quinta-feira, 28 de março de 2013

Videocast 157 da Pipoca e Nanquim são os Nerds!



Os nerds são tema do videocast 157


Este é o videocast dedicado à toda a comunidade nerd!!! A edição 157 da Pipoca e Nanquim tem como tema os nerds!! Divirta-se vendo como o termo se construiu e os ícones midiáticos que inundam o imaginário desta comunidade que todos nós fazemos!!

quarta-feira, 27 de março de 2013

A capa de O Mundo de Arton foi apresentada



A capa de O Mundo de Arton
 

A Editora Jambô apresentou a capa de seu mais novo lançamento para Tormenta RPG. O novo livro será “O Mundo de Arton”. O lançamento conta com a participação de todos os escritores da franquia – Caldela, Saladino, Cassaro, Brauner, Dei Svaldi e Trevisan. O conteúdo promete ser um enorme acréscimo às referências dentro do cenário contando inclusive com um mapa com a divisão política atualizada. Na primeira semana de abril iniciará a pré-venda com um valor de R$ 79,90.



Cinema na Confraria: trailers novos para Wolverine


Sensacional trailer de Wolverine


Agora sim temos um trailer decente e sensacional para o novo filme de Wolverine. Com lançamento marcado para julho já estava na hora de recebermos novidades e elas são ótimas. À primeira vista eles acertaram a mão e não teremos mais do que reclamar. O trailer mostra de tudo – ninjas, o Samurai de Prata, explosões e muita briga!!!


Testamos Tormenta: O Desafio dos Deuses em primeira mão



Testamos em primeira mão o game Tormenta: O Desafio dos Deuses


Estive prometendo nos últimos dias e infelizmente não tive tempo. Mas agora, com mais calma, vou contar sobre a grande experiência de testar, em primeira mão o game desenvolvido baseado no cenário de Tormenta, da Jambô.

Primeiro vou deixar claro que detalhes serão omitidos propositalmente à pedido dos guris da Jambô – Guilherme (editor) e Leonel Caldela (escritor). Não há nada a esconder, apenas eles desejam que haja o lançamento oficial do material de divulgação que foi preparado no dia (vocês vão entender). Depois deste lançamento eu falarei mais aprofundadamente.

Este post é mais para dividir com vocês a emoção te ter participado deste momento especial do RPG nacional.

Tudo começou com o recebimento de um email no meio da semana passada do Guilherme me perguntando se eu tinha interesse de participar de um evento demonstrando o game de Tormenta, “O Desafio dos Deuses”. Lógico que prontamente aceitei. Fiquei muito feliz com a lembrança. Embora conheça o pessoal da Jambô, o Guilherme e o Rafael, à muito tempo (o Rafael à mais tempo) é significativo que eles tenham se lembrando de mim e de meu trabalho para esta apresentação. Uma coisa é conhece-los, outra é ser escolhido para um evento oficial onde RPG não é mais tratado como brinquedo ou de forma leviana. Fui escolhido junto do Bruno, editor do ótimo blog Rpgista (um dos melhores da blogsphera sobre Tormenta).

Saímos de frente da loja da Jambô às sete e meia da manhã de sábado para uma curta jornada de quase uma hora até a cidade de Novo Hamburgo, onde está localizada a FeeVale. No carro eu, Bruno, o Leonel Caldela e o Guilherme.

Chegando à universidade fomos direto para o Laboratório de jogos, no terceiro andar. Um verdadeiro paraíso para gamemaníacos. Computadores e consoles de todos os tipos para os alunos do curso desenvolverem suas ideias na produção de jogos – algo de outro mundo. Lá conhecemos os desenvolvedores e professores responsáveis pelo projeto. Estávamos nos sentindo em casa.


Logo começou a parte oficial. Nos juntamos em um grande grupo – eu e o Bruno representando os rpgístas, o Guilherme e o Leonel como os representantes da marca e do conceito de Tormenta, dois informatas editores de um blog de games (desculpe, mas não gravei os nomes) e dois informatas ex-alunos que já estão inseridos no mercado de games (inclusive sendo premiados em competições de games), além dos professores e desenvolvedores. Tudo documentado em vídeo e fotografia.

Fomos apresentados ao histórico do projeto e seus primeiros passos, desde a ideia inicial, primeiras reuniões, e o pontapé inicial. Depois o Leonel apresentou cada um de nós e os motivos por ter nos escolhido para o evento.

A conversa foi muito aberta, quase um debate, com informações técnicas tanto de mercado quanto de produção. Foram muito claro com as dificuldades e erros (comum em qualquer grande projeto), e como odos esses problemas estavam sendo superados.

Depois de todo a parte oficial fomos convidados à assumirmos nossos postos num dos muitos computadores disponíveis para testar, em primeira mão, três fragmentos de fases distintas do jogo. Foi meia hora de agradável tarefa que realizamos de muito bom gosto.

Por fim, fomos entrevistados de forma individual onde fomos questionados sobre qualidades e defeitos de nossa experiência desde jogabilidade à enredo. Tudo gravado e documentado.

Como disse, os guris pediram para aguardarmos um pouco para tecer opiniões aqui já que desejam lançar todo este primeiro evento em vídeo para os fãs em geral. Tão logo tenha sinal verde estarei colocando aqui minhas opiniões

O que posso adiantar é que os fãs não terão do que se arrepender ou reclamar. O projeto está sólido e com metas bem definidas. Hoje me dia não se brinca mais de RPG no Brasil. Nossa atividade se tornou algo sério e rentável, e por isso mesmo, está sendo levando adiante como um negócio que gera e gerará muitos frutos.

Além disso, a simples produção de um game no Brasil deve ser valorizada, e muito. Ainda mais quando o tema central deste jogo é um cenário totalmente brasileiro. Quando jogava Baldur’s Gate ou Ice Wind Dela, baseados em cenários do antigo AD&D  e desenvolvidos pela Black Isle, não imaginava que chegaríamos tão longe. E com certeza este é o primeiro passo não só para a Jambô, mas para todo aquele que trabalhar sério com RPG no Brasil. Temos hoje exemplos variados de sistemas promissores de muitas editoras, todos brasileiros, que estão apenas esperando a hora certa para explodir no mercado!!!

A Jambô está abrindo um caminho que com certeza trará frutos, para todos.

terça-feira, 26 de março de 2013

Cinema na Confraria: novo trailer de World War Z

Novo trailer de World War Z
 
Novo trailer do filme de zumbis deste segundo semestre – World War Z. A nova produção da Paramount chega aos cinemas em 28 de junho trazendo zumbis muito mais mortais do que o normal

quarta-feira, 20 de março de 2013

Seriados na Confraria: dois vídeos novos de Game of Thrones

Seriados na Confraria
Vídeos de Game of Thrones


Com a nova temporada prestes a começar dia 31 de março “Game of Thrones” trás dois vídeos novos do primeiro episódio. Aproveitem!!


Dicsa do Mestre: solução simples para jogadores faltosos



Solução simples para os faltosos


Uma das maiores amarguras para os mestres e grupos de RPG são os jogadores incidentais. São jogadores que por uma ou outra razão não levam tão à sério o compromisso com as seções e aparência de forma esporádica. Isso causa muita indignação.

A solução mais comum é a execução sumário do personagem, normalmente com requintes de crueldade por parte da mente magoada do mestre. Depois disso a aventura continua como se nada tivesse acontecido e a lembrança da existência do personagem é banida do universo.

Mas, se formos pensar bem, os dias em que esses jogadores incidentais aparecem nas seções é tão complicado quanto os dias em que eles faltam. Toda uma aventura tem que ser reestruturada e a solução mais comum é dar um personagem novo para esses ‘faltoso’. Isso acaba gerando uma escalada de problemas, pois modifica a aventura e acaba com o enredo. Claro que isso funciona até que o dito jogador falte novamente.

O que fazer então?

Um solução simples passa sempre por bom senso e criatividade, e por um mestre interessado e responsável. O que realmente importa é a diversão. Dizemos isso à exaustão em todos os blogs e sites especializados. E a diversão, numa aventura de RPG, passa sim por um bom enredo, pontas aparadas e o mínimo de erros. Qual o grupo que gosta de ver sua aventura sendo podada aqui e ali com as faltas dos outros? Qual o grupo que fica satisfeito com claras mudanças de última hora tal como a entrada de um personagem novo à cada duas seções? Ninguém! Isso quebra o ritmo do jogo e a percepção que o grupo tem do realismo do cenário.


O mestre, pelo menos os menos orgulhosos, podem sim adaptar a aventura à um personagem incidental. Alguns de vocês podem me perguntar - mas seria certo adaptar ‘nossa’ aventura por causa de um faltoso? Não deveria ser o contrário?

A resposta é certeira: se o que interessa é realmente a diversão e a linearidade da aventura para que o grupo, como um todo, se divirta, devemos adaptar esta necessidade ao que acontece em volta.

Os mestre se esquecem muitas vezes do poder que eles têm em suas mãos. Eles podem moldar todo um universo, contando as ações dos jogadores, ao seu bel prazer. Por que não se valer disso para o benefício da aventura e esquecer os sentimentos primitivos de vingança (heheheh)!?

Mas como fazer isso? A alternativa mais fácil e interessante é a fragmentação da história. Explico. Na grande maioria das vezes as seções são interrompidas em momentos de baixa tensão. Quase sempre os hiatos entre uma semana e outra se dão antes ou depois de um combate ou de um momento de clímax, e isso facilita muito.

Ao mestre cabe a criatividade. Com a falta de um membro do grupo podemos simplesmente contornar sua falta fragmentando seu papel na aventura. Crie um enredo pequeno e particular para ele onde ele teria de deixar o grupo por um curto tempo para qualquer que fosse a atividade. Esse membro retornaria ao grupo quando voltasse a comparecer à seção tendo seu afazer resolvido. Parece um paliativo, mas dá resultado e, como disse, a criatividade do mestre pode ser fundamental.

O mestre pode incrementar essa fragmentação de muitas formas. A mais engenhosa seria oferecer ao faltoso a oportunidade de uma mini-seção individual (uma espécie de spion-off) valorizando sua participação. Ao mesmo tempo esse recurso pode ser muito bem utilizado pelo mestre que pode acrescentar novas cores à aventura sem parecer uma imposição.

Um adendo positivo à esta solução é que o mestre pode ter mais contato com seu jogador desgarrado e perceber quais os motivos que o fizeram debandar momentaneamente. Por mais que não gostemos disso, na maioria dos casos, as faltas podem refletir desde problemas dentro do grupo, problemas de qualidade da aventura ou mesmo problemas com o mestre. E para qualquer um desses três problemas o mestre é o maior interessado em resolvê-los.

Sempre tive claro que o maior interesse do RPG é a diversão, sua função primordial. Não será excluindo o depreciando jogadores que iremos chegar à este fim!