domingo, 26 de julho de 2009

Na onda do Twitter

A Confraria no Twitter!!!

Nem sempre conseguimos passar imunes pelos mudanças e febres. E a onda do Twitter é mais uma dessas situações. Muita gente tem se rendido ao uso do sistema de micro-notícias para dar prévias, informes, comentários etc. Esta semana mesmo, o Leonel, deu notícias de seu trabalho por ali. Se formos pesquisar um pouco mais encontraremos muita gente do mundo do rpg lá.

Então vamos testar isso! Me cadastrei no Twitter para usá-lo como mais um ponto de contato entre a Confraria - e eu estou me incluindo nisso - e o pessoal do mundo virtual que acompanha nosso trabalho! Vamos ver no que dará....

Quem desejar pode seguir nosso twitter para ficar por dentro das notícias fresquinhas sobre o blog!!!

sábado, 25 de julho de 2009

Reinos de Ferro com novidades

Guia do Mundo dos Reinos de Ferro

A tradução do próximo lançamento da Jambô para o cenário de Reinos de Ferro terminou. Isso foi informado pelo próprio tradutor - Leonel Caldela - em seu Twitter. Isso nos deixa com a certeza de que logo ele estará chegando às prateleiras. A fase de tradução é uma das mais demoradas e cansativas. Com esta etapa ultrapassada falta pouco para os fãs o terem nas mãos. O pessoal da Jambô deve lançar antes do final do ano...

Quando conversei com o Leonel sobre a tradução, ainda no Book Tour do Terceiro Deus, em dezembro passado, ele se mostrava muito entusiasmado com o resultado até aquele momento.

O espediente de informações serem dadas pelo Twitter está virando moda, como disse o Pyromancer nos comentários sobre esta notícia no blog .20. Temos de estar sempre alertas para novidades, agora pelo Twitter também.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Diário de um Escudeiro - 27

Décimo dia de Salizz de 1392

Depois da ótima noite de sono numa cama verdadeiramente confortável, mesmo para um simples escudeiro como eu (e os outros), acordei completamente refeito e pronto para voltar à nossa jornada.

Esta manhã esteve iluminada e divertida. Desde nossa saída da terra-mãe, Namalkah, que não tinha uma tão boa conversa, como as que fiz com os escudeiros e demais serviçais. Nem parece que eles viviam em uma fronteira relativamente instável. Aquela pequena cidade era um oásis de tranqüilidade.

Esta parada foi ótimo para minha mente. Deixei todas as dúvidas e pensamentos obscuros para depois e me preocupei comigo, pelo menos por algumas horas. Tanto que acordei, esta manhã, renovado.

Meu mestre também estava parecendo extremamente satisfeito com esta nossa parada. Ele não entrou em detalhes comigo, mas seu rosto transparecia que havia tido uma noite muito satisfeita, e bem acompanhado. Mesmo pela manhã ele ainda transpirava o odor forte do álcool e luxúria. Seu sorriso largo me garantia que teríamos um bom final de viagem. Eu agradecia em silêncio aos deuses por isso.

Reiniciamos nossa jornada um pouco depois do meio da manhã. Tínhamos pelo menos este dia, e mais dois, até o início da cerimônia de admissão da Ordem da Luz, em Norm. Pelo que Sir Constant declarou, ele era um dos responsáveis por alguma parte da cerimônia, ou algo parecido. Mesmo assim tínhamos tempo mais que suficiente para chegarmos ao nosso destino e meu senhor se mostrava tranqüilo.

O caminho mais seguro seria irmos no sentido oeste até a capital de Bielefeld, Roschfallen, e depois seguirmos direto para Norm. Logo que iniciamos a jornada percebi o porque de considerar este caminho como mais seguro. O fluxo pela estrada era muito grande. Muitas caravanas indo e vindo pela estrada juntamente de suas guardas pessoais. Alguns sectos de um ou outro deus peregrinando pelo território. E muitos cavaleiros, normalmente indo na mesma direção que nós.

Aos poucos íamos agregando novos companheiros à nossa ida para Norm. Quando a tarde foi chegando ao seu final, e nos aproximávamos de Roschfallen, já contávamos com um grupo de pelo menos vinte cavaleiros sustentando os mais variados estandartes, além de muitos cavalariços e escudeiros. Duas ou três carroças completavam nossa fila rumo ao festival.

Quando finalmente vislumbrei os enormes portões encravados nos muros da capital do território dos cavaleiros entendi a grandiosidade que me aguardava. Por mais que meu avô contasse de suas participações neste tipo de cerimônia eu nunca imaginei o tamanho que isto realmente representava. E olhe que nem estamos ainda na cidade de Norm.

Depois de atravessarmos os portões somos presenteados com centenas de bandeiras, flâmulas e estandartes tremulavam em cada telhado, em cada torre. Vermelhos e azuis fortes pintavam toda a parte superior da cidade, realizando um contraste com as residências de madeira e os prédios de alvenaria. As calçadas abarrotadas de sua população com rostos iluminados faziam um contra-ponto às ruas num vai-e-vem de cavalos e cavaleiros em suas armaduras metálico-reluzentes.

Pena que quando chegamos à cidade a luz do sol já estava se escondendo no horizonte e as lamparinas iniciavam seu trabalho. Contudo a impressão que tive foi das mais surpreendentes. Ainda voltarei aqui para conferir cada centímetro desta cidade.

Muitas vezes nem eu me entendo. Tenho uma ligação incrivelmente forte com as coisas da mãe Allihanna. Sempre considerei a natureza e toda a vida por ela criada e protegida como minha casa. Muito dormi ao relento, sobre a relva, tendo as estrelas e o céu por cobertura. Ao mesmo tempo as coisas ligadas à civilização – ao Reinado - me chama muito a atenção. Vivo entre estes dois mundos. Nunca havia percebido este meu lado. Também nunca havia saído de perto das terras da minha família para perceber tal coisa.

Como em Ranthor Gate pernoitamos num dos vários casarões pertencentes à umas das famílias nobres da cidade. Fui muito bem tratado e alimentado. Houve, com certeza, menos festa e alegria que em nossa última noite, mas foi igualmente confortável e prazerosa. Conheci um casal muito simpático de idosos que faz as vias de cozinheiros da ala dos serviçais. Pakhun e Kanni contaram-me que já trabalhavam ali por mais de duas décadas e que seus filhos, provavelmente, continuariam trabalhando ali. Passei uma boa noite por ali conversando e jantando com eles. Me fizeram lembrar da minha família. Quanto tempo faz que saí de casa?

De qualquer forma fizemos uma ótima comemoração entre nós. Como eu haviam pelo menos mais dez escudeiros que serviam à cavaleiros que dormiriam nesta casa, como meu senhor. Eles eram de diferentes idades e tinham igualmente diferentes histórias de vida. Eu era o mais jovem e inexperiente dentre todos e tentei absorver todas as informações que contavam-me. Me senti como um mascote daquele grupo tão alegre, e assim me trataram.

Foram ótimos momentos. Estivemos rindo e comento os ótimos assados, feitos por Kanni, até poucos momentos. Resolvi me recolher para poder escrever em meu diário – algo que tento manter o costume – senão poderia passar toda a noite e madrugada conversando ao redor daquela mesa.

Amanhã sairemos para a última parte de nossa jornada rumo à Norm.

Iniciativa Mutantes e Malfeitores

Aventuras Espaciais
Star Wars - Naves III

6. TIE/in Interceptor

"Your generic TIE grunt is just plain suicidal. And the TIE Defender jockey is bloodthirsty. But the TIE Interceptor pilot, he's suicidal and bloodthirsty. When you see a squad of those maniacs flying your way, you'd better hope your hyperdrive is operational."
- Kyle Katarn


Força: 30
Velocidade: 7 [Vôo 7 (Feito: Manobralidade; Falha: limitado - níveis 6 e 7/somente no espaço)]
Resistência: 6
Tamanho: Grande
Adicionais: Sistema de navegação.
Poderes: Raio 11 [Canhão laser – Extra: Penetrante]

Os caças do modelo TIE (Twin Ion Engine) possuem algumas características bem peculiares em comparando com outros caças da série. Sua grande velocidade e manobralidade são decorrentes do mínimo peso empregado em sua construção. Para esta economia a nave não possui escudos, sistema de suporte de vida e, na maioria dos modelos, não possuem propulsor hiperdrive para atingir a velocidade da luz. Ao mesmo tempo ele tem um decréscimo considerável de velocidade quando na atmosfera.

Existem duas configurações de armamentos para os TIE/in Interceptor. O modelo básico, apresentado aqui, tem quatro canhões laser modelo L-S 9.3. Posteriormente estes caças apresentavam dois canhões laser e quatro canhões blasters. Se desejarem jogar com esta segunda configuração é só modificar o poder Raio acima, para este novo [Raio 11 [Canhão laser – Extra: Penetrante; PA: Raio 8 (Canhão duplo blaster)] com um custo de 34 pontos de poder. No final das contas não há muita diferença, sendo apenas uma questão de preciosismo.

Pontos: 47 – 10 pontos de equipamento

7. TIE/in Starfighter

"Sienar Systems' basic TIE Fighter - a commodity which, after hydrogen and
tupidity, was the most plentiful in the galaxy."
- Corran Horn

Força: 30
Velocidade: 7 [Vôo 7 (Feito: Manobralidade; Falha: limitado - níveis 6 e 7/somente no espaço)]
Resistência: 6
Tamanho: Grande
Adicionais: Sistema de navegação.
Poderes: Raio 7 [Canhão laser L-S 1 – Extra: Penetrante]

Modelo muito semelhante com o TIE/in tem sua principal diferença apenas no menor número de canhões laser. Outra diferença está na existência de alguns exemplares, capturados pelos rebeldes, e modificados para a acoplagem de Astromech Droids.

Em naves capitâneas, tais como um Imperial I da classe Destróier, existem cerca de 50 caças deste tipo, dentre muitos outros.

Pontos: 35 – 7 pontos de equipamento

8. TIE/d Defender

"Imperial High Command decided that defender pilots would only be selected
from TIE interceptor pilots who had flown at least twenty combat
missions and survived. We're either the best pilots in the Imperial fleet or the luckiest."
- Rexler Brath


Força: 30
Velocidade: 9 [Viagem espacial 9]
Resistência: 11
Tamanho: Grande
Adicionais: Sistema de navegação.
Poderes: Campo de Força 5 [Defletores Novaldex – Extra: Impenetrável 2]; Proteção 4 [Titânio – Extra: Impenetrável 1]; Raio 11 [Quatro canhões laser LS – 9.3 – Extra: Penetrante; PA: Armadilha 8 (Raio trator - Falha: Ação/completa; Duração/contínua)]; Raio 7 [Canhão duplo de íons médio NK – 3 - PAD: Nulificar (eletrônicos) 7 (Falha: Alcance/Toque; Extra: Área/explosão)]; Raio 9 [Lançador de torpedos M-g-2 para torpedos de prótons – Feito: Preciso, Crítico aprimorado; Extra: Área/explosão; Falha: Limitado/quatro disparos; Falha: Ação/completa]; Vôo 10 (Feito: Manobralidade; Falha: limitado – níveis 6 à 11/somente no espaço)].

Uma das versões mais velozes da série TIE, é capaz de atingir velocidades até 50% maiores que um X-Wing, no espaço. Além disso, ele é fortemente armado, um verdadeiro assassino do espaço, protegendo sempre as naves capitâneas. Seu casco reforçado com titânio lhe confere uma incrível capacidade de agüentar disparos por um bom tempo, deixando claro o por que de sua denominação de defender, acrescido por dois geradores de deflexão.

Seus canhões laser LS – 9.3 são a versão mais poderosa de laser dentre os caças do Império e dos rebeldes. Além disso, ele ainda possui um canhão duplo para torpedos de íons NK-3 com a função de incapacitar seus adversários e facilitar sua captura com o raio trator. Os torpedos de prótons, para o caso de defesa contra naves de maior porte, encerram a lista de possibilidades de ataque deste esplêndido exemplar.

Pontos: 112 – 23 pontos de equipamento.

Prévia da Jambô

Capa da "Cidadela do Caos"


A Jambô Editora disponibilizou em seu site, nesta quita-feira ainda, a capa do segundo volume da série Fighting Fantasy, "Cidadela do Caos". A arte desta capa é de Patrícia Knevitz e Ricardo Riamonde. O lançamento ainda não está confirmado, mas deve ser para logo. Para versão grande da capa clique aqui!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Notícias do Cinema

Mais Heróis nas Telonas

As novidades vem do universo DC. Ao que parece a editora resolveu recuperar o terreno perdido para Marvel no que diz respeito à adaptações de seus heróis ao cinema - não esquecendo claro de Superman e Batman. A maioria dos projetos tem ligação com a Warner e não possuem previsão de lançamento.

Entre os projetos temos:

Flash: com roteiro de Dan Mazeau e consultoria de Geoff Johns, há boas perspectivas para que este seja um dos primeiros filmes à serem lançados.

Aquaman: sem roteiro definido seá produzido pela companhia de Leonardo DiCaprio.

Bizarro Superman: com roteiro nas mãos de David Howard e Robert Gordon.

Arqueiro Verde: sem definição da história, sendo a sua origem uma das propostas.

Shazam: terá como diretor Peter Segal. O título provisório é "Billy Batson and the Lengend o Shazam"

Outros:
Constantine 2: com produção de Akiva Goldsman e Erwin Stoff. As informações são de que ele seria muito mais violento que sua primeira versão mas não há mais nenhuma confirmação de seu lançamento. Problemas com
o roteiro deixaram o projeto muito dificil de ser realizado.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Festival de Animes

AnimeRS vem aí!


Nos dias 22 e 23 de Agosto acontecerá, em Canoas, próximo de Porto Alegre/RS, a edição do AnimeRS. Por enquanto não temos muitas informações, mas houve a conformação da participação de Wendel Bezerra, o rosto por detrás das vozes do Bob Esponja e Goku. Haverá ainda a participação do CJRS - Conselho Jedi do Rio Grande do Sul.



Muita coisa ainda está por ser confirmada, então é bom ficarem sempre de olho na página oficial do evento!


A Confraria estará por lá, com certeza!!!

Serviço:
AnimeRS - 1ª Edição• 22 e 23 de Agosto de 2009
Das 11:00 às 20:00
Colégio e Faculdade Unilasalle
Av. Victor Barreto, 2288 - No Centro de Canoas, ao lado da Estação Canoas/La Salle do Trensurb
Ingressos antecipados R$8,00* + 1kg de alimento não perecivel**
Na Porta: R$10,00* + 1kg de alimento não perecivel*** + R$2,00 sem o alimento.** Menos sal e açúcar.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Iniciativa Mutantes e Malfeitores

Aventuras Espaciais
Star Wars - Naves II

4. A-Wing [Aurek Tactical Starfighter]

Força: 40
Velocidade: 7 [Viagem espacial 7]
Resistência: 9
Tamanho: Enorme
Adicionais: Sistema de navegação
Poderes: Imunidade 9 [Suporte Vital]; Escudo 5 [Feito: Sutil; Falha: Limitado – apenas descritores energia/laser]; Raio 10 [Canhão duplo pesado Laser] ; Raio 9 [Lançador duplo de torpedos de prótons Arakyd Flex – Feito: Preciso; Extra: área/explosão; Falha: Limitado/doze disparos; Falha: Ação/completa]; Voo 9 [Feito: Manobralidade].


É o caça mais caro do período, não saindo por menos de 360000 créditos (unidade monetária do universo Star Wars). Seu valor é devido à grande velocidade de combate e enorme capacidade de manobralidade tanto na atmosfera, quanto no espaço.

Pontos: 80 - 16 pontos de equipamento

5. Y-Wing

"We're using Y-wings because of their greater firepower.
But they move like a sleepy Hutt, so watch it."
- Luke Skywalker, during the Battle of Kile II

Força: 30
Velocidade: 6 [Viagem espacial 6]
Resistência: 9
Tamanho: Enorme
Adicionais: Sistema de navegação, Capanga
Poderes: Imunidade 9 [Suporte vital]; Escudo 6 [Feito: Sutil; Falha: Limitado: apenas ataques descritor laser/energia; PAD: Campo de Força 2 (Extra: Impenetrável)]; Raio 6 [Canhão Laser leve KX-5]; Raio 7 [Canhão duplo de íons ArMek SW-4 – PAD: Nulificar (eletrônicos) 7 (Falha: Alcance/Toque; Extra: Área/explosão)]; Raio 10 [Lançador duplo de torpedos de prótons Arakyd Flex – Feito: Preciso, Crítico aprimorado; Extra: área/explosão; Falha: Limitado/oito disparos; Falha: Ação/completa]; Vôo 4.

Construto [Feito Capanga 3]: Astromech Droid

FOR 4 (-3) DES 4 (-3) CON - INT 18 (+4) SAB 14 (+2) CAR 12 (+1); Resistência +3; Fortitude - ; Reflexo -3; Vontade +4. Tamanho: pequeno. Ataque -; Dano -; Defesa 2; Esquiva 1; Iniciativa –3. Perícias: Computadores +8, Conhecimento [Educação cívica] +6, Conhecimento [História] +6, Conhecimento [Tecnologia] +6, Conhecimento [Ciências físicas] +6; Desarmar dispositivo +8. Feito: Memória eidética. Poderes: Compreender 2 [Idiomas, Máquinas] (4 pontos); Comunicação 6 [Rádio – Feito: Alcance estendido; PAD: Elo Eletrônico 6 (Falha: Alcance/toque, Limitado: somente com computadores] (9 pontos); Membros adicionais 1 (1 ponto). Pontos: 34 [2 (habilidades) + 5 (salvamento) + 4 (tamanho) + 4 (combate) + 4 (perícias) + 1 (feitos) + 14 (poderes)].

Este bombardeiro foi usado por Luke Skywalker na Batalha de Kille II, mas numa versão reforçada com canhões de partículas. Aqui está apresentada a versão padrão para os caças Y-Wing.

Os Y-Wing são caças mais lentos que outros, mas com um grau de precisão maior para os ataques com seus torpedos devido à baixa velocidade com a qual voa e ao uso do droid acoplado em sua estrutura (modelo R2) ou com a utilização de um armeiro (apenas nos modelos BTL-S3 Y-Wing).

Com escudos de baixa potência - apenas para ataques energéticos – é principalmente utilizado em conjunto com caças rápidos, para sua proteção (A-Wing e X-Wing).

Um de seus principais recursos de ataque são os canhões de íons com capacidade de anular o funcionamento de componentes eletrônicos em um determinado raio. Mesmo tendo capacidade de destruição – embora não seja tão grande assim – seu principal uso é imobilizando naves ou estruturas.

Pontos: 82 – 17 pontos de equipamento

Diário de um Escudeiro - 26

Nono dia de Salizz de 1392

Alcançamos a fronteira ainda antes do meio dia. O Deus Azgher estava alto e seus raios furiosos nos banhavam com calor.

Como saímos junto dos primeiros raios do sol a fome já nos incomodava quando chegamos à fronteira. Uma pequena vila – Ranthor Gate – servia como um posto de controle, já que as relações entre Yuden e Bielefeld nunca foram das melhores.

A vila era simples, mas ao mesmo tempo, impecável. Uma pequena paliçada cercava o aglomerado de casas servindo como proteção, parca, mas firme. Sir Constant explicou-me que as flâmulas e brasões esvoaçantes marcavam quais famílias eram responsáveis pela cidade. Uma pequena guarda composta por um cavaleiro mais velho e alguns soldados rasos fazia o controle de quem entrava no território dos Cavaleiros da Luz pela estrada. Um rápido aceno de meu senhor liberou nossa passagem e entrada na vila.

O povo da vila circulava leve em seus afazeres matutinos se preparando para as refeições do meio-dia. Avançamos por quase uma centena de metros dentro da vila até chegarmos à um prédio que servia como sede da guarda dos cavaleiros na cidade. O grande emblema de Khalmyr pairava sobre a porta de entrada. Meu mestre desceu de sua montaria e entrou na sede por alguns momentos e retornou.

“- Vamos descansar aqui por uma ou duas horas. Estamos bem dentro do horário e chegaremos à Norm no prazo adequado!” – disse meu senhor – “cuide dos cavalos e entre para a refeição” – ele terminou apontando para uma pequena taverna do outro lado da rua e saiu.

Tentei ser o mais rápido possível e corri para a taverna, pois a fome era algo que eu não gostava de sentir. Ainda por cima aquele clima mais leve me deixou esfomeado. Entrei e logo localizei a mesa que meu senhor dividia com outros dois cavaleiros de aspecto muito duvidoso. Achei melhor não importuna-lo e me decidi por realizar a refeição no balcão mesmo. O atendente, que já estava à minha espera por orientação de Sir Constant, serviu-me fartamente com uma série de iguarias das mais saborosas que logo absorvi.

Após a refeição, enquanto aguardava em meu canto, Sir Constant encerrou sua conversa e aproximou-se de mim com um pedaço de papel dobrado nas mãos me indicando a porta. O segui de perto enquanto ele permanecia em silêncio até chegarmos perto dos cavalos.

Ele foi rápido em suas orientações:

“- Preciso que faça uma tarefa urgente. Irá andar por uns três quilômetros de volta pela estrada de onde viemos até encontrar um sinal numa das árvores no caminho. Lá deixará este recado. Dará meia volta e correrá para cá. Temos nosso caminho para seguir.”

Ele fez uma pausa e me passou o papel dobrado.

“- Lembre-se que este recado não é para você. N-ã-o o leia! É uma ordem!”

Subi no meu cavalo e o segui até o portão. Sir Constant aproximou-se da guarda e disse-lhes algumas palavras que liberaram minha passagem. Ele apenas virou-se e retornou para o interior da vila.

Segui suas ordens prontamente e galopei por algum tempo conforme ordenado. Mas minha mente não me deixava em paz. A maldita curiosidade que meu avô sempre disse que era uma dádiva, se não me trouxesse problemas, não me deixava em paz. Minha força de vontade durou apenas o primeiro quilômetro e logo que pude li o que dizia no meu bilhete.

Ele era curto e simples: “Sir Amílcar de Westport. Um dia e meio. Três carroças. Quatro homens.” Era só.
Não entendi nada, mas se era a ordem de meu senhor só me cabia atender.

O resto do percurso foi rápido e tranqüilo. Ao chegar ao lado de um enorme e velho carvalho achei meu sinal – uma flecha cravada em seu tronco com um trapo vermelho atado nela. Junto havia uma pequena bolsa de couro vazia. Usei a lógica e coloquei o pedaço de papel que levava dentro do saquinho e voltei.

Mas algumas coisas me deixaram curioso. Sempre fui bom rastreador, graças à minha criação junto das criaturas da Deusa Allihanna e das belezas da vida natural, que minha terra natal me proporcionou. Percebi muitas marcas de patas de cavalos por perto do carvalho, indicando que havia tido movimentação de três, talvez quatro cavalos, muito pesados. Além disso, o som dos pássaros indicava que essas pessoas estavam à minha espreita ainda. Resolvi não arriscar e nem olhei para trás.

Quando cheguei à Ranthor Gate Sir Constant já me aguardava e logo saímos à caminho de Norm.
Como já disse, quando entramos pela fronteira no território de Yuden, temos a nítida impressão, em certos locais, que o ambiente modifica-se junto com o território. Toda aquela sensação de cinza deu lugar à um ambiente colorido. Verdejantes pastos iam até onde a minha vista alcançava intercalados por alguns grupos de árvores aqui e ali. Até os pássaros pareciam mais alegres.

A estrada, perfeitamente calçada, e impecavelmente indicada por placas, nos dava a clara noção de que entráramos em um ambiente civilizado. Todo o ar modificara-se e nossa respiração parecia mais leve e sem receio. Até o humor de meu senhor estava livre dos pensamentos escuros e baixos.

Sir Constant estava irreconhecidamente feliz. Passou todo o caminho conversando e fazendo piadas. Dei boas risadas naquela tarde. Quase não percebi quando chegamos à Portfeld no final da tarde. Um enorme estandarte com a figura um grande lobo dourado apresentava-se por todos os lados da cidade ao redor do castelo. Fomos escoltados até a entrada do castelo, que meu senhor informou-me pertencer à família Goldwolf.

Um representante do prefeito Andrew Goldwolf nos esperava à porta colocando seus préstimos às ordens de Sir Constant. Fui levado à zona dos cavalariços, onde fui muito bem recebido. Lógico que meu senhor que foi encaminhado para o interior do castelo. Não que eu tenha me incomodado. As coisas foram muito divertidas para mim também – comida, boa conversa, música.

Pena que amanhã já estaremos na estrada novamente. Mas espero que em Norm possamos ficar um pouco mais e descansar um pouco da estrada.

domingo, 19 de julho de 2009

Iniciativa Mutantes e Malfeitores

Aventuras Espaciais
Star Wars - Naves I


1. Falcon Milleniun


"You know, that ship's saved my life quite a few times.
She's the fastest hunk of junk in the galaxy!"
- Lando Calrissian


Força: 50
Velocidade: 8 [Poder: Viagem espacial 8 (Falha: Inconstante)]
Resistência: 18 [Impenetrável +2]
Tamanho: Descomunal
Adicionais: Sistema de navegação, Compartimentos escondidos, Controle remoto
Poderes: Imunidade 9 [suporte vital]; Raio 10 [Canhão energético]; Raio 12 [Torpedos de energia - Extra: Explosão; Falha: Ação – completa, Limitado: 8 disparos; Feito: Teleguiado]; Vôo 6; Campo de Força 5 (Feito: Seletivo; Extra: Impenetrável 2; Falha: Ablativo], Proteção 5 [Extra: Impenetrável 2].



Quem não conhece esta nave? A Falcon Millenium e Han Solo são elementos facilmente lembrados quando falamos na série Star Wars. E não é por menos. Todos os grandes acontecimentos dos últimos três filmes (a série clássica) tem envolvimento deles.

Mas as belezas e curiosidades desta nave não se valem somente disto. Ela é reconhecida no cenário como um dos caças mais rápidos em atividade. Ela era uma nave de nível 0.5 apenas para dobras estelares, mas depois de algumas modificações ‘clandestinas’ ela consegue chegar à nada menos que uma classe 10.0. Infelizmente ela não é confiável, beirando o temperamental [daí a falha inconstante].

Sua resistência também é muito grande, principalmente devido aos escudos defletores (a soma de vários mecanismos) somado às modificações empregadas ao casco. Segunda a história ‘oficial’ de Star Wars, ela foi reforçada na mesma época em que foram criados os compartimentos escondidos para contrabando. De qualquer forma sus proteção, no geral, a protege de forma muito adequada contra disparos diretos de laser. Ela teria uma proteção do nível de uma grande nave imperial conseguindo, inclusive, agüentar de forma precária, um disparo de um Destroier Imperial. Sua proteção não a deixa invulnerável, é claro, mas a permite agüentar um combate até conseguir entrar no hiperespaço e escapar.

Seus armamentos não são tão fortes ou grandes assim, mas podem causar um bom estrago aos adversários. O conjunto é grande e variado. Possui um lançador duplo de torpedos Arakyd ST2 com quatro mísseis de energia cada e um canhão de concussão AX-108, ambos frontais. Os canhões laser [do tipo AG-2G, superior e inferior] podem disparar quando manejados manualmente por dois jogadores, mas também podem ser remotamente usados pelo piloto [com redutor]. Para ambos os canhões energéticos – o AX-108 e o AG-2G – usei o mesmo poder Raio 10.

Pontos: 103 – 21 pontos de equipamento


2. X-Wing

"The Incom T-65 X-wing is the fighter that killed the
Death Star. An almost perfect balance of speed,
maneuverability, and defensive shielding make
it the fighter of choice for Rogue Squadron."
- General Carlist Rieekan



Força: 40
Velocidade: 6 [Poder: Viagem espacial 6]
Resistência: 10
Tamanho: Enorme
Adicionais: Sistema de navegação, Capanga 3.
Poderes: Imunidade 9 [ Suporte vital]; Escudo 5 [Feito: Sutil; Falha: Limitado - apenas ataques descritor energia/laser PAD: Campo de Força 1 (Extra: Impenetrável)]; Raio 9 [Lançador de torpedos de protons Krupx – Feito: Teleguiado; Extra Penetrante 1; Falha: Limitado/6 disparos]; Raio 8 [Canhão laser IX-4]; Vôo ­­6 [Feito: Manobralidade].

Construto [Feito Capanga 3]: Astromech Droid

FOR 4 (-3) DES 4 (-3) CON - INT 18 (+4) SAB 14 (+2) CAR 12 (+1); Resistência +3; Fortitude - ; Reflexo -3; Vontade +4. Tamanho: pequeno. Ataque -; Dano -; Defesa 2; Esquiva 1; Iniciativa –3. Perícias: Computadores +8, Conhecimento [Educação cívica] +6, Conhecimento [História] +6, Conhecimento [Tecnologia] +6, Conhecimento [Ciências físicas] +6; Desarmar dispositivo +8. Feito: Memória eidéica. Poderes: Compreender 2 [Idiomas, Máquinas] (4 pontos); Comunicação 6 [Rádio – Feito: Alcance estendido; PAD: Elo Eletrônico 6 (Falha: Alcance/toque, Limitado: somente com computadores] (9 pontos); Membros adicionais 1 (1 ponto). Pontos: 34 [2 (habilidades) + 5 (salvamento) + 4 (tamanho) + 4 (combate) + 4 (perícias) + 1 (feitos) + 14 (poderes)].

As asas em forma de “X” são inconfundíveis e dão um charme todo especial ao X-Wing. Ele é figura constante em todos os três filmes da série clássica. Num deles Luke destrói a Estrela da Morte no primeiro filme (ou quatro, depende de como contarmos).

Uma de suas principais características é a presença de um robô, acoplado à nave, que auxilia o piloto em algumas tarefas durante as missões, inclusive em reparos de emergência. Eles recebem a denominação de Astromech Droid (robôs no estilo R2-D2).
Pontos: 73 – 15 pontos de equipamento


3. B-Wing

“You're among the best pilots in the galaxy.
You'll have to be if you want to control this starship."
- Admiral Ackbar briefing B-wing pilots prior to the Battle of Endor

Força: 40
Velocidade: 4 [Poder: Viagem espacial 4]
Resistência: 11
Tamanho: Enorme
Adicionais: Sistema de navegação.
Poderes: Imunidade 9 [ Suporte vital]; Campo de força 3 [Feito: Sutil; Extra: Impenetrável 2]; Raio 8 [Triplo canhão de Íons ArMek SW7 – Extra: Área/explosão]; Raio 8 [Canhão pesado laser Gyrhil R-9X]; Raio 10 [Duplo lançador de torpedos de prótons Krupx MG9 – Feito: Preciso; Extra: Área/explosão; Falha: Limitado/dezesseis disparos]; Vôo 5.


Os caças de modelo B-Wing são pesadamente armados, em comparação à outros caças da época. Utilizados para missões de bombardeio (em superfície planetária ou contra naves), tem uma considerável capacidade de destruição em seu lançador duplo de torpedos de prótons. Infelizmente seu grande poderio de fogo contrasta com sua baixa manobralidade e velocidade reduzida em combate, embora tenha a possibilidade de atingir o dobro da velocidade da luz que outros caças dos Rebeldes.

Sua defesa é realizado por escudos defletores potentes, sendo quase que 2 vezes mais fortes do que dos caças X-Wing. Além disso, possui uma proteção extra reforçando sua estrutura.

Existem dois modelos B-Wing, um para um piloto [B-Wing] e outro para um piloto e um atirador [B-Wing/E]. Este modelo apresentado é o modelo de um tripulante. Mas na decisão de ser utilizado o modelo com dois tripulantes, nenhuma modificação é necessária à ficha da nave. Com a utilização do B-Wing/E a pilotagem deve ser realizada apenas pelo piloto, enquanto os disparos devem ser realizados pelo outro tripulante, ou tudo deve ser realizado pelo piloto.

Pontos: 104 – 21 pontos de equipamento
João Eugênio "joaoecb" Brasil

sábado, 18 de julho de 2009

Cenários para Miniaturas

Abram os portões da cidade II

Esta segunda miniatura simula um novo tipo de portão de entrada da cidade. Bem mais simples pode representar um quartel pequeno, ou um parte mais nobre de uma cidade. Facilmente podemos acrescentar à ele muros laterias altos ou baixos - você escolhe. Neste mesmo post estamos dando também um muro simples de tijolos, de tamanho médio, mas bem detalhado.

A montagem do portão é fácil - são apenas três folhas impressas - sendo apenas a parte dos telhados um pouco mais detalhada e necessitando pouco atenção. Já a montagem do muro requer um pouco de atenção e cuidado pois o arquivo é um pouco confuso, mas nada impossível!

Testem e aproveitem!!!

Portão da cidade - Baixe AQUI!
Muro - Baixe AQUI!

Cinema

Harry Potter e o Príncipe Mestiço

Nunca neguei à ninguém que sou um grande fã da série. Lí os livros - não todos é verdade - e vi os filmes até agora. Gosto muito de todo a forma de construção do universo de Potter pela escritora J.K. Howling. O riqueza de detalhes e a veracidade quase palpável dos estereótipos apresentados pela escritora foram o toque de mestre para prender toda a atenção de milhões de pessoas - e não só crianças.

O sexto filme da série, "Harry Potter e o Príncipe Mestiço", tem algumas particularidades próprias à ele. A primeira delas é algo que já deve ter sido notado por muitos. A série tem crescido conforme os personagens. E isso não é só algo dos filmes, pois nos livros isto é muito mais claro. Neste sexto filme os personagens estão quase adultos, e isto é claramente refletido na história. Diferente dos anteriores, este crescimento dos personagens influencia muito pouco no transcorrer do filme como um todo. Não há mistura. Ou melhor, o diretor diretor David Yates e o roteirista Steve Kloves conseguiram deixar esta mistura de tal forma sutil que mesmo existindo, influencia muito pouco o andar da história.

A segunda coisa interessante é que o filme, como o livro, é quase que um prelúdio do que serão os próximos dois filmes. Quando termina o filme temos a mesma sensação de que poderíamos permancer nas poltronas mais umas três horas. O filme transcorre rapidamente, embora tenha um pouco mais de duas horas. Ficamos com tanta curiosidade para as próximas cenas que será uma tortura esperar tanto tempo para o sétimo filme.

A terceira coisa que podemos notar no filme é que todo o filme é todo centrado em cinco personagens - Harry, Rony, Hermione, Gina e Malfoy. Mesmo os professores aparecem pouco durante o filme.

O filme está menos sombrio que o anterior passando um ar mais leve, embora as coisas estejam mais complicadas na estória. As cenas de ação, em muito menor número que no filme anterior, são muito bem filmadas, na dose perfeita entre efeitos especiais e duração.

É um filme na média. Está longe de ser uma obra-prima, mas quem é fã da série sairá satisfeito. Eu adorei!!!