quarta-feira, 14 de maio de 2008

Diário de um Escudeiro - 8

Décimo quarto dia de Cyd de 1392.

O dia de hoje reservou muitas surpresas.

É incrível a quantidade de coisas que um escudeiro tem de fazer. É tanta coisa que nestes últimos dias nem tenho tido tempo, ou condições físicas, para escrever em meu diário. Já faz alguns dias que não consigo escrever. Meu avô nunca me disse que eram tantos afazeres. Me sinto mais como um empregado de casa do que como um escudeiro.

Tenho de levantar-me antes de meu senhor, preparar todo o seu alimento, preparar sua armadura e muito mais. Depois disso posso me alimentar.

A convivência com Sir Constatnt ainda está meio fria, mas acredito que com o tempo melhorará...

Este início de viajem me trouxe, pelo menos por enquanto, uma boa surpresa. Eu nunca houvera vindo para estes lados do reino. Estas pradarias são maravilhosas. A grande deusa estava inspirada, se é que se pode dizer algo do tipo, quando formulou este pedaço do reino. Os campos perdem-se de vistas para ambos os lados. De quando em quando grupos de árvores criam pequenos oásis verdes e convidativos. Manadas de garbosos corcéis vagueiam por estas regiões tendo como único limite o horizonte. Realmente é uma benção estar por aqui.
Estamos nos encaminhando para Suth Eleghar, na fronteira com Yuden. Já passamos por duas ou três vilas e o que mais vemos são caravanas de mercadores e pequenos grupos de guerreiros (aventureiros eu presumo) indo e vindo, cada um com membros mais esquisitos do que o outro.

Segundo meu Senhor, estamos indo num bom ritmo e chegaremos em Bielefield antes do previsto. Não posso imaginar o que poderemos encontrar por lá...

Mas o mais estranho de hoje aconteceu no meio da tarde, quando estávamos percorrendo a estrada por pelo menos duas horas depois do almoço. Avistamos, ao longe, um cavaleiro à pé, vindo em nossa direção, acompanhado de mais dois companheiros.

Era um guerreiro não muito alto, mas forte. Trazia no rosto a marca da idade e nas costas curvadas o peso do cansaço e do calor. Apoiava-se com uma lança para não cair ao chão. Na outra mão trazia um escudo com uma balança cravada nele várias vezes. As vestes estavam arranhadas e amassadas tanto quanto as batalhas o permitem.

Logo atrás vinha um anão arrastando um enorme machado. Nunca entendi como pessoas tão pequenas quanto eles conseguem usar de forma tão magistral um armamento tão grande e pesado. Ele também trazia a as marcas do cansaço.

Por fim vinha uma moça muito jovem trazendo às costas dois arcos, sobre o ombro esquerdo, e uma aljava no outro.

Parecia que haviam saído do inferno e estavam voltando, com dificuldade, para casa. Embora não fosse a mais belas das imagens havia algo naquele quadro que me atraia. Algo que lembrava as histórias de meu avô. Algo com cheiro de aventura.

“- Salve caro irmão de armas!” – gritou o cavaleiro que vinha à pé ao nos ver.

“- Salve!” – disse Sir Constant de forma curta com o cavalo quase em cima dos aventureiros.

“- Seria pedir muito se pudesse nos dispor de um pouco de água? Nossa jornada teve alguns imprevistos...”

“- Claro que poderia....” – eu já estava me preparando para descer do cavalo para ajuda-los quando meu Senhor me deteve – “- Mas estou iniciando um percurso muito longo e não posso correr o risco de ficar sem algo tão necessário quanto água.” Os olhos dos três aventureiros empoeirados pareciam não acreditar nas palavras de meu senhor. Sir Constant continuou: “- Mas vocês têm sorte. Pouco mais de três horas daqui fica uma ótima estalagem que tenho certeza que poderá tratar-lhes da melhor forma possível. Peço que compreendam. Não é por má vontade. Mas como já estão indo naquela direção ficará muito mais fácil para vocês chegarem lá do que ter de voltar.”

“- Claro que entendemos” – respondeu o velho cavaleiro abrindo um longo sorriso que deixou o bigode ainda mais espesso do que já era – “eu entendo muito bem e peço desculpas pelo incomodo. Não tínhamos a intenção de criar um estorvo para tão nobre senhor.”

Os dois cavaleiros ficaram em silêncio se olhando nos olhos por alguns instantes. Então Sir Constant tocou o flanco de sua montaria com o calcanhar e recomeçou a andar, sem olhar para trás. Eu, sem saber como me portar ou o que dizer, acompanhei meu senhor.

Sir Constant permaneceu em silêncio por quase meia hora. De repente quebrou o silêncio.

“- Meu caro, você pode não ter entendido nada, mas eu apenas proporcionei um benefício para meu irmão de destino. Alguns seguem um código de honra antiquado, e porque não dizer equivocado. Aliam-se à qualquer tipo de ser e seguem o inglório caminho das dificuldades. Não percebem as verdadeiras palavras e desígnios que o grande Khalmyr pretende para seus nobre cavaleiros.”

Eu acelerei para manter-me com meu cavalo ao lado dele eescutar com maior facilidade.

“- Por mais que tentem eles não podem achar que serão o fiel da balança das injustiças de Arton” – continuou ele – “nossa perspectiva é muito mais visionária e nobre. Não somos qualquer tipo de cavaleiro e não seguimos à qualquer deusinhos destes que têm por aí. Somos seguidores do grande Khalmyr. Precisamos manter nossa estirpe intacta para podermos mostrar o caminho e ser o exemplos vivo e visual da nobreza que trazemos em nós.”

“- Mas não é exatamente isso que Khalmyr quer de todos nós – justiça – e que façamos nossa parte?” – arrisquei perguntar.

Mas com um abanar de mão de desdém ele apenas bufou, de leve dizendo – “meu caro, não espero entendas. És muito jovem e sem conhecimento do mundo. Mas deves ter cuidado ao contradizer um cavaleiro. Não estás em nível de me contradizer. Escute mais e aprenda tudo o que tenho para lhe ensinar. Terás muito benefício nisto.”

Mais alguns instantes de silêncio seguiram.

“- Agora ande atrás de mim... Me sinto nervoso quando ao meu lado não há um outro cavaleiro...” e acelerou seguindo alguns metros à minha frente.

Particularmente eu sempre achei que Khalmyr nos queria atuando no mundo. Meu avô sempre me disse que reconhecemos o verdadeiro cavaleiro de Khalmyr por aquilo que ele demonstra com seus atos.

Caçadores de Abutre

Contra Ferren Asloth!!

Nesta quarta-feira estaremos lançando o primeiro projeto da Confraria de Arton. É o suplemento "Caçadores de Abutres". É um projeto que iniciou no forum Jambô em 2007. Depois ficou na geladeira por algum tempo e agora esta ressucitado.
Mas agora estamos disponibilizando este suplemento que foi construido pensando na diversão de todos os amantes de Tormenta, como você e eu. Os Caçadores de Abutres são uma organização que tem por função máxima enfrentar a tirania do regente de Portsmouth - Ferren Asloth, o abutre. A fúria com que Asloth caça os mago levou algumas pessoas à se perguntar se não haveria alternativa. A alternativa são os Caçadores.
Tinha duas opções para disponibilizar o material. Poderia colocar ele inteiro para ser baixado em algum dos muitos sites hospedeiros de arquivos. Mas isso acabaria com toda a emoção. A outra opção - e a que eu escolhi - foi a de disponibilizar este suplemento por capítulos. Isso vai ser muito mais interessante e deixará aquele gostinho de suspense antes do lançamento de cada capítulo.
Espero que gostem. Amanhã começará a emoção!!!!!

domingo, 11 de maio de 2008

Diário de um escudeiro - 7

Décimo primeiro dia de Cyd de 1392.

A jornada iniciou. Passei a noite inteira acordado esperando o momento de levantar e com medo de perder a hora marcada. A noite arrastou-se lentamente. Nas anotações que Sir Constant me dera dois dias atrás estava especificado, além da lista de materiais a comprar, que nossa partida seria nos primeiros raios de sol. Como ordenado estava tudo pronto no momento especificado. Mas ele só apareceu, para partirmos, próximo ao meio dia.

Aos poucos vou me acostumando com o jeito de ser de meu Senhor. Poucas palavras dele foram direcionadas à mim. Ele montou seu cavalo e simplesmente ordenou – “Vamos!” – e eu cumpri sem questionar.

Partimos com quatro cavalos - o do meu senhor, o meu e dois com provisões e equipamentos. Eram belíssimos animais. Só poderiam ser encontrados nesta terra abençoada por Hypion.

Galopamos em sentido sul, na direção de Suth Eleghar, numa marcha média por cerca de duas horas antes de realizarmos nossa primeira parada. A vila de Pyltrus foi nosso local de descanso. Era umas duas vezes maior do que a minha vila natal e o aldeamento mais próximo de Palanthas. Seu centro não tinha mais do que duas ruas que se cruzavam e umas poucas duas dúzias de casas. Ela vivia das caravanas constantes que iam e vinham de Yuden (ao sul).

Nossa parada foi curta, apenas para os cavalos beberem um pouco de água e para podermos esticar as pernas. Até aquele momento nenhuma palavra foi dirigida a mim por Sir Constant. Isso me deixa incomodado, mas quem sou eu para questioná-lo.

Muitas crianças que estavam brincando pela rua, quando nos viram, correram acompanhando nossas montarias e nos enchendo de perguntas. Eram pelo menos uns dez. Corriam, gritavam, gesticulavam, tudo ao mesmo tempo. Era uma verdadeira festa.

Uma menininha loirinha de tranças corria ao meu lado perguntando sem me deixar tempo para responder: “Você é um cavaleiro também? Mas é muito jovem! Onde está sua armadura? E sua espada? Posso ver? Onde está indo? Meninas podem ser cavaleiros também? Se eu fosse uma cavaleiro seria chamada de cavaleiro ou cavaleira? Quem é ele? Vocês vão parar na vila? Posso subir no seu cavalo?!”. Eu achava muito engraçado.

Na cabeça delas éramos seres especiais – ou pelo menos meu senhor verdadeiramente o era. Tenho certeza que por esta vila estar na rota para quem vai para Palanthas deveriam passar por aqui dúzias de cavaleiros todos os anos. Mas para aquelas crianças sempre seria uma novidade.

Chegamos ao centro da pequena vila. Havia apenas uma taverna. Uma construção rudimentar de madeira que deveria ter muitos anos. Mas mesmo sendo simples, pelo que se verificava por fora, estava cuidadosamente limpa e arrumada.

Nossa parada naquele estabelecimento foi rápido. Entramos, recebemos um pouco de água para beber e nos refrescarmos e saímos.

Mas ao irmos em direção dos cavalos percebemos que todas as crianças estavam ao redor dos animais. Um deles, um menino baixinho e de pele queimada pelo sol, estava tentando tirar a espada de Sir Constant da bainha.

Meu senhor ao ver aquilo correu na direção dos animais e num só movimento desferiu um tapa que atirou o menino à quase dois metros dos animais. Todos ficaram paralisados – inclusive eu. Meu senhor permaneceu em silêncio. Subiu no cavalo e me fez sinal para fazer o mesmo. Recomeçamos nossa marcha lenta em direção sul.
Sem olhar para trás, em meio ao silêncio, só escutava os soluços do menino agredido. Não tive coragem de olhar para trás.

Acho que aquelas crianças não correrão mais atrás de ninguém.

Até a noite não trocamos nenhuma palavra. Arrumei a tenda de Sir Constant e preparei algo para comer. Ficamos algum tempo ao redor da fogueira nos aquecendo. Só então ele falou alguma coisa.

“- Nunca se esqueça rapaz... nada neste mundo dos deuses é igual. Existem patamares, como numa escada. Alguns estão acima, outros estão abaixo. Nada impede que se suba ou que se desça. O que não pode acontecer que achem que estão todos no mesmo nível. A diferença deve ser respeitada. Se os deuses nos fizeram assim quem somos nós para desobedece-los.” – disse Sir Constant entre um gole e outro de sua caneca de vinho.

“- Isso vale para as crianças também?” – me atrevia a perguntar.

“- Principalmente. Elas devem aprender desde cedo. Eu não fiz nada além do que meu direito de Cavaleiro me respalda. Até fiz pouco. Outro teria cortado a mão daquele fedelho! Você como escudeiro, se vier a se tornar um, deve ter isso bem claro. Você não será um igual à mim, mas estará acima deles.”

Eu realmente fiquei sem saber o que dizer. Era um assuntos desconcertante. Sempre considerei que o papel dos deuses, e o que desejavam de nós, fora manter Arton em equilíbrio. Pelo manos Khalmyr. Não sei ainda o que pensar.

Capa de Galrasia

Será?!?!

Neste sábado surgiu a especulação que este desenho aí ao lado seja a capa do tão esperado Galrasia, o mundo perdido. Eu achei ela na Inominattus graças à uma jogada certeria de dados do João Paulo "Moreau do Bode". Se for essa a capa está de ótima qualidade.


Não há confirmações ainda. Ela foi encontrada na página da Deviantart como sendo um novo trabalho da DS. Pode ser muitas coisas, até uma capa da DS (o que eu considero pouco provável) mas....
Segundo o pessoal da Jambô qualquer lançamento do título Tormenta será apenas para o segundo semestre.... Mas pelo menos isso já nos dá um palinha do que está por vir!

sábado, 10 de maio de 2008

Cinema

Novidades na Telona


Este ano de 2008 promete ser o início de grandes lançamentos que deverão dominar as telas pelos próximos dois anos. Desde o início do ano já tivemos bons lançamentos para aqueles que curtem fantasia, heróis, aventuras e coisas do gênero (quase sempre assuntos ligados ao universo de RPG e afins).


Speed Racer: Todos que têm por volta dos trinta anos (ou mais) com toda a certeza lembram-se das tardes em que viamos os episódios SR. Eram aventuras muito loucas no melhor estilo psicodélico futurista japonês. Ninguém vai se arrepender de ver o filme no cinema. Ele estreiou nesta sexta-feira (9 de maio). Eu gostei muito, embora algumas pessoas tenham reclamado do aspecto muito próximo dos video-games.


Crônicas de Nárnia - O Príncipe Caspian: No final do mês de maio (30 de maio) estréia a "segunda" parte da série das Crônicas de Nárnia. Pelos três trailers que estão rodando por aí na rede será uma filme um pouco mais maduro que o primeiro, tentandoa tingir um público mais adulto. Vamos ver...


Batman - Cavaleiro das Trevas: O segundo filme do soturno herói de Gottan estréia em 18 de julho deste ano. Pelos trailers será mais sombrio que o anterior e impressionante. Pelo que dizem estará muito mais próximo do universo dos quadrinhos que o outro. No elenco Christian Bale (Bruce Wayne/Batman), Michael Caine (Alfred Pennyworth), Heath Ledger (ator que faleceu recentemente, como o Coringa), Aaron Eckhart (Harvey Dent), Maggie Gyllenhaal (substituindo Kate Holmes, como Rachel Dawes), Gary Oldman (James Gordon), Morgan Freeman (Lucius Fox), Eric Roberts (Salvatore Maroni), Cillian Murphy (Dr. Jonathan Crane/Espantalho), Anthony Michael Hall (Mike Engel), Colin McFarlane (Comissário Gillian B. Loeb) e Michael Jai White (Gamble).


Watchmen: Este grande sucesso dos quadrinhos do século passado (heheheh) tem sua estréia confirmada para 6 de março de 2009. Zack Snyder (diretor de "300"), diretor do filme, afirmou que as gravações já estão encerradas e que, apesar da briga judicial entre Warner e Fox, a estréia não deverá alterar-se. No elenco temos Matthew Goode (Adrian Veidt/Ozymandias), Jackie Earle Haley (Rorschach), Billy Crudup (Dr. Manhattan), Patrick Wilson (Dan Dreiberg/Coruja) e Malin Ackerman (Espectral/Silk Spectre).


O Hobbit: o lançamento está previsto para 2010. Depois de dezessetes oscarsganhos pela trilogia do Senhos dos Anéis o público espera com muita ansiedade o que seria o início de tudo. As informações dão conta de que a produção estará nas mãos de Peter Jackson (trilogia "Senhor dos Anéis") e de Guilhermo del Toro ("O Labirinto do Fauno" - ótimo filme ganhador do Oscar de filme estrangeiro). O Hobbit conta a história de Bilbo Bolseiro e como ele encontrou o "Anel" e será dividido e m duas partes com versões 3D. No Brasil, diferente do exterior, o lançamento caberá à FOX.

Mulher-Maravilha: Um projeto engavetado pela Warner é o da Mulher-Maravilha. De "quase" certo, por enquanto somente a direção do filme, que ficará nas mãos de Joss Whedon (criador das séries Buffy a Caça Vampiros, Angel e Firefly). Para o papel principal somente houve muitas especulação onde as mais fortes foram Cameron Diaz, Catherine Zeta-Jones, Mischa Barton (O.C.), Rachel Bilson (a Summer em O.C.) e Kate Beckinsale. Mas como essa novela se desenrola desde 2005 temos que ficar de olho e torcer.

Liga da Justiça: Uma produção que com toda a certeza muitos estariam loucos para ver nos cinemas. Mas com um orçamento de 200 milhões de dólares e muitos problemas internos a Warner está deixando de molho para ver o que acontece nos próximos anos. Uma pena!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Dragon Slayer 20

Saiu a Capa!!


Hoje o Trevisan postou a capa da edição 20 da Dragon Slayer no Laboratório.
Eu, particularmente, gostei muito. Mais do que a anterior. Adoro elfos e coisas do gênero...heheheheheh!!!
Vamos ver o que nos reserva por dentro.

domingo, 4 de maio de 2008

Area-RPG

Nosso novo espaço para discussões!

Listas e mais listas surgem e somem todos os dias na internet. Estas listas - para quem não sabe - são um ponto de encontro para debates.

Uma nova está surgindo - a Área-RPG. O Trevisan lançou a informação em seu blog convidando a todos os interessados (e bem intencionados) à participarem. A divulgação é quase uma obrigação depois de muito tempo sem algo interessante neste sentido.

Se você acha que tem algo para dividir com os outros, ou simplesmente é alguém louco por mais informação, não deixe de se cadastrar...

Dragon Slayer 20 (Preview)

Deve ser lançado nos próximos dias a edição 20 da DS. Depois da grande polêmica que a edição anterior concentrou, estamos todos ansiosos para ver se há algo de novo.

No último dia 28 o Vill - nosso amigo do blog Desafio dos Dragões - inaugurou um tópico no forum da Jambô iniciando as discussões sobre a edição 20. Ele apresentou uma prévia dos temas da edição que foi disponibilizada pelo Trevisan no Laboratório do Dr. Careca. Aqui vai:

- Notícias do Bardo - Pathfinder RPG. Quem precisa de D&D?
- Encontros Aleatórios - Hmm, a Paladina está esquisita...
- Reviews - Faroeste Arcano, Mutants & Masterminds, Sem Trégua 2.
- RPG Maker - O sucesso da ferramenta para que você faça seu game.
- Gary Gygax - A vida e obra do Primeiro Mestre de Jogo.
- Background - Você sabe como deve agir um personagem bondoso?
- Mestre da Masmorra - Está difícil levar sua campanha até o fim?
- Gazeta do Reinado - Eleitas as Sete Maravilhas de Arton.
- Bárbaros Moreau - Habilidades de classe variantes.
- Arca do Tesouro - Novos itens mágicos para exploradores.
- Chefe de Fase - Uma família de bandidos pistoleiros. Sim, faroeste em D&D está na moda.
- Armadilheiro - O Mestre dos Jogos Mortais está de volta.
- Meio-Gênios - Muitos novos talentos para esta raça prestativa.
- Factóides - Será que alguém os está criando para atacar você?
- Professor Pendrake - Um pesquisador louco nos Reinos de Ferro.
- Raça & Classe Anões - Eles funcionam em qualquer classe?
- DBride - Está acabando!

É uma edição com um bom potencial. Mas a anterior também era e foi desastrosa. De qualquer forma têm matérias para todos os gostos. As que mais me interessam são a Gazeta do Reinado (as Maravilhas de Arton, pelo que já se viu no Forum será uma matéria de arrasar); Bárbaros Moreau (tudo para Moreania me interessa e muito); Chefe de fase (esses são os frutos qua ainda colhemos desde o lançamento de P&P); e DBride (ótima hq). Vamos torcer para um resultado melhor do que o anterior.

Com relação ao preço o Trevisan já foi bem direto no seu post - "E antes que alguém me encha a paciência: sem mudança de preço ou data prevista". Então não vamos esperar mudanças neste sentido.

Mangás

Negima voltou!!!

Finalmente. Para aqueles que como eu ficaram quase cinco meses esperando, Negima voltou. A JBC demorou mas conseguiu lançar a edição 22 de Negima. As aventuras do "pequeno" mago que é professor da turma de meninas (sortudo!!) mais incrível que existe voltou à carga com tudo.


Segundo informações que sairam tanto na comunidade do orkut para fãs do Negima quanto com o pessoal da livraria Jambô, o atraso aconteceu devido à problemas com a aprovação da capa da edição 22, que acontece lá no Japão.


Segundo o site da JBC a periodicidade deve normalizar depois desta edição. Nos resta esperar e torcer!!!

Revista Tormenta 04

Gorendill – A Milícia de Gorendill - p. 02

A Milícia de Gorendil é o braço armado que apóia o prefeito Guss Nossin. Este artigo mostra rapidamente como a milícia foi criada e seu criador trazendo as fichas do Comandante Marcus Dubeau (criador) e do Capitão Harrison Dankis.

Montarias - p. 04

Arton é um território extenso. Nem sempre podemos nos valer da utilização de sortilégios para ir ou vir de lugares distantes. Muitas vezes temos de comer poeira no lombo de um cavalo, grifo etc. Está matéria é muito providencial neste tema. Ela mostra de forma clara e simples cálculos de tempo de percurso para os diversos tipos de animais artonianos.

O Reinado – parte 1 - p. 10

Até onde sei é a primeira matéria de especifica os vários reinos que compõem o Reinado. Além disso trás algumas informações sobre a história e estrutura do Reinado em si. Nesta primeira parte temos a descrição de Deheon, Tyrondir, Podsmânia, Khubar, Portsmouth, Namalkah, Lomatubar, Zakharov, Petrynia, Fortuna, Hersey, Montanhas Uivantes e Sckhar Shantallas.

Assalto ao Mestre Arsenal - p. 22
Uma aventura-solo bem legal. Fique na pele de um “louco” que resolve roubar alguns dos artefatos mágicos do Mestre Arsenal!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Jogos na Rede

Quem não quer ser um gladiador


A cada dia novos jogos surgem na internet. A grande febre, nos últimos tempos, são os jogos que se utilizam apenas do navegador para jogar. Gladiatus é mais um destes jogos. Mas com um diferencial. Seu elemento diferenciador dos outros é a junção de vários elementos - de outros jogos da internet – num só.

Em Gladiatus você incorpora uma pessoa comum que pretende tornar-se o maior gladiador de toda a Roma. A partir daí começa sua jornada atrás de seu sonho. Você está em Roma, e como tal tem a sua disposição toda a infraestrutura de uma grande cidade. Você pode visitar o armeiro ou a fábrica de armaduras e equipar-se. Pode adquirir itens variados ou produtos mágicos nas lojas da cidade. No estábulo pode-se conseguir trabalho por algumas horas para arrecadar moedas valiosas. Na taverna temos um dos pontos altos do jogo.
O taverneiro sempre está pronto para nos dar missões que podem garantir bons pontos de experiência, itens especiais e pontos de honra. Além disso, podemos vasculhar regiões perigosas (como acampamentos de bandidos ou regiões bárbaras) ou lugares ermos buscando que encontros aleatórios nos propiciem valorosas batalhas com boas premiações. Se tudo isto não bastar, temos ainda a Arena. Nela mediremos nossa força e desenvolvimento como gladiador contra outros jogadores. Para quem estiver com vontade de conferir é só visitar a página oficial e procurar o servidor em portugês.

Diário de um Escudeiro - 6


Décimo dia de Cyd de 1392.

Aquele encontro de ontem com o cavaleiro de Khalmyr me deixou impressionado. Custei a dormir. A aura daquele cavaleiro era algo que impregnava todo o ambiente e penetrava fundo em nossa alma. Ao mesmo tempo, depois daquele encontro, me senti extremamente bem. A sensação era de como se tivesse sido limpo de todo o mal que houvesse em mim.

Hoje levantei mais cedo ainda, pois não teria o auxílio de Nick nos meus afazeres. Tinha de preparar tudo o que compara ontem para a jornada que se iniciaria amanhã. Foi um dia esgotante. Poli armas e armaduras, verifiquei provisões e todo o tipo de equipamento. Nunca imaginei a quantidade de coisas que um cavaleiro levava em suas andanças. Meu avô nunca houvera comentado isso.

Fazem dois dias que não vejo Sir Constant. Nick disse que é assim mesmo. Que normalmente os cavaleiros não se “misturam” muito com os outros. Acho que eles têm muitos compromissos ... só pode ser isso.

De qualquer forma terminei à pouco a preparação. Agora que me percebo que amanhã estarei iniciando uma jornada única em minha vida. O trabalho fora tanto que não tive tempo nem de pensar nisso.

O jantar foi em tom de despedida. Depois que voltei ao meu quartinho e terminei de me limpar, Nick e sua irmã chegaram com duas bandejas repletas de comida. Ele me disse que fizeram uma limpeza nos armários da cozinha e pegaram tudo o que poderiam carregar.

Mesmo com poucos dias que fiquei naquela casa criei um laço de amizade com Nick. Nos entendíamos bem e com toda a certeza essa amizade poderia crescer se tivéssemos mais tempo de convivência.

Passamos duas horas agradáveis conversando e rindo. Até Tuale, que não fala quase nada por vergonha, arriscou alguns comentários e uma ou duas piadas sobre alguns empregados da casa.

Me senti como jantando com meus irmãos e irmãs. Sinto falta deles. Sinto falta do calor da casa de minha mãe. Com tantas emoções, nestes dias, quase me esqueci deles.

Eles foram dormir agora a pouco. Fiquei sozinho novamente. Mas a minha cabeça está tão cheia de pensamentos mil que acho que não conseguirei dormir. Tenho certeza de que não conseguirei dormir hoje.