domingo, 13 de julho de 2014

Seriados na Confraria: trailer da nova temporada de Doctor Who


Seriados na Confraria
Trailer da nova temporada de Doctor Who

Para aqueles que perderam o trailer completo da nova temporada de Doctor Who aproveitem e assistam. Quando ele foi lançado apenas o postei na página do Facebook (faltou aqui!). A estréia será dia 23 de agosto, com a estréia de Peter Capaldi (“World War Z”) assumindo o papel do Doctor.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Seriados na Confraria: novo seriado de fantasia - Shannara

Seriados na Confraria
Novo seriado de fantasia chegando - Shannara

Nova série de fantasia chegando pessoal. O canal MTV está produzindo “Shannara”, baseado nos livros de Terry Brooks (com 25 livros lançados entre 1977e 2013). A criação do seriado, de Jon Favreau (“Homem de Ferro”), e com roteiro da dupla de Smallville Al Gough e Miles Millas, mostra um planeta Terra repleto de seres fantasioso – elfos, demônios e fadas, entre outros.



Neste mundo os demônios foram aprisionados pelos elfos, mas com o preço de quase drenar todo o poder mágico dessa raça. Inicialmente havia a intenção que a obra de Terry Brooks fosse lançado em filme pela Warner, que detinha os direitos (isso por volta de 2007). Como o projeto não foi levado adiante, os direitos foram repassados para a Soner Entertainment em 2012, que se começou a produzir o seriado para o canal MTV. O seriado começará mostrando o segundo livro da série, “The Elfstones of Shannara” e ainda não tem data confirmada de estréia.

Nova raça para D&D 5E

Tiefling em D&D 5E

Uma nova raça do novo D&D 5E Players Handbook foi apresentada hoje – Tiefling!!! Leia e digam o que acharam!?


Clique na imagem para ampliá-la


Videocast 186 da Pipoca e Nanquim sobre Game of Thrones


Videocast 186 da Pipoca e Nanquim
Game of Thrones - 4ª temporada

Como de costume temos aqui o tradicional videocast da galera da Pipoca e Nanquim. Nesta edição 186 o tema é a quarta temporada de Game of Thrones, encerrada recentemente. O trio Alexandre Callari, Bruno Zago e Daniel Lopes conversam divertidamente sobre suas impressões ao longo desta temporada. Não espere uma conversa pedante. O papo deles está mais para uma conversa numa mesa enquanto tomam um cafezinho, e por isso mesmo nos imaginamos sentados ali, juntos.

Seriados na Confraria: trailer australiano de The Strain


Seriados na Confraria
Trailer australiano de The Strain

Trailer apresentado na Austrália mostra algumas cenas novas de The Strain, seriado de Guilhermo del Toro. A nova série mostra uma epidemia que transforma os infectado em uma espécie de vampiros. A estréia será dia 30 de julho, pelo canal FX.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Chega Holy Avenger Volume 3 da Jambô

Chega o terceiro volume de Holy Avenger


E o terceiro volume de Holy Avenger entrou em pré-venda pela editora Jambô. Um dos ícones do mundo dos mangás nacionais uniu os quadrinhos com a temática do RPG num muito bem sucedido projeto que durou muito tempo e criou uma legião de fãs. Faça sua reserva e garanta o seu na loja da editora. Veja abaixo a chamada da editora em seu site:

O Paladino é o maior herói de Arton. Ou não?

A busca de Lisandra para despertar o Paladino já teve consequências trágicas. A druida chora a morte de sua melhor amiga enquanto sente sua deusa se distanciando. Pode o amor causar tanto sofrimento? Mesmo questionando sua missão, Lisandra segue.

Sandro, Tork e Anne procuram por Lisandra. Envolvem-se com grandes aventureiros do Reinado e descobrem mais sobre a conspiração divina que envolve os Rubis da Virtude.

Enquanto isso, o Paladino reúne seus antigos companheiros para resolver assuntos pendentes do passado. Mas eles são mesmo companheiros… Ou são prisioneiros? Quem ousará questionar a justiça do mais poderoso guerreiro sagrado?


Esta é a terceira parte de Holy Avenger, um épico de fantasia que ultrapassou 800 páginas e está entre os quadrinhos nacionais mais amados de todos os tempos! Com roteiro de Marcelo Cassaro (Turma da Mônica Jovem) e arte de Erica Awano (World of Warcraft), a saga está de volta, agora em edição definitiva.

Seriados na Confraria: The Walking Dead ganha primeira cena da nova temporada


Seriados na Confraria
Primeira cena da nova temporada de
The Walking Dead

Saiu a primeira cena da quinta temporada de The Walking Dead com estréia marcada para outubro deste ano. Na cena temos Carol e Tyreese fugindo pelo mato com o bebê, filha de Rick, quando encontram um grande grupo de zumbis. Quem está ansioso?


domingo, 6 de julho de 2014

Masmorra de Dados, novo boardgame de dungeons está chegando


Jogo Masmorra de Dados
está chegando

Um dos principais papéis de um blog de RPG é promover novidades e boas idéias do mundo deste incrível hobby. À cada dia recebemos emails ou encontramos postagens sobre novas idéias, suplementos, livros e aventuras que muitos ainda não conhecem e é nosso papel apresentá-los. E este é o caso de Masmorra de Dados, criação de Daniel Alves, Eurico Neto, Patrick Matheus, pela Histeria Games e Taberna do Dragão.

Masmorra de Dados é um boardgame que mostra um grupo de aventureiros (de 2 à 4 jogadores) percorrendo uma dungeon, enfrentando seus perigos e ganhando riquezas e experiência. Mas não pense que é um jogo cooperativo apenas, onde os espólios e a glória serão divididos e todos saírão vencedores. O grupo enfrenta seus perigos em conjunto e mais ou menos de forma cooperativa, mas ao final teremos apenas um vencedor. E aí, meus amigos, está todo o atrativo.

Com o preview do manual em mãos, disponibilizado na fanpage do jogo neste final de semana para avaliação de todos, consegui ter uma melhor noção do que se tratava este boardgame. Ele muito me agradou por três motivos básicos que prezo – velocidade, mecânica e desafio.

Aparentemente, pelo manual, o jogo parece ser relativamente rápido. Este não um ponto crucial com muitos jogos de longa duração que são sensacionais, mas jogos mais rápidos possibilitam que possamos realizar mais partidas em um determinado período, o que também é ótimo.


Segundo o manual o jogo possui uma dinâmica simples com regras que embora elaboradas não são difíceis de serem memorizar depois de uma ou duas partidas. Ao mesmo tempo as regras em si são em pouca quantidade sendo boa parte das questões resolvidas pelos próprios dados e cartas que fazem parte do material do jogo. As grandes sacadas do jogo são a troca de papel de mestre entre os jogadores durante a partida e o caráter aleatório das dungeons.

O jogo acontece em um dungeon de dois andares onde a quantidade de salas (ambientes) varia conforme a quantidade de jogadores. Essas salas estão na forma de cartões embaralhados tal qual cartas e que são sorteados em momentos específicos. Cada uma dessas salas pode ser um simples ambiente vazio, uma sala com armadilha, uma sala com tesouros ou uma sala repleta de monstros, entre outras. Cada jogador, à sua vez, comprar uma sala e a coloca em uma posição, à sua escolha, na mesa, e enfrenta seus desafios. Assim vamos construindo a dungeon que todo o grupo percorrerá.





A grande sacada deste game é que à cada rodada cada um dos jogadores faz os seus movimentos e jogadas para seu personagem e, logo depois, assume o papel do mestre, fazendo as jogadas e movimentos dos monstros. Lembrem que o jogo é aparentemente cooperativo, saindo vencedor aquele que mais pontuar em experiência ou que permanecer vivo no final. Aqui começa o verdadeiro desafio, quando as dificuldades serão arquitetadas por seus colegas de mesa quando ocupando o papel do mestre. Somando este elemento à aleatoriedade da constrição da dungeon temos em mãos um jogo de grande variação estrutural e ótima possibilidade de diversão. Assim o ponto preponderante neste jogo é a estratégia em três níveis – como aventureiro, avançando para conseguir mais experiência e ultrapassando os perigos; como mestre, causando o maior número de dificuldades para os adversários; e como grupo, percebendo como e quando cooperar como se fossem um verdadeiro grupo.

Todas as ações são realizadas conforme dados customizados em relação à fichas de seus personagens (4 fichas pré-determinadas). Sejam movimentos, ações ou combate, para tudo temos dados. Além disso, temos uma grande variedade de cartas determinando efeitos de armadilhas, objetos, tesouros ou outra coisa qualquer.





Somamos à tudo isso uma arte de muito bom goste, simples mas significativa, sem rebuscados em exagero, e que ilustra muito bem o conceito do jogo. O jogo conta com:

- 50 cartas de jogo ( cartas de habilidade, cartas de tesouro, cartas guia, carta de Mestre da masmorra)
- 20 moedas
- 4 cubos plásticos (marcadores de XP)
- 38 placas de salas da masmorra (1sala inicial, 1 escada do segundo nível, 20[12/8] salas para 2 ou mais jogadores, 8[4/4] salas para 3 ou mais jogadores e 8[4/4] salas para 4 ou mais jogadores. [primeiro nível/segundo nível]
- 4 fichas de personagem
- 22 dados
- Livro de Regras


Com todos esses elementos fica claro o motivo pelo qual ele me agradou tanto. Embora ainda não o tenha jogado pude perceber todo o seu potencial e das possibilidades vindouras com futuras expansões, além, é claro, da imaginação dos fãs que sempre estão prontos para criar coisas novas e adaptar seus jogos preferidos.

O jogo entrará em financiamento coletivo pelo Cartase nos primeiros dias de agosto já contando com expansões como prêmios para metas atingidas. Prevejo um sucesso garantido. Quando estiver com o meu em mãos lançaremos uma nova resenha mais detalhada!


Enquanto isso... a Confraria de Arton recomenda!!!

Cinema na Confraria: alguns comerciais de Planeta dos Macacos 2 - o confronto


Cinema na Confraria
Alguns comerciais de
Planeta dos Macacos 2 - o confronto

Para quem aguarda a estréia de “Planeta dos Macacos 2 – o confronto”, dia 24 de julho, aqui vão algumas propagandas destinadas à televisão pelo mundo. O filme é o segunda da nova franquia e se passa alguns anos depois do primeiro filme. No elenco Gary Oldman, Andy Serkis, Judy Greer, Keri Russel, Kodi Smit-McPhee, Toby Kebbel e Enrique Murciano. Na direção Matt Reeves (“Cloverfield”).







sexta-feira, 4 de julho de 2014

Resenha: The Last Ship - um mundo devastado por um vírus


Resenha: The Last Ship
- um mundo devastado por um vírus -

Estamos em uma época do ano em que temos muitos seriados novos estreando e outros, que já estrearam, já estão quase em sua parada de meio de temporada. E estamos tendo ótimas surpresas este anos, como no caso de “The Last Ship”.

Logo que assisti o primeiro teaser deste seriado fui fisgado e comecei a apostar muito nele. Ele estreou recentemente pelo canal TNT (nos Estados Unidos) e já teve dois episódios apresentados e posso dizer que realmente não me enganei.

Sempre gostei de temas relacionados momentos apocalípticos. Sejam zumbis, crises climáticas e ou guerras destruidoras, o tema ‘fim do mundo’ sempre me atraiu. Mas para realmente me atrair tem de ser bem feito, e The Last Ship é um ótimo exemplo disso.

A premissa do seriado é simples e logo no primeiro episódio já temos uma clara noção disso. Uma pandemia mortal está assolando o planeta e a única chance de se chegar à uma cura está no navio USS Nathan James e em sua tripulação. O comandante Tom Chandler, interpretado por Eric Dane (“Idas e Vindas do Amor”) é o típico líder carismático, mas conhecedor de suas responsabilidades. Ele tem o respeito de sua tripulação e encontra no capitão Mike Slattery, interpretado por Adan Baldwin (“Chuck”), seu braço direito no comando e amigo. Eles estão em uma missão aparentemente simples de auxiliar e escoltar o trabalho de uma pesquisadora do Centro de Controle de Doenças, a doutora Rachel Scott, interpertada por Rhona Mitra (“Lost”), na aquisição de amostras de aves no pólo norte.


Durante o período da missão, de algumas semanas, eles estão incomunicáveis e alheios de qualquer acontecimento no mundo até que um incidente estranho acontece. A equipe de pesquisa é atacada por helicópteros russos em um sério incidente armado que quase lhes custa algumas vidas. Conforme eles tentam contato com o governo americano eles recebem a notícia de que o mundo está passando por uma grave crise onde bilhões já pereceram devido à um vírus mortal. A nova ordem é de fazer de tudo para levar a doutora para um laboratório segura em uma base americana. Eles são confrontados com uma realidade inimaginável onde praticamente não existem mais governos e ordem instituída e à cada dia milhares e milhares de novas mortes acontecem.

A doutora e sua equipe eram os únicos que sabiam do que acontecia, pois estava pesquisando justamente uma cura para esta epidemia que já se sabia ser eminente à alguns meses.

Gostei muito do enredo do seriado. Uma pandemia é algo muito mais próximo da realidade do que outros perigos. Embora seja fã de zumbis, algo mais próximo da realidade nos causa um temor diferente, um medo palpável que transferimos para os personagens em suas ações.

O seriado se sustenta sobre dois arcos que se apresentam muito bem. A tripulação tem de sobreviver em um ambiente completamente hostil tendo um navio como casa e precisando travar ferozes combates (com direito até mesmo à mísseis balísticos) por combustível e alimento. O segundo arco principal está relacionado à necessidade de percorrer todo o mundo atrás de coisas que auxiliem na pesquisa da doutora Rachel por uma cura. Paralelo à isso temos os arcos menores que se baseiam na tensão da relação de tantas pessoas confinadas em um mesmo ambiente, ao mesmo tempo que travam seus dramas pessoais sem saber como estão seu familiares em meio ao caos.


A estrutura dos episódios, pelo menos com base nesses dois primeiros, é o clássico vilão da semana, que em The Last Ship se traduz por problema da semana. Mas isso não diminui em nada a qualidade desses dois primeiros episódios, pois a pegada deles foi frenética. Ação, com certeza, não será um elemento poupado nele. Os combates e sequências de ação são empolgantes, deixando o espectador dentro de um clima de suspense na medida certa.

O elenco é muito amplo, mas o maior destaque está com os produtores Maichel Bay (“Transformers”), Tony Mark (“Ultraviolleta”) e Todd Arnow (“Principe dos Mares” e “Battleship”). No rol de diretores temos o renomado John Mostow (“Exterminador do Futuro 3” e “U-571”), dirigindo o episódio piloto “Phase Six” e Jack Brender (“Lost” e “Under the Dome”) dirigindo o episódio Welcome to Gitmo”). No total essa primeira temporada contará com 10 episódios.

Eu o recomendo para todos que gostam do tema... todo o domingo, no TNT (americano), às 21hs.



Guia Avançado de Classes para Pathfinder - preview da classe warpriest

Guia Avançado de Classes para Pathfinder
- Preview da classe Warpriest -

Hoje veremos mais uma nova classe e um personagem que a representa, ambos do Pathfinder Advanced Class Guide – a classe Warpriest e personagem icônico Oloch.

Warpriest 
Muitos anos atrás, havia planos para uma classe paladino de personagens de qualquer alinhamento. Infelizmente, as limitações da classe e suas muitas habilidades baseadas em alinhamento tornou um desafio demasiado para caber nas páginas da época. Felizmente, o Advanced Calss Guide nos deu a oportunidade de revisitar a idéia na forma do Warpriest.

Misturando os poderes do lutador e do clérigo, o warpriest é uma classe que permite representar os ideais de sua divindade, apoiando-a com aço frio e duro. A classe tinha 6 níveis de conjuração divina, combinados com habilidades chamadas bênçãos que funcionam como domínios, mas garante combate focado em habilidades. Parecia uma mistura perfeita, mas a primeira versão da classe que levamos à playtest não passou muito bem. Os poderes e habilidades, como inicialmente foi concebido, não deram ao jogador a capacidade marcial suficiente para começar o trabalho. Ele tinha alguma conjuração e algumas das habilidades de combate, mas os dois simplesmente não funcionam bem juntos, como inicialmente falamos. Felizmente, na 2ª rodada do playtest, fizemos certo (ou talvez um pouco certo demais). Nós adicionamos uma habilidade chamada fervor que permite que o warpriest canalizar a energia para curar seus aliados semelhante a um paladino impondo as mãos, mas também pode ser gasto para fazer o warpriest lançar magias como uma ação rápida, desde que essa magia tenha só o warpriest como alvo. Também mudamos uma habilidade chamada Arma sagrado, que permite que o warpriest designe uma arma (ou a arma predileta de sua divindade) e use essa arma para maior efeito, aumentando os danos e bônus de ataque.

Infelizmente, isso causou um pouco de problema. A classe ficou um boa  demais.
A segunda rodada de playtest mostrou-nos alguns dados muito interessantes. Todo mundo parecia apaixonado pela classe, que é boa, mas nossas pesquisas também nos mostraram que a classe estava agora no topo da curva de potência. Após uma série de playtests internos, ficou claro que atacar com o bônus de ataque total de um lutador, combinado com algumas magias fez da classe um rolo compressor. Desde que nós realmente gostamos dele como a mecânica de fervor trabalhou, as regras sagradas de armas tinham que mudar. Arma Sagrado ainda aumenta o dano das armas e ainda pode ser usado para conceder habilidades especiais para a arma, mas não aumenta o bônus de ataque do warpriest quando se utiliza a arma designada. Só assim, tudo parecia se encaixar.

Também lançamos um outro olhar para um grande número de bênçãos, trazendo-as todas em sintonia umas com as outras e fazendo-lhes uma parte perfeita da classe. A bênção comunidade, por exemplo. A versão original da bênção não se encaixava muito bem e era energia inútil para um warpriest de Erastil. Ela mudou para o seguinte:

Fight as One (major): No 10º nível, você pode reunir seus aliados para lutarem juntos. Por 1 minuto, sempre que você faz um corpo a corpo bem sucedido ou ataque à distância contra um inimigo, os aliados dentro de 10 metros de você ganham um bônus de +2 para ataques do mesmo tipo que você fez contra o inimigo no ataques corpo a corpo, se você fez um ataque corpo a corpo, ou ataques à distância, se você fez um ataque à distância. Se você conseguir um sucesso decisivo, este bônus aumenta para +4 até o início do seu próximo turno.
Há uma série de outras mudanças interessantes em bênçãos, bem como, mas para aqueles, você terá que esperar até que o livro chega nas lojas e no Gencon em meados de agosto. Volte na quinta-feira para liberar sua raiva interior, agora melhorado com a magia!


Oloch
Oloch não tem memória de um tempo antes de dor - dor sofrida e infligida. Como um meio-orc da tribo Haskodar, em Blisterwell, Oloch foi crescendo - se ele realmente pode ser chamado assim - com o conhecimento de que os seus pais tinham sido escravos da pedreira e que morreram em seus túneis logo após seu nascimento. Constantemente forçado a lutar pela sobrevivência contra os maiores e mais fortes companheiros da tribo, Oloch rapidamente aprendeu que a melhor defesa é uma total falta de medo. Aqueles que tentavam intimidara criança logo aprenderam o erro de seus caminhos, pois na mente de Oloch, cada luta é uma luta até a morte, e quem não pensa assim acaba deixando-se vulneráveis​​.

Esta ferocidade não passou despercebida. Quando Oloch chegou aos seus anos de adolescência, os líderes da tribo começaram a aproveitar as habilidades do menino. Se nos poços de gladiadores ou na batalha contra a por vezes tribo aliada Eye, Oloch derramou sangue comandando - tanto a si própria quanto à outros para suas vitórias - e os sacerdotes da tribo de Gorum assumiram o controle da educação de Oloch, envolvendo-o em uma armadura e ensinando-lhe as glórias do Senhor em Ferro. Em Gorum, Oloch finalmente encontrou alguém que o fizesse olhar para cima: um ser de força perfeita, sem os falibilidades patéticas que mesmo os sacerdotes da guerra tinham. Mais, Gorum olhou para o coração de Oloch e o acalmou sobre quaisquer dúvidas que o meio-orc tinha sobre seu amor pela violência. Ele viu a emoção escura que Oloch sentia quando sua enorme espada dividia a coluna vertebral de um inimigo e recompensou-o com a magia.

Conforme o tempo passava, Oloch começou a se irritar com as restrições, mesmo escassas, colocadas sobre ele por seus superiores. Quem eram eles para dizer-lhe quando e onde lutar? E assim talvez fosse inevitável que, ao saber a verdade da sua herança, que ele não era filho de escravos, mas sim o filho roubado de um aventureiro, a parte humana dele aproveitou para cortar os laços (e membros) e atacar por conta própria, levando consigo apenas o seu equipamento favorito e uma descrição da mulher guerreira temível que lhe teve.

Felizmente para Oloch, a lenda de uma mulher corajosa o suficiente para se aventura sozinho no porão de Belkzen e rumores de seu encontro desavergonhadamente com orcs - é um difícil de esconder. Foi assim que ele logo se viu diante dos portões do assentamento humano de Trunau, chamando para sua líder, Halgra dos Blackened Blades, para encontrar seu filho.
Para sua surpresa ela foi e viu-se Oloch tanto chocado e vagamente desconcertado pelo calor com que Halgra o cumprimentou, como seu filho perdido, recebendo-o em sua casa. Lá ela contou-lhe a história de seu nascimento e de como ele era o produto de um flerte de curta duração com um poderoso líder orc que ela se recusou em dizer o nome, e como ele havia sido roubado dela quando criança durante uma incursão em seu acampamento. Ela o apresentou a seus meio-irmãos, e ofereceu-lhe um lugar como um defensor da Trunau.

No entanto, um lobo nunca poderá ser um cão, não importa o quanto ele fique preso. Para o horror de Halgra, a luxúria do Oloch pelas batalhas se recusou a ser saciada pelos simples ataques e sessões de treinamento. Os cidadãos que despertaram sua ira foram terrivelmente feridos, e no final Halgra mesma teve de assumir a espada e fazê-lo partir da cidade, anunciando que ela sempre o amará como um filho, mas que nunca mais seria permitido à ele entrar em Trunau até ele aprender a controlar sua paixão por batalha e dar às suas habilidades divinas um fim positivo.

Frustrado e sentindo-se envergonhado pela primeira vez em sua vida, Oloch deixou Trunau. Por um tempo ele vagou pelas selvas, mas nenhum dos animais comuns que existiam por lá poderiam oferecer um desafio adequada nem remover a suspeita persistente de que ele não pode, como Halgra alegou, viver sem derramamento de sangue. Eventualmente, ele acabou no Urgir, onde rapidamente encontrou trabalho como executor do governo e campeão. Embora ele afirme que sua posição garante-lhe um suprimento constante de adversários dignos, em segredo Oloch espera que formas semi-civilizadas do Grask Uldeth irão ajudá-lo a decifrar como equilibrar o orc e o humano dentro de si mesmo e descobrir o homem que ele era nasceu para ser.


Oloch é um guerreiro calmo, pensativo com um amor perturbador pela violência. Apesar de não ser mal ele desdenha aqueles que pegam adversários mais fracos, no entanto, toma isso como algo que não está errado, e as lamúrias de pessoas incapazes de defender sua propriedade significa pouco para ele. Ele vive no momento, saboreando a corrida pelo vermelho da batalha que traz com seu deus. Ele não se opõe a trabalhar com, ou mesmo para, aqueles que ele considera como seus iguais, mas essas relações são poucas e distantes entre si, e deve tomar cuidado para mostrar à ele o devido respeito. Talvez a única atividade que não seja de combate que realmente lhe traz prazer é fazer música em seu tambor e só se for suficientemente turbulento como a ecoar o clamor da batalha.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Réplicas perfeitas: a Frostmourne de World of Warcraft


Réplicas perfeitas
Frostmourne de World of Warcraft

Aqui está uma réplica para deixar os fanáticos por games enlouquecidos... Quem não lembra da Frostmourne, do Lich King, do game World of Warcraft. Depois de uma enxurrada de pedidos a equipe do Man at Arms produziu uma de suas mais belas réplicas.