segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Cadwallon: City of Thieves é um ótimo jogo de tabuleiro

Roube o que puder em
"Cadwallon: City of Thieves"

Fazia algum tempo que não postava nada na seção Jogos de Tabuleiro, mas este é um grande jogo lançado em 2010 que não deve passar em branco. “Cadwallon: City of Thieves” mostra a trajetória de membros da guilda dos ladrões em sua jornada por riqueza e notoriedade. Nesta jornada você e seu grupo têm a tarefa de assaltar todos que puderem à noite, mas seu maior adversário nem sempre serão os milicianos da cidade. A Guilda dos Ladrões possui muitos grupos atuando na cidade e procurando o mesmo sucesso, e se você não for rápido o suficiente será passado para trás.

O jogo comporta de dois à quatro jogadores, onde o ideal são três, por uma questão de velocidade e jogabilidade, em partidas de 45 minutos. Quem conseguir o maior número de baús e tesouros ganhará a partida. Além disso, você poderá roubar e ser roubado de seus saques. Então não descuide um minuto pois seu maior aliado poderá virar seus maior maior inimigo.


“Cadwallon: City of Thieves” conta com muitos acessórios para o jogo. Na box do jogo você encontrará o tabuleiro muito bonito representando a cidade, vinte miniaturas, mais de cem cards (20 vards de personagens, 60 cards arcanos e 25 cards de missões), muitos marcadores, dez dados, quatro tabuleiros de referência para os jogadores e muitos outros acessórios.


O jogo em si de forma simples. Cada jogador possui quatro ladrões em sua equipe para limpar as riquezas da cidade. Cada jogador coloca seus ladrões nas laterais do tabuleiro e mais dois milicianos são colocados em jogo também.


O jogo em si é bem simples e começaremos pelos milicianos. Um elemento interessante do jogo é que cada um dos participantes pode mover um miliciano alternadamente. Esses milicianos servem para bloquear o movimento dos ladrões, então a intenção de cada jogador é valer-se deles para que os roubos dos seus adversários seja bloqueado. A dinâmica é simples: o jogador que move o miliciano joga um dado para ver quanto ele andará, em caso de uma ‘briga’ entre um ladrão e um miliciano, se o ladrão perder deverá recuar três espaços e pagar 2 ‘dinheiros’ ao banco.


De resto o jogo funciona de forma simples e leve. Cada jogador tem um card de personagem com certas estatísticas (movimentos, dados de combate, sua habilidade especial etc); o card de missão traz uma grande variedade de elementos para cada partida (um card é sorteado para cada partida); os cards arcanos, muito variados, podem dar algumas vantagens para os jogadores em sua disputa (rolar mais dados no combate, atravessar paredes, encontrar dinheiro extra, encontrar portas secretas e até mesmo ações que influenciam as ações dos adversários).


Em resumo o jogo tem tudo para dar muita diversão aos jogadores. O valor é bem acessível, cerca de U$ 40,00. Para maiores escalrecimentos consulte o livro de regras em pdf AQUI e assista o vídeo abaixo (pena que eles estão em inglês).

Quem nunca torceu pelo Coiote

Vamos pegar o papa-léguas

Eu confesso que sempre torci pelo coitado do Coiote em sua desagradável façanha de tentar pegar o papa-léguas. Mas nesta ótima animação sua desgraça se supera. Curta o vídeo que encontrei neste final de semana homenagenado esta dupla impagável.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Beelzebuh recebe versão anime

Mais um que ganha versão anime


O mangá Beelzebuh, de Tamura Ryuuhei, receberá sua versão anime em breve. A estréia será no dia 9 de janeiro de 2011, no canal japonês YTV. A produção está nas mãos competentes do estúdio Pierrot, o mesmo de Naruro e Bleach.

Para quem não conhece o mangá ele conta a história de Tatsumi Oga. Ele não tem fama das melhores e tudo acaba piorando quando torna-se 'pai' de uma criança, chamada Beel, que estranhamente surge de um velho que parte-se ao meio. Depois ele descobre a criança é o filho do Gran lord Demônio e que o futuro da criança é ser rei dos demônio. Assim Oga se ve obrigado a cuidar da criança.

Para quem deseja conhecer mais de uma olhada no mangá AQUI!


Novo trailer do seriado The Cape

The Cape ganha novo trailer

Com a data do lançamento se aproximando ficam mais intensas as chamadas para sua estréia. Confira a mais recente!


sábado, 4 de dezembro de 2010

Seriado para membro dos Jovens Titãs

Raven, dos Jovens Titãs, pode ganhar seriado

Com uma onda tão grande de possíveis novos seriados baseados em quadrinhos (Mulher-Maravilha, Incrível Hulk, Manto e Adaga, Nine Lives, Alphas, Three Inches) uma nova possibilidade chega com muita força. É Raven, uma das integrantes dos Novos Titãs, da DC Comics. Segundo alguns sites americanos ele estaria tendo seu roteiro produzido por Diego Gutierrez (o mesmo do seriado “Without a Trace”, também conhecido aqui no Brasil por “Desaparecidos”), pela Warner. De qualquer forma é uma produção para pelo menos 2012, então não teremos grandes novidades e confirmações por enquanto.

Battle: Los Angeles em trailer novo

Novo trailer de Battle: Los Angeles

O novo trailer do rival de Skyline vem com tudo. Esta nova versão do trailer é um pouco mais trabalhada que a anterior, mas traz várias imagens interessantes. Com certeza este deverá fazer parte de sua lista de filmes para serem vistos em 2011.

Um novo vilão no filme do Homem-Aranha?

Novidades em Homem-Aranha – 
temos um novo vilão

Com as gravações batendo à porta, e eles continuam tentando inventar moda! Depois da polêmica do estranho ‘recomeço’ da franquia e os debates sobre a escolha de Andrew Garfield, agora temos a inclusão de um herói nunca visto nas HQs.

O ator Irrfan Khan está para assinar seu contrato para viver o vilão Van Atter. Este personagem nunca existiu nos quadrinhos. Segundo a Omelete o mais próximos que temos dele seria o personagem Nels Van Adder, ex-funcionário de Norman Osborne (Duende Verde) que testava suas fórmulas. Muito estranho.

De resto temos a contratação oficial de Campbell Scott, que viverá o pai de Parker, e os eminentes contratos assinados por Anni Parisse e Julianne Nicholson.

O filme estréia em 3 de julho de 2012.

Qual o destino de One Piece no Brasil?

Qual o caminho de One Piece no Brasil?


Muitos devem se perguntar - como um mangá que bate todos os records no Japão não está sendo publicado mais por aqui? Eu me faço essa pergunta mesmo não sendo um dos maiores fãs (minha esposa é que curte muito ele). Desde que a Conrad cancelou o lançamento dele em terras brasileiras que muitas soluções tem sido especuladas.

De certo só temos duas opções, como listado pela DA, site sobre mangás. A resposta está entre a JBC e a Panini. E o caminho parece estar indo em direção à Panini. Embora sem nenhuma confirmação oficial a Panini disse ao site Omelete que estuda a possibilidade de lançarem One Piece e que a possibilidade estaria passando por uma avaliação interne.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Diário de um Escudeiro 35

Quinto dia de Lunaluz de 1392

Estou me sentindo em casa, embora tenha sido um dia um tanto cansativo.

Tollon é muito semelhante à Namalkah. Não sei se por muitos seguirem a deusa Allihanna ou pelo povo ligado às coisas da terra. O certo é que estar aqui é reavivar aquilo que tanto prezo em mim. Muitos dos que têm convivido comigo nesses meses de treinamento, em Norm, aparentam um espírito inquieto. Um algo dentro deles que os deixam sempre à procura de alguma coisa que os mantenham em atividade. Eu sou o contrário, ou melhor, diferente. Estou sempre procurando algo que mantenha minha tranqüilidade. Já me disseram que esse espírito não combina com o de um cavaleiro. Antigamente eu respondia meio ofendido, mas hoje eu apenas retribuo a pergunta com outra – ‘mas então em quê que a outra forma ajuda alguém a ser um cavaleiro?’

Desde que entrei na Academia dos Cavaleiros da Luz que me questiono se estaria no lugar certo. Se eu teria o perfil de um cavaleiro, se eu honraria a posição que estava galgando. Sir Tussan, certo dia, me pediu para dar uma olhada à minha volta e perguntou-me: “Ves esses cavaleiros, cadetes e escudeiros? Quem deles deveriam ou mereceriam estar aqui? Muitos são estranhos aos desígnios de Khalmyr e duvido que um dia cheguem à entende-los. Não sei se tu entenderás um dia... Mas fazer esses questionamentos só me provam que estás no caminho certo.”

Essas palavras de Sir Tussan volta e meia retornam à minha mente quando começo a me questionar. Vejo o valor delas, e sua inquestionável importância em momentos como o desta comitiva. É impressionante como em um grupo tão pequeno quanto esse, toda a realidade dessas palavras esteja presente. Quantos de nós somos dignos, ou melhor, quantos de nós nos fazemos dignos da posição privilegiada que assumimos?

Outra coisa que percebi é que naturalmente, inconscientemente, acabamos por nos aproximar daqueles que pensam ou se parecem conosco. Não à toa que Sir Tussan, Sir Telleon e Sir Argnal são tão amigos, embora não se aventurem juntos. Isso aconteceu comigo, com Gustav e Arlan, meus colegas cadetes. Mesmo tão diferentes, somos muito iguais em nossa visão da responsabilidade assumida.

Não sei se é pretensão excessiva, ou mesmo arrogância, mas não me sentiria ‘eu’ se não me questionasse disso.

Mas de qualquer forma esse primeiro dia em Vallahím foi uma benção, um retorno às coisas boas e simples da vida. Sir Tussan nos deixou livres por todo o dia para que descansássemos para os afazeres do torneio em breve. Cedo eu já estava tirando meus dois amigos da cama, sob olhares de ódio mortal deles. Eu estava ansioso por conhecer este lugar.

Comunidades como esta têm sua vida regrada pela a natureza onde tudo começa a funcionar cedo, assim como os filhos de Allihanna. Então, mal os primeiros raios de sol despontaram no horizonte e a cidade já estava fervilhando.

Saímos com nossas túnicas. Não tínhamos a menor pretensão de ostentarmos que éramos cavaleiros. Muitos dos outros empolados cadetes passaram o dia metidos em suas pesadas e quentes armaduras apenas pelo prazer de mostrar sua condição. Era hilário.

Na rua todos eram muito amistosos. A hospitalidade típica da região extrapolava o imaginável. Enquanto procurávamos uma taverna para uma primeira refeição fomos perguntando aqui e ali até que um senhor de muitas primaveras vividas nos convidou para comermos em sua casa.

Aceitamos de pronto e acho que mesmo que não aceitássemos ele nos teria arrastado. Seu nome era Rodreck. Ele tinha uma pequena oficina de móveis ao lado de sua casa. Embora não fosse de posses sua mesa era farta. Aos poucos aprendi que o momento da refeição era um momento de confraternização e troca de experiências. Ao redor da mesa experiências eram trocadas, costumes eram repassados. Quando viajantes passavam pela cidade este era o momento de saberem das notícias de além da fronteira, das aventuras, das lendas. Isso era muito semelhante à Namalkah.

Passamos momentos agradáveis ali. Cada palavra que proferíamos era escutada com enorme atenção. As crianças nos despejavam enxurradas de perguntas. Foi ótimo, não fosse pelo final da visita. Quando estávamos para nos levantar um momento de silêncio se fez e uma perguntava pairava no ar para ser feita à nós. Percebíamos isso, mas não tínhamos idéia do que seria.

“- O que podem nos contar sobre a praga que se abateu sobre o reino distante de Jade?” – nos disse o chefe da casa em tom cerimonial.

Não tínhamos muita certeza do que responder. Nem nós sabíamos ao certo do que se tratava. Havíamos escutados nessas últimas semanas que algum mal muito grande havia acometido uma ilha inteira de um reino longínquo que eu nunca havia escutado e que alguma coisa teria acontecido em Valkaria. Mas nunca demos real atenção para o caso. Não entendia por que isso preocupava tanto essas pessoas. Isto não era comentado nem pelos cavaleiros, não sei se por descuido com o assunto ou se por puro desconhecimento.

Quando saímos da casa já era quase hora de uma nova refeição, embora estivéssemos fastiados. Fomos à zona central da cidade com esperança de visitar a feira de mercadorias que sempre estão presentes em grandes eventos como este, mas as barracas estavam sendo preparadas para o próximo dia, véspera do festival. Muitas carroças e carroções iam e vinham entre muitos comerciantes atarefados.

Sem ter o que fazermos ali passamos o resto do dia à toa jogando conversa ao vento. Já tinha percebido que estávamos sempre juntos. Mas era como se sempre tivéssemos novos assuntos para debater. Quase no final da tarde nos encontramos à frente de um pequeno templo de Khalmyr. Ele era realmente pequeno para o padrão dos templos. Ele poderia passar desapercebido não fosse por uma pequena estátua do escudo e da espada, símbolos do deus da justiça.

À porta um rapaz franzino estava apoiado numa pilastra com um par de muletas ao seu lado. Ele vestia uma túnica branca muito simples e um par de sandálias de couro. Seu semblante era jovial, embora as marcas do sofrimento fossem igualmente evidentes. Ele nos olhou com um ar interessado quando nos aproximamos.

“- Este é um templo de Khalmyr, certo? Podemos ver o sacerdote?” – disse de forma calma.

“- Ele é muito atarefado. O que querem com ele?” – respondeu o rapaz enquanto ia pegando suas muletas.

“- Desejamos apenas uma benção de nosso deus e trocarmos algumas palavras com ele.”

“- Entrem então e aguardem que eu o chamarei!” – então ele virou de costas e saiu contornando a pequena casa.

Nós três entramos. Não era nada mais do que um pequeno salão que não comportaria mais do que vinte pessoas. Tinha alguns bancos de madeira rústica nos cantos e um altar de pedra bem à frente da porta de entrada com o entalhe da espada e do escudo. Flâmulas representando Khalmyr estavam dispostas em todos os espaços. Num canto um pequeno tablado de madeira servia para que os devotos se ajoelhassem para suas orações. Nele encontramos Sir Tussan meditando tão profundamente que não nos escutou entrando.

Fora nós e Tussan, não havia mais ninguém. Até que de uma porta dava para os fundos do salão surgiu novamente o rapaz, agora ostentando um enorme medalhão semelhante ao do entalhe do altar. Não estávamos entendendo. No momento não percebemos que ele era o sacerdote de Khalmyr. Estávamos acostumados à ver vigorosos cavaleiros e guerreiras como sacerdotes que nem pensamos que ele pudesse ser um.

Ele se aproximou e nós três começamos a pedir desculpas pelo falta de educação não o tendo reconhecido.

“- Não se preocupem cadetes. Vocês não foram os primeiros e nem serão os últimos. É comum que procuremos modelos que representem aquilo que conhecemos ou acreditamos. Em cinco anos naquela porta, desde que cheguei nesta cidade abençoada, e nunca fui reconhecido por qualquer visitante estrangeiro como sendo o sacerdote de Khalmyr desta cidade.

O rapaz, embora muito novo, pouco mais velho do que nós, não mais do que uns seis ou sete anos, nos indicou os bancos de pedra e após sentar-se foi rodeado por nós.

“- Muitos acham que as palavras de khalmyr clamando por justiça represente que tenhamos de aplicá-la apenas em nossas lutas e contendas. Ledo engano. A justiça ‘dele’ deve se aplicada à tudo antes de chegarmos ao combate. Se todo o resto falhar, daí devemos desembainhar a espada. Não quero dizer que Khalmyr seja um deus pacífico. Isso é papel da deusa Marah. Mas ele não usa como primeiro recurso justamente aquilo que ele combate”

“- Mas como fazer isso então?” – perguntou Arlan.

“- É simples. Seja Khalmyr em todas as suas atitudes, em todos os seus momentos. Seja a mão de Khalmyr em todos os seus atos em todos os dias. Use a sua justiça em cada ato e para todos, antes mesmo de aplicá-la à si.”

“- Mas se é assim, então ninguém é um real seguidor de Khalmyr!” – disse eu num rompante de raiva diante de tal descoberta. Como ser a própria essência do deus da justiça – “Como seremos assim perfeitos como ele?”

O jovem sacerdote riu calmamente, mais por pura diversão do que em uma forma de arrogância – “Ora, meu caro cadete, quem disse em ser perfeito. Khalmyr não deseja os perfeitos. Ele aplica sua justiça já neste reconhecimento de seus filhos e seguidores. Ele não procura a perfeição em vocês e nem você o devem fazer. Vocês devem, antes, usar a perfeição, a perfeição de serdes justos, com meta, como alvo. Isso sim é serem justos consigo mesmos. A procura da perfeição é o reconhecimento constante de que precisam estar sempre se aperfeiçoando e, com isso, nunca caírem no erro de subjugarem os desígnios do deus.”

As palavras do jovem sacerdote vieram de encontro com aquilo que estivera pensando nos últimos dias. Isso não poderia ser por acaso. Algo além da minha compreensão agiu ali. Ele percebeu meu olhar e minhas dúvidas internas e complemento – “ele está atento, em Ondine, seu reino, para todos os seus fiéis e seguidores e não deixa ninguém sem amparo e auxílio”.

Nisto ele se levanta e chegando próximo de nós eleva uma de suas mãos enquanto com a outra retira uma espada debaixo de sua túnica. Ele a segura pela empunhadura, com a ponta virada para baixo, como se fosse uma cruz e realiza uma oração em silêncio. Uma aura azulada cerca o sacerdote e logo depois todos nós sentimos um relaxamento que contagiou cada fibra do meu corpo.

“- Agora podem ir filhos do deus da justiça” – disse p sacerdote em tom calmo – “sigam seu destino amparados pela espada e protegidos pelo escudo de Khalmyr.”

Nos levantamos em silêncio e saimos do pequeno salão. Lá fora Sir Tussan, que nem percebemos que havia deixado o recinto, nos esperava preparando o fumo em seu cachimbo. Ele nos olhos com calma. Acendeu seu fumo e se aproximou de nós, que mantínhamos o silêncio.

“- Eu lutaria ao lado deste sacerdote em qualquer lugar contra qualquer um. Para mim, ele representa tudo o que um seguidor de Khalmyr pode ser” – disse meu senhor de armas.

O resto da tarde correu rápida, mas aquele encontro foi impactante. Nosso dia foi diferente dali em diante. Pareceu que aquelas palavras tocaram fundo em nossas almas, pelo menos na minha tocou profundamente. Na janta conversamos sobre tudo, menos sobre aquele encontro.

Vou dormir cedo. Comecei a escrever as memórias de forma que pudesse me recolher aos meus aposentos mais cedo que o normal, quem sabe para poder digerir melhor as palavras de sabedoria do sacerdote.

Notícias sobre Piratas do Caribe, Pantera negra e Motoqueiro Fantasma 2

Mais e mais notícias

Piratas do Caribe: Piratas do Caribe deverá ter quinto e sexto filme. Pelo menos este é o rumor que não é confirmado pela Disney. Outra dificuldade são os trabalhos confirmados para Depp para os próximos meses depois do términoda sgravações do quarto filme.

Pantera Negra: a pressão continua grande para a criação de um filme sobre o Pantera Negra. O ator Djimon Hounsou, que fez a dublagem do personagem, é um dos defensores disso.

Motoqueiro Fantasma: mais nomes para o elenco. Será Fergus Riordan, que interpretará Danny Ketch (o segundo Motoqueiro Fantasma, nos quadrinhos). Além dele, estará na produção Lena Rohozneanu, mas sem sabermos qual o papel que assumirá na trama. Para recordar, o elenco conta com Nicolas Cage (Johnny Blaze), Violante Placido (Nadya), Ciaran Hinds (Mephisto), Johnny Withworth (Carrigan) e Idris Elba (Moreau).


Novo filme do Homem-Aranha envolto em dúvidas


Homem-Aranha e seus problemas

A produção do novo filme do Homem-Aranha será uma verdadeira luta do início ao fim. Depois do anúncio de que a produção será um reinício de toda a série, além de todas as modificações no elenco, surgem informações de muitas críticas internas ao uniforme e ao ator principal Andrew Garfield.


Um informante do site Showbiz disse que o ator é considerado muito ‘magricela’ para o papel e que isso estaria trazendo problemas com a ‘nova’ roupa do herói. Pelo que dizem o novo uniforme será um pouco diferente do original (Que?!?!?!) trazendo algumas modificações para que as partes íntimas não fiquem tão evidentes. Essas modificações não estariam encaixando bem no porte físico do ator.

Segundo o ator: “Tenho recebidos desejos de boa sorte e palavras carinhosas, mas muitas críticas também (...) Ouço pessoas falarem que eu não tenho músculos para ser o Homem-Aranha, mas eu acho que o Aranha é tão magrelo quanto eu. Ele não é um Arnold Schwarzenegger!

A estréia será em 3 de julho de 2012 e ainda vamos ouvir falar muito até lá.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Trailer de Darkspore em modo cooperativo

Darkspore é puro RPG futurista

“Por eras os Crongenitors governaram a galáxia, transformando e remodelando-a como quiseram. Em sua arrogância uma incontrolável criação finalmente saíra do controla: DarkSpore. Agora a galáxia está em perigo. DarkSpore começou a usar o poder do E-DNA para transformar os habitantes dos planetas em escravos mutantes sem mentes. O seu único objetivo era conquistar todos os planetas. Você é um DarkSpore refugiado desde o início do milênio. Sua missão... reconstruir um arsenal de heróis genéticos. E levar a batalha contra o Darkspore. O tempo de atacar é agora!”

Darkspore trás um ótimo trailer mostrando o modo cooperativo do jogo. Para quem não conhece, este é um jogo de ação no melhor estilo de RPG futurista. Ele trás elementos dos jogos anteriores da série Spore, mas com muitas novidades. Você pode criar suas criaturas, muitas novas armas, você poderá alternar até três personagens por nível e terá de percorrer várias vezes cada nível para conseguir novos itens.


Mas o grande elemento do jogo é o modo cooperativos para até quatro participantes. Confira o vídeo abaixo com lançamento marcado para fevereiro de 2011 para PC e Mac: