de Chuck Norris.

- Jack Bauer busca a cura da AIDS e Ebola, pois nada pode matar mais que Jack Bauer.

- Os EUA não usam Jack Bauer em uma guerra, pois seria uma covardia com os inimigos.

- O motivo do término da greve dos controladores aéreos foi um boato que Jack Bauer estaria vindo passar férias no Brasil, e sabe como é, né? Jack Bauer odeia esperar...

- O bicho papão quando vai dormir deixa a luz acesa, com medo de Jack Bauer.

- Uma vez, Jack Bauer torturou o Incrível Hulk; até hoje ele continua verde.

- O Homem-Aranha aprendeu a escalar prédios quando fugia de Jack Bauer.

- Jack Bauer não morre nunca, é que a morte tem medo dele.

- Depois de uma breve conversa com Jack Bauer, Sun Tzu criou "A Arte da Guerra".

- Nem a Grande Muralha da China pode impedir Jack Bauer.

- Caiu na área é pênalti; caiu na rua foi Jack Bauer que atirou.

- Não existe bala perdida, e sim Jack Bauer que mirou em você de tão longe que ninguém pode ve-lo.

- Um dia o homem decidiu que não tinha como co-existir com os dinossauros, então inventou uma máquina do tempo para que Jack Bauer resolvesse o problema.

- No primeiro filme Parque dos Dinossauros, tem uma cena onde um T-Rex corre atrás de um jipe; o que as câmeras não mostraram é que Jack Bauer corria atrás desse T-Rex.

- O predador não voltou mais para a Terra porque encontrou com Jack Bauer no meio do caminho.

- Jack Bauer não fala todas as línguas, mas ele pode fazer você falar inglês em questão de minutos.

- Você e Jack Bauer estão numa sala . Você tem um revólver carregado e quer matar Jack. O que você faz? Resposta: Atira em si mesmo e poupa à bala o trabalho de voltar e te acertar.

- Jack Bauer torturou o autor acima para saber onde ele conseguiu essa informações.

- Se você leu até o fim desse artigo, é porque Jack Bauer quis.

- Quando disseram a Jack Bauer que não haveria outra temporada de 24 Horas, depois da sétima, ele foi até o dono da FOX tomar satisfações. Desde esse dia estão confirmadas temporadas de 24 até o ano de 2085.