domingo, 14 de dezembro de 2008

Material de Apoio - Arquearia VI

Material de Apoio - Arquearia
por Julioz

Besta III

Besta Grande

Utlizadas pelos besteiros em escaramuças por toda a Europa, era como já se foi dito, a única arma que se comparava ao arco longo em toda a Guerra dos Cem anos. Mas apesar de eficiente, era pouco usada, sendo encontrada apenas em muralhas (podendo estar fixa) e exécitos. Grandes demais e pesadas chegavam a ter de 5kg a 7kg. Necessitavam de dois homens em batalha: um para o manuseio da arma, e outro - chamado pavês -, que portava um escudo enorme e tinha a função de proteger enquanto o outro fazia o processo de recarga.
A recarga se dava atravéz do uso da manivela, que utilizava primariamente o cranequim. Esta peça, consistia em uma roda dentada presa a manivela, fazendo, quando girada, armar a besta. Seu maior problema, era que após o disparo o cranequim deveria ser retirado e inserido novamente, antes da próxima recarga, no fim o quadrelo era inserido na haste, e a besta estava pronta para o disparo. Todo o processo demorava de dois a cinco minutos.
A força exigida para carregar uma besta grande com as mão era muito alta. Com a manivela, o esforço era reduzido a metade, portanto, tornava-se quase obrigatória. Seus disparos alcançavam de duzentos a duzentos e cinquenta metros, superando o arco longo. Em potência, as duas armas se igualavam, sendo capazes de perfurar elmos, cotas de malha, e a grande maioria das armaduras.

Besta de Repetição

Criada pelos chineses, a besta de repetição concistia em uma besta que tinha embutida um compartimento de armazenamento flechas e uma alavanca que ao ser manuseada para frente e para traz, esticava a corda e engatilhava outra flecha; Deixando a arma pronta para o próximo tiro. Nas mãos de um soldado experiente, podia fazer dez disparos por minuto, para então ser recarregada novamente. Sua recarga demorava o dobro de uma besta média, e suportava de sete até dez quadrelos no pente. Contava ainda com duas variantes, mas estas eram pesadas e lentas, muito diferentes do modelo original.

A primeira variação, também vinha da China, mas vinha de um principio diferente. Ao invés de disparar setas repetidamente, fazia disparos simutaneos. Dez quadrelos disparados de uma só vez, lançados a mais de trezentos metros. Era um artificio com locomoção extremamente debilitado, sendo necessarios pelo menos cinco homens para transporta-la. Recarregava-se utilizando mais dois homens - um para fazer mira e recarga, e outro de costas para o chão, fazendo tração com as pernas.

A segunda, foi a tentativa Européia, mas que logo ficou absoleta pelo uso da pólvora. Tinha capacidade reduzida para sete quadrelos, disparando um por vêz. Pesava entre vinte e vinte cinco quilos, disparando em intervalos de dez a quarenta segundos. Infelizmente, tinha pouca tração, e não obtinha danos significativos nas armaduras da época. Sua recarga era vagarosa ao extremo, e a peça enguiçava com muita frequencia. Seu alcance pequeno, chegava a quarenta metros no maximo, sendo apenas utilizada quando o confronto ja era eminente.
Confira também:
Material de Apoio - Arquearia: Bestas II
Material de Apoio - Arquearia: Bestas I

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Reinos de Ferro ganha lançamento

Sem Trégua 3 estás chegando

A jambô Editora está trazendo mais um lançmento para engrossar nossa lista de presentes para o Natal. Na semana que vem será lançado Sem Trégua 3.


Na minha opinião a série Sem Trégua é um dos grandes achados assinados pela Jambô. As edições trazem uma compilação de matérias editadas na revista americana No Quarter, focalizadas especificamente para o público de Reinos de Ferro. As duas primeiras edições foram de uma qualidade muito boa e com um preço muito atrativo.

Muito material é lançado lá fora e em poucas ocasiões nos chegam nas mãos. Além disso a preocupação em traduzir e dar um acabamento de qualidade deve ser aplaudido pois nem sempre se vive apenas de livros de referência sobre cenários.

Na edição 3 do Sem Trégua teremos:
- Informações completas sobre os trollóides, com novos itens e talentos;
- Fichas e descrições de campeões trollóides, pretorianos skorne e muitos outros soldados dos Reinos de Ferro;
- Novas armas e equipamentos, incluindo a espetacular pistola Tempestade de Fogo Radliffe e o destruidor canhão de batalha ogrun;
- O Centurião e o Cruzado, os mais poderosos gigantes-a-vapor de Cygnar e do Protetorado de Menoth;
- Novos Encontros Pendrake, agora com a participação de um certo caçador de monstros...;
- Detalhes sobre masmorras orgoth — os perigos e os tesouros que um grupo de exploradores pode encontrar nesses temíveis lugares;
- Muitas outras informações para trazer novos e emocionantes desafios a seu jogo!

Eu fiz um caminho inverso no cenário dos Reinos de Ferro. Comecei pela trilogia-aventura Fogo das Bruxas (editora Jambô) e foi paixão à primeira vista. Mais tarde adquiri os volumes 1 e 2 do Sem Trégua e fui completamente fisgado. Depois disso, e pela qualidade do material, fui naturalmente levado a ser um amante do cenário.

Sem Trégua 3 tem 64 páginas e está com um valor acessível de R$ 18,90. Aproveite!

Diário de um Escudeiro - 17

Vigésimo sétimo dia de Cyd de 1392.

Meu ombro está quase novo em folha. Já consigo segurar as rédeas sem problema nem esforço demasiado. Nestes dois dias percebi uma coisa importante. Eu poderia ter morrido naquele combate impensado nas portas do templo de Keenn.

Eu, como escudeiro de um verdadeiro cavaleiro de Khalmyr, tenho obrigação de ter um desempenho muito melhor. Preciso estar à altura de meu senhor. Por isso depois de quase quatro dias sem trocar muitas palavras com Sir Constant disse-lhe minha idéia. Ele não mostrou-se lá muito entusiasmado.

“- Gostaria que me ensinasse algo útil para um combate, meu senhor.”

“- A troco de quê?” – devolveu-me a pergunta sem tirar os olhos da estrada.

Eu tive de escolher muito bem as palavras. Já o conhecia um pouco para saber que isto não se daria do nada.

“- O senhor, sendo um grande cavaleiro, como és, merece alguém mais bem preparado para ser seu escudeiro.”
As palavras foram perfeitas. Ele parou o cavalo e olhou-me profundamente. Abriu um sorriso sincero – “é verdade, mereço mesmo, terás de treinar muito”.

Passei o resto do caminho pensando no que viria pela frente.

Estamos chegando ao final do verão que virá com final do mês de Cyd. Por todo o caminho as cores das folhagens ganham cada vez mais tons ocre e amarronzados. A chuva dos últimos dias não deixou de ser um sinal de que o verão dá seus suspiros finais. Mas, ao mesmo tempo, a viajem se torna muito mais agradável e menos desgastante.

No final da tarde encontramos uma estalagem muito movimentada. Estamos à três dias de Gallienn e este parece ser um dos últimos pontos para ter-se uma boa cama e um pouco de comida nova antes da grande cidade. Com uma placa simples e um nome mais simples ainda – ela chamava-se apenas “Estalagem” – ela era o retrato deste povo sóbrio e regrado.

Mas, de qualquer forma, ela era o reduto de uma mescla de pessoas das mais variadas possíveis. Claro que todos os movimentos, dentro e nos arredores da Estalagem, eram cuidadosamente escrutinados por vários milicianos das tropas de Yuden. Mas isso não desanimava as populações estrangeiras.

Estranhei muito, por sinal, essa grande massa de pessoas de fora. Normalmente os estrangeiros tentam ficar longe daqui. E, da mesma forma, os yudeanos são avessos à estrangeiros. Mas há uma razão para isso, que me havia escapado. E é o assunto na maioria das mesas do salão de refeições da estalagem. Daqui a cinco dias será o Dia do Duelo. O dia que marca o início do Outono e o equilíbrio das forças do universo.

Pelo que escutava de meu avô, neste dia, em muitas localidades do Reinado, grandes conflitos e pendengas são resolvidos. É o dia dos grandes combates na Arena em Valkaria e em outras tantas espalhadas por todo o território. E, pelo que se escuta hoje, muitos combates serão resolvidos em Gallienn neste ano. Isso é motivo mais do que suficiente para trazer muitas pessoas para a cidade. Sejam yudeanos, comerciantes ou curiosos, todos direcionam-se para lá, pelo visto.

Já estou em meus aposentos, ou o mais próximo que isto seja de um aposento – um dos vários quartos minúsculos nos fundos da estalagem. Mas, mesmo assim, é quente, seco e tem uma cama.Amanhã será um dia um pouco melhor. Pelo menos o humor de Sir Constant estará melhor já que ele subiu acompanhando de uma das tantas mulheres viajantes que estão neste lugar.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Vampiros no cinema

Vampiros são difíceis de matar - dos anos 70 à Crepúsculo!

Não é de hoje que a temática centralizada em vampiros inunda o imaginário da população em geral. Nas últimas décadas tivemos exemplos de sobra comprovando isso.

Pode-se dizer que a adoração moderna aos vampiros inicia com a grande escritora Anne Rice (foto ao lado) lá no meio da década de setenta. Nesta data ele iniciou o que seria conhecido como o maior acervo de aventuras e personagens centralizados nas criaturas da noite sugadoras de sangue. Mesmo chegando ao Brasil somente nos anos oitenta, Rice começou a doutrinar uma enormidade de fãs bem antes disso. Sua primeira obra, "Entrevista com o Vampiros" (1976) nos brindou com Lestat, que virou sinônimo até hoje do que é ser um vampiro. Depois vieram quase uma dezena de obras encadeadas num único enredo nos proporcionando muitas horas agradáveis. São nada mais nada menos do que trinta anos de obras baseadas nestas figuras conhidos como Crônicas Vampirescas.

A década de oitenta mostrou a chegada dos Vampiros às telonas. Mesmo num cinema ainda pobre (claro que baseado nas produções atuais) em efeitos especiais a produção "Garotos Perdidos" (Lost Boys, 1987) fez um sucesso considerável. Até hoje muitos lembram da versão da música tema "People are strange" (obra original dos The Doors) tocada pelo Echo and Bunnyman.


Mas a década de auge foi, com certeza, os anos noventa. Já de início, em 1991, um sujeito desconhecido chamado Mark Rein Hagen lançou "Vampiro, a Máscara" (editora Devir) e de uma hora para a outro criou um dos mais aclamados estilos de rpg - o Mundo das Trevas.
De desconhecido à celebridade Hagen inaugurou (ou somente troxe à tona novamente) quase que um estilo de vida. Dezenas de livros de referência nasceram baseados nele além de muitos obras literárias (lançadas pela Devir).

No cinema "Drácula", de Bran Stoker, inaugurou aquela década (1992) com uma obra oscarizada e que levou multidões às salas de projeção. Mas a adaptação de "Entrevista com o Vampiro" (1994) tomou de vez os fãs. Com atores que estavam em grande momento frente ao público jovem - como Tom Cruise, Brad Pitt e Antônio Banderas - nada mais foi feito, pelo menos de qualidade, por muito tempo. Toda a dor e depressão de ser um imortal cai em nossa frente quebrando aquela a máscara ilusória de seres ou malévolos ou sanguinários. Aprendemos que eles eram humanos transformados em vampiros, mas ainda humanos.

E o tempo passou. Quase dez anos passaram. Levou todo este tempo para que algo de novo surgisse. E surgiu.

Em 2005 uma autora relativamente nova publicou "Crepúsculo" (Twilight). De obra despretenciosa à bestceller do momento, Stephenie Meyer entrou para o seleto grupo dos autores adorados e idolatrados inaugurando a mais nova saga de criaturas da noite - informalmente chamada de série Twilight. Já foram lançados "Lua Nova" (New Moon, 2006), "Eclipse" e "Amanhecer". No Brasil o terceiro volume da série chega em 15 de janeiro de 2009. Na Feiro do Livro de Porto Alegre deste ano os dois primeiros volumes da série foram campeões de venda, comprovando o interesse do público em geral sobre o tema. No mundo já foram mais de 25 milhões de exemplares vendidos, e no Brasil mais de 220 mil (entre as duas obras).

Para brindar este novíssimo sucesso de Stephenie Meyer está chegando às telonas do Brasil a adaptação de "Crepúsculo". O filme, que estréia por aqui no dia 19 de dezembro, já traz números impressionantes. A produção que gastou 37 milhões arrecadou apenas nos primeiros dias de apresentação 35 milhões nos Estados Unidos, tornando-se a estréia mais bem sucedida do ano batendo fortes concorrentes tais como Indiana Jones e Batman. Mesmo sendo o estúdio independente - Summit Entertainment - o resultado final foi considerado por críticos como plenamente satisfatório. Outra a grande preocupação era com o fiel público dos livros. A diretora teve a preocupação de manter a produção o mais fiel possível ás obras literárias.

A história do Crepúsculo mostra o relacionamento de Isabella Swan, uma humana de dezessete anos que muda-se para uma cidade interiorana, e conhece o jovem Edward Cullen, um vampiro com uma centena de anos mas com aparência de um jovem de, também, dezessete anos. Por estre a relação dos dois muito luta, intriga e romance.


A diretora é Catherine Hardwicke ("Aos 13') que fez, segundo os críticos, um bom trabalho. No elenco Kristen Stewart (Isabelle, trabalhou em "Jumper"), Robert Pattinson (Edward - ele interpretou o personagem Cedrico em "Harry Potter e o Cálice de Fogo"), Cam Gigandet (James), Taylos Lautner (Jacob Black) e Peter Facinelli (Carlisle Cullen).

Material de Apoio - Navegação 12

Material de Apoio - Navegação


Armamentos dos Piratas II

ARMAS DE FOGO

As armas de fogo foram uma grande marca na vida tanto de piratas, quanto de outro tipos de marujos oficiais. Durante muito tempo elas não tiveram uma condição de disputa na preferência dos marinherios sempre perdendo para as armas brancas. Sua utilização não era tão complicada, mas seus resultados nem sempre foram confiantes - recargar e pontaria. A maioria dos piradas confiava muito mais no fio de suas lâminas. Mas mesmo assim carregar uma ou duas pistolas junto ao seu cinto trazia algum glamour.

MOSQUETE: Foi uma das primeiras armas de fogo a ter uma relativa condição de mira e alcance (atingia até 220 metros). Eram muito longos e pesados sendo úteis apenas antes de abordarem o navio adversário. Por isso mesmo não eram populares entre os piratas.


MOSQUETÃO: era uma versão menor do mosquete – uma arma de fogo ancestral do rifle. Possui pouco alcance e baixa possibilidade de acerto. Era eficiente apenas em curtas distâncias. No caso de abordagens tornava-se eficiente, pois tinham um grande número de oponente espremidos num convés.


BLUNDERBUSS: muito parecido com o mosquetão no que tange ao alcance, mas bem menor em comprimento, sua vantagem estava no seu disparo que abrangia uma grande área devido a sua embocadura larga. Podia ser carregado com bolas de aço – munição comum – e até mesmo pregos e vidro. Era mortal de curta distância quase sempre atingindo mais de um alvo num único disparo. Sua maior desvantagem estava no tempo gasto para recarga. Normalmente o pirata se valia dele uma única vez por combate, ou no início para ganhar certa vantagem, ou durante a luta num momento de apuro.


FLINTLOCK PISTOL: a arma favorita dos piratas por ser pequena e muito leve. Era ideal para defesa pessoal num combate no convés do navio inimigo. É uma arma de tiro único recarregável pela boca do cano. Pela sua demora de recarga os piratas preferiam usar até quatro destas pistolas presas em seus cintos ao invés de ter o trabalho de recarregá-las. Barba Negra, por exemplo, era conhecido por carregar seis pistolas, e Bartolomeu Roberts era conhecido por suas quatro pistolas.

Vale lembrar que todos estes armamentos não eram exclusividades da pirataria. navios oficiais também usavam eles. A diferença está em que em navios piratas não existem padrão. Todo e qualquer armamento que eles conseguissem era utilizado. Enquanto que em navios oficiais existia o armamento padrão utilizado por todos os marujos.

Artigos anteriores deste tema:
Armamentos dos Piratas - Armas brancas

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores - Capitão América

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores
CAPITÃO AMÉRICA - Steve Rogers
  

"Eu acredito no sonho americano.
Mas isso... isso é um pesadelo!"

Nível de Poder: 13

HABILIDADES
FOR 22/10 (+6/0) DES 22/10 (+6/0) CON 20/9 (+5/-1) INT 14 (+2) SAB 16 (+3) CAR 16 (+3)

SALVAMENTO
Resistência +12; Fortitude +12; Reflexo +9; Vontade +8

COMBATE
Ataque +10, +12 [escudo]; Agarrar +16;  Dano 6 [desarmado], 14 [ golpe/escudo]; Defesa +12; Esquiva +8; Iniciativa +10.

PERÍCIAS
Acrobacia 3 (+9), Arte da Fuga 2 (+8), Computadores 1 (+3), Conhecimento [Tática] 8 (+10), Conhecimento [Educação civil] 5 (+7), Diplomacia 6 (+9), Escalar 1 (+7), Furtividade 1 (+7), Idiomas 5 (+5) [Inglês (nativa), alemão, francês, russo, espanhol], Intuir intenção 2 (+5), Investigar 4 (+6), Notar 2 (+5), Obter informação 2 (+5), Sobrevivência 2 (+5).

FEITOS
Ação em movimento, Agarrar aprimorado, Alvo esquivo, Armação, Arremessar aprimorado, Ataque atordoante, Ataque dominó 2, Atropelar rápido, Avaliação, Bem informado, Benefício (Autorização de Segurança), Contatos, Defesa aprimorada 2, Desarmar aprimorado, Duro de matar, Especialização em ataque 2 (arremesso do escudo/Golpe); Evasão, Foco em esquiva 2, Iniciativa aprimorada, Inspirar, Interpor-se, Liderança, Maestria em arremesso 3, Plano genial, Presença aterradora, Rolamento defensivo, Tiro preciso, Trabalho em equipe.

PODERES
Repertório Soro do Supersoldado 13 [Extra: Amplo]
Base: Força Ampliada 12 [Dinâmico]
PA: Constituição Ampliada 11 [Dinâmico]
PA: Destreza Ampliada 12 [Dinâmico]
PA: Imunidade 7 [Envelhecimento, Fadiga, Frio, Calor]
PA: Super-velocidade 1 [Dinâmico – Feito: Ataque rápido]
PA: Super-força 2 [Dinâmico]
PA: Proteção 7 [Dinâmico]

Dispositivo 7 - Escudo de Vibranium (Fácil de Perder - Feito: Bloqueio aprimorado) - Deflexão 10 (todos os ataques à distância); Golpe 8 (Feito: Arremessado 2, Pujante, Preciso, Ricochete 4)

PONTOS: 180

15 (habilidades) + 15 (salvamentos) + 44 (combate) + 11 (perícias) + 34 (feitos) + 61 (poderes)

Ficha em PDF


sábado, 6 de dezembro de 2008

Novidades no Cinema

Algumas fotos de X-men Origens: Wolverine

O grande lançamento do cinema para 2009, para os amantes dos quadrinhos de heróis, será com toda a certeza X-men Origens: Wolverine. Na contagem regressiva para sua estréia em 1º de Maio do ano que vem, a 20th Century Fox apresentou algumas fotos da produção.


Como já dito em postagens anteriores, o filme centralizado em Wolverine apresentará a vida de Wolverine até um pouco antes de ingressar nos X-men. Um dos panos de fundo centrais, e que nos quadrinhos já rendeu boas histórias, será a participação de Logan na Segunda Guerra Mundial. Neste período muitos outros personagens conhecidos faziam parte das relações de Wolverine, a aparecerão no filme. Entre eles teremos Dente-de-Sabre, Deadpool e Maverick.



No filme teremos também todos os acontecimentos em torno dos experimentos científicos que recobriram o esqueleto de logan com um metal inquebrável - o adamantium.

Outra sensação do filme é que outro grande e carismático personagem da Marvel, e integrante do grupo de mutantes, aparecerá - Gambit. A foto foi apresentada pela revista americana Empire Online Sua interpretação caberá à Taylor Kitsch. Ator relativamente novo - atuando no cinema desde 2006 - mas realmente dando os ares do herói. Seus três filmes em que já atuou foram "O Pacto" (2006), "Serpentes à Bordo" (2006) e "Todas Contra John" (2006).


O trailler de X-men Origens: Wolverine será apresnetado na estréia de "O dia en que a Terra parou", com Keanu Reeves e Jennifer Connely, em 12 de dezembro próximo.

No elenco temos: Hugh Jackman (Wolverine), Liev Schreiber (Dentes-de-Sabre), Ryan Reynolds (Deadpool), Will.i.am (John Wraith), Danny Huston (William Stryker), Dominic Monaghan (Bico), Daniel Henney (Agente Zero/Maverick), Lynn Collins (Silver Fox) e Taylor Kitsch (Gambit).

Material de Apoio - Arquearia V

Material de Apoio - Arquearia
por Julioz

Besta II

Besta Pequena

Utilizada como uma antecessora da pistola de pólvora, foi projetada para medir a distância do antebraço de seu portador, tendo como fator marcante a possibilidade de ser ocultada facilmente. As duas hastes laterais, aonde a corda era presa, fechavam-se, possibilitando à besta ser escondida em mangas ou mantos. Mas só sendo possivel transporta-la descarregada.

Atingia altos preços no mercado graças a qualidade empregada nas peças, que tinham tamanho reduzido e a mesma potência de um exemplar maior. Sua munição era também, especialmente pequena, portanto mais cara. Sua recarga era executada sem alavanca, com o uso de uma das mãos. (o uso de luvas era obrigatório) Podia ser anexada ao antebraço, por fivelas na altura do pulso e um pouco abaixo do cotovelo. Nessa forma, o gatilho ficava na parte superior da coronha, sendo acionado com o braço livre.

Existem poucos registros sobre tal peça, mas estes afirmam que era usada quase que exclusivamente por assassinos.


Besta Média ou Comum

A segunda variação, tida como média, foi usada mais amplamente, tanto na caça, por nobres e camponeses, quanto por milicianos e autoridades da lei nas cidades medievais. Empunhava-se com as duas mãos, tanto para mira quanto para a recarga.

Uma besta tinha ser rapida ou potente, mas nunca as duas coisas ao mesmo tempo. A média, tentava ser o equilibrio entre as duas coisas. Tinha um bom alcançe, e em comparação a grande, podia ser recarregada mais rapidamente. Existiam versões a manivela (será explicada melhor em “Bestas Grandes”) e as simples.


As simples, eram versões sem manivela, ou acionadas por puxada. Nesse esquema, um pequeno arco de ferro ficava na parte da frente da coronha, onde o besteiro teria de colocar um dos pés para prender a arma ao solo. Em seguida, com uma ou duas das mãos, deveria segurar a corda e a puxa-la para cima, na direção contraria, até parte traseira da coronha. As pulseiras com ganchos eram utilizadas para esse tipo de arma, mais exigiam alguma pratica, tornando as luvas a opção tradicionalmente adotada.

Observações:

A munição só devia ser colocada na besta, após a corda estar presa pelo gatilho, e a arma nunca deveria ser disparada sem setas, com o risco de rompimento da corda, ou mesmo a quebra das hastes que a seguravam.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Programe-se!

Noite de autógrafos para "O Terceiro Deus"

A Jambô Editora promoverá uma noite de autógrafos para brindar o lançamento do terceiro livro de Leonel Caldela encerrando a trilogia ambientada no cenário de Tormenta. Este evento, que acontecerá em Porto Alegre, inaugurará o Book Tour do Terceiro Deus. O Book Tour levará Caldela para autografar em várias cidades do Brasil a partir de janeiro.


A iniciativa da Jambô é louvável. Não podemos esquecer que a obra de Caldela mostra que é possível sim produzir obras baseadas em rpg (e afins) e ter sucesso, além de uma grande inserção no mercado editorial. O segundo elemento positivo é apresentar os novos talentos (e nem tão novos assim) como um estímulo para uma enorme gama de novos autores que muitas vezes precisam apenas de um estímulo para ingressar no mercado.

A Sessão de autógrafos acontecerá no dia 12 de dezembro, às 20 horas, na Livraria Cultura no Bourbon Shopping Country (Av. Túlio de Rose, 80, Porto Alegre, RS). Com certeza estarei por lá para prestigiá-los - Leonel e Jambô.... esperem por fotos!!!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Romance

Por mares nunca antes navegados
Parte 2 - A aventura inicia -
João Eugênio Córdova Brasil

VII. Novo tripulante

Os homens são suscetíveis ao meio que os rodeia. Qualquer novidade, qualquer combate, qualquer cor afeta-os de alguma forma. E com os tripulantes do Gaivota pateada não foi diferente. Um dia havia se passado desde que encontraram a primeira vila deste novo continente, muito embora estivesse destruída. E as novidades não acabaram por aí. Outros piratas, violência desmedida e morte.
Tudo os afeta.

- Há quanto tempo está aqui? - raramente Syan subia na cesta, no refúgio de Slocun. E mais raramente ainda Syan tinha tido a oportunidade de ver seu capitão e amigo tão deprimido.

- Não muito, eu acho, não sei ao certo.

- Já vamos comer....nos acompanha?

- Estou com fome mesmo. Já é hora do almoço. Nem percebi que havia ficado tanto tempo aqui.

- Jantar! Vamos jantar! Você ficou aqui o dia todo, meu caro. O problema daquele menino o afetou muito pelo visto.

- Talvez.

- O que quiseste dizer naquele dia? - Syan pegou Sclocun de surpresa com a pergunta.

- Do que está falando amigo....que dia? - a surpresa simulada de Slocun, na tentativa de desconversar, foi claramente frustrada. Mas deixou claro que não estava à vontade falando no assunto.

- Embora te considere um ótimo amigo não conheço quase nada do seu passado e acho que algo do que aconteceu lançou-te em lembranças enterradas à muito. Tenho uma certa facilidade em perceber as coisas. Deve ser uma dádiva de meu Deus....ou uma maldição, ainda não sei....

- Existem cavernas escuras em todas as almas. Daquele tipo que depois que conseguimos encontrar a saída, até a superfície, juramos nunca mais retornar - disse Joshua entre suspiros. E o assunto terminou ali mesmo.

Mais um dia se passou.

- Como você se sente? - as palavras de Slocun tornavam-se mais profundas quando aliadas ao seu olhar, terno mas firme.

- Lhe devo minha vida, senhor - o garoto tentava recostar-se com dificuldade na cabeceira da cama improvisada nos aposentos de Syan.

- Sou um pirata, não um assassino frio. Não o deixaria naquela situação sem fazer nada. A vida do mar não combina com chacinas. Qual seu nome?

- Horen...e os outros? Mais alguém sobreviveu? Havia uma mulher comigo... - o sobressalto parecia ter tirado o rapaz de um pesadelo e o jogado na realidade. Os olhos esbugalhados corroboravam o terror que sentia.

- Havia mais três contigo na cabana. E os três sobreviveram, mas ainda estão adormecidos. Graças aos cuidados mágicos que Syan aplicou-lhes a dor não os aflige enquanto estão convalescendo.

- Quero vê-los - não era apenas um pedido, era uma sentença ganhando ares de ordem.

Slocun tinha de concordar. O garoto não era comum. Tinha um porte, uma presença diferente das pessoas comuns. Algo marcante. Possuía aquele tipo de presença que todos notam e admiram - “e isto deve ter irritado muito aquele touro meio homem”.

- E se eu disser que não - murmurou Joshua com aquele sorrisinho típico e debochado.

- Terei de achar o caminho sozinho... com ou sem ajuda - e foi levantando como dava.

- Você não vai a lugar algum garoto... - e o capitão fez uma breve e irritante pausa - ... sem as muletas meu caro senhorzinho.

O rapaz agarrou-as à contra gosto e num salto parou de pé para, em seguida, tombar de volta à cama. A rapidez do movimento deixou-o zonzo. Os ferimentos aliados ao balançar do navio facilitaram em muito a perda do equilíbrio.

Constrangido, mas com um olhar um pouco mais humilde, olhou para o capitão balbuciando - Acho que tenho de ir com um pouco mais de calma, não é?

- Seria prudente. Dê-me o braço que eu ajudo.

- Ora, ora...nosso passarinho quer bater as asas e voar - Syan surgiu do nada, como sempre. Sua forma exoticamente estranha assustaria, se não fosse tão hilária.

Rapidamente puxou o rapaz para perto e abriu-lhe os olhos com seus dedos, olhando atentamente. Em seguida, quase sem dar tempo ao rapaz de aprumar o olhar, abriu-lhe a boca enfiando-lhe uma espátula sobre a língua. O rapaz permanecia atordoado, terminando por cair mais uma vez sentado na cama.

- Este é Syan. E se deve a vida à alguém com certeza é a ele. Como ele está amigo?

- Quase novo em folha. Vão dar uma voltinha? - Syan continuava com um olhar curioso para o rapaz.

- Vamos visitar os nossos outros hóspedes. Vamos garoto. Quanto antes irmos melhor. Assim poderá voltar ao repouso - abriu a porta indicando-lhe o caminho.


__________ o O o __________



Era um dia frio e nublado. O vento forte garantiria uma considerável velocidade à embarcação, não estivessem as velas sendo utilizadas à metade de seu número. Slocun não tinha certeza do que fazer ou para onde ir ainda.


Queria um certo tempo para pensar ou pelo menos saber o que havia acontecido dois dias atrás.

Haviam ficado na ilha de Kumbach o suficiente para conseguir pegar os suprimentos necessários e zarpar. Os piratas que enfrentaram não estavam sozinhos, com certeza. E muito provavelmente logo estariam sendo procurados. Slocun queria manter o efeito surpresa.

Mas mesmo à baixa velocidade, o balançar resultante do mar agitado já era mais que o suficiente para desequilibrar o garoto enfermo. Mesmo assim ele conseguia mover-se quase normalmente - se é que com duas muletas pode-se mover normalmente. Slocun percebia que o garoto conhecia sobre a vivência do mar.

Desceram um lance de escadas e percorreram um curto corredor. Fizeram o caminho em silêncio. Pararam em frente a uma porta e Slocun empurrou-a de leve, abrindo-a sem muita resistência. Era um cômodo pequeno - como todos dentro de um navio. Haviam pequenas camas armadas em forma de beliches. Três delas estavam ocupadas por três mulheres - uma velha e duas bem mais novas.

O rapaz estava parado no mesmo lugar analisando a cena cuidadosamente. Olhou mulher por mulher com todo o cuidado. Olhos firmes e impassíveis.

Olhou de início as mais novas. A primeira estava na puberdade e era claramente humana. Não possuía traços de animal algum. Era a menos machucada das três. Possuía apenas alguns cortes, num dos braços, aplicados por alguma navalha afiada e de forma cuidadosa. Não eram cortes de luta, mas cortes feitos por um torturador aplicado. Seu rosto estava razoavelmente esfolado e com alguns hematomas. Pelo menos um soco certeiro recebera em sua face. Estava dormindo magicamente porque Syan havia detectado nela algumas costelas quebradas. Sua recuperação seria mais rápida assim.

A segunda moça era irmã, ou possuía algum parentesco com a menor, visto que a semelhança era enorme entre elas. Seu estado estava um pouco pior. Havia sido espancada e os machucados generalizados pelo corpo corroboravam com está idéia. Além de alguns ossos quebrados os pulsos estavam muito marcados. Quando foi encontrada dentro da cabana estava dependurada por eles há muito tempo.

Mas a terceira, e mais velha, ganhou uma atenção mais demorada do garoto. Era ela também a mais debilitada. Pelo que Syan percebeu com seu estado é que havia sido, junto com o garoto, o alvo principal dos torturadores. Ela possuía marcas de chicotadas nas costas e queimaduras nos braços feitos com ferro em brasa. Seu flagelo foi longo. Havia perdido muito sangue e um dos olhos. Sua aparência calma enquanto deitada ali, na frente do rapaz, em nada parecia com o estado em que estava quando encontrada na ilha.

- Vocês os mataram? - a voz parecia não sair de sua boca. A única alteração no rapaz era um aumento da respiração. As inspirações tornaram-se mais profundas. As expirações mais longas.

- Eles pagaram da forma devida, posso garantir.

- Ótimo.

Sem dizer nada o rapaz virou-se e começou o percurso de volta. Slocun percebia que o garoto fora afetado pela visão. Mesmo estando naquele inferno ele deve ter ficado boa parte do tempo desacordado. Mesmo assim ele tentava manter a aparência de forte. Voltou sem ajuda.


__________ o O o __________

Duas canecas fumegantes cruzavam o estreito e escuro corredor do primeiro nível do Gaivota Prateada. O aroma de café era inebriante. Na outra extremidade delas estava o Capitão. Joshua Slocun. Neste dois últimos dias, desde que enfrentaram os piratas na ilha de Kumbach, ele houvera sido muito aplicado nos cuidados ao jovem Horen, desde que este despertou. A tripulação já havia percebido isto, mas ninguém se atrevia a questiona-lo o porque.

Já havia passado da meia-noite mas Slocun sabia que o garoto estaria acordado. Ele tinha certeza disso.
Duas batidas secas na cabine de Syan seguidas de sons de movimentação vindas de dentro. A porta entreabriu e Slocun enfiou uma das canecas para dentro.

- Café? - pergunta Joshua.

- Como adivinhou, ou o nobre Capitão também é um adivinho da Altiva?

- Adivinho não, mas alguém que está acostumado a virar muitas noites sem dormir. E neste caso nada melhor do que café. Temos de conversar!

A cabine estava fracamente iluminada graças à chama de uma vela que balançava em seu suporte. Sua movimentação gerava contornos fantasmagóricos em todos os objetos dentro do aposento.

O rapaz retornou para sua cama e Slocun acomodou-se em uma cadeira junto da escrivaninha. Mantiveram-se em silêncio por alguns goles.

- Pode não ser ainda o momento certo, mas temos de conversar sério Horen.

- Nunca haverá um momento apropriado para isso capitão.

- Preciso saber no que me meti. Sei que haverá um preço pela minha intromissão e tenho toda uma tripulação sob minha responsabilidade.

Horen tomou um longo gole como que tentando que o café despertasse suas lembranças. Olhar fixo no horizonte.


- O Corvo. Não sei seu nome verdadeiro, mas todos o chamam assim, da mesma forma que sua embarcação.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Material de Apoio - Navegação 11

Material de Apoio - Navegação


Armamentos dos Piratas

Os piratas, devido a sua atividade, tinham afinidade com um grande número de armamentos. Sua vida era lutar, e sua sobrevivência dependia disso. Como saqueadores do mar se utilizavam de todos os meios possíveis para alcançarem o butim.

Os armamentos dos navios piratas podem ser divididos em dois distintos grupo. O primeiro deles era composto por todo e qualquer armamento utilizado pelo pirata de forma individual – facas, espadas, pistolas etc. O segundo era composto pelos armamentos da embarcação – canhões e arpões. Primeiramente vamos abordar os armamentos individuais.

Todo o pirata que se prezava dava muita importância para o combate corpo a corpo. Sua vida de aventuras e emoção não poderia se restringir a um descarregar de canhões contra um adversário. A história nos narra muitas passagens que contam que muitas vezes os canhões eram utilizados mais para amedrontar os inimigos ou para a embarcação adversária para que pudessem ter a emoção do combate propriamente dito.

Seu empenho e sabor pelo combate nos brindou com muitas estórias – e muitas delas reais – sobre grandes espadachins e fervorosos combatentes. Na fantasia, assim como na realidade, os personagens piratas são extremamente ágeis e hábeis com suas armas de mão (e até com as pistolas e mosquetes).

ARMAS BRANCAS

ESPADAS PEQUENAS (também chamada de estoque): existia uma infinidade de tipos e modelos de espadas entre os piratas. Mas alguns modelos eram mais comuns que outros, principalmente no que diz respeito à zonas. Nas Europa, por exemplo, as mais comuns, era as espadas de tamanho pequeno (ou smallsword). Não era a preferida dos combates quando da abordagem de navios adversários por ser pouco resistente. Mas mesmo assim eram largamente utilizadas. Possuíam uma boa proteção para a mão da guarda que ajudava para estocadas.

CUTLASS (ou cutelo): era, quem sabe, a arma mais comum nas cinturas dos piratas e a preferida em duelos. Ela foi inventada – se é que podemos dizer isto – pelos bucaneros. Ela possui uma lâmina de fio em ambos os lados e levemente curva. Era muito forte – por ter uma lâmina grossa – podendo corta carne ou osso (esperem pelo material de apoio sobre espadas que sairá em breve) ou até mesmo madeira. Por não ser muito longa era ideal para uso nas abordagens para o combate corpo-a-corpo.

RAPIER (ou espadim): este foi outro armamento de lâmina que encontrou grande sucesso entre os piratas. Foi usada e popularizada até o final do século XVII, sendo substituída, aos poucos pela smallsword. Era uma lâmina esguia e muitas vezes feita sob medida. Muito difícil de se manusear devido a sua fragilidade e leveza, mas ideal para golpes de perfuração. Era a arma preferida para abordagens antes do advento do cutlass e da hegemonia da smallsword. Sua principal característica estava na empunhadura ricamente ornamentada. O Rapier típico tem entre um metro e um emtro e meio de lâmina com uma largura de não mais de dois centímetros e meio.


SABRE: era uma espada de uso comum com uma lâmina ligeiramente curvada e com fio na área convexa.



ADAGAS: não muito diferentes de um canivete longo dos tempos de hoje. Eram muito leves e fáceis de se manusear, embora não tivessem muita eficácia de forma ofensiva. Em contrapartida eram muito utilizadas para defesa sendo empunhada na mão oposta à da lâmina grande.


MACHADO: comum e popular em navios ela era usada com a mesma freqüência da cutlass pela tripulação. Eram usados para ataques, para os piratas se segurarem no casco do navio e subirem até o convés ou para cortarem as cordas de sustentação do velame ou para abrir portas. Possuíam um cabo longo – cerca de três palmos – e uma estrutura metálica relativamente pequena, embora fosse muito forte e resistente. Sua utilização em ataques corpo-a-corpo era muito temida pelos adversários.


Sua utilização em combate consistia em uma movimentação rápida do machado impossibilitando um contra-ataque do oponente. A eficiência do machado consistia em ser letal se atingisse o adversário ou extremamente útil inutilizando a espada adversária, se a atingisse. Versões menores de machados podiam ser utilizadas da mesma forma que uma faca como elemento de defesa, juntamente com a espada.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores: Deadpool [Wade Wilson]

Arquivo de Fichas – Mutantes e Malfeitores
DEADPOOL [Wade Wilson]
Ficha 017


“Ei... aqui está uma ideia... que tal eu te matar?”

Nível de Poder: 10

HABILIDADES
FOR 16 (+3) DES 20 (+5) CON 20 (+5) INT 14 (+2) SAB 14 (+2) CAR 12 (+1)

SALVAMENTOS
Resistência +5; Fortitude +10; Reflexo +11; Vontade +5.

COMBATE
Ataque +10, +14 [arma de fogo]; Dano +3 [desarmado], +6 [katana], +4 [submetralhadora], +4 [pistola pesada], +5 [granada/explosão]; Defesa +12; Esquiva +6; Iniciativa +9.

PERÍCIAS
Acrobacia 5 (+10), Arte da fuga 5 (+10), Blefar 8 (+9), Conhecimento [Manha] 8 (+10), Conhecimento [Tática] 6 (+8), Desarmar dispositivo 4 (+6), Dirigir 2 (+7), Escalar 5 (+8), Furtividade 5 (+10), Idiomas 7 (+7) [Inglês nativo, espanhol, japonês, alemão e outras três], Intuir intenção 4 (+6), Investigar 4 (+6), Notar 6 (+8), Prestidigitação 3 (+8), Procurar 4 (+6).

FEITOS
Ação em movimento, Alvo esquivo, Arremessar aprimorado, Ataque atordoante, Ataque defensivo, Ataque dominó 2, Ataque furtivo, Blefe acrobático, Contatos, De pé, Derrubar aprimorado, Desarmar aprimorado, Distrair, Durão, Equipamento 12, Esconder-se à plena vista, Evasão 2, Especialização em ataque [Pistola pesada] 2, Iniciativa aprimorada, Luta no chão, Prender arma, Rolamento defensivo, Saque rápido 3, Tolerância, Zombar.

PODERES
Regeneração 12 (Machucado 2, Ferido 4, Desabilitado1, Ressurreição 3 – Feito: Crescimento de membro, Persistente)

Imunidade 9 [Suporte vital]

Dispositivo [teleportador no cinto] 2 (Fácil de Perder - Teleporte 3 - Feito: Fácil; Falha: Curta distância)

EQUIPAMENTO
Katana x2 (dano +3, crítico 19-20, desc/corte); Submetralhadora [dano +4, crítico 20, desc/balístico, automático]; Pistola Pesada x2 [dano +4, crítico 20, desc/balístico]; Granadas; Indutor de imagem (Ilusão 5 (Extra: Ação +1; Falha: Limitado/apenas a própria imagem).

Pontos: 179
36 (habilidades) + 12 (salvamentos) + 44 (combate) + 19 (perícias) + 41 (feitos) + 27 (poderes)

Ficha em PDF (2 versões)

    

Nota
Versão clássica do personagem antes do All-New, All-Different Marvel