sexta-feira, 4 de julho de 2014

Resenha: The Last Ship - um mundo devastado por um vírus


Resenha: The Last Ship
- um mundo devastado por um vírus -

Estamos em uma época do ano em que temos muitos seriados novos estreando e outros, que já estrearam, já estão quase em sua parada de meio de temporada. E estamos tendo ótimas surpresas este anos, como no caso de “The Last Ship”.

Logo que assisti o primeiro teaser deste seriado fui fisgado e comecei a apostar muito nele. Ele estreou recentemente pelo canal TNT (nos Estados Unidos) e já teve dois episódios apresentados e posso dizer que realmente não me enganei.

Sempre gostei de temas relacionados momentos apocalípticos. Sejam zumbis, crises climáticas e ou guerras destruidoras, o tema ‘fim do mundo’ sempre me atraiu. Mas para realmente me atrair tem de ser bem feito, e The Last Ship é um ótimo exemplo disso.

A premissa do seriado é simples e logo no primeiro episódio já temos uma clara noção disso. Uma pandemia mortal está assolando o planeta e a única chance de se chegar à uma cura está no navio USS Nathan James e em sua tripulação. O comandante Tom Chandler, interpretado por Eric Dane (“Idas e Vindas do Amor”) é o típico líder carismático, mas conhecedor de suas responsabilidades. Ele tem o respeito de sua tripulação e encontra no capitão Mike Slattery, interpretado por Adan Baldwin (“Chuck”), seu braço direito no comando e amigo. Eles estão em uma missão aparentemente simples de auxiliar e escoltar o trabalho de uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, a doutora Rachel Scott, interpertada por Rhona Mitra (“Lost”), na aquisição de amostras de aves no pólo norte.


Durante o período da missão, de algumas semanas, eles estão incomunicáveis e alheios de qualquer acontecimento no mundo até que um incidente estranho acontece. A equipe de pesquisa é atacada por helicópteros russos em um sério incidente armado que quase lhes custa algumas vidas. Conforme eles tentam contato com o governo americano eles recebem a notícia de que o mundo está passando por uma grave crise onde bilhões já pereceram devido à um vírus mortal. A nova ordem é de fazer de tudo para levar a doutora para um laboratório segura em uma base americana. Eles são confrontados com uma realidade inimaginável onde praticamente não existem mais governos e ordem instituída e à cada dia milhares e milhares de novas mortes acontecem.

A doutora e sua equipe eram os únicos que sabiam do que acontecia, pois estava pesquisando justamente uma cura para esta epidemia que já se sabia ser eminente à alguns meses.

Gostei muito do enredo do seriado. Uma pandemia é algo muito mais próximo da realidade do que outros perigos. Embora seja fã de zumbis, algo mais próximo da realidade nos causa um temor diferente, um medo palpável que transferimos para os personagens em suas ações.

O seriado se sustenta sobre dois arcos que se apresentam muito bem. A tripulação tem de sobreviver em um ambiente completamente hostil tendo um navio como casa e precisando travar ferozes combates (com direito até mesmo à mísseis balísticos) por combustível e alimento. O segundo arco principal está relacionado à necessidade de percorrer todo o mundo atrás de coisas que auxiliem na pesquisa da doutora Rachel por uma cura. Paralelo à isso temos os arcos menores que se baseiam na tensão da relação de tantas pessoas confinadas em um mesmo ambiente, ao mesmo tempo que travam seus dramas pessoais sem saber como estão seu familiares em meio ao caos.


A estrutura dos episódios, pelo menos com base nesses dois primeiros, é o clássico vilão da semana, que em The Last Ship se traduz por problema da semana. Mas isso não diminui em nada a qualidade desses dois primeiros episódios, pois a pegada deles foi frenética. Ação, com certeza, não será um elemento poupado nele. Os combates e sequências de ação são empolgantes, deixando o espectador dentro de um clima de suspense na medida certa.

O elenco é muito amplo, mas o maior destaque está com os produtores Maichel Bay (“Transformers”), Tony Mark (“Ultraviolleta”) e Todd Arnow (“Principe dos Mares” e “Battleship”). No rol de diretores temos o renomado John Mostow (“Exterminador do Futuro 3” e “U-571”), dirigindo o episódio piloto “Phase Six” e Jack Brender (“Lost” e “Under the Dome”) dirigindo o episódio Welcome to Gitmo”). No total essa primeira temporada contará com 10 episódios.

Eu o recomendo para todos que gostam do tema... todo o domingo, no TNT (americano), às 21hs.



Guia Avançado de Classes para Pathfinder - preview da classe warpriest

Guia Avançado de Classes para Pathfinder
- Preview da classe Warpriest -

Hoje veremos mais uma nova classe e um personagem que a representa, ambos do Pathfinder Advanced Class Guide – a classe Warpriest e personagem icônico Oloch.

Warpriest 
Muitos anos atrás, havia planos para uma classe paladino de personagens de qualquer alinhamento. Infelizmente, as limitações da classe e suas muitas habilidades baseadas em alinhamento tornou um desafio demasiado para caber nas páginas da época. Felizmente, o Advanced Calss Guide nos deu a oportunidade de revisitar a idéia na forma do Warpriest.

Misturando os poderes do lutador e do clérigo, o warpriest é uma classe que permite representar os ideais de sua divindade, apoiando-a com aço frio e duro. A classe tinha 6 níveis de conjuração divina, combinados com habilidades chamadas bênçãos que funcionam como domínios, mas garante combate focado em habilidades. Parecia uma mistura perfeita, mas a primeira versão da classe que levamos à playtest não passou muito bem. Os poderes e habilidades, como inicialmente foi concebido, não deram ao jogador a capacidade marcial suficiente para começar o trabalho. Ele tinha alguma conjuração e algumas das habilidades de combate, mas os dois simplesmente não funcionam bem juntos, como inicialmente falamos. Felizmente, na 2ª rodada do playtest, fizemos certo (ou talvez um pouco certo demais). Nós adicionamos uma habilidade chamada fervor que permite que o warpriest canalizar a energia para curar seus aliados semelhante a um paladino impondo as mãos, mas também pode ser gasto para fazer o warpriest lançar magias como uma ação rápida, desde que essa magia tenha só o warpriest como alvo. Também mudamos uma habilidade chamada Arma sagrado, que permite que o warpriest designe uma arma (ou a arma predileta de sua divindade) e use essa arma para maior efeito, aumentando os danos e bônus de ataque.

Infelizmente, isso causou um pouco de problema. A classe ficou um boa  demais.
A segunda rodada de playtest mostrou-nos alguns dados muito interessantes. Todo mundo parecia apaixonado pela classe, que é boa, mas nossas pesquisas também nos mostraram que a classe estava agora no topo da curva de potência. Após uma série de playtests internos, ficou claro que atacar com o bônus de ataque total de um lutador, combinado com algumas magias fez da classe um rolo compressor. Desde que nós realmente gostamos dele como a mecânica de fervor trabalhou, as regras sagradas de armas tinham que mudar. Arma Sagrado ainda aumenta o dano das armas e ainda pode ser usado para conceder habilidades especiais para a arma, mas não aumenta o bônus de ataque do warpriest quando se utiliza a arma designada. Só assim, tudo parecia se encaixar.

Também lançamos um outro olhar para um grande número de bênçãos, trazendo-as todas em sintonia umas com as outras e fazendo-lhes uma parte perfeita da classe. A bênção comunidade, por exemplo. A versão original da bênção não se encaixava muito bem e era energia inútil para um warpriest de Erastil. Ela mudou para o seguinte:

Fight as One (major): No 10º nível, você pode reunir seus aliados para lutarem juntos. Por 1 minuto, sempre que você faz um corpo a corpo bem sucedido ou ataque à distância contra um inimigo, os aliados dentro de 10 metros de você ganham um bônus de +2 para ataques do mesmo tipo que você fez contra o inimigo no ataques corpo a corpo, se você fez um ataque corpo a corpo, ou ataques à distância, se você fez um ataque à distância. Se você conseguir um sucesso decisivo, este bônus aumenta para +4 até o início do seu próximo turno.
Há uma série de outras mudanças interessantes em bênçãos, bem como, mas para aqueles, você terá que esperar até que o livro chega nas lojas e no Gencon em meados de agosto. Volte na quinta-feira para liberar sua raiva interior, agora melhorado com a magia!


Oloch
Oloch não tem memória de um tempo antes de dor - dor sofrida e infligida. Como um meio-orc da tribo Haskodar, em Blisterwell, Oloch foi crescendo - se ele realmente pode ser chamado assim - com o conhecimento de que os seus pais tinham sido escravos da pedreira e que morreram em seus túneis logo após seu nascimento. Constantemente forçado a lutar pela sobrevivência contra os maiores e mais fortes companheiros da tribo, Oloch rapidamente aprendeu que a melhor defesa é uma total falta de medo. Aqueles que tentavam intimidara criança logo aprenderam o erro de seus caminhos, pois na mente de Oloch, cada luta é uma luta até a morte, e quem não pensa assim acaba deixando-se vulneráveis​​.

Esta ferocidade não passou despercebida. Quando Oloch chegou aos seus anos de adolescência, os líderes da tribo começaram a aproveitar as habilidades do menino. Se nos poços de gladiadores ou na batalha contra a por vezes tribo aliada Eye, Oloch derramou sangue comandando - tanto a si própria quanto à outros para suas vitórias - e os sacerdotes da tribo de Gorum assumiram o controle da educação de Oloch, envolvendo-o em uma armadura e ensinando-lhe as glórias do Senhor em Ferro. Em Gorum, Oloch finalmente encontrou alguém que o fizesse olhar para cima: um ser de força perfeita, sem os falibilidades patéticas que mesmo os sacerdotes da guerra tinham. Mais, Gorum olhou para o coração de Oloch e o acalmou sobre quaisquer dúvidas que o meio-orc tinha sobre seu amor pela violência. Ele viu a emoção escura que Oloch sentia quando sua enorme espada dividia a coluna vertebral de um inimigo e recompensou-o com a magia.

Conforme o tempo passava, Oloch começou a se irritar com as restrições, mesmo escassas, colocadas sobre ele por seus superiores. Quem eram eles para dizer-lhe quando e onde lutar? E assim talvez fosse inevitável que, ao saber a verdade da sua herança, que ele não era filho de escravos, mas sim o filho roubado de um aventureiro, a parte humana dele aproveitou para cortar os laços (e membros) e atacar por conta própria, levando consigo apenas o seu equipamento favorito e uma descrição da mulher guerreira temível que lhe teve.

Felizmente para Oloch, a lenda de uma mulher corajosa o suficiente para se aventura sozinho no porão de Belkzen e rumores de seu encontro desavergonhadamente com orcs - é um difícil de esconder. Foi assim que ele logo se viu diante dos portões do assentamento humano de Trunau, chamando para sua líder, Halgra dos Blackened Blades, para encontrar seu filho.
Para sua surpresa ela foi e viu-se Oloch tanto chocado e vagamente desconcertado pelo calor com que Halgra o cumprimentou, como seu filho perdido, recebendo-o em sua casa. Lá ela contou-lhe a história de seu nascimento e de como ele era o produto de um flerte de curta duração com um poderoso líder orc que ela se recusou em dizer o nome, e como ele havia sido roubado dela quando criança durante uma incursão em seu acampamento. Ela o apresentou a seus meio-irmãos, e ofereceu-lhe um lugar como um defensor da Trunau.

No entanto, um lobo nunca poderá ser um cão, não importa o quanto ele fique preso. Para o horror de Halgra, a luxúria do Oloch pelas batalhas se recusou a ser saciada pelos simples ataques e sessões de treinamento. Os cidadãos que despertaram sua ira foram terrivelmente feridos, e no final Halgra mesma teve de assumir a espada e fazê-lo partir da cidade, anunciando que ela sempre o amará como um filho, mas que nunca mais seria permitido à ele entrar em Trunau até ele aprender a controlar sua paixão por batalha e dar às suas habilidades divinas um fim positivo.

Frustrado e sentindo-se envergonhado pela primeira vez em sua vida, Oloch deixou Trunau. Por um tempo ele vagou pelas selvas, mas nenhum dos animais comuns que existiam por lá poderiam oferecer um desafio adequada nem remover a suspeita persistente de que ele não pode, como Halgra alegou, viver sem derramamento de sangue. Eventualmente, ele acabou no Urgir, onde rapidamente encontrou trabalho como executor do governo e campeão. Embora ele afirme que sua posição garante-lhe um suprimento constante de adversários dignos, em segredo Oloch espera que formas semi-civilizadas do Grask Uldeth irão ajudá-lo a decifrar como equilibrar o orc e o humano dentro de si mesmo e descobrir o homem que ele era nasceu para ser.


Oloch é um guerreiro calmo, pensativo com um amor perturbador pela violência. Apesar de não ser mal ele desdenha aqueles que pegam adversários mais fracos, no entanto, toma isso como algo que não está errado, e as lamúrias de pessoas incapazes de defender sua propriedade significa pouco para ele. Ele vive no momento, saboreando a corrida pelo vermelho da batalha que traz com seu deus. Ele não se opõe a trabalhar com, ou mesmo para, aqueles que ele considera como seus iguais, mas essas relações são poucas e distantes entre si, e deve tomar cuidado para mostrar à ele o devido respeito. Talvez a única atividade que não seja de combate que realmente lhe traz prazer é fazer música em seu tambor e só se for suficientemente turbulento como a ecoar o clamor da batalha.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Réplicas perfeitas: a Frostmourne de World of Warcraft


Réplicas perfeitas
Frostmourne de World of Warcraft

Aqui está uma réplica para deixar os fanáticos por games enlouquecidos... Quem não lembra da Frostmourne, do Lich King, do game World of Warcraft. Depois de uma enxurrada de pedidos a equipe do Man at Arms produziu uma de suas mais belas réplicas.

Skulls, os exoesqueletos na Constelação do Sabre [Preview 2]

Skulls - os exoesqueltos na
Constelação do Sabre
[Preview 2] 

Segunda parte do conto que mostra o que vocês vão encontrar nas páginas da edição 6 da revista 3d&T na Confraria. Ele é uma continuação do conto que foi postado aqui dias atrás com os personagens principais da organização. Toas as regras, fichas e históricos estarão presentes nas páginas da edição. 


O grupo estava no saguão pronto para sair. A missão não demorar mais do que alguns minutos e os arquivos hackeados estavam seguros no HD de um dos Alphas.

“- Temos companhia” - alertou Sniper - “dois veículos, vinte operativos, um hussardo … recolhi os dois Alphas e vamos tomar posição.

A informação não foi uma total surpresa e Mark, de dentro de seu capacete sorriu.

“- Senhores, todos ouviram Lady Sarah. Vamos ser rápidos e limpos. Tentem não causar baixas embora eu saiba que eles não terão o mesmo cuidado. Vamos fazer como no treinamento” - automaticamente todos verificaram suas armas, níveis de bateria e seus transmissores em uma sequência exata e treinada.

Stronger posicionou-se de frente para a porta, ao lado de Flash. Defender e um dos Alphas postaram-se um de cada lado da porta, enquanto o outro Alpha, aquele que estava com os arquivos, protegia-se atrás de Stronger. Lá fora eram nítidos os movimentos em meio às sombras da madrugada. O PEM ainda deixava as luzes externas inoperantes. Mas Mark sabia que logo eles poderiam ver tudo lá fora.

Stronger conhecia bem os procedimentos da Brigada para casos como esses e eles iriam se valer dos protocolos como um relógio. Ele ia repetindo em pensamento – ligar as luzes, dar ultimato, esperar resposta e finalmente invadir. Se eles usassem desse procedimento seria claro que eles não tinham ideia com quem estavam lidando. E foi exatamente assim que tudo começou a acontecer.

Os faróis dos veículos acenderam iluminando tudo. Embora a intenção, além de iluminar, fosse de ofuscar quem estivesse lá dentro, isso de nada interferia na capacidade de enxergar dos exoesqueletos. De algum alto-falante o chefe da operação deu um ultimato - “saiam com as mãos para cima!”. Eles realmente ignoravam com quem estavam lidando. Isso era música para os ouvidos de Mark.

“- Ok!” - A voz de Sarah indicava que ela estava em posição.

Com as luzes ajudando a enxergar o lado de fora Mark teve a confirmação da posição de forças da Brigada Ligeira Estelar. Ele conhecia o 'manual' como a palma de sua mão e já previa uma situação como aquela. Antes de cada missão ele, como líder de campo, tem a responsabilidade de preparar todo o roteiro da missão e as estratégias de entrada, execução e saída.

“- Formação quatro!” - informou Mark com calma pelo comunicador - “em 3, 2, 1... vai, vai, vai!

A posição dos membros da Brigada era básico. Dois veículos munidos de armas pesadas bloqueando parcialmente a área do portão, enquanto o hussardo, um pouco mais atrás, para uso em último caso. Os homens se dividiam entre as laterais da porta, dois de cada lado, quatro na frente da porta para invadir, e o resto espalhado atrás dos veículos. Essa era uma formação básica para enfrentar um grupo de simples terroristas. Mas os Skulls não eram terroristas tampouco simples.

Com a ordem do líder dada todos acionam seus exoesqueletos para o combate. Mark, com seu Stronger, direciona energia apenas com a mente para acionar uma das tantas habilidades especiais de seu exoesqueleto, aumentado em muitas vezes a sua força para braços e pernas. Ele inicia uma corrida não extremamente rápida mas poderosa o suficiente para destroçar a porta como um carro desgovernado jogando os quatro soldados para longe. Mas ele não parou, continuando diretamente para um dos veículos estacionados. Antes que ele atingisse o alvo Flash passa zunindo por Stronger, imperceptível por todos, menos pelos sensores de seu colegas.

Tão logo Stronger destruiu a porta Mikail acionou uma das habilidades de seu exo e partiu veloz e camuflado em uma fração de segundos rumo ao seu alvo – o hussardo. Quando ele freou aos pés do enorme robô pode ser percebido pelo seu piloto. Mikail ainda se deu ao desplante de acenar para o piloto antes de acionar sua surpresinha – uma granada magnética com um dispositivo PEM preparado para a assinatura daquele tipo de máquina. O hussardo ficou inoperante antes mesmo de Mark usar suas duas mãos como uma gigantesca marreta sobre o capô de um dos veículos fazendo-o lançar-se no ar, jogando seus tripulantes para o ar. O veículo virou no ar caindo de cabeça para baixo.

A ação foi tão rápida e inesperada que pegou todos de surpresa.. “São eles!!!” - o grito de terror veio de alguém que percebeu o erro de não terem notado à tempo quem estavam realmente enfrentando.

Com essa investida inicial o elemento surpresa passou para os Skulls que sabiam muito bem como aproveitá-lo. Defender e Paul, com sua armadura de Alpha, saíram pela porta e atingiram com seus teasers facilmente os quatro operativos que estavam boaquiabertos do lado de fora. Kubber, com seu pesado exoesqueleto, acertou seus dois primeiros alvos provocando a reação de alguns soldados que estavam próximos dos veículos. Eram cinco munidos de espadas e pistolas que partiram para cima dele.

Kubber largou a pistola teaser e antes mesmo dela tocar o solo ele já tinha sacado mais duas de suportes em suas pernas. Um dos operativos lhe deu um tiro que pegou em cheio em seu peito fazendo o desviando o projétil para o alto, enquanto um segundo investiu com a espada que partiu-se me duas ao acertar seu flanco. Defender não se abalou com os ataques contra ele usando as pistolas em cada um de seus atacantes. Eram pistolas de pequeno calibre que ele disparou com exatidão nas pernas deles e em pontos exatos para não serem fatais. Essas eram as ordens e ele não costumava falhar. Antes mesmo dos dois soldados caírem Kubber os agarrou pelo uniforme e jogou-os de encontro aos seus outros colegas que avançavam, desequilibrando-os.

Eles não chegaram a cais, mas foi tempo suficiente para Defender engatilhar sua pistola leve e desferir dois disparos no ombro de outros dois deles. Enquanto caiam Kubber jogou-se para frente, por entre os alvos alvejados e girou o corpo parando, de joelhos, rente ao corpo do quinto operativo que parecia apavorado, desferindo, por fim, um murro em seu queixo. Cinco no chão.

Pela retaguarda Sarah deixou a segurança dos disparos de longa distância e passou a investir em um combate quase que corpo-a-corpo. Ela era uma exímia lutadora, além de contar com a habilidade especial de seu traje. Enquanto ela desferia golpes dos muitos estilos de luta marcial que aprendera nas ruas ela disparava sua pistola especialmente munida de uma munição especial direcionando as balas conforme sua vontade. Era um verdadeiro ballet sua luta mesclado com os movimentos que literalmente direcionavam seus projéteis para onde desejava.

Lady Sarah correu para o primeiro grupo de soldados, cinco no total, e escorrendo passou por dois deles derrubando-os. Os outros tentaram em vão atingi-la, mas ela habilmente se esquivou dos golpes enquanto derrubava um terceiro. Com sua pistola em uma das mãos ela ela disparou duas ou três vezes para pontos aleatórios e com alguns movimentos dançados ela redirecionou os projéteis para os verdadeiros alvos – as pernas dos dois soldados ainda de pé. Logo atrás dela Reny e Abby lutavam facilmente com alguns soldados, não tantos quanto Sarah era capaz, mas igualmente eficientes.

Do veículo que sobrou alguns disparos de uma arma de grosso calibre foi efetuado diretamente contra Stronger, quase o derrubando pela força do impacto, mas ainda assim sem causar dano aparente. Quando Mark se virou para descobrir quem o atingira, os dois soldados que manejavam o armamento saltaram do veículo ainda à tempo de escapar do impacto que quase partiu-o em dois.

Defender mantinha-se escoltando o Alpha com os dados hackeados enquanto se direcionavam para para o portão acompanhado de Paul. Depois de mais uma volta correndo e tantos outros operativos derrubados, Flash postou-se na retaguarda para qualquer imprevisto. À frente Stronger era alvejado pelas últimas forças de oposição ainda de pé – cinco apenas – mas Sarah fez as honras jogando-se por entre eles e em apenas alguns movimentos derrubou quatro deles e fez um disparo para o ar. O homem que sobrara de pé achou que ela havia desperdiçado um disparo, mas ela apenas deu um sorriso maroto e uma piscadela de canto de olho e com um movimento da mão fez o projétil realizar uma curva no ar logo antes de sair do alcance de seu traje e voltar, atingindo-o no ombro.

“- Eu nunca erro meu querido!” - ela sussurrou para o operativo no chão.

Com sua roupa apertada de vinil negro ela esticou os braços em um espreguiçado despreocupado e se virou para Mark esperando as próximas ordens.

“- Relatório!” - ele disse ainda sem se mover de sua posição.

“- Todos os operativos desabilitados, nenhuma baixa!” - respondeu Mikail.

“- Perfeito... vamos para o ponto de extração!

“- O que vamos comer hoje?” - perguntou Sarah.

“- Eu prefiro aquele boteco perto da doca sete” - respondeu Paul.

“- Aquilo é um lixo!” - retrucou Sarah

“- Calma aí... gosto da comida de lá!

“- Ok... você é um lixo também!” - respondeu Mikail.

E todos riram enquanto sumiam na escuridão da madrugada, sem produzir qualquer som.


[Nota: lançamento para esta semana] 

Mais cards de Battle Scenes - Múltiplas Identidades

Mais cards de Battle Scenes - Múltiplas Identidades

Mais alguns cards de Battle Scenes – Múltiplas Identidades foram apresentados. Realmente estamos nos tempos dos spoilers. O lançamento oficial será no final do mês com os torneios que acontecerão por todo o Brasil.






por Também foi apresentada a terceira carta promo, "Treinamento Intenso", com uma incrível imagem de Punhos de Ferro.


Mais páginas do D&D 5E Starter Set

Mais páginas do D&D 5E Starter Set 

Muitos spoilers foram apresentados neste final de semana sobre o Starter Set de D&D 5E. Hoje temos muitas páginas para mostrar, inclusive a ficha de um ladrão e novidades sobre halfings. Para completar temos uma lista de mágicas.... E você, está muito ansioso??








domingo, 29 de junho de 2014

Seriados na Confraria: vazou o episódio piloto de Constantine

Seriados na Confraria
Vazou também o piloto de Constantine

Depois de ter vazado o episódio piloto de Flash, agora foi a vez de vazar o episódio piloto de Constantine, que estreará pelo canal NBC dia 24 de outubro. A surpresa foi tão grande quanto do vazamento do episódio piloto de Flash e nos faz pensar se realmente esses vazamentos foram acidentais. Eu apostaria em uma estratégia de marketing para os produtores sentirem a receptividade dos fãs.

John Constantine, interpretado por Matt Ryan, é um detetive e conhecedor de ocultismo que lida com demônios e toda a sorte de seres sobrenaturais. Ele é criação de Alan Moore, Steve Bissette e Jamie Delano para o mundo dos quadrinhos. A estréia da série está marcada para 24 de outubro.

Procure nos grandes sites de compartilhamento!!!


sábado, 28 de junho de 2014

M15, nova série básica de Magic, ganha spoilers


M15, de Magic, ganha spoilers

Como acontece todos os anos estamos nos aproximando do lançamento de mais uma coleção básica de Magic – M15. Serão 269 cartas que chegarão às lojas em final de julho. Confiram alguns spoilers da série que, como sempre, deverá ser bárbara!!!




Tirinhas Batsuman, ano Um em financiamento coletivo


Acompanho o Batsuman desde que tive contato com a galera do Lobo Limão na Multiverso ComicCon de 2013, aqui em Porto Alegre. Conhecendo o site li as primeiras tirinhas e virou um vício (assim como todo o material deles).


Batsuman, de Yoshi, é uma versão hilária do universo de Batman com piadas que você não precisa ser um batmaníaco para entender, mas se for terão ainda mais sentido. Robin, Alfred, Gordon e todos os vilões aparecem pelas tirinhas em ótimos e engraçados momentos.



Agora, com a Cartase, todos têm a grande possibilidade de ajudar nesse projeto e ter o seu exemplar na prateleira (além de muitos brindes). O valor esperado é de R$ 10 mil reais com muitas opções de participação. Acabei me demorando para a divulgação mas ainda restam 15 dias e a meta está quase atingida... Corra e garanta o seu!!!



sexta-feira, 27 de junho de 2014

Barulhinho Bom ...os podcasts da semana


Vamos começar uma nova seção na Confraria de Arton – Barulhinho BomNesta seção eu irei indicar os podcasts mais legais e interessantes que eu escutei na semana. Não sei ao certo a periodicidade, mas pretendo postá-lo toda a sexta-feira. Como meus amigos mais próximos já sabem eu adoro escutar podcasts dos mais variados tipos o tempo todo. Então por que não compartilhar isso com todos... além de que isso ajuda na divulgação desses ótimos site e blogs. Justamente para divulgação dos sites e blogs é que eu não colocarei aqui os podcasts em si, mas o direcionarei para as páginas de origem para que todos conheçam os seus ótimos trabalhos.

Essa ideia não é nova e à alguns anos eu até postei uma ou duas vezes sugestões, mas agora será regular. Eu já posto e indico alguns videocasts de sites e blogs que curto muito como o Pipoca e Nanquim, então nada mais natural que avance isso para os podcasts, cada vez mais inserido em nosso dia a dia.

Daí vocês podem me perguntar: ok, mas não serão somente podcasts sobre RPG? A resposta é ‘não’. Embora a Confraria de Arton seja um blog direcionado para o RPG, há muito coisa boa do universo nerd gravitando ao nosso redor e isso não pode ser deixado de lado. Além de que não temos tantos podcasts bons ou relevantes sobre RPG quanto muitos imaginam.

Para esta semana separei quatro ótimos podcasts sobre temas variados...


O Rapaduracast #379, do site Cinema com Rapadura, debate as brigas pelos direitos de imagem entre Disney/Marvel, Fox e Sony para responder a pergunta que todos fazem – por que não temos um filme juntando Vingadores, Homem Aranha e X-Men? Jurandir Filho, Thiago Siqueira e Fábio Barreto desconstroem à fundo muitos mitos e certezas que os fãs têm sobre o assunto e levantam algumas interessantes perspectivas. Este é um podcasts que não perco toda a semana à alguns anos. LINK


O Argcast #143, da Dínamo, vem falando sobre quadrinhos e a Terra Paralela do universo DC. Para quem curte quadrinhos, ou é um curioso, é um podcast imperdível trazendo toda a história da concepção e desenvolvimento daquilo que muitos conhecem como Terra 2. Daniel HDR e Fabiano Silveira comando uma trupe de altíssima qualidade contando com Rogério de Souza, Ivo Kleber e Victor Vaughen. Uma paixão recente e que está me fazendo perder horas e horas com os podcasts antigos em longas maratonas! LINK


O Radiofobia #141, do site de mesmo nome, é uma pérola do mundo nerd. Neste programa em especial ele simplesmente destrincham Star Wars apresentando suas impressões desde seus primeiros contatos com a franquia até suas projeções para os filmes VII, VIII e XIX. Leo Lopes, mestre dos podcats, juntou Vivacqua, Mau Faccio, Fábio Barreto e Nick Ellis. Descubra muitas curiosidades e ouça muitas músicas da franquia ou inspiradas pela franquia. LINK



O Jogador Sonhador #98, do blog lusitano de mesmo nome, a vez é do RPG e ele trás uma podcast muito legal. O tema deste episódio é Primetime Adventures e Ricardo Tavares aproveita que o jogo entrou em um novo financiamento coletivo pelo Kickstart, para sua terceira edição, para apresentá-lo para quem ainda não o conhece e analisá-lo à fundo. Para aqueles que ainda não estão acostumados com o sotaque lusitano não se preocupe, pois em alguns minutos soara como se você já o conhecesse à anos. LINK

Só Pipoca #03 e as novas séries da DC, com a galera do Pipoca e Nanquim


Só Pipoca #03
As novas séries da DC

No videocast Só Pipoca #03, da galera do site Pipoca e Nanquim, temos como tema algo que está deixando muitos fãs de quadrinhos e seriados enlouquecidos – a investida da DC Comics no mundo das séries. Já com o sucesso de Arrow, o que esperar de Constantine, Flash e Gotham? Isso é o que o trio Bruno Zago, Daniel Lopes e Alexandre Callari debatem. Acompanhem e curtam!

Games na Confraria: Plants Vs Zombies


Todos nós em algum momento da vida jogamos um tipo de jogo chamado Tower-defense, mas nenhum deles viciou e fez tanto sucesso quanto o aclamado Plants VS Zombies (PopCAp Games, 2009).
Este simples jogo de defesa de jardim rendeu milhares de vendas, de versões e de paródias ao longo de sua jornada, tendo inclusive versões para os consoles da nova geração.
O modo história do jogo é bem simples e direto - têm zumbis querendo entrar na sua casa para comer teu cérebro e tu utilizas plantas em vários locais para defender sua vida.

Tudo normal, bellsprout atirando bolinhas em zumbis.
A jogabilidade é bem simples, você escolhe as plantas de uma lista pré-selecionada e as utiliza para derrotar as hordas de zumbis que aparecem de tempos em tempos.
A trilha sonora do jogo é muito interessante, mudando de acordo com a parte da casa, da fase ou até mesmo do inimigo em campo.
Os gráficos do jogo são em 2D animado e possuem um traço simples e ao mesmo tempo divertido.

Só acho que faltou as armadilhas aquáticas e mais girassol.
No jogo é apresentado uma longa lista de plantas para proteger o jardim do ataque dos zumbis. Cada uma das plantas tem uma função, algumas são utilizados para abater os inimigos, outros para gerar energia para criação de mais plantas, algumas servem como barreiras e outros têm um efeito retardatário ou devastador. A cada fase vencida se ganha uma planta nova e na fase seguinte aparecem inimigos mais desafiadores.

Pode não parecer, mas conseguir tudo isso, demora um bocado ^^
Existem diversos tipos de zumbis, alguns mais difíceis de acertar ou mais resistentes, mas todos com o mesmo objetivo, devorar o cérebro dos moradores. Cada um dos zumbis tem uma função diferenciada do mesmo modo que as plantas.

Cada zumbi é diferenciado pela sua resistência a danos, velocidade e habilidades especiais tais como: saltar com auxilio de algum aparato, voar, arremessar objetos, invocar outros zumbis, proteções contra dano, esmagamento, escadas ou escudos.
Se não for assim a partida, não tem tanta graça.
Como todo jogo que se preze o “Big Boss” só aparece na última fase do jogo, nenhuma surpresa, algo gigante que só com uma boa estratégia se tem chances de derrotar.
O modo multiplayer existe em quase todas as plataformas, onde um jogador controla as plantas e o outro os zumbis.
As conquistas demoram para serem feitas. Algumas exigem um grau de entrega ao jogo maior que o normal, mas nada impossível de ser feito.

Plantas pedindo água, não se engane, é a primeira coisa que irá fazer.
De alguma maneira, jogos de tower-defense ou similares, sempre tem uma área de compras. Nesta parte do jogo tu podes comprar plantas novas, fazer upgrades em algumas antigas ou comprar itens para o Zen Garden.

Mas em um jogo onde se mata plantas, como se conseguir dinheiro sem ter que ficar jogando o modo campanha o tempo todo =/ ? Eis que o próprio jogo te dá à solução. À medida que se avança no modo campanha, começa a ser desbloqueado os famosos mini-games do jogo. Alguns só irão ser liberados após a conclusão do modo campanha, mas mesmo com a quantidade reduzida, nada que algumas partidas para se arrecadar um bom dinheiro.

Realmente, os preços são inacreditáveis.
Já para os curiosos de plantão (jogo de plantas, plantão, sacaram ^^ ? é eu sei, foi terrível =/) o Zen Garden é onde se gasta quase todo o dinheiro pelo simples fato de tu ganhar plantas e ter que cuidar delas do mesmo modo que na vida real, ou seja, dar água, adubo, spray anti-parasita e músicas, isso sem contar uma árvore que fica te dando algumas dicas a medida que tu a “alimenta”.

Os girassóis brancos são fáceis de pegar, os outros dão trabalho.
Este é um jogo que eu recomendo para pessoas controladas e disciplinadas, por que se forem como eu vão se viciar numa velocidade tão grande que vão deixar de fazer algumas tarefas para continuar jogando, pois não importa quantas vezes se jogue, a diversão nunca termina.

Como não gostar de um girassol cantando?